Oi, gente! Como vocês estão? Esse é o meu último post do ano e desde já eu queria dizer que adorei escrever e compartilhar alguns dos meus livros, filmes e séries preferidos aqui. Espero que vocês tenham gostado das minhas dicas!

Bom, hoje eu vim falar de uma série que está fazendo muito sucesso com quem é fã de histórias sobre vampiros, e eu acredito que a maioria de vocês tenha pelo menos ouvido falar! Estou falando de The Originals, o spin-off de The Vampire Diaries. E para quem não sabe, spin-off refere-se a algo que foi derivado de outra coisa anterior àquela.

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Os telespectadores de The Originals geralmente já vinham acompanhando The Vampire Diaries, até porque foi onde os personagens principais começaram a desenvolver suas histórias.  Apesar disso, nada impede que  você veja a série, caso não tenha acompanhado The Vampire Diaries, pois são histórias independentes.

Então vamos ao que interessa! The Originals já teve uma espécie de piloto exibido dentro de TVD (o vigésimo episódio da quarta temporada de The Vampire Diaries, chamado The Originals). Com o grande sucesso de The Vampire Diaries e o grande vilão, que todos sempre temeram, desde a terceira temporada, Julie Plec desenvolveu a ideia de criar uma série especialmente para essa família real tão poderosa. A história é focada em torno da família Original, o primeiro grupo de vampiros a ser criado e que deu continuidade à espécie desde então. Tudo acontece em Nova Orleans, que foi um grande palco de momentos importantes da família Mikaelson.

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Quando Niklaus Mikaelson, o irmão malvado, retorna para o centro sobrenatural que é Nova Orleans, uma cidade que ele ajudou a construir há séculos, se reencontra com seu ex-aprendiz e grande amigo Marcel. As bruxas também ganharam um espaço nessa série, mas nesse caso elas são controladas por Marcel e seus “companheiros”. Como os fãs de TVD sabem, em The Vampire Diaries, Klaus era apaixonado por Caroline, certo? Em The Originals, o coração de Klaus bate mais forte por Camille, que é uma estudante de psicologia fascinada pelo estudo do comportamento humano.

O centro da série é o bebê que Hayley (lobisomem e amiga de Tyler em TVD) espera de Klaus e o que o acontecimento o faz sentir a respeito. Os personagens principais são Klaus, Rebekah e Elijah, tendo ainda Hayley, Marcel e Camille como personagens fixos. O que verdadeiramente me chamou atenção e me fez querer acompanhar foi Klaus. Eu acho o personagem extretamente interessante, e quem é fã sabe que por trás daquela maldade há outro lado inexplorado. E acredito que nesta série nós veremos muito mais de Klaus.

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Alguns parágrafos atrás eu disse que The Originals e The Vampire Diaries eram independentes, certo? O que não impede que no decorrer da série personagens de TVD invadam The Originals, como já aconteceu nos últimos episódios.

Esperava-se que a série tivesse um bom público, apesar do episódio de TVD que serviu de piloto para The Originals não ter tido uma média de visualizações tão significativa. A expectativa correspondeu e foi além, no nono episódio a série alcançou a marca de 2,4 milhões de telespectadores. Nada mal, hein? A história é boa, os personagens são ótimos, os atores melhores ainda e tem muita gente bonita para admirar… Se você ainda não assistiu, tá esperando o que? Corre que a série entrou em hiatus, dá tempo de se atualizar!

Confira o trailer:

Por esse ano é só, pessoal! Desejo a vocês um feliz natal e feliz ano novo!

Beijos!

Olá meninas, como estão? Depois de duas semanas super corridas eu finalmente consegui tempo pra vir aqui e postar. Esse é o meu penúltimo post do ano, já que semana que vem eu viajo e só volto ano que vem.

Para essa semana eu escolhi um filme que nada tem a ver com as festas de final de ano, mas vale a pena do mesmo jeito. Esse ano vocês provavelmente devem ter ouvido falar da tal “Cup Song”, aquela musiquinha que a gente faz batendo um copo na mesa. Quem não conhece a música CLICA AQUI, esse é um dos melhores vídeos que eu já assisti de tutorial para mesma. Bom, a febre da música com o copo surgiu com o filme de hoje.

