Bom dia, gente! Como vocês estão nessa sexta-feira? Hoje eu trouxe pra vocês a crítica de um filme baseado em um dos livros de Nicholas Sparks, O melhor de mim. Pra quem é fã da literatura americana, no mínimo já ouviu falar desse autor e dos seus livros, que já renderam em seguida vários filmes, como “A última música” e “Um amor para recordar”. Eu, particularmente, acho os romances do Sparks bastante água com açúcar, e já deixei de ler os livros para esperar pelos filmes!

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Em O melhor de mim, o casal principal é formado por Dawson (James Marsden) e Amanda (Michelle Monaghan), que se conhecem durante a adolescência noS anos 90 e acabam se apaixonando. É uma história clichê de amor impossível – Amanda vem de uma família rica de uma pequena cidade da Louisiana e Dawson vive dificuldades ao lado de seu pai “vilão” e os dois irmãos são tão ruins quanto.

A trama se passa nos dias de hoje após anos de separação, quando Dawson e Amanda recebem uma ligação informando o falecimento de um amigo. Tendo seus nomes vinculados no testamento do falecido, os dois são obrigados a retornar à cidade natal e então acontece o reencontro. A partir daí, as cenas são revezadas por flashbacks e os dias de hoje, mostrando o real motivo da separação dos dois.

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Pra ser bem sincera, não é pior e nem melhor do que eu imaginei que seria. É bem filme de sessão da tarde e eu com certeza acho que a escolha dos personagens não foi boa, pois não houve química e nem identificação. E quanto ao desfecho do filme, me decepcionou mais ainda!

Fique com o trailer:


E você, o que achou do filme?

Para ler: A pirâmide vermelha

Olá, galera! Como vocês estão nessa sexta-feira? Hoje eu resolvi indicar um livro que tive a oportunidade de ler há pouco tempo. O livro foi presente de uma pessoa que me conhece super bem e sabe que eu adoro qualquer coisa relacionada ao Egito. Vocês já devem ter ouvido falar de Percy Jackson do autor Rick Riordan. Esse autor também escreveu As crônicas de Kane e hoje eu vou falar sobre o primeiro livro da saga, A pirâmide Vermelha.

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A história nos oferece dois protagonistas: Sadie e Carter. Desde a morte da mãe, os irmãos Carter e Sadie viveram com outros parentes. Enquanto Sadie morou com os avós, Carter viajava pelo mundo com seu pai, o famoso egiptólogo Dr. Julius Kane. Em uma noite, o Dr. Kane leva os filhos juntos para uma espécie de pesquisa no Museu Britânico, onde ele espera para acertar as coisas com a sua família. O contrário do que planejava, Kane liberta o deus egípcio Set. Logo, Sadie e Carter descobrem que os deuses do Egito estão acordando. Para deter Set – o pior dos deuses -,  os irmãos embarcam em uma perigosa viagem pelo mundo – uma busca que os traz cada vez mais perto da verdade sobre sua família e seus vínculos com uma ordem secreta que existiu desde o tempo dos faraós.

Rick Riordan nos apresenta a cultura egípcia, principalmente sobre a mitologia, mais a fundo. A pirâmide vermelha foi uma leitura interessante, achei a história muito bem desenvolvida. Só tem um aspecto que não me agradou. O último capítulo foi um pouco arrastado, notei algumas coisas desnecessárias. Nada que afetasse realmente o resto da leitura! Recomendo bastante para quem gosta desse tipo de história. E se você leu os livros do Percy Jackson, garanto que vai gostar da história de Sadie e Carter também!

É isso, pessoal! Já leram o livro?

Beijos!

Bom dia, galera! Faz um tempinho que não escrevo pra vocês aqui no blog, já estava com saudades! Nessa sexta-feira eu trouxe um filme escrito e dirigido por Woody Allen lançado em 2011. Você já deve ter ouvido falar de Meia noite em Paris, certo?

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O filme explora a história de Gil Pender (Owen Wilson), um roteirista de Hollywood, que, cansado de ganhar a vida com histórias clichês, decide escrever um livro. Aproveitando uma inesperada viagem dos sogros para Paris, ele se junta à noiva Inez (Rachel McAdams). Lá ele decide se inspirar na cidade, apesar das críticas de sua noiva sobre ser um sonhador irremediável. Diante das futilidades de Inez e seus pais, Gil acaba encontrando uma válvula de escape quando por acaso pega uma carona em um carro antigo e vai parar na Paris dos anos 20, a melhor época na opinião do roteirista.

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Quem não gostaria de entrar em um carro com destino à sua época favorita? Conhecer grandes nomes como Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S.Eliot e Pablo Picasso, além de ter seu livro analisado por ninguém menos que Gertrud Stein. Com o passar dos dias, Gil começa a questionar seu relacionamento com Inez. Ele ansiava para que as horas passassem depressa e chegasse a meia noite para que então pudesse se juntar aos novos amigos da década de 20.

Em minha opinião, Meia noite em Paris é um dos melhores de Woody Allen nos últimos anos e é uma excelente dica para começar uma noite perfeita com pipoca, refrigerante e chocolate (minha combinação perfeita pra assistir filmes e séries!)

Fique com o trailer:

E vocês, já assistiram? O que acharam?

