O que rolou: Retrospectiva 2014

E o tempo passou voando e já está quase na hora do bom velhinho trazer nossos presentes. Acharam que eu havia esquecido da Retrospectiva deste ano? Não mesmo, estava revendo o que aconteceu durante este ano de 2014 e teve tantos badalos envolvendo celebridades, transformações capilares, homens, filmes, artista musical, tendências e muito mais.

Enquanto esperamos 2015 dar o ar de sua graça, vamos dar uma recapitulada e lembrar o que rolou?

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A dona da bunda mais badalada da Internet Kim Kardashian casou com o cantor Kanye West em maio. Todo mundo queria ver o vestido dela, se ela chorou horrores, por qual motivo o seu irmão Rob não compareceu a festa e muitos outros quinhentos do casamento, que só foram revelados bem depois. Foi no finalzinho de 2013 que surgiu o livro A Culpa é das Estrelas e virou