Vamos falar do filme vencedor do Oscar? Depois de toda polêmica ocorrida na premiação, quem viu ao vivo, viu! Eu também achei que a pessoa tinha lido errado quando mencionaram La La Land, e foi bem isso que aconteceu. Moolight: Sob a Luz do Luar, não foi o meu favorito, mas agrada por possuir uma história interessante e o que eu mais gostei foi a fotografia, é praticamente um encanto pra quem ama essa arte. 📽🎞

O filme também surgiu a partir de uma ideia de uma peça teatral (não lançada) divide a vida do personagem em 3 capítulos, seu principal foco é a busca por autoconhecimento, algo universal, inerente à vida de qualquer ser humano, independente da cor da pele. Podemos conhecer a história de Chiron (Alex Hibbert) que mora numa comunidade pobre de Miami, bem na época da explosão do crack dos anos 80. Na adolescência, quem assume é (Ashton Sanders) em uma performance exagerada e menos sutil que transparecia.

O longa mostra as questões de raça, preferência sexual e ganha contornos complexos, mostrando a vida de uma mãe solteira sobrecarregada de trabalho que usa a droga como escape. Entre um mundo externo perigoso e lares desfeitos, Chiron parece não ter qualquer escapatória a não ser a de se corromper pelo meio em que vive. Moonlight promove uma perspectiva de uma Miami com tonalidades fortes e deprimentes da fotografia de James Laxton, uma espécie de versão periférica de Christopher Doyle e variando com a música clássica a Caetano Veloso. 💕

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Já assistiram?

A premiação do Oscar já passou mais faltou falar de alguns filmes que foram indicados e um deles que eu curti bastante foi Fences, traduzido para nossa língua como Um Limite entre Nós. É um filme inteligente, com bastante diálogo, ótimas atuações e que nos faz pensar sobre várias situações de nossa vida. ❣️👀😢

Dirigido e protagonizado pelo artista Denzel Washington, o longa fala sobre a vida de Troy Maxson (Denzel Washington) aborda seus conflitos, convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado numa peça teatral de grande sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), o filme tem momentos de poesia que nos faz pensar sobre nossa vida e nossos sonhos, esse imenso mundo cheio de (a)diversidades em que vivemos.

Ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos, além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo com atitudes impulsivas, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores americanos de origem humilde na década de 50, lutando contra preconceitos e esperando por novas chances. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise pelo mundo todo. O filme ganha momentos dramáticos quando Troy conta para sua esposa, que terá um filho em breve de uma amante. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes.

É um espetáculo de atuação de ambos Viola e Denzel (merecia o prêmio de melhor ator, tá?), a história é surpreendente do começo ao fim. Mesmo possuindo algumas cenas bem cansativas, consegui me manter firme e assistir até o final. Recomendo o filme pra quem realmente ama diálogos longos, história e reflexão! 🤔

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Já assistiram?

Continuando nossa frenética Maratona do Oscar 2017, aliás a premiação acontece neste domingo dia 26 de fevereiro. Eu falo como se fosse realmente convidada hahaha, mas sou somente uma espectadora que adora o frenesi desta linda festa. Antes de falar do filme de hoje, aviso pra vocês que serão resenhados dois filmes após a celebração, espero que não tenha problemas pra vocês, tá? 😁

Desmond Doss (Andrew Garfield) é um filho de um ex-combatente da I Guerra Mundial, seu pai após voltar da Guerra tornou-se um homem alcoólatra e violento, sua mãe por outro lado era uma verdadeira cristã e criou seus filhos no ambiente cristão. Doss foi criado na igreja Adventista do Sétimo Dia, era um bom cristão, uma pessoa do bem que acabou se apaixonando pela enfermeira Dorothy Schutte (Teresa Palmer), não demorou muito e logo ele disse que a amava e queria se casar com ela. Além disso, Doss prometeu a Deus que não pegaria em armas, devido ao seu trauma de infância, acontece que ele queria ser médico e servir sua nação como todos os outros amigos, porém não deixando de lado suas ideias de não matar e manter sua fé.

Foi no exército que Doss, foi considerado um homem de consciência, título que se dá a pessoas que seguem fortemente uma crença e que não abre mão dela por nada. No entanto, quando o sargento Howell (Vince Vaughn) e o soldado Smitty (Luke Bracey) são feridos ou têm seus membros destroçados por uma granada, é Desmond quem corre para fazer torniquetes e aplicar morfina.

O filme possui uma história de forte drama, ação, fé e romance. E questiona se existe espaço para a paz em meio à guerra, assim como existe espaço para a religião enquanto homens se matam o tempo todo. Podemos perceber que é uma das produções mais bonitas feita por Mel Gibson atualmente, um longa que passa uma mensagem de coragem, determinação, fé em Jesus e amor ao próximo. 🙏🙏💪💞

Gosto bastante dos filmes do Andrew, sinto que ele se dedica ao máximo e ele consegue mostrar neste papel. Mesmo não sendo o meu filme favorito com ele (tô acostumada com os papéis fofinho dele hahaha 😂😂). Se você gosta de ação, guerra, tiros e bombas é uma ótima pedida com a pipoca. O filme também não é o meu queridinho, mesmo eu curtindo filmes neste estilo, mas acredito que recebe prêmios e pode até ser o vencedor.

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Já assistiram?