Beijos!

Bom dia, galera. Eu trouxe mais uma dica de filme para o fim de semana! Desde a adolescência que eu acompanho o trabalho da atriz Vanessa Hudgens (quando ela ganhou destaque em High School Musical – me julguem, eu assistia) e faz algum tempo que ela começou a fazer filmes mais maduros. Recentemente, ela atuou em Gimme Shelter, e é sobre ele que vou falar nessa sexta-feira.

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Gimme Shelter (Em busca de um lar, título em português) conta a história de Agnes, que gosta de ser chamada de Apple por um detalhe mostrado no final do filme. Apple é uma garota que, determinada a não ter o mesmo destino da mãe (usuária de drogas e alcoólatra) foge de casa e sai em busca de seu pai que nunca chegou a conhecer. Quando finalmente o encontra, descobre que o pai é um corretor de títulos da Wall Street, está casado e tem outros filhos. Apple implora para ir morar com ele, mas logo descobre que está grávida aos dezesseis anos. Devido a alguns acontecimentos, é sugerido a Apple o aborto, mas a garota acaba recusando e foge novamente. Entre outros acontecimentos, ela acaba indo parar em um abrigo de adolescentes grávidas. O final é comovente, então vale a pena conferir.

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A trama é bastante comum, especialmente para quem está acostumado a ver sofrimento de todos os tipos na televisão e na vida real. O que há de interessante no filme e o que sustenta a atenção do telespectador é a atuação de Vanessa Hudgens, que acaba surpreendendo para quem já assistiu a outros filmes da atriz. Além disso, a história é baseada em fatos reais. Nos créditos são mostradas as fotos das pessoas envolvidas na história.

Confira o trailer:

Já assistiram? O que acharam?

Beijos!

Para assistir: Ben Hur

Oi, gente! Bom dia! Como vocês estão? Todo mundo animado nessa sexta-feira? Essa semana eu trouxe uma dica de minissérie para assistirem no fim de semana!  Vocês já ouviram falar de Ben Hur? A primeira filmagem é de 1907! Mas não se preocupe, existe uma versão muito recente (2010) que protagoniza o ator Joseph Morgan (o Klaus, de The Originals).

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A história se passa no período de Jesus Cristo, onde Ben Hur (Joseph Morgan) mantém uma amizade com o romano Octavius Messala (Stephen Campbell Moore). No entanto, os melhores amigos logo se tornam rivais mortais em função das diferenças de opiniões políticas. Agora chefe da legião romana, Messala condena Ben Hur à escravidão. A partir daí, o judeu irá lutar por sua vida e pela liberdade. Ben-Hur é um personagem histórico e uma criação de Lee Wallace que lançou o livro “Ben-Hur: A Tale of Two Christ” em 1880.

Ao longo dos anos, sua história foi várias vezes adaptada para o cinema. Como mencionei, a primeira é datada de 1907. A segunda adaptação foi feita em 1925 e outras adaptações foram feitas ao longo dos anos. Essa minissérie canadense é a primeira versão da história de “Ben-Hur” para a televisão. Filmada em Marrocos, a produção também traz no elenco atores como Emily VanCamp (Esther); Hugh Bonneville (Poncius Pilates); Ray Winstone (Quintus); James Faulkner (Marcellus); Alex Kingston (Ruth); Kristin Kreuk (Tirzah); Lucia Jimenez (Atena); Ben Cross (Tiberius) e Kris Holden-Reid (Gaius); entre outros atores.

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Eu, particularmente, adoro filmes e séries de época! Eu estava procurando algo para assistir no Netflix e acabei encontrando essa minissérie. Gostei bastante e recomendo! São apenas dois episódios de uma hora e meia.


Vocês já assistiram? Conta pra gente!

Beijos!

Bom dia, galera! Como vocês estão nessa sexta-feira? Hoje encerramos a Maratona Oscar, o evento ocorrerá no domingo e então assistiremos quem vai levar a estatueta de melhor filme! A indicação dessa semana é Boyhood: Da infância à juventude.

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A história nos mostra a vida do pequeno Mason (Ellar Coltrane) desde seus 7 anos, quando ele é uma criança como qualquer outra. Ao longos das duas horas e quarenta minutos de filmes, acompanhamos a relação com os pais e a irmã Samantha, que vai se modificando a medida que Mason envelhece. Enxergamos todas as pequenas transformações naturais: a separação dos pais e os respectivos novos casamentos, as brigas com a irmã, as paixões, decepções, amigos, colégio e a faculdade.  O mais interessante do filme é: é o mesmo ator em todas as faixas etárias! O diretor, Richard Linklater levou onze anos (2002-2013) filmando a vida de um garoto. São onze anos na vida do menino que cresce diante dos nossos olhos.

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Foram raros os filmes que assisti e  que falaram tão bem de conceitos que eu acredito e que tiveram também um olhar sensível sobre o ser humano e seu aprendizado. Acertar e errar, sentir prazer e gratidão, tudo isso faz parte da vida de qualquer pessoa, seja ela quem for.  Boyhood acompanha a evolução de uma família e não só dos atores, como de toda a equipe. Apesar de ser uma história simples, vale a pena ser assistida!

Fique com o trailer:

E você, já assistiu? Conta pra gente!