Filmes com a Sandra Bullock

Oi gente linda, como estão? Que furada esse feriado no sábado, né? Ele bem que podia ter caído na quinta ou na sexta-feira, seria muito mais conveniente, mas já que não aconteceu só nos resta reclamar.

Essa semana que estava assistindo alguns trailers de filmes que vão ser lançados esse ano e um deles é com a maravilhosa da Sandra Bullock. Que jogue a primeira pedra quem não curte pelo menos um filme com ela. A eterna Miss Simpatia é uma das minhas atrizes favoritas e eu adoro praticamente todas as comédias românticas das quais ela fez parte. Semana passada em uma entrevista para a TV Reuters, Sandrinha (sou íntima!) disse que pretende fazer comédias até morrer. Por favor, como não amar essa mulher? Mas nem só de comédias românticas vive Sandra Bullock e seus filmes de drama também são ótimos. Enfim, eu escolhi dois filmes com ela que eu adoro e eu espero que vocês gostem.

1 – Um Sonho Possível (The Blind Side, 2009)

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Um Sonho Possível é baseado no livro The Blind Side: Evolution of a Game de Michael Lewis, que conta a história Michael Oher (Quinton Aaron), ou Big Mike, um jovem negro, filho de uma mãe viciada em drogas, que sobrevive sozinho vivendo como um sem-teto até o dia em que é avistado pela família de Leigh Anne Touhy (Sandra Bullock), quando estava indo em direção ao estádio da escola para poder dormir longe da chuva. Leigh Anne ao descobrir que o rapaz é da mesma turma que sua filha na escola, insiste para que passe uma noite em sua casa. O que de início era apenas um gesto de bondade, transformou a vida da família Touhy, pois Big Mike começa a fazer parte da mesma.  E à medida que a família começa a ajudar o rapaz a desenvolver o seu potencial, tanto no campo de futebol americano quanto nos estudos, a presença de Michael muda a visão de mundo dos Touhy. No futuro com a ajuda da família Michael Oher se torna um astro do futebol americano.

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O filme é baseado em fatos reais e com ele Sandra Bullock ganhou todos os prêmios a qual foi indicada, entre eles o Oscar de Melhor Atriz e o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama. Um Sonho Possível é emocionante. O que Leigh Anne faz por Big Mike é um ato corajoso, porque quem iria abrigar um desconhecido em casa? Exatamente. Foi um tiro no escuro que essa mulher deu. Eu bato palmas para a atitude dela, afinal ela mudou a vida dele e a da família para melhor. Como a história é real isso meio que ajuda a ter um pouco de esperança com a humanidade.

2 – A Proposta (The Proposal, 2009)

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A Proposta conta a história de Margaret Tate (Sandra Bullock) a editora-chefe de uma editora de livros, que pode até ser chamada também de TPM – tirana, malvada e perversa – “apelido” dado para Amy Jenkins, uma das personagens do livro “Garota Encontra Garoto”, da Meg Cabot. Margaret é uma cidadã canadense que recebe a notícia que está será deportada para o Canadá devido alguns problemas com o passaporte, para evitar que isso aconteça a executiva pensa rápido e inventa que está de casamento marcado com seu assistente, Andrew Paxton (Ryan Reyolds), que ela atormenta há anos. O rapaz resolve participar da farsa, porém ele impõe algumas condições para o casório aconteça e uma delas é que a família dele esteja ciente do relacionamento. Com isso o casal embarca para o Alasca para que a moça conheça a excêntrica família dele. Durante a viagem Margaret se vê em diferentes situações cômicas, como um casamento improvisado sendo organizado e a despedida de solteira em um bar da cidade.

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Esse filme rende boas gargalhadas. Sandra Bullock e Ryan Reynolds tem uma química ótima. E outra atriz que eu adoro também está no filme, que é a Betty White, que faz o papel da avó de Andrew e que finge está morrendo apenas para que os dois se resolvam. A Proposta é um filme bem bonitinho, é legal ver como a relação do casal evolui durante a viagem para o Alasca. Andrew tem que lidar com o pai que é contra a união e Margaret em que enfrentar alguns de seus medos. Os dois passam a ter um relacionamento de cumplicidade, além da premissa de que estão juntos só para evitar a deportação da executiva.