Estão assistindo os filmes indicados ao Oscar? A lista está bem diversificada e até agora gostei bastante de três, inclusive de Lion – Uma Jornada para Casa, lendo a sinopse do filme eu não dava nada pela história. Mas, depois que eu terminei de assistir minha opinião mudou totalmente e eu só tenho elogios positivos do longa. Até agora uma das histórias que mais me tocou profundamente. 😢❣️

O filme traz a história de Saroo (interpretado pelo ator mirim Sunny Pawar e depois por Dev Patel) quando tinha cinco anos, se perdeu do irmão Guddu (Abhisheck Bharate) numa estação de trem de Calcutá. Isso aconteceu devido ao irmão mais velho ter ido procurar emprego e Saroo insistiu que era forte o bastante para ajudá-lo. Depois da jornada de andar pelos trens da cidade, Saroo é deixando no banco da estação pelo irmão para dormir. Ao despertar o pequenino, sai em busca do irmão, mas o destino resolve intervir na sua vida, levando-o a quilômetros de distância de sua casa, sua família e sua cultura.

Podemos acompanhar o menino em suas adversidades pelas ruas de Calcutá, sem saber de onde veio e até mesmo o nome de sua mãe. Até que um dia, o pequeno é adotado por uma família australiana. Sue e John (Nicole Kidman e David Wenham), ainda que pudessem optar por filhos naturais, resolveram que seria melhor se pudessem dar chance à crianças que poderiam ter suas vidas mudadas através da adoção. Saroo não foi o único adotado, Matosh (Divian Ladwa) também foi acolhido para o mesmo lar. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

O longa de alguma forma nos mostra que mesmo num mundo tão egoísta e materialista. Ainda existem sentimentos como a bondade, o amor, o respeito e a generosidade capazes de juntar pessoas de culturas diferentes para um mesmo lugar. Lion é uma verdadeira história que compartilha momentos de delicadeza, reflexão e aprendizado. Atuação impecável para Dev Patel, li que ele passou 8 meses se preparando para o papel, destaque também para os atores mirins e Nicole Kidman. Fotografia bonita em vários aspectos do filme! 💕

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Deixem as lágrimas rolarem, tá? Hahaha

Já assistiram?

Continuando a saga dos 🎬🎬 filmes indicados ao Oscar 2017. O de hoje Manchester à Beira Mar, causou barulho no Festival De Cannes e promete causar no dia 26 de fevereiro. O longa aborda relações de família, sentimentos, emocionando o público e mantendo a projeção de vários aspectos cinematográficos.

O filme mostra a história de Lee Chandler (Casey Affleck), que leva a vida fazendo trabalhos de zelador, amargurado com a vida, com dificuldades de socialização e que fugia para Boston na tentativa de deixar para trás questões mal resolvidas de seu passado. Sua estratégia de fuga estava indo bem, até que ele se viu obrigado a retornar à Manchester para tratar do funeral de seu irmão e cuidar de seu sobrinho, desamparado desde a morte do pai.

Tudo soa simples e natural, sem apelações visuais mesmo o luto sendo a principal temática da história. Não vemos um drama pesaroso, no pior sentido da palavra e, sim, situações em estado de mudança. Patrick (Lucas Hedges) é uma prova disso, o garoto está na adolescência, acaba de perder o pai e não tem relação diária com a mãe e, mesmo assim, continua vivendo a vida como deve ser seguida, com seus amigos, escola, namoradas e agora, com o tio que tem sua guarda. O roteiro é construído com essas amarrações habituais, proporcionando uma história verdadeira.

Manchester à Beira Mar é um drama que faz a gente chorar, refletir e pensar sobre nossas relações cotidianas. O desfecho é inteligente, sendo realista e condizente com o que foi apresentado. Apesar de apresentar uma história bonita, não consegui gostar tanto assim do filme 😔, mas acredito que por revelar problemas tão comuns pode receber algumas estatuetas! 👀👀

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Já assistiram?

Não sei como vocês estão, mas por aqui estou a todo vapor conferindo os 🎬🎬 filmes indicados ao Oscar 2017. Faltando poucos dias para o grande dia da premiação que acontece no dia 26 de fevereiro. Nada melhor do que podermos conferir trabalhos de vários atores, valorizar as carinhas velhas e as novas do cinema. A Qualquer Custo é um filme de cowboy inteligente que acaba sendo um dos meus favoritos também. 💖

A história se passa no Texas, onde dois irmãos Toby (Chris Pine) e Tanner Howard (Ben Foster) estão fazendo uma série de roubos para salvar o rancho da família. O número de outdoors oferecendo financiamento fácil e gente penhorando objetos de valor apresenta uma comunidade afundada numa crise econômica. É evidente relacionar a crise econômica das últimas eleições norte-americanas. Junto disso temos o delegado Marcus Hamilton (Jeff Bridges) e seu parceiro Alberto Parker (Gil Birmingham) que vão trilhar o rastro deixado pelos criminosos.

A cada passagem de cena dos irmãos por cada assalto cometido, em cada checagem dos indícios dos policiais nas zonas de crime, são mostrados excelentes diálogos que demonstram bem a realidade daquela religião, como por exemplo, piadas entre os parceiros de polícia. A relação entre os irmãos Toby e Tanner não é forçada o que deixa o filme ainda mais gostoso de ser assistido. Os diálogos são interpretados da melhor maneira possível, onde transparecem uma relação amigável e verdadeira nas cenas.

A região do Texas é gigante e o filme consegue explorar bem, visualmente falando. Consegue inovar na cultura envolvendo cowboys, retratando o faroeste do século 21. O longa possui uma cinematografia belíssima de ser assistida, a trilha sonora foi outra coisa que eu gostei muito. Destaque para o elenco: Chris Pine que não é somente um rostinho bonito e consegue mostrar que sabe fazer outros papéis. Ben Foster atua tão bem que me fez odiar ele em várias cenas hahaha.😂😂

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Já assistiram?