Para cantar e dançar!

Oi gente linda, como estão? Essa semana eu vou indicar dois filmes pra vocês. Eu sou uma pessoa que desde pequena ama musicais. Eu fui criada assistindo Disney, então filme com várias músicas não é problema pra mim, é amor à primeira vista. Sei que muita gente não gosta, porque na maioria das vezes não encontra um motivo para os personagens estarem cantando tanto. Confesso que às vezes fico perdida também, mas aceito a proposta do filme e vou junto.

Eu como uma amante de musicais assistia a série Glee, porque amava a proposta da série ser toda nesse estilo. Como todos devem ter visto o Cory Monteith, o Finn Hudson, morreu há cerca de duas semanas e ele meio que foi a minha motivação pra escolher musicais pra essa semana. Na quarta-feira eu estava assistindo ao especial que a FOX preparou para ele e fiquei bastante emocionada aqui e ai surgiu à ideia. Mas enfim, sem tristeza aqui porque o show tem que continuar, não é mesmo? Agora arrasta os móveis da sala e vem assistir a esses dois filmes.

1 – RENT – Os Boêmios (RENT, 2006)

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RENT é um musical inspirado na ópera “La Bohème”, de Puccini.  O filme se passa no final dos anos 1980 e conta a história de um grupo de amigos que moram no East Village, em Nova York e de suas lutas contra a AIDS, o preconceito e o uso de drogas.

Não se enganem com a temática do filme e achem que ele é super depressivo. Muito pelo contrário. Claro que não é uma comédia pra você gargalhar, mas esses amigos tentam levar a vida, mesmo que cheia de problemas, sem preocupações. Cada em é consciente da sua condição, mas eles meio que evitam ficar a todo o momento falando do assunto, justamente para não desanimar o outro. Eles procuram sempre expor o melhor dos amigos.

Em RENT nós conhecemos o Mark Cohen (Anthony Rapp), que é um projeto de cineasta e que ama a professora Maurren Johnson (Idina Menzel), que é namorada de Joanne Jefferson (Tracie Thoms). Tem também o Roger Davis (Adam Pascal), companheiro de quarto de Mark, que é apaixonado por Mimi Marquez (Rosario Dawson), uma dançarina que mora com um gênio da computação Tom Collins (Jesse L. Martin), que por sua vez gosta da drag queen Angel (Wilson Jermaine Heredia). E por fim Benjamin Coffin (Taye Diggs), aquele trabalhou e deu certo na vida.

2 – Chicago (Chicago, 2003)

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Chicago conta a história de Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) uma dançarina que após matar o marido e a irmã, por encontrá-los juntos na cama, entra para uma lista das principais assassinas da cidade de Chicago, lista essa que é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que sempre se aproveita ao máximo do caso de suas clientes. Ao contrário do que todos achavam, a fama de Velma cresceu bem mais após o assassinato, tornando ela uma celebridade.

Enquanto isso uma aspirante a cantora, Roxie Hart (Renée Zellweger), sonha com um mundo de muito sucesso e glamour, até que após uma briga mata o seu namorado. Billy buscando um jeito de se aproveitar da situação adia o julgamento de Velma, como uma forma para poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Como ocorreu com Velma, Roxie logo fica famosa, e se inicia uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade.

Chicago estreou na Broadway em 1975 e teve um total de 936 apresentações. Em 1996 aconteceu o revival do show e bateu o recorde de mais longo revival de musical em cartaz e é o 7º show da Broadway há mais tempo em cartaz na história.

Já conheciam esses musicais? Quais são os favoritos de vocês?

Beijos.

Sessão com Johnny Depp!

Johnny Depp é sempre um convite irresistível para assistir a um filme. Não só pelo charme, mas pelo histórico de excelentes atuações ao longo de sua carreira. E o post de hoje eu dedico a ele, relatando a história de dois de seus filmes que eu acredito não serem tão bem conhecidos quanto seus sucessos Edward, mãos de tesoura e Piratas do Caribe. Eu sou uma grande fã do Johnny e já vi a maioria de seus filmes, até hoje não conheci um que me decepcionasse. Minhas escolhas para hoje são: Chocolate e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.