A ideia de fazer um post com filmes da Sandra Bullock surgiu após eu assistir ao trailer de Gravity, o próximo filme da atriz que estreia em outubro no Brasil. Gravity abriu o Festival de Veneza e vai narrar à história de dois engenheiros da NASA, Matt Kowalsky (George Clooney) e Ryan Stone (Sandra Bullock), que precisam sobreviver após a colisão da aeronave com um asteroide.

Espero que tenham gostado. Semana que vem tem mais.

Beijos.

Séries para rir

Olá gente linda, como estão? Só eu acho que já fazem 6 meses que é Agosto? Pois é, devo estar achando isso porque quero muito que setembro chegue logo. Mas enfim, continuando com as indicações de séries, essa semana vou falar de sitcom – que são geralmente aquelas séries de 20 minutos cada, que apresentam personagens comuns em histórias de humor em ambientes como família, trabalho, grupo de amigos etc. Eu escolhi duas, uma que já conta com quatro temporadas e outra que é uma estreia no Fall Season, que estão dentro desse estilo.

1 – The Middle (2009 – )

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The Middle conta a história dos Heck, uma família de classe média que mora na cidade fictícia de Orson, Indiana. Frankie (Patricia Heaton) é casada com Mike (Neil Flynn) e eles são os pais de Axl (Charlie McDermott), Sue (Eden Sher) e Brick (Atticus Shaffer). No decorrer na série nós conhecemos mais sobre cada um, começando pela Frankie que é a narradora da história e para ela a família está sempre em primeiro lugar, apesar de estar sempre se frustrando com os filhos e com alguns parentes que insistem em julgar tudo o que ela faz; Mike é conhecido por sua honestidade e apesar de às vezes não parecer que se importa com a família, ele é um marido e pai que está sempre presente quando precisam de sua ajuda; Axl é o típico filho mais velho, só liga para si, é sarcástico, preguiçoso e às vezes malvado com os irmãos mais novos. Pode não parecer, mas Axl possui um bom coração e em vários momentos se importa com os outros; Sue é o que podemos chamar de fracasso social, ela tem amigos estranhos, parece falhar em tudo que tenta, porém ela é a personagem mais otimista e determinada de todas; e Brick é o filho mais novo. Ele é uma criança bem inteligente e estranha, com vários tiques nervosos, como o de sussurrar para si mesmo.

(me desculpem, não achei o vídeo com uma qualidade melhor.)

Confesso que eu tinha um preconceito enorme com The Middle. Eu assistia as propagandas na TV e achava todo mundo muito estranho, ninguém parecia combinar e sei lá, eu simplesmente não gostava. Até que um dia estava passando uma maratona e eu sentei para assistir. Hoje em dia ela é uma das minhas séries favoritas e já acho subestimada. The Middle não recebe todo o mérito necessário. O interessante dela é que mostra bem o estereótipo da família americana que acompanha todos os reality shows na TV, jogos de futebol americano e acreditem ou não, tem um episódio dedicado ao casamento do Príncipe William com a Kate Middleton, em que Frankie compra um TV nova apenas para poder acompanhar os detalhes do matrimônio real. Enfim, a família Heck volta no dia 25 de setembro nos EUA.

2 – The Crazy Ones (2013)

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The Crazy Ones se passa em Chicago e vai mostrar o cotidiano das pessoas que trabalham em uma das melhores agências de publicidade da cidade, a Roberts&Roberts. O dono da empresa é Simon Roberts (Robin Williams) bem sucedido, meio maluco, genial e imprevisível publicitário com métodos um pouco diferentes de se trabalhar, que provavelmente o fariam ser demitido, e Sydney Roberts (Sarah Michelle Gellar), a filha de Simon, que é o braço direito e tem uma personalidade completamente oposta a do pai. A Roberts&Roberts conta com clientes de nível mundial e lá nós conhecemos Zach (James Wolk), Andrew (Hamish Linklater) e Lauren (Amanda Setton), que fazem parte da equipe, mesmo achando os chefes uns loucos por criarem maneiras incomuns para conseguirem e manterem os clientes.