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A Escolha Perfeita (Pitch Perfect, 2012) é um musical baseado no livro homônimo de Mickey Rapkin que conta a história de Beca Mitchell (Anna Kendrick) uma jovem que tem o sonho de ir pra Los Angeles trabalhar na sua carreira musical, porém se vê como uma caloura na Universidade Barden, onde seu pai é um dos professores e meio que está a obrigando estudar lá. Ela passa todo o seu tempo fazendo alguns mash-ups no computador e trabalha como estagiária na rádio da universidade onde ela conhece outro calouro, Jesse Swanson (Skylar Astin).

Quando o pai de Beca descobre que ela está matando todas as aulas, ele faz uma proposta para a filha: se ela se juntar a qualquer clube da universidade e começar a ter experiências universitárias decentes, começar a se enturmar e não querer continuar estudando, ele vai permitir e ajudar a menina a ir para Los Angeles em busca do sonho. Ela então conhece Chloe Beale (Brittany Snow), uma das líderes do Barden Bellas – um coral que canta a capela e participa de competições (tipo um Glee Club) – que após escuta-la cantando no banheiro a convence de fazer um teste para o grupo.

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Aubrey Posen (Anna Camp), a líder do Barden Bellas, de inicio não aceita que Beca faça parte do grupo, mas como está desesperada para ganhar a competição, após os problemas que tiveram no último ano – onde a moça ficou nervosa e acabou passando mal durante o seu solo, – ela aceita que Beca entre no grupo, assim como ela aceita várias outras meninas que não fazem bem o estilo das Bellas. E Jesse também é aceito em outro coral, o Treblemakers, um grupo só com rapazes e os maiores rivais das meninas.

A Bellas começam a participar da competição, porém continuam cantando as mesmas músicas antigas que elas sempre cantam em toda e qualquer ocasião, enquanto o Treblemakers sempre aparecem com músicas dessa década e com arranjos bem mais divertidos. Apesar do repertório antiquado elas conseguem um lugar nas semi-finais. Após essa apresentação, Beca entra em uma briga e acaba presa. Jesse tenta ajudá-la e liga para o seu pai, que não fica nada feliz com a situação e desiste de pagara mudança da filha para LA. Ela não gosta do que o amigo fez e isso abala a amizade dos dois.

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Durante a apresentação da semi-final, Beca percebe que a plateia está quase dormindo com e resolve improvisar e deixar a mash-up um pouco mais atual. Elas ficam em terceiro lugar e não são classificadas para a final. Aubrey culpa Beca por isso e a expulsa das Bellas. Quando os Footnotes – um dos grupos classificados para as finais- são desclassificados porque um de seus integrantes ainda está no colegial, as Bellas são chamadas de volta para a competição. Depois das férias elas começam a ensaiar novamente, porém percebem que algo está faltando. Enquanto isso, Beca tenta pedir desculpas para Jesse, mas suas tentativas são frustradas, então ela resolve pedir desculpas para as Bellas por ter mudado a música durante a semi-final e pede outra chance no grupo. Depois de uma longa conversa as meninas revolvem aceitá-la de volta e decidem mudar o estilo das músicas para algo mais moderno e original. Na competição as Bellas cantam um pedaço de “Don’t You Forget About Me” da trilha sonora de O Clube dos Cinco (1985), que é o filme favorito de Jesse. E isso acaba sendo como um pedido de desculpas de Beca para o rapaz.

Muita gente torce o nariz para o filme só porque ele é um musical, mas A Escolha Perfeita não é aquele musical onde as pessoas começam a cantar em momentos aleatórios. Não, no filme eles só cantam quando é realmente necessário. Nada de cantar sobre como o dia foi feliz e colorido. A trilha sonora também é maravilhosa, visto que 80% são músicas atuais e legais.

