Oi pessoal, como estão? Estou dando uma passadinha rápida aqui para falar sobre o último filme da Maratona Oscar de 2017. La La Land – Cantando Estações (La La Land, 2016) foi indicado em treze categorias da premiação, tendo faturado seis prêmios, incluindo melhor diretor e melhor atriz. E de quebra o filme ainda foi um dos protagonistas do maior climão que já rolou no Oscar, quando recebeu o prêmio de melhor filme, que logo após alguns minutos foi dado para Moonlight – Sob a Luz do Luar.

La La Land – Cantando Estações conta a história de Sebastian (Ryan Gosling) e Mia (Emma Stone), dois jovens em busca de novas oportunidades para suas carreiras na cidade de Los Angeles. Sebastian é um pianista de jazz que aceita um trabalho medíocre em um restaurante para juntar dinheiro para abrir o próprio clube de jazz, e Mia é uma aspirante a atriz que trabalha como barista em um café aos arredores de um conceituado estúdio. Entre fracassos, frustrações e muita música os dois se apaixonam loucamente e começam a apoiar um ao outro na busca para a realização de seus sonhos.

La La Land – Cantando Estações é um filme bom e eu entendo todo o sucesso que ele está fazendo. Tenho alguns amigos que detestam o estilo musical, mas no momento só sabem falar de como o filme é um dos melhores que eles assistiram nos últimos tempos. Eu como uma apaixonada por musicais, fico feliz de ver La La Land trazendo novos amantes para o gênero. Mas eu confesso que saí do cinema sentido falta de alguma coisa no filme. Não me levem a mal, a fotografia é linda, a trilha sonora é boa, mas tá faltando alguma coisa. Até o final é bom! Não é aquele clichezão que todo mundo achou que fosse ser. Enfim, eu senti falta de um algo a mais.

A dupla Emma Stone e Ryan Gosling tem tanta química em cena, que sério. Você termina o filme falando ‘casem-se, por favor!’. Eu amo os dois juntos desde Amor a Toda Prova (2011). O prêmio de melhor atriz para a Emma foi mais que merecido. Fiquei muito feliz por ela ter ganho. A indicação do Ryan foi justa também. Os dois tiverem que aprender tantas coisas para a produção do filme. Inclusive, desafio todo mundo a escutar a trilha sonora e não passar uma semana cantando “city of staaaars, are you shining just for mee?”. (Aposto que já estão cantando…)

Aliás, não posso encerrar esse texto sem exaltar a fotografia maravilhosa do filme. O cenário de Los Angeles é lindo, é um cartão postal atrás de outro. E, além disso, ainda tem a colorização absurda que foi feita. Depois dêem um google no antes e depois do filme e fiquem de boca aberta. O diretor, Damien Chazelle, usou todos os recursos possíveis ao seu favor e fez isso muito bem.

Confira o trailer:

Alguém já assistiu La La Land – Cantando Estações? O que achou?

Espero que tenham gostado da Maratona Oscar desse ano. Ano que vem tem mais.

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Antes de tudo preciso falar que estou tão empolgada hoje, porque finalmente Fuller House está disponível no Netflix. E terminando esse post aqui eu vou me trancar no meu quarto e fazer uma bela maratona. Para quem não está sabendo a série é a continuação de Três É Demais. Quem lembra das gêmeas Olsen bem novinhas na série? Pois é! Enfim, vamos ao que de fato interessa. Hoje eu estou aqui para apresentar o último filme da nossa maratona do Oscar. A Grande Aposta (The Big Short, 2015) é uma comédia dramática baseada no livro homônimo de Michael Lewis.

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Michael Burry (Christian Bale) é dono de uma empresa que descobre que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve e decide investir muito dinheiro nessa aposta. Essa decisão leva outros investidores a acharem que ele é completamente maluco, já que ninguém nunca havia apostado contra o sistema. O corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) ao ficar sabendo desses investimentos resolve tentar ganhar algo também e começa a oferecer esta oportunidade para seus clientes, entre eles o dono de uma corretora que está passando por alguns problemas pessoais, Mark Baum (Steve Carell). Enquanto isso dois iniciantes percebem que também podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise e pedem ajuda para um especialista de Wall Street.

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A Grande Aposta é um bom filme? Sim! Eu assistiria de novo? Provavelmente não. Mas eu tenho uma explicação pra isso. Gente, eu sou completamente leiga quando o assunto é economia e no filme eles usam muitos termos técnicos e eu fiquei bem confusa em algumas partes. Porém eu curti bastante o recurso que o diretor usou para poder explicar algumas coisas mais complicadas. Ele convidou alguns famosos como a Selena Gomez e a Margot Robbie para falar de forma simples e sarcástica o que eram determinados termos.