Robin Williams, esse é o motivo para querer assistir The Crazy Ones. Quando fiquei sabendo que ele estaria como protagonista em uma série nova do Fall Season, eu nem quis saber sobre o que era a história, apenas decidi que com certeza iria assisti-la. Depois de ler a sinopse e assistir ao primeiro vídeo que foi liberado pela CBS eu só tive mais certeza que a série seria ótima e bem engraçada. Bem ao estilo do Robin Williams. Já estou torcendo para ela ganhar uma temporada completa e futuramente uma renovação para o ano que vem. The Crazy Ones estreia no dia 26 de setembro.

Espero que tenham gostado. Semana que vem tem mais.

Beijos.

Para cantar e dançar!

Oi gente linda, como estão? Essa semana eu vou indicar dois filmes pra vocês. Eu sou uma pessoa que desde pequena ama musicais. Eu fui criada assistindo Disney, então filme com várias músicas não é problema pra mim, é amor à primeira vista. Sei que muita gente não gosta, porque na maioria das vezes não encontra um motivo para os personagens estarem cantando tanto. Confesso que às vezes fico perdida também, mas aceito a proposta do filme e vou junto.

Eu como uma amante de musicais assistia a série Glee, porque amava a proposta da série ser toda nesse estilo. Como todos devem ter visto o Cory Monteith, o Finn Hudson, morreu há cerca de duas semanas e ele meio que foi a minha motivação pra escolher musicais pra essa semana. Na quarta-feira eu estava assistindo ao especial que a FOX preparou para ele e fiquei bastante emocionada aqui e ai surgiu à ideia. Mas enfim, sem tristeza aqui porque o show tem que continuar, não é mesmo? Agora arrasta os móveis da sala e vem assistir a esses dois filmes.

1 – RENT – Os Boêmios (RENT, 2006)

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RENT é um musical inspirado na ópera “La Bohème”, de Puccini.  O filme se passa no final dos anos 1980 e conta a história de um grupo de amigos que moram no East Village, em Nova York e de suas lutas contra a AIDS, o preconceito e o uso de drogas.

Não se enganem com a temática do filme e achem que ele é super depressivo. Muito pelo contrário. Claro que não é uma comédia pra você gargalhar, mas esses amigos tentam levar a vida, mesmo que cheia de problemas, sem preocupações. Cada em é consciente da sua condição, mas eles meio que evitam ficar a todo o momento falando do assunto, justamente para não desanimar o outro. Eles procuram sempre expor o melhor dos amigos.

Em RENT nós conhecemos o Mark Cohen (Anthony Rapp), que é um projeto de cineasta e que ama a professora Maurren Johnson (Idina Menzel), que é namorada de Joanne Jefferson (Tracie Thoms). Tem também o Roger Davis (Adam Pascal), companheiro de quarto de Mark, que é apaixonado por Mimi Marquez (Rosario Dawson), uma dançarina que mora com um gênio da computação Tom Collins (Jesse L. Martin), que por sua vez gosta da drag queen Angel (Wilson Jermaine Heredia). E por fim Benjamin Coffin (Taye Diggs), aquele trabalhou e deu certo na vida.

2 – Chicago (Chicago, 2003)

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Chicago conta a história de Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) uma dançarina que após matar o marido e a irmã, por encontrá-los juntos na cama, entra para uma lista das principais assassinas da cidade de Chicago, lista essa que é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que sempre se aproveita ao máximo do caso de suas clientes. Ao contrário do que todos achavam, a fama de Velma cresceu bem mais após o assassinato, tornando ela uma celebridade.

Enquanto isso uma aspirante a cantora, Roxie Hart (Renée Zellweger), sonha com um mundo de muito sucesso e glamour, até que após uma briga mata o seu namorado. Billy buscando um jeito de se aproveitar da situação adia o julgamento de Velma, como uma forma para poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Como ocorreu com Velma, Roxie logo fica famosa, e se inicia uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade.

Chicago estreou na Broadway em 1975 e teve um total de 936 apresentações. Em 1996 aconteceu o revival do show e bateu o recorde de mais longo revival de musical em cartaz e é o 7º show da Broadway há mais tempo em cartaz na história.