Em determinado momento do filme Jesse fala para Beca que em todos os filmes o melhor é sempre o final, pois tem a trilha sonora perfeita e o momento mais esperado, ele então usa O Clube dos Cinco – um dos meus filmes favoritos na vida <3 – para exemplificar isso. Porém aqui eu devo dizer que o final não é o melhor, claro que é ótimo, mas o meu momento favorito é a de improvisação na rua. Eles rodam uma roleta com vários temas e o que sair um dos grupos tem que começar a cantar, aí quando outro grupo quiser ele pode interromper quem está cantando e começar outra música dentro do tema sorteado. Gente, eles cantam “Hey Mickey” nesse momento. “Hey Mickey” é aquela música chiclete que toca no filme das Apimentadas (2000). Enfim, a cena é sensacional, porque eu nunca imaginaria uma “batalha” dessas.

Espero que vocês gostem de A Escolha Perfeita. Aliás, a continuação do filme já foi confirmada para 2015 e aparentemente o Skylar Astin volta para o papel de Jesse e Rebel Wilson, a Fat Amy, volta também. Nada ainda sobre a Anna Kendrick, o que eu acho uma pena, porque a voz dela é ótima e eu queria ver a Beca junto com o Jesse.

Semana que vem tem mais com um post de Natal só pra todo mundo começar a entrar no clima.

Beijos.

Bom dia, gente! Todo mundo de férias? Estou quase lá! Hoje eu vim falar para vocês sobre um filme de agosto desse ano, mas que tive a oportunidade de ver apenas há alguns dias. Eu não conhecia a história até então, mas achei muito interessante e penso que vale a pena todos vocês assistirem.

Uma conhecida jornalista, Nancy Jo Sales, que já escreveu e entrevistou dezenas de estrelas para Harper’s Bazaar, Vanity Fair e outras – investigou a história e publicou, em março de 2010, a matéria “The Suspects Wore Louboutins” (“Os suspeitos usavam Louboutins” em português). Toda a pesquisa da autora levou, posteriormente, à publicação de Bling Ring, nome criado pelo Los Angeles Times para a quadrilha de jovens.

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O livro gerou tanto sucesso que Sofia Coppola fez uma adaptação para o cinema, estrelada por Emma Watson. Os fatos verídicos ocorreram nos anos de 2008 e 2009, em Los Angeles. Famosos como Paris Hilton, Lindsay Lohan, Orlando Bloom e Rachel Bilson tiveram suas casas invadidas e roubadas. Os ladrões não estavam só atrás de dinheiro, mas principalmente de roupas e sapatos de grife, bolsas caras e um estilo de vida impossível de se copiar. Casos de roubos são comuns no mundo todo, mas não em Hollywood, não dessa forma e com esse tipo de vítima. E o mais intrigante: a gangue é formada por lindos adolescentes da classe média de Calabasas, na Califórnia.

A partir da confissão, depoimento e entrevistas de Nick Prugo é que toda a gangue foi descoberta e a história pôde ser contada. O rapaz, a princípio tímido e sem amigos, afirma que se meteu nessa história por acaso, porque amava sua melhor amiga, Rachel Lee, e queria vê-la feliz.

Rachel, apontada como cabeça da gangue, sempre se mostrou muito atraída pelo mágico universo das estrelas. A vontade da garota de ser como uma celebridade levou os jovens às mansões e aos roubos. Não bastava uma roupa bonita, precisava ser a roupa que Lindsay Lohan vestira na noite passada. E não podia fazer aquilo sozinha, precisava de Nick e Courtney Ames, uma velha amiga.

Alexis Neiers estava igualmente ligada aos roubos e também cobiçava aquela vida cheia de glamour. Linda e fabulosa, Alexis era amiga de Nick e Rachel, mas negou veementemente qualquer envolvimento intencional nos crimes, alegando que estava bêbada e fora de si quando participou das invasões.

Confira a verdadeira gangue de Hollywood:

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Emma Watson interpreta Alexis; Israel Broussard – Nick; Katie Chang – Rachel Lee; Taissa Farmiga –  Tess Taylor e Claire Julian – Courtney Ames. Os nomes das personagens foram mudados por questões éticas.