O filme é quase um documentário explicando e mostrando como que a crise imobiliária começou nos Estados Unidos em 2008. Se você assim como eu não tinha muita noção de como tudo estourou na época, A Grande Aposta é uma boa para dar uma clareada na mente.

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Agora sobre as atuações é preciso bater palmas para o Steve Carell. O cara é a cara do cansaço! Todas as expressões dele mostram o estado emocional do personagem. Christian Bale também dá um show. Ele é todo desajustado sem saber lidar com as pessoas a sua volta. Entre os dois quem ganhou uma indicação de Melhor Ator Coadjuvante foi o Bale, mas na minha opinião quem merecia era o Carell.

Além de Melhor Filme, A Grande Aposta recebeu outras quatro indicações, entre elas como eu já disse a de Melhor Ator Coadjuvante e a de Melhor Diretor para Adam McKay. O longa já faturou três prêmios no Critics’ Choice Awards, sendo um deles de Melhor Ator em filme de comédia para o Christian Bale.

Confira o trailer!

Alguém já assistiu A Grande Aposta? O que achou?

Espero que tenham gostado da Maratona Oscar de 2016!

Beijos

Maratona Oscar: O Regresso

Olá pessoal, como estão? Minhas últimas semanas tem sido puxadas, mas nada que não dê para aguentar. Enfim, continuando a maratona do Oscar, para hoje o filme escolhido é o queridinho das críticas e olha, com razão. O Regresso (The Revenant, 2015) é um drama baseado no livro homônimo de Michael Punke que é inspirado na história real de Hugh Glass.

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Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) é um comerciante e explorador que ganha a vida vendendo peles de animais. Querendo ganhar mais dinheiro aceita ser guia de uma viagem junto com seu filho Hawk (Forrest Goodluck). Ao ser atacado por um urso, Glass fica seriamente ferido e sem condições de seguir viagem sem ajuda, ele então é abandonado no meio do nada por seu parceiro John Fiztgerald (Tom Hardy). Porém mesmo com tudo apontando para a sua morte, Glass sobrevive e inicia uma viagem em busca de vingança contra Fitzgerald.

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Antes de tudo: LEO, AGORA VAI!!!! Enfim, O Regresso é um filme maravilhoso, com uma história pesada e passada de força muito eficiente. Eu achei ele um pouco cansativo por ser muito longo, mas isso não interfere em nada na apreciação do longa. O filme mostra o que o amor e o desejo de vingança não fazem com uma pessoa. O cara driblou a morte umas mil vezes só para poder honrar o filho. A atuação de Leonardo DiCaprio foi perfeita. Se esse homem não ganhar o Oscar esse ano, eu vou ficar bem chateada.

Tenho que destacar também a fotografia deslumbrante do filme. A locação de O Regresso é um postal por si só. Mas o diretor de fotografia está de parabéns. A indicação na categoria não foi a toa. Eu li em alguns sites sobre as gravações e descobri que o longa foi todo rodado em luz natural, sem o uso de qualquer equipamento. E olha, que trabalho perfeito. Emmanuel Lubezki merece muito ganhar.

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O Regresso bateu o recorde de indicações ao Oscar, totalizando 12. Além do Leonardo DiCaprio ter sido indicado a Melhor Ator e o Emmanuel Lubezki a Melhor Fotografia, Alejandro Iñárritu recebeu a de Melhor Diretor. O trabalho tá lindo, mas acho que, infelizmente, esse ano ele não ganha, já que ano passado ele levou o prêmio com Birdman (2015). Porém nunca dá pra saber o que se passa na cabeça da Academia. Vamos aguardar o dia 28!

Confira o trailer!

Alguém já assistiu O Regresso? O que achou?

Espero que tenham gostado. Semana que vem tem mais!

Voltamos na quinta-feira com os posts, tá? Bom Carnaval!

Olá pessoal, como estão? Tem um tempo que eu não apareço por aqui, 2015 foi bem puxado e eu não espero menos de 2016. Enfim, finalmente chegamos naquela época linda que é a de premiações e que se encerra com a melhor de todas, o Oscar. Esse ano a lista trouxe 8 ótimos filmes e nas próximas semanas nós vamos falar um pouco deles por aqui. E ah, só lembrando que um dos indicados já ganhou post aqui no blog, para quem não lembra eu falei sobre Mad Max: Estrada da Fúria ano passado, só clicar aqui para relembrar.