Já conheciam esses musicais? Quais são os favoritos de vocês?

Beijos.

Sessão com Johnny Depp!

Johnny Depp é sempre um convite irresistível para assistir a um filme. Não só pelo charme, mas pelo histórico de excelentes atuações ao longo de sua carreira. E o post de hoje eu dedico a ele, relatando a história de dois de seus filmes que eu acredito não serem tão bem conhecidos quanto seus sucessos Edward, mãos de tesoura e Piratas do Caribe. Eu sou uma grande fã do Johnny e já vi a maioria de seus filmes, até hoje não conheci um que me decepcionasse. Minhas escolhas para hoje são: Chocolate e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.

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Chocolat (2000)

Johnny Deep e Chocolate? Em minha opinião é uma combinação perfeita!

O filme Chocolate é um ótimo filme que combina Johnny Depp, Chocolate e Interior da França. Juliette Binoche é a protagonista, cujo desempenho lhe rendeu uma indicação ao Oscar. O filme ainda levou outras quatro indicações ao prêmio da Academia. O que chamou a atenção foram as atuações, com destaque para Judi Dench e Lena Olin.

Chocolate

Lansquenet-Sous-Tannes é uma cidadezinha no interior da França, igualzinha a qualquer outra cidadezinha do interior de qualquer outro país cristão. O padre é a engrenagem que mantém o hábito religioso de meia dúzia de carolas e de uma população conservadora, de ombros curvados, oprimidos pelas suas obrigações espirituais. Em contrapartida, existem os forasteiros, os ciganos e os excluídos.

Vianne Rocher não é uma mulher como as outras. Mãe solteira, ela chega com sua filha de seis anos a essa pequena cidade, Lansquenet-sous-Tannes, no interior da França durante o período da Quaresma. Ela choca os locais ao abrir uma chocolataria durante esse período religioso e se envolve em outras polêmicas, como se relacionar com o charmoso cigano Roux (Depp). A mulher acaba por conquistar a confiança da população local com suas delícias feitas de chocolate. Logo o ceticismo inicial transforma-se em uma calorosa recepção.

É um filme bem tranquilo, no estilo sessão da tarde, e eu recomendo que você assista com chocolate em mãos para não passar vontade! O filme inteiro é um desfile de bombons, bolos, panquecas… Uma variedade enorme com chocolate envolvido!

Chocolate é a prova que um bom romance não precisa de histórias megalomaníacas ou dramas arrebatadores. Contemplativa, intimista e mística, a britânica Joanne Harris tem na vivacidade da sua obra seu principal triunfo. Todos os doces são saborosos, todos os personagens são reais, todos os dramas e mistérios são ritmados na velocidade exata.

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Sleepy Hollow (1999)

Esse sem dúvidas é um dos meus filmes preferidos do Johnny, além de ser dirigido pelo Tim Burton. Uma das melhores parcerias, em minha opinião. A história é uma adaptação para o cinema vagamente baseado no conto de 1820 de Washington Irvin.

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A trama se passa em 1799 onde uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. O investigador Ichabod Crane então é enviado ao condado para desvendar os assassinatos misteriosos, onde todas as vítimas são encontradas decapitadas. Para desvendar o caso, Ichabod Crane, logo ao chegar ao local, depara-se com a suspeita de que o assassino seja, na verdade, o fantasma de um sanguinolento guerreiro morto há muitos anos, próximo à região. Ichabod não acredita na crença popular até testemunhar um dos assassinatos. Empenhado a solucionar o caso,  Ichabod passa a usar os seus métodos para descobrir se existe uma ligação entre o assassino e suas vítimas e acaba descobrindo uma trama que envolve a família mais influente da cidade, os Van Tassel, por cuja filha, Katrina, Ichabod acaba se apaixonando. Crane tem freqüentes pesadelos com a morte de sua mãe, torturada na Donzela de Ferro.

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Produzido por Tim Burton, o filme tem uma fotografia linda e bem sombria e ótimos efeitos especiais, comparado ao baixo orçamento da produção. As atuações são excelentes, Johnny Deep faz um protagonista perfeito em contraponto como o Cavaleiro Sem Cabeça, interpretado por Christopher Walken. Christina Ricci interpreta a doce Katrina.