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Em uma sociedade movida por interações instantâneas e o poder da imagem, é natural que a gangue tenha a ambição de fantasiar uma vida idêntica aquela de seus ídolos. A ironia destilada por Sofia Coppola no roteiro de sua própria autoria é o que o enquadra como um retrato da juventude de hoje. Aproveita-se de sua própria influência como artista autoral para reunir material cedido por estrelas hollywoodianas.  Ao conhecer a história podemos testemunhar figuras patéticas e daí vem o frio na barriga por elas serem assustadoramente frias.

Confira o trailer do filme

Embora a história seja fútil, achei um filme interessante até mesmo para uma análise do comportamento humano. Já assistiram ao filme?

Olá gente linda, como estão? De volta à programação normal na sexta-feira. Semana passada foi feriado e o dia foi todo corrido então não deu pra fazer o post, então para recompensar eu escolhi um filme ótimo pra hoje e eu tenho a palavra chave que vai fazer todo mundo aqui querer assistir: Ryan Gosling. Sim, já podem correr pra baixar.

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Amor a Toda Prova (Crazy, Stupid, Love. 2011) começa quando Cal Weaver (Steve Carell) descobre que Emilly (Julianne Moore), sua esposa, o traiu com David Lindhagen (Kevin Bacon) e decide se divorciar. Ele sai de casa e começa a frequentar um bar todos os dias, sempre reclamando do seu divórcio. Jacob Palmer (Ryan Gosling), um jovem sedutor que consegue a mulher que quiser, é rejeitado por Hannah (Emma Stone) e decide ajudar Cal com o seu problema com as mulheres.

Com a ajuda de Jacob, Cal consegue seduzir diversas mulheres, mesmo pensando em seu divórcio.  Ele se reencontra com Emily em uma reunião de pais na escola de Robbie (Jonah Bobo), o seu filho do meio, e eles se reaproximam. Porém Emily descobre o que Cal tem feito desde que saiu de casa e ela resolve voltar para David.

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Enquanto isso, Hannah – a filha mais velha de Cal – espera que seu namorado de longa data a peça em casamento. Entretanto na noite em que ela achava que isso aconteceria, ele oferece a ela um emprego em seu escritório de advocacia. A moça sai revoltada do restaurante e se encontra com Jacob no bar e o beija. A ideia inicial era uma noite de sexo, mas eles apenas passam a noite toda conversando sobre a vida. Eles iniciam um relacionamento e, consequentemente, Jacob se distancia de Cal.

Ao mesmo tempo, Robbie faz o possível e o impossível para mostra a Jessica (Analeigh Tipton) babá, que está a fim da jovem. O amor não é correspondido, pois a menina nutre uma paixão platônica pelo pai do menino.

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Cal decide reconquistar a esposa e combina com os filhos mais novos uma surpresa para Emily. Eles recriam o mini golf onde o casal teve o seu primeiro encontro. Porém antes de Emily ver toda a surpresa todos os problemas acontecem ao mesmo tempo. Jacob e Hannah chegam à casa dos pais da moça e então Cal se mostra totalmente contra ao relacionamento do casal, pois sabe o que ele faz para conseguir mulheres. O pai de Jessica também aparece, pois achou um envelope com diversas fotos da filha nua endereçadas a Cal. Robbie fica chateado ao descobrir por quem a menina é apaixonada e para finalizar, David aparece para devolver uma jaqueta que Emile esqueceu em seu carro. Resumindo, o barraco tá armado. Jacob briga com David, por ele ter roubado Emily de Cal. O pai de Jessica briga com Cal achando que ele tem um caso com sua filha e no fim a polícia é chamada para acabar com tudo.

Cal acaba se afastando de sua família, porém os reencontra na formatura de Robbie. Durante o seu discurso, o menino se mostra bem pessimista sobre o amor e fala que não acredita mais em almas gêmeas e amor verdadeiro. Cal o interrompe e faz um discurso menos depressivo sobre o amor.