O primeiro filme escolhido da maratona é o drama canadense O Quarto de Jack (ROOM, 2015), baseado no livro homônimo da escritora Emma Donoghue. Que foi eleito como o melhor filme do Festival de Toronto de 2015.

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Jack (Jacob Tremblay) é um garotinho que vive com a sua mãe, Ma (Brie Larson), em um quarto minúsculo que não possui janelas. Eles dois são mantidos em cativeiro por “Old Nick” (Sean Bridges), o cara que sequestrou Ma quando ela tinha apenas 17 anos. Todos os dias Ma e Jack seguem uma rotina para tentarem levar uma vida “normal”. No dia do aniversário de 5 anos do menino, “Old Nick” revela que está desempregado e que pode ficar sem dinheiro para continuar mantendo os dois dentro daquele lugar. Temendo pela saúde e vida do filho, Ma arma um plano para tentar libertar o dois do cativeiro.

'Room' is a journey out of darkness, director says

Vou confessar que quando O Quarto de Jack terminou eu estava completamente sem palavras e até um pouco abalada. Para vocês terem ideia eu chorei em uma cena em que Jack está comendo cereais! Enfim, eu já me recuperei do filme e só tenho coisas boas a dizer sobre. A história é emocionante. É impossível não ficar tenso nos momentos que seguem a realização do plano para sair do cativeiro. A relação entre mãe e filho é tão perfeita. Claramente um era a âncora do outro para conseguir viver. Brie Larson e Jacob Tremblay estão de parabéns, os dois juntos são tão lindos de se assistir. Sem contar que a todo momento eu tinha vontade de pegar essa criança fofa e apertar para sempre.

Além de Melhor Filme, O Quarto de Jack está concorrendo também em outras três categorias no Oscar, entre elas a de melhor atriz. E desde já deixo todas as minhas apostas para Brie Larson. Eu senti falta de uma indicação para o Jacob Tremblay, mas ok porque no último domingo ele ganhou o Critics’ Choice Awards de Melhor Ator Mirim e fez o discurso mais fofo de todos. Quem quiser assistir só clicar aqui (em inglês!).

Alguém já assistiu O Quarto de Jack? O que achou?

Semana que vem tem mais maratona do Oscar!

Beijos

Para assistir: Sense8

Olá pessoal, como estão? Eu estou confusa com o clima dessa cidade, eu sei que já devia estar acostumada a isso, mas mesmo assim, todo ano a mesma coisa. Enfim, vamos ao que interessa. Para hoje eu trouxe a nova série do Netflix que estreou em forma de streaming no último dia 5 de junho. Sense8 é uma ficção científica dramática criada pelos irmãos Andy Wachowski e Lana Wachowski, os mesmos de Matrix, em conjunto com J. Michael Straczynski.

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Sense8 conta a história de oito indivíduos de oito lugares diferentes do mundo, que não se conhecem e não fazem ideia da existência uns dos outros, eles são: Will (Brian J. Smith), um policial de Chicago; Riley (Tuppence Middleton), uma DJ islandesa que mora em Londres; Capheus (Aml Ameen), motorista de ônibus de Nairóbi; Sun (Doona Bae), filha de um grande empresário de Seul; Lito (Miguel Ángel Silvestre) um ator de novelas mexicanas e homossexual não assumido; Kala (Tina Desai), cientista indiana com casamento arranjado com um homem que não ama; Wolfgang (Max Riemelt) um arrombador de cofres envolvido com o crime organizado de Berlim; e Nomi (Jamie Clayton) uma ativista transexual que mora em São Francisco.

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Em um certo dia, todos ao mesmo tempo têm uma visão do suicídio de uma mulher chamada Angelica (Daryl Hannah), e então eles começam a ter novas sensações e descobrem que estão mentalmente e emocionalmente ligados uns aos outros. Com o tempo eles percebem que são capazes de se comunicar, sentir e receber as habilidades alheias. Eles então passam a ser chamados de Sensates. Enquanto tentam descobrir mais sobre essas conexões, o misterioso Jonas (Naveen Andrews) tenta ajudar os oito a lidar com o novo dom, enquanto os chamados Whispers tentam caça-los, usando o “poder sensate” para ganhar acesso aos pensamentos e assim encontrar todos para poder dar fim a essa evolução biológica.