Tentando homenagear antigos filmes ingleses de terror, Burton constrói um filme único à sua maneira ao combinar horror, investigação e aventura com doses de sobrenatural e romance. Cabe dizer ainda que o filme apresenta de forma clara uma crítica ao modo como os ricos e influentes conseguiam suas terras naquela época, roubando dos pobres e registrando tudo em nome de suas famílias, com a ajuda de autoridades corruptas. Outro ponto interessante é saber o que acontece com a mãe de Ichabod, o que ajuda a entender um pouco o seu lado cético.

Espero que vocês tenham gostado das minhas dicas dessa quinta-feira, pessoal. Até semana que vem 🙂

Beijinhos!

Dessa vez deixei os livros de lado, para contar um pouquinho pra vocês sobre filmes que eu gosto bastante. Vamos conferir?

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The Secret Garden (1993)

O filme é baseado na obra de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Agnieszka Holland.

Após um surto de cólera mortal, Mary acaba sozinha no mundo, esquecida na casa após a morte de seus pais e de todos os empregados da propriedade. Ela é levada para Yorkshire, no interior da Inglaterra, para uma mansão imensa, repleta de jardins, junto a uma enorme charneca¹. Inicialmente, Mary continua sendo uma menininha estranha e emburrada. Ao contrário da Índia, ela não tem muitas pessoas para cuidar dela na Inglaterra. Ao respirar o ar da Charneca e explorar as centenas de cômodos da propriedade, Mary começa a ficar um pouco mais saudável, chegando até a fazer amizade com um jardineiro e uma das criadas da mansão, mas de quem ela mais gostava era de um pássaro de peito vermelho. A curiosidade sobre os mistérios da mansão e um jardim onde ninguém entra, começam a despertar a curiosidade de Mary. Um dia, ao seguir o pássaro, Mary encontra a chave enterrada do jardim onde ninguém entra, e nos próximos dias encontra escondida sob trepadeiras, a porta do jardim.

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Um trecho do livro:

“O sol brilhou durante quase uma semana inteira no jardim secreto. Jardim Secreto era como Mary o chamava, quando pensava nele. Ela gostava do nome e gostava mais ainda da sensação de que, quando estava cercada daqueles velhos e lindos muros, ninguém sabia onde ela estava. Era quase como estar fora do mundo e numa espécie de lugar encantado”.

Mary é apresentada a Dickon, irmão da criada responsável pelo quarto dela. O jovem parece encantar os animais e tudo a sua volta com seus modos, inclusive Mary. A amizade entre os dois ocorre de imediato e Mary passa a gostar de mais alguém.

Em uma noite de tempestade, Mary volta a ouvir os uivos e choros que todos na mansão negam existir. Ao explorar uma das alas proibidas, ela descobre um garotinho enfermiço, a fonte do choro, e herdeiro da mansão. Colin Craven é um garotinho tão insuportável quanto Mary um dia fora. Ele fora abandonado pelo pai, que culpava o garoto pela morte da esposa durante o parto, e que também temia que o garoto fosse um inválido. Colin era constantemente mimado pelos criados da mansão para que não ficasse histérico.

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Mary também faz amizade com Colin, mas inicialmente teme revelar o segredo do Jardim Secreto para ele. A garota parece ser a única que consegue controlar as crises dele e começa a se sentir responsável para ajudá-lo em sua recuperação. Então, com a ajuda de Dickon, passam a levar o garoto às escondidas para o jardim secreto.

Eu imagino que o livro seja tão bom quanto o filme, apesar de que provavelmente possua mais detalhes. Esse foi sem dúvida um dos meus filmes preferidos na infância. Eu lembro que uma das minhas partes favoritas é quando Mary e Dickon levam Colin pela primeira vez ao Jardim e como ele apresenta visível melhora devido ao ar puro e a beleza do lugar. A forma como representaram o Jardim foi perfeita, ficou realmente incrível.

Atores principais:

  • Kate Marberly (Mary Lennox)
  • Heydon Prowse (Colin Craven)
  • Andrew Knott (Dickon)

Charneca¹ – Terreno inculto e árido onde há apenas vegetação rasteira.