Amor a Toda Prova é um filme bem fofo que vale a pena ser assistido, não só porque nós temos diversas cenas de Ryan Gosling descamisado, mas sim porque mostra como as relações familiares nem sempre são tão fáceis. Pra mim uma das cenas mais fofas é a do Jacob com a Hannah, quando todo mundo acha que os dois vão ter uma noite selvagem de sexo, eles apenas ficam conversando sobre si mesmos e ela até descobre que ele é daqueles caras que curte assistir ao canal da Polishop e comprar aquelas bugigangas que são vendidas na TV. Ela inclusive testa a cadeira de massagem que ele pagou caríssimo, mas só usou duas vezes. Isso sem contar que nessa mesma cena é revelado qual a tática que ele usa para conseguir com todas as mulheres. Confesso que ri bastante quando ele conta que usa Dirty Dancing – Ritmo Quente (1987) para seduzir as moças.

Enfim, assistam Amor a Toda Prova. Vale muito a pena. O filme é daquelas comédias românticas onde os dois estilos estão bem divididos. Não é uma história boba e chatinha, nem muito clichê. Comédia e romance na medida certa.

Espero que tenham gostado da indicação. Vocês podem até não gostar da indicação de filme, mas tenho certeza que adoraram ver Ryan Gosling por aqui.

Semana que vem tem mais.

Beijos.

Para assistir: Reign

Oi, galera! Fiquei uma semana afastada, mas estou de volta. 🙂

Hoje eu vou falar sobre uma série de época que me surpreendeu. Sou uma maníaca por séries com temática de época, o que não é segredo para ninguém, e é humanamente impossível não se fascinar pela história de Mary Stuart – apesar de estar um pouquinho modificada. Quem conhece a história sobre a Rainha da Escócia e está acompanhando a série, vai entender. Estou falando de Reign, a mais nova produção da CW.

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A história se trata da famosa rainha da Escócia que viveu no século XVI em uma época em que seu país era um reino independente e conflitante com a Inglaterra – atualmente pertence ao Reino Unido, sob o domínio da Rainha Elizabeth II. Aos seis dias de vida, com a morte de seu pai – Jaime V – Mary Stuart já era dona do trono. Mas na mesma época, o trono foi tomado por Jaime Hamilton, conde de Arran e representante do protestantismo, que firmou laços e acordos com a Inglaterra – incluindo a mão de Mary ao filho de Henrique VIII. No entanto, o parlamento escocês católico, não gostou da ideia e provocou uma guerra com o país vizinho. No meio desta disputa e de diversas ameaças de sequestro pelos ingleses, Mary foi protegida por sua mãe e levada para a França – onde ficou escondida em um convento – com o intuito de futuramente se casar com o filho do Rei Henrique II, Delfim Francisco – Francis. Mary teve uma vida cheia de aventuras e tragédias. Governou a França e a Escócia, teve muitos romances e três casamentos. Entre muitas disputas políticas e religiosas, e exaustivos casos extraconjugais, Mary entrou em conflito com seu irmão e primeiro-ministro escocês Jaime Stuart, o conde de Murray. Sendo derrotada, pediu asilo à monarquia inglesa, mas foi presa por traição. E apesar do apoio dos governos da França e da Espanha, Mary I da Escócia foi levada à morte com apenas 25 anos.

A CW optou por apresentar-nos a juventude da Rainha e seu envolvimento com Francis – e quem sabe, com Sebastian – e todo o jogo de poder e conspirações existentes no reino. Como nós já estamos acostumados com a particularidade da CW, esta série também tem seu toque sobrenatural. Todos os mitos que pairam sobre a história de Mary são realmente propícios para incluir o misticismo e o suspense na série – e isto já começa com a aparição de Nostradamus. Fiel servo e amigo de Catherine, mãe de Francis e rainha da França, ele conta uma de suas visões: Mary será a ruína de Francis. Catherine é maldade pura e vai fazer tudo que estiver ao seu alcance para proteger seu filho, futuro rei da França, o que significa infernizar muito a vida de Mary. Ainda no tema do sobrenatural, temos obviamente a misteriosa criatura que salva Mary de várias situações fatais.