Sense8 foi uma grande surpresa pra mim. Eu não esperava muito da série porque quando assisti ao trailer não curti muito, mas a Wanessa deu aquela insistida e eu resolvi dar uma chance e olha, já virou um vício. O primeiro episódio é um pouco confuso, já que há muito o que explicar, mas no segundo episódio você já se importa demais com o os 8 sensates e quer saber até onde vai a conexão deles. E é bem legal ver o tanto que eles compartilham. Em uma cena nós vemos que Sun está claramente naqueles dias graças ao seu compartilhamento com Lito, que sente todos os sintomas, como a sensação de inchaço e as crises emocionais advindas da TPM.

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E o que dizer da fotografia maravilhosa da série? Sense8 foi gravado em 9 países diferentes e cada um recebeu um tratamento para mostrar bem o clima do local. Os meus favoritos são Mumbai, na Índia e Berlim, Alemanha. E são favoritos por serem tão diferentes. Mumbai com todas as suas cores, dando o tom de Kala e Berlim sendo mais cinza e dando um ar mais sombrio para Wolfgang. E nem vou falar nas minhas conexões favoritas, senão vou acabar dando spoilers demais, mas Sun e Capheus arrasam, apenas isso. Mas tentando ser imparcial quanto a isso, todos os atores tem uma química ótima e você torce para que eles se conectem ao mesmo tempo por várias vezes e olha, tem algumas conexões que parecem improváveis, você chega a pensar que não tem nada a ver e que não faria o menor sentido, mas quando acontece, gente, é lindo demais de assistir.

Os irmãos Wachowskis estão de parabéns pelo roteiro incrível. Eu acho que eles souberam trabalhar todas as temáticas apresentadas e desenvolveram bem todas as histórias. Sense8 ainda não teve a segunda temporada confirmada, mas eu já estou aqui torcendo muito para isso acontecer. Eu já gosto demais dos Sensates, não vou saber lidar se não tiver uma continuação. Muitas perguntas ainda precisam ser respondidas.

Alguém já conferiu Sense8 na Netflix? Fez uma maratona saudável? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Vamos falar sobre esse frio? AMO/SOU esse clima maravilhoso, mas é tão difícil ter que sair da cama de manhã cedo. Sério, todo dia é uma vitória. E essa época gostosa de festas juninas? Aí senhor, será que a gente pode ficar em Junho/Julho para sempre? Enfim, vamos logo ao que interessa, ao filme da semana. Gente, já vou começar falando que eu estava mega ansiosa para a estreia de Divertida Mente (Inside Out, 2015), a mais nova animação dos estúdios Pixar. Desde o ano passado, quando saiu o primeiro trailer eu já tinha uma certeza quase absoluta que eu iria amar o filme e olha, amei mesmo. Saí do cinema apaixonada.

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Riley é uma garotinha de 11 anos que vive uma vida bem agradável em Minessota, nos Estados Unidos. Quando seus pais decidem se mudar para São Francisco, a menina começa passar por alguns problemas emocionais. Dentro da cabeça de Riley, vivem os cinco principais sentimentos que ajudam na formação de personalidade dela: a Alegria, a Tristeza, a Nojinho, a Raiva e o Medo. A líder da “sala de comando” é a Alegria, que tem como objetivo fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz, fazendo o possível para que a Tristeza não interfira nos seus planos ou que a Raiva extrapole os limites.

Quando as “memórias base” de Riley se perdem, Alegria e Tristeza acabam sendo sugadas e expelidas para o local onde ficam todas as memórias de longo prazo da menina. Elas então começam a percorrer as ilhas de personalidade de Riley para que consigam voltar a sala de comando, onde o Medo, a Nojinho e a Raiva tentam manter o controle, enquanto a vida da garotinha vai mudando radicalmente.

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Gente, Divertida Mente é com certeza a coisa mais fofa que vocês vão assistir por um bom tempo. É impossível não se apaixonar pelas cinco emoções e como não se identificar com Riley passando por mudanças tão drásticas no início da adolescência? E olha os estudantes de Psicologia vão pirar! O filme trás tantas possibilidades de análise! Vai desde a formação de sonhos até a depressão. Sem contar que mostra como momentos de tristeza são importante na nossa vida e que ás vezes tudo que a gente precisa fazer é chorar, porque faz sim muito bem, é bom colocar tudo pra fora.

Divertida Mente é um filme para todas as idades, mas os adultos podem curtir um pouco mais, já que a gente entende a sagacidade da história um pouco mais rápido. Porém isso não quer dizer que as crianças não vão gostar e amar igualmente. Com certeza é um filme que vale a pena assistir diversas vezes, porque é desses que a gente sempre vai descobrir algo novo a cada assistida.

Alguém já foi conferir Divertida Mente? O que achou?

Espero que gostem. Semana que vem tem mais!

Beijos