The Little Princess (1995)

A Princesinha tem roteiro baseado no conto infantil de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Alfonso Cuáron.

O filme conta a história de Sara Crewe, uma menina rica que perde tudo quando lhe acontece uma terrível tragédia. Obrigada a trabalhar como empregada, a passar frio e fome, ela continua a preservar sua nobreza, e assim consegue manter seu orgulho e sua generosidade.
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Sara Crewe foi trazida da Índia por seu pai, o Capitão Crewe, para estudar em uma escola de moças. O Capitão Crewe é muito rico e compra para Sara tudo o que ela deseja do bom e do melhor e tem uma relação de grande amizade e amor com a filha.
Sara com certeza deveria ser uma garota mimada e arrogante pela quantidade de mimos que recebia do pai e de empregados e por conta de sua riqueza. Muito pelo contrário, Sara é uma garota boa, generosa, imaginativa e muito inteligente. Na escola para moças em que o pai a matricula, a diretora, Miss Minchin, não gosta nenhum pouco de Sara logo que a vê, mas finge gostar por conta do dinheiro de seu pai.
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As meninas do colégio reverenciam Sara no início, mas ela acaba fazendo amizade com Ermengarde, uma garota feliz, gordinha, tímida e que não se dá muito bem nos estudos; com Lottie, a menininha que sempre fazia manha por tudo, é “adotada” por Sara e passa a se comportar divinamente e Beckie a escrava empregada da cozinha que é responsável por limpar os quartos de todas as meninas.
Até que uma tragédia se abate sobre Sara e tudo desmorona de uma vez em sua vida. As únicas coisas que a salvam de se entregar é sua imaginação, sempre capaz de criar mundos fantásticos e conquistar a todos, e suas amigas que não a abandonam apesar de tudo! Mas tudo está para mudar novamente quando um indiano muito doente chega à cidade procurando uma menina perdida.
A Princesinha, apesar de ser um filme infantil, passa valores importantes que até mesmo um adulto deveria dar atenção. E não sei se perceberam, mas ambas as histórias possuem elementos parecidos, um deles é o local de origem das garotas (Mary e Sara), a Índia.
Trecho do livro:
“Talvez eu não tenha bom gênio, mas como posso saber, se eu tenho tudo que eu quero e todos me tratam bem? Pode ser que eu seja um horror, insuportável, mas ninguém saiba, porque nunca passei por nada que me fizesse sofrer.” – Sara.
Atores principais:
  • Liesel Matthews …. Sara
  • Liam Cunningham …. Capitão Crewe

Vocês já assistiram algum desses filmes?

 

Oi gente linda, mais uma semana e eu aqui de novo. Só saio daqui o dia que eu for demitida pela produção Wanessa. Essa semana eu vou indicar novos filmes pra vocês, mas os de hoje são completamente diferentes dos que eu indiquei nas semanas anteriores. E nossa, antes que eu me esqueça, estou adorando as indicações que vocês deixam nos comentários.

Hoje estreia nos cinemas Universidade Monstro, o prequel de Monstros S.A., e bom o primeiro filme é um dos meus favoritos da Disney Pixar, e para comemorar o lançamento desse filme tão esperado, pelo menos por mim, resolvi indicar duas animações para vocês.

1 – Como Treinar o Seu Dragão (How To Train Your Dragon, 2010)

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Como Treinar o Seu Dragão conta a história de Soluço (Jay Baruchel) um jovem viking que sonha em matar um dragão só para provar para o seu pai que ele pode ser um viking igual a ele. Em uma das batalhas contra dos temidos dragões, Soluço consegue capturar o dragão mais temido por todos, o Fúria da Noite ou Banguela (mas só para os íntimos). No dia seguinte quando vai procurar a criatura não consegue matá-lo e o liberta. Só que Soluço percebe que ele não consegue voar porque perdeu uma parte da calda, logo resolve ajudar o dragão construindo um artefato que possa substituir a parte perdida. Com isso os dois acabam se tornando amigos e ai vem à cena mais fofa de todos os tempos. Soluço faz de tudo para agradar o Banguela e o dragão repete todas as ações do jovem viking como se fosse gente. A cena dele tentando sorrir é ótima.

Paralelo a tudo isso o pai de Soluço, Stoico (Gerard Butler), deixa ele participar do treino para dragões, que é basicamente um “curso” para jovens vikings aprenderem matar dragões e a tarefa final para quem se sair melhor é justamente matar um dos animais. Com a convivência com Banguela, Soluço aprende várias coisas sobre as criaturas e surpreende durante do treinamento, deixando todos bem surpresos. Ele, aliás, é a pessoa mais desastrada de todas. Se você se acha desastrado, tenha certeza que ele é bem pior. Tudo que ele coloca a mão dá errado e na ilhazinha em que ele mora ele é justamente conhecido por isso, quando as pessoas o veem já sabem que algo vai dar errado. Ele geralmente atrapalha mais do que ajuda.

Como Treinar o Seu Dragão é baseado em uma série de livros da escritora Cressida Cowell e ano que vem o filme vai ganhar uma continuação,  que deve ser baseada no segundo livro, Como Ser um Pirata, que mostra Soluço como líder dos vikings. Eu nunca li os livros dá série, mas já me falaram que eles são ótimos, então já fica como dica para quem gosta.

2 – A Origem dos Guardiões (Rise of The Guardians, 2012)

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A Origem dos Guardiões conta a história de um grupo de guardiões que são os protetores de todas as crianças do mundo. Eles são Norte (Alec Baldwin), Sandy, Fadinha (Isla Fisher) e Coelhão (Hugh Jackman), ou para ficar melhor, eles também são conhecidos como Papai Noel, Fada dos Dentes, Coelho da Páscoa e Sandman, que é o guardião dos sonhos, é ele quem garante que não tenhamos pesadelos durante a noite. Mas nem tudo são flores e um espírito maligno, o Breu (Jude Law) ou o Bicho Papão, aparece para transformar todos os sonhos em pesadelos e despertar o medo nas crianças e meio que fazer todas elas desacreditarem nos guardiões. Com isso a Lua designa um novo guardião para ajudar a todos: Jack Frost (Chris Pine). Um dos momentos mais legais da história é quando todos se juntam para ajudar a Fada dos Dentes a recolher todos os dentes do mundo, para que a crianças não deixem de acreditar nela. É hilário ver como eles podem ser tão competitivos entre si, um sabotando o outro para conseguir mais dentes.

A história pode parecer meio infantil, mas eu não achei. Achei o filme interessante e o que ele mostra faz muito sentido. Os guardiões preservam a inocência das crianças, nós só deixamos de acreditar neles quando já somos mais velhos, quando já não somos tão inocentes assim. Outra coisa boa é que ele não mostra o Papai Noel, o Coelho da Páscoa e a Fada dos Dentes com aquela imagem que toda criança tem. Na história o bom velhinho não é tão fofo assim, ele é um cossaco russo todo tatuado; o Coelho da Páscoa não é branquinho e nem fofinho, é um coelho gigante e australiano que anda pra cima e pra baixo com um bumerangue em mãos; e a Fada dos Dentes não é bem uma fada e sim meio humana meio colibri, ela é toda fofinha como o esperado, mas tenho certeza que a Sininho ficou meio chateada quando eles tiraram a forma de fada da moça que cuida dos nossos dentes.

A Origem dos Guardiões me apresentou dois guardiões que eu nem tinha ideia da existência, que são o Sandman e o Jack Frost. O Sandman é o guardião dos sonhos, uma criaturinha fofa que não fala para não ter que acordar ninguém, então ele se expressa através de imagens de areia; e o Jack Frost é um jovem solitário, meio rebelde que tem o poder de evocar o vento, o frio, a tempestade e a neve. Ele é a personificação da travessura e do caos de uma criança. Acredito que muitas pessoas no Brasil não conheciam Jack Frost e sua história pelo fato de estarmos em um país tropical. Acho que Jack derreteria se viesse para cá.

Espero que gostem das indicações da semana. Aliás, quem não conhece Monstros S.A. assista AGORA ao filme, porque é a coisa mais fofa da face da terra e quem já assistiu corre para o cinema e assiste a Universidade Monstro que deve estar tão bom quanto o primeiro filme.

Beijos e até semana que vem.