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A fotografia, figurino, maquiagem estão excelentes! E apesar de toda a pompa do reino da França as coisas não eram tão belas quanto se apresentam na série. Mas com certeza, a série não teria a mesma graça se retratasse tudo como realmente era. A produção parece ter encontrado uma boa fórmula para retratar uma história de época com ótimos toques de modernidade. Eu adorei a atriz que interpreta Mary (Adelaide Kane), ainda não conhecia seu trabalho e acho que ela está se saindo muito bem, assim como Torrance Coombs que interpreta Sebastian e está muito mais interessante que o próprio Francis.

Segue um trailer abaixo:

Espero que tenham gostado da dica!

Beijos.

A Entrevista Com O Vampiro

Em homenagem ao Halloween que se aproxima, o post de hoje eu dedico ao meu filme de vampiro preferido. Antes de vampiros virarem sonhos de consumo de adolescentes como acontece em Crepúsculo Os diários do vampiro, eles eram usados como personagens de terror. Anne Rice escreveu uma série de livros e escreveu o roteiro adaptando um deles para o cinema. Você já deve ter ouvido falar de A Entrevista Com O Vampiro, certo? Caso a resposta seja não, se você for uma fã de elementos sobrenaturais tanto quanto eu vai querer assistir depois desse post!

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A história é sobre um vampiro, Louis (Brad Pitt), que conta sua longa vida de vampiro para um repórter (Christian Slater). Um pouco óbvio… Na verdade, ele  não conta toda a sua vida, mas a partir do momento em que foi transformado. O início de tudo é em 1700, logo após a morte de sua mulher e filha. Louis se encontra em tamanho desespero que faz qualquer besteira que possa o levar à morte. Ao invés disso, ele encontra o vampiro Lestat (Tom Cruise).

Lestat lhe faz uma proposta simples: ou Louis aceita se transformar em um vampiro e lhe fazer companhia, ou Lestat dará a morte que ele tanto deseja. Claro que Louis se transforma em um vampiro e os dois ficam passeando e se alimentando pelas principais cidades da época.

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Existe uma coisa nesse filme que o diferencia dos demais. Não há glamour no fato de ser um vampiro. O personagem Louis é melancólico. Ele sempre se arrepende de ter se transformado no que se transformou. Duas pessoas no filme vão lhe pedir para virarem vampiros, e ele não tem a menor intenção de transformar nenhuma delas. Ao mesmo tempo, o filme desmistifica muito coisa sobre os vampiros. Os vampiros aqui não morrem com estacas no coração, não temem símbolos religiosos ou coisas do gênero. Fica um ar de realidade no ar. Algo do tipo: como seria se um vampiro realmente existisse? O que torna tudo muito interessante, em minha opinião.

Há uma sedução no ar, mesmo quando Lestat vai morder Louis. Não acho que chegue a ser homossexual, na verdade os vampiros não parecem ter apenas uma preferência sexual. Eles não estão matando apenas por sobrevivência, eles estão realizando uma caça, existe todo um ritual. Inclusive, por isso acontece a parte mais assustadora do filme: eles transformam uma criança de 12 anos em uma vampira. Ela tem um rosto angelical e uma veia assassina que se transformam numa mistura impressionante. Vale ressaltar que ela não é uma má pessoa, na maioria das vezes a garota sequer tem noção do que faz a princípio. É apenas uma criança que mata, e com passar dos anos sua aparência não muda. Nem nunca mudará.

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Tom Cruise foi criticado pela sua escolha, mas fez um ótimo trabalho. Há algo em sua maquiagem que tira a aura de astro de Hollywood misturado com uma atuação contida. O melhor do filme, sem dúvida. A única coisa que deixa um pouco a desejar é a ação, que praticamente não existe nesse filme. É como uma vida normal de alguém, uma vida longa demais que foi relatada a alguém.

Espero que vocês tenham gostado da dica de  hoje, que veio mais cedo caso vocês não tenham percebido. Bom dia!

Beijinhos!