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Chocolat (2000)

Johnny Deep e Chocolate? Em minha opinião é uma combinação perfeita!

O filme Chocolate é um ótimo filme que combina Johnny Depp, Chocolate e Interior da França. Juliette Binoche é a protagonista, cujo desempenho lhe rendeu uma indicação ao Oscar. O filme ainda levou outras quatro indicações ao prêmio da Academia. O que chamou a atenção foram as atuações, com destaque para Judi Dench e Lena Olin.

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Lansquenet-Sous-Tannes é uma cidadezinha no interior da França, igualzinha a qualquer outra cidadezinha do interior de qualquer outro país cristão. O padre é a engrenagem que mantém o hábito religioso de meia dúzia de carolas e de uma população conservadora, de ombros curvados, oprimidos pelas suas obrigações espirituais. Em contrapartida, existem os forasteiros, os ciganos e os excluídos.

Vianne Rocher não é uma mulher como as outras. Mãe solteira, ela chega com sua filha de seis anos a essa pequena cidade, Lansquenet-sous-Tannes, no interior da França durante o período da Quaresma. Ela choca os locais ao abrir uma chocolataria durante esse período religioso e se envolve em outras polêmicas, como se relacionar com o charmoso cigano Roux (Depp). A mulher acaba por conquistar a confiança da população local com suas delícias feitas de chocolate. Logo o ceticismo inicial transforma-se em uma calorosa recepção.

É um filme bem tranquilo, no estilo sessão da tarde, e eu recomendo que você assista com chocolate em mãos para não passar vontade! O filme inteiro é um desfile de bombons, bolos, panquecas… Uma variedade enorme com chocolate envolvido!

Chocolate é a prova que um bom romance não precisa de histórias megalomaníacas ou dramas arrebatadores. Contemplativa, intimista e mística, a britânica Joanne Harris tem na vivacidade da sua obra seu principal triunfo. Todos os doces são saborosos, todos os personagens são reais, todos os dramas e mistérios são ritmados na velocidade exata.

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Sleepy Hollow (1999)

Esse sem dúvidas é um dos meus filmes preferidos do Johnny, além de ser dirigido pelo Tim Burton. Uma das melhores parcerias, em minha opinião. A história é uma adaptação para o cinema vagamente baseado no conto de 1820 de Washington Irvin.

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A trama se passa em 1799 onde uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. O investigador Ichabod Crane então é enviado ao condado para desvendar os assassinatos misteriosos, onde todas as vítimas são encontradas decapitadas. Para desvendar o caso, Ichabod Crane, logo ao chegar ao local, depara-se com a suspeita de que o assassino seja, na verdade, o fantasma de um sanguinolento guerreiro morto há muitos anos, próximo à região. Ichabod não acredita na crença popular até testemunhar um dos assassinatos. Empenhado a solucionar o caso,  Ichabod passa a usar os seus métodos para descobrir se existe uma ligação entre o assassino e suas vítimas e acaba descobrindo uma trama que envolve a família mais influente da cidade, os Van Tassel, por cuja filha, Katrina, Ichabod acaba se apaixonando. Crane tem freqüentes pesadelos com a morte de sua mãe, torturada na Donzela de Ferro.

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Produzido por Tim Burton, o filme tem uma fotografia linda e bem sombria e ótimos efeitos especiais, comparado ao baixo orçamento da produção. As atuações são excelentes, Johnny Deep faz um protagonista perfeito em contraponto como o Cavaleiro Sem Cabeça, interpretado por Christopher Walken. Christina Ricci interpreta a doce Katrina.

Tentando homenagear antigos filmes ingleses de terror, Burton constrói um filme único à sua maneira ao combinar horror, investigação e aventura com doses de sobrenatural e romance. Cabe dizer ainda que o filme apresenta de forma clara uma crítica ao modo como os ricos e influentes conseguiam suas terras naquela época, roubando dos pobres e registrando tudo em nome de suas famílias, com a ajuda de autoridades corruptas. Outro ponto interessante é saber o que acontece com a mãe de Ichabod, o que ajuda a entender um pouco o seu lado cético.

Espero que vocês tenham gostado das minhas dicas dessa quinta-feira, pessoal. Até semana que vem 🙂

Beijinhos!

Dessa vez deixei os livros de lado, para contar um pouquinho pra vocês sobre filmes que eu gosto bastante. Vamos conferir?

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The Secret Garden (1993)

O filme é baseado na obra de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Agnieszka Holland.

Após um surto de cólera mortal, Mary acaba sozinha no mundo, esquecida na casa após a morte de seus pais e de todos os empregados da propriedade. Ela é levada para Yorkshire, no interior da Inglaterra, para uma mansão imensa, repleta de jardins, junto a uma enorme charneca¹. Inicialmente, Mary continua sendo uma menininha estranha e emburrada. Ao contrário da Índia, ela não tem muitas pessoas para cuidar dela na Inglaterra. Ao respirar o ar da Charneca e explorar as centenas de cômodos da propriedade, Mary começa a ficar um pouco mais saudável, chegando até a fazer amizade com um jardineiro e uma das criadas da mansão, mas de quem ela mais gostava era de um pássaro de peito vermelho. A curiosidade sobre os mistérios da mansão e um jardim onde ninguém entra, começam a despertar a curiosidade de Mary. Um dia, ao seguir o pássaro, Mary encontra a chave enterrada do jardim onde ninguém entra, e nos próximos dias encontra escondida sob trepadeiras, a porta do jardim.

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Um trecho do livro:

“O sol brilhou durante quase uma semana inteira no jardim secreto. Jardim Secreto era como Mary o chamava, quando pensava nele. Ela gostava do nome e gostava mais ainda da sensação de que, quando estava cercada daqueles velhos e lindos muros, ninguém sabia onde ela estava. Era quase como estar fora do mundo e numa espécie de lugar encantado”.

Mary é apresentada a Dickon, irmão da criada responsável pelo quarto dela. O jovem parece encantar os animais e tudo a sua volta com seus modos, inclusive Mary. A amizade entre os dois ocorre de imediato e Mary passa a gostar de mais alguém.

Em uma noite de tempestade, Mary volta a ouvir os uivos e choros que todos na mansão negam existir. Ao explorar uma das alas proibidas, ela descobre um garotinho enfermiço, a fonte do choro, e herdeiro da mansão. Colin Craven é um garotinho tão insuportável quanto Mary um dia fora. Ele fora abandonado pelo pai, que culpava o garoto pela morte da esposa durante o parto, e que também temia que o garoto fosse um inválido. Colin era constantemente mimado pelos criados da mansão para que não ficasse histérico.

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Mary também faz amizade com Colin, mas inicialmente teme revelar o segredo do Jardim Secreto para ele. A garota parece ser a única que consegue controlar as crises dele e começa a se sentir responsável para ajudá-lo em sua recuperação. Então, com a ajuda de Dickon, passam a levar o garoto às escondidas para o jardim secreto.

Eu imagino que o livro seja tão bom quanto o filme, apesar de que provavelmente possua mais detalhes. Esse foi sem dúvida um dos meus filmes preferidos na infância. Eu lembro que uma das minhas partes favoritas é quando Mary e Dickon levam Colin pela primeira vez ao Jardim e como ele apresenta visível melhora devido ao ar puro e a beleza do lugar. A forma como representaram o Jardim foi perfeita, ficou realmente incrível.

Atores principais:

  • Kate Marberly (Mary Lennox)
  • Heydon Prowse (Colin Craven)
  • Andrew Knott (Dickon)

Charneca¹ – Terreno inculto e árido onde há apenas vegetação rasteira.

The Little Princess (1995)

A Princesinha tem roteiro baseado no conto infantil de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Alfonso Cuáron.

O filme conta a história de Sara Crewe, uma menina rica que perde tudo quando lhe acontece uma terrível tragédia. Obrigada a trabalhar como empregada, a passar frio e fome, ela continua a preservar sua nobreza, e assim consegue manter seu orgulho e sua generosidade.
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Sara Crewe foi trazida da Índia por seu pai, o Capitão Crewe, para estudar em uma escola de moças. O Capitão Crewe é muito rico e compra para Sara tudo o que ela deseja do bom e do melhor e tem uma relação de grande amizade e amor com a filha.
Sara com certeza deveria ser uma garota mimada e arrogante pela quantidade de mimos que recebia do pai e de empregados e por conta de sua riqueza. Muito pelo contrário, Sara é uma garota boa, generosa, imaginativa e muito inteligente. Na escola para moças em que o pai a matricula, a diretora, Miss Minchin, não gosta nenhum pouco de Sara logo que a vê, mas finge gostar por conta do dinheiro de seu pai.
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As meninas do colégio reverenciam Sara no início, mas ela acaba fazendo amizade com Ermengarde, uma garota feliz, gordinha, tímida e que não se dá muito bem nos estudos; com Lottie, a menininha que sempre fazia manha por tudo, é “adotada” por Sara e passa a se comportar divinamente e Beckie a escrava empregada da cozinha que é responsável por limpar os quartos de todas as meninas.
Até que uma tragédia se abate sobre Sara e tudo desmorona de uma vez em sua vida. As únicas coisas que a salvam de se entregar é sua imaginação, sempre capaz de criar mundos fantásticos e conquistar a todos, e suas amigas que não a abandonam apesar de tudo! Mas tudo está para mudar novamente quando um indiano muito doente chega à cidade procurando uma menina perdida.
A Princesinha, apesar de ser um filme infantil, passa valores importantes que até mesmo um adulto deveria dar atenção. E não sei se perceberam, mas ambas as histórias possuem elementos parecidos, um deles é o local de origem das garotas (Mary e Sara), a Índia.
Trecho do livro:
“Talvez eu não tenha bom gênio, mas como posso saber, se eu tenho tudo que eu quero e todos me tratam bem? Pode ser que eu seja um horror, insuportável, mas ninguém saiba, porque nunca passei por nada que me fizesse sofrer.” – Sara.
Atores principais:
  • Liesel Matthews …. Sara
  • Liam Cunningham …. Capitão Crewe

Vocês já assistiram algum desses filmes?

 

Oi gente linda, mais uma semana e eu aqui de novo. Só saio daqui o dia que eu for demitida pela produção Wanessa. Essa semana eu vou indicar novos filmes pra vocês, mas os de hoje são completamente diferentes dos que eu indiquei nas semanas anteriores. E nossa, antes que eu me esqueça, estou adorando as indicações que vocês deixam nos comentários.

Hoje estreia nos cinemas Universidade Monstro, o prequel de Monstros S.A., e bom o primeiro filme é um dos meus favoritos da Disney Pixar, e para comemorar o lançamento desse filme tão esperado, pelo menos por mim, resolvi indicar duas animações para vocês.

1 – Como Treinar o Seu Dragão (How To Train Your Dragon, 2010)

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Como Treinar o Seu Dragão conta a história de Soluço (Jay Baruchel) um jovem viking que sonha em matar um dragão só para provar para o seu pai que ele pode ser um viking igual a ele. Em uma das batalhas contra dos temidos dragões, Soluço consegue capturar o dragão mais temido por todos, o Fúria da Noite ou Banguela (mas só para os íntimos). No dia seguinte quando vai procurar a criatura não consegue matá-lo e o liberta. Só que Soluço percebe que ele não consegue voar porque perdeu uma parte da calda, logo resolve ajudar o dragão construindo um artefato que possa substituir a parte perdida. Com isso os dois acabam se tornando amigos e ai vem à cena mais fofa de todos os tempos. Soluço faz de tudo para agradar o Banguela e o dragão repete todas as ações do jovem viking como se fosse gente. A cena dele tentando sorrir é ótima.

Paralelo a tudo isso o pai de Soluço, Stoico (Gerard Butler), deixa ele participar do treino para dragões, que é basicamente um “curso” para jovens vikings aprenderem matar dragões e a tarefa final para quem se sair melhor é justamente matar um dos animais. Com a convivência com Banguela, Soluço aprende várias coisas sobre as criaturas e surpreende durante do treinamento, deixando todos bem surpresos. Ele, aliás, é a pessoa mais desastrada de todas. Se você se acha desastrado, tenha certeza que ele é bem pior. Tudo que ele coloca a mão dá errado e na ilhazinha em que ele mora ele é justamente conhecido por isso, quando as pessoas o veem já sabem que algo vai dar errado. Ele geralmente atrapalha mais do que ajuda.

Como Treinar o Seu Dragão é baseado em uma série de livros da escritora Cressida Cowell e ano que vem o filme vai ganhar uma continuação,  que deve ser baseada no segundo livro, Como Ser um Pirata, que mostra Soluço como líder dos vikings. Eu nunca li os livros dá série, mas já me falaram que eles são ótimos, então já fica como dica para quem gosta.

2 – A Origem dos Guardiões (Rise of The Guardians, 2012)

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A Origem dos Guardiões conta a história de um grupo de guardiões que são os protetores de todas as crianças do mundo. Eles são Norte (Alec Baldwin), Sandy, Fadinha (Isla Fisher) e Coelhão (Hugh Jackman), ou para ficar melhor, eles também são conhecidos como Papai Noel, Fada dos Dentes, Coelho da Páscoa e Sandman, que é o guardião dos sonhos, é ele quem garante que não tenhamos pesadelos durante a noite. Mas nem tudo são flores e um espírito maligno, o Breu (Jude Law) ou o Bicho Papão, aparece para transformar todos os sonhos em pesadelos e despertar o medo nas crianças e meio que fazer todas elas desacreditarem nos guardiões. Com isso a Lua designa um novo guardião para ajudar a todos: Jack Frost (Chris Pine). Um dos momentos mais legais da história é quando todos se juntam para ajudar a Fada dos Dentes a recolher todos os dentes do mundo, para que a crianças não deixem de acreditar nela. É hilário ver como eles podem ser tão competitivos entre si, um sabotando o outro para conseguir mais dentes.

A história pode parecer meio infantil, mas eu não achei. Achei o filme interessante e o que ele mostra faz muito sentido. Os guardiões preservam a inocência das crianças, nós só deixamos de acreditar neles quando já somos mais velhos, quando já não somos tão inocentes assim. Outra coisa boa é que ele não mostra o Papai Noel, o Coelho da Páscoa e a Fada dos Dentes com aquela imagem que toda criança tem. Na história o bom velhinho não é tão fofo assim, ele é um cossaco russo todo tatuado; o Coelho da Páscoa não é branquinho e nem fofinho, é um coelho gigante e australiano que anda pra cima e pra baixo com um bumerangue em mãos; e a Fada dos Dentes não é bem uma fada e sim meio humana meio colibri, ela é toda fofinha como o esperado, mas tenho certeza que a Sininho ficou meio chateada quando eles tiraram a forma de fada da moça que cuida dos nossos dentes.

A Origem dos Guardiões me apresentou dois guardiões que eu nem tinha ideia da existência, que são o Sandman e o Jack Frost. O Sandman é o guardião dos sonhos, uma criaturinha fofa que não fala para não ter que acordar ninguém, então ele se expressa através de imagens de areia; e o Jack Frost é um jovem solitário, meio rebelde que tem o poder de evocar o vento, o frio, a tempestade e a neve. Ele é a personificação da travessura e do caos de uma criança. Acredito que muitas pessoas no Brasil não conheciam Jack Frost e sua história pelo fato de estarmos em um país tropical. Acho que Jack derreteria se viesse para cá.

Espero que gostem das indicações da semana. Aliás, quem não conhece Monstros S.A. assista AGORA ao filme, porque é a coisa mais fofa da face da terra e quem já assistiu corre para o cinema e assiste a Universidade Monstro que deve estar tão bom quanto o primeiro filme.

Beijos e até semana que vem.

Filme + Música = Amor

Oi gente linda, voltei! Semana passada eu falei de filmes que marcaram a minha infância e olha, amei os comentários com dicas de outros filmes da mesma época, os que eu não conhecia eu estou super correndo atrás para assistir, porque eu adoro os filmes dos anos 80.

Essa semana eu queria indicar séries para vocês, só que a série que eu to querendo muito escrever sobre eu ainda não terminei de assistir. Pois é, são sete temporadas e eu estou no início da sexta, mas em breve eu apareço falando dela por aqui. Nem vou falar qual série é para ser surpresa quando o post surgir por aqui. Então essa semana eu voltei para indicar filmes “novos” para vocês.

Os filmes dessa semana têm uma coisa em comum e que eu acho que todo mundo ama: MÚSICA. Não são musicais, mas são filmes em que a música é essencial, chega a ser uma das personagens do filme. Olha, quem gosta de rock vai definitivamente amar a trilha sonora dos dois filmes e quem não gosta vai passar a adorar.

1 – Quase Famosos (Almost Famous, 2000)

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Quase Famosos se passa nos anos 70 e mostra o cenário do rock na época. O filme conta a história de Willian Miller (Patrick Fugit), um jovem jornalista de 15 anos apaixonado por rock, que escrevia algumas matérias para os jornais locais de sua cidade. Em pouco tempo a Rolling Stone descobre os textos do menino e convida ele para escrever algumas coisas para a revista. Willian sugere escrever sobre a banda fictícia do filme, a Stillwater, uma banda de rock que está começando uma tour pelos Estados Unidos. Com tudo pago pela revista ele passa a viajar junto com a banda para acompanhar de perto tudo o que acontece nos bastidores. Com o tempo ele acaba perdendo um pouco do foco da viagem e se apaixona pela maior groupie de todos os tempos, Penny Lane (Kate Hudson), que nutre uma paixão pelo vocalista da banda.

ASSISTA AQUI AO TRAILER DO FILME

Esse filme tem um lugar especial no meu coração. Gente, Willian Miller realizou vários sonhos meus em um único filme. Primeiro que jornalista que ama música não sonha em trabalha na Rolling Stone? Segundo, quem não gostaria de acompanhar uma tour da banda favorita, tendo passe livre para tudo o que a banda fosse fazer? E por último cantar Elton John bem alto com os amigos. Sonhos e mais sonhos, espero conseguir tudo isso um dia.  Ok, o último desejo é o mais fácil, mas ta complicado arranjar uns amigos que saibam cantar Tiny Dancer do Sir Elton. Aliás, essa é uma das minhas cenas favoritas do filme. Durante umas das viagens de ônibus da banda a música está tocando ao fundo ai um começa a cantar como quem não quer nada e quando vê já está todo mundo cantando junto.

ASSISTA AQUI A CENA DE TINY DANCER 

O roteirista e diretor é o Cameron Crowe, que também responsável por Jerry Maguire – A Grande Virada (1996), com Tom Cruise e Tudo Acontece em Elizabethtown (2005), com o Orlando Bloom. E durante minhas pesquisas para falar sobre o filme eu descobri que Quase Famosos é um filme quase autobiográfico, muitas coisas que se passam na história aconteceram com o Cameron Crowe quando ele tinha 15 anos e escrevia algumas matérias para a Rolling Stone, só que as bandas que ele seguia e escrevia sobre não eram quaisquer bandas, eram o Led Zeppelin, The Who, The Eagles e outras.

2 – Os Piratas do Rock (The Boat that Rocked, 2009)

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Os Piratas do Rock conta a história de um grupo de amigos de DJs que fundam uma emissora de rádio em um navio de pesca atracado na costa da Inglaterra. O filme se passa em 1966, época em que a BBC, principal rádio do país, dedicava apenas 2 horas em toda semana para tocar rock, com isso os amigos resolvem criar a Radio Rock, uma rádio pirata que toca rock ‘n’ roll 24 horas por dia. O sucesso é imediato e mais da metade da população da Inglaterra, cerca de 25 milhões de pessoas, sintonizam a rádio todos os dias para ouvirem os grandes sucessos da época. E claro que o governo da rainha faz de tudo para tentar acabar com a rádio, eles criam várias leis para tentarem acabar com eles, mas a Radio Rock faz de tudo para escapar.

ASSISTA AQUI AO TRAILER DO FILME

O filme mostra basicamente como é o dia-a-dia os locutores dessa rádio. Devo dizer que é um mais doido do que o outro. Entre eles nós temos o Conde (Philip Seymour Hoffman,), o principal locutor da rádio; Quentin (Bill Nighy), o dono da rádio; Gavin (Rhys Ifans), o locutor mais popular da Inglaterra; e Dave (Nick Frost), o mais irônico de todos. Há outros locutores, mas esses definitivamente são os mais marcantes. Minha cena favorita do filme é a única que mostra todos fora do navio, eles saem para comemorar a despedida de solteiro de Simon (Chris O’Dowd) que também é um dos locutores da rádio. A cena é bem hilária, porque mostra eles festejando até o nascer do dia, sendo expulsos de pubs, brigando uns com os outros e depois se amando, rola até um momento em que cada um mostra o seu melhor passo de dança.

ASSISTA AQUI A CENA DA DESPEDIDA DE SOLTEIRO

Os Piratas do Rock é um prato cheio para quem gosta da história do rádio já que se passa em uma época em que o rádio estava sofrendo as consequências da chegada da TV na casa dos ouvintes. Quando eu estava na faculdade minhas matérias favoritas eram as de rádio e confesso que em um dos meus trabalhos sobre a história do mesmo eu citei como fonte e como indicação para quem gosta da história. Outra coisa bem interessante sobre a história das rádios piratas é que naquela época a BBC só cedia 2 horas da programação semanal para o rock e o pop, hoje em dia a BBC conta com várias estações que dedicam à programação para ambos os estilos.

O roteirista e diretos do filme é o Richard Curtis, que também é responsável por Quatro Casamentos e Um Funeral (1994), Um Lugar Chamado Notting Hill (1999), O Diário de Bridget Jones (2001), Simplesmente Amor (2003), Cavalo de Guerra (2011), entre vários outros.

Espero que gostem das indicações dessa semana.

Até semana que vem. Beijos.

Olá, gente linda. Eu sou a Maria Fernanda ou Fernanda Nalon (passei 4 anos da minha vida pensando qual seria o nome que eu usaria para assinar), sou formada em jornalismo e tenho 21 anos. Vou confessar que tenho um gosto bizarro pra música, logo eu não julgo o gosto musical de ninguém. Ok, talvez eu julgue um pouco quem escuta pagode, axé e derivados. Sorry.  Voltando, como ninguém quer saber da minha vida ou gosto musical então vou direto ao assunto e explicar porque estão lendo isso. A Wanessa me convidou para fazer algumas postagens indicando filmes, série e livros e bom, aqui estou eu. Vocês vão me ver por aqui algumas vezes. Enfim, espero que gostem.

Hoje eu to aqui pra indicar dois filmes. Quem foi criança durante os anos 90 provavelmente vai conhecer e saber de quais filmes eu estou falando, embora eu conheça muita gente que não sabe nem da existência dos mesmos ou de filmes mais conhecidos, tipo Rei Leão. Quem nunca assistiu uma Sessão da Tarde na Globo? Pois é, naquela época os filmes que passavam eram ótimos, muitos deles marcaram a minha infância, ai eu resolvi escolher os dois melhores, na minha opinião, para indicar para vocês.

1 – Clube dos Cinco (1985)

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Esse é de longe um dos meus filmes favoritos na vida. Clube dos Cinco, conta a história de Andrew (Emilio Estevez), Brian (Anthony Michael Hall), Claire (Molly Ringwald), John (Judd Nelson) e Allison (Ally Sheedy), cinco adolescentes que por terem cometido pequenos delitos tiveram que ficar presos na escola durante um sábado e a punição extra do diretor é que eles escrevam uma redação de 1000 palavras sobre o que pensam de si.

Cada um faz parte de uma “panelinha” diferente na escola, eles são completamente diferentes uns dos outros, então nós somos apresentados ao criminoso, a princesa, a maluca, o cérebro e ao atleta. No decorrer do dia eles passam a ser conhecer melhor e aceitar as diferenças entre eles, mesmo sabendo que após aquele sábado dificilmente eles seriam amigos na escola, devido às regras sociais que os grupos ao qual pertencem impõem. É aquela famosa história de que as patricinhas não devem andar com os nerds e os nerds não devem andar com os playboys.

Uma das minhas cenas favoritas no filme é o final, quando o Mr. Vernon (Paul Gleason), o diretor, lê a redação, que é mais uma carta, deixada por eles. A carta é a seguinte: “Prezado Senhor Vernon, aceitamos ter que ficar um sábado inteiro de castigo por aquilo que fizemos de errado, mas achamos loucura o senhor nos mandar fazer uma redação sobre nós mesmos. Você nos ver de uma maneira simplista e conveniente, mas o que aprendemos é que dentro de cada um de nós existe um cérebro, um atleta, uma maluca, uma princesa e um criminoso. Isso responde a sua pergunta? Atenciosamente, o clube dos cinco”.

ASSISTA AQUI AO TRAILER DO FILME

O diretor é o John Hughes, que foi responsável, tanto como roteirista ou diretor, por outros filmes clássicos que também marcaram a infância de muitos, como Curtindo a Vida Adoidado (1986), Esqueceram de Mim (1990), Beethoven(1992), Ninguém Segura Este Bebê (1994), entre vários outros.

2 – De Volta Para o Futuro (1985)

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Ok, esse é o meu número 1 na lista de filmes favoritos, na frente até dos clássicos da Disney que eu cresci assistindo. De Volta Para o Futuro conta a história de Marty McFly (Michael J. Fox) que graças ao Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd), que transforma um DeLorean em uma máquina do tempo, acaba viajando 30 anos no tempo e indo parar na época em que seus pais eram adolescentes e ainda nem se conheciam direito.

Tentando voltar para o futuro Marty bagunça toda a história de sua família e antes de voltar e ele se vê obrigado a juntar seus pais para que nada se altere nos anos seguintes. Aliás, é hilário ver a mãe dele se apaixonando por ele enquanto ele tenta fazer de tudo para que ela se apaixone por seu pai. Ficou confuso, né? Mas é isso que acontece.

Minha cena favorita do filme é a do baile “Encantamento do Fundo do Mar”, onde Marty tem a última chance de juntar seus pais e garantir a existência de sua família antes de voltar para futuro. Inclusive é no baile em que ocorre um dos momentos mais famosos do cinema, Marty McFly tocando “Johnny B. Goode” do Chuck Berry e ao ver o espanto de todos solta a famosa frase, “Acho que vocês ainda não estão preparados para isso, mas seus filhos vão adorar”.

ASSISTA AQUI A CENA DE JOHNNY B. GOODE

De Volta Para o Futuro é uma trilogia e nos três filmes nós viajamos por épocas diferentes. No filme do primeiro filme o Doc viaja para o ano de 2015 e assim começa o segundo filme, com ele voltando do futuro para buscar Marty para tentar evitar que seu filho, Marty McFly Jr, se meta em problemas e também conhecemos um ano de 1985 paralelo. Já no terceiro e último filme nós vamos para um passado bem distante, mais exatamente para o Velho Oeste, em setembro de 1885.

Robert Zemeckis é o diretor da trilogia, mas também o responsável por vários outros filmes, como Forrest Gump (1994), Náufrago (2000), A Lenda de Beowulf (2007), Os Fantasmas de Scrooge(2009), entre vários outros.

E aí? Já assistiram aos dois filmes? Gostaram das indicações? Estão me achando um doida indicando filmes antigos ao invés de falar dos novinhos em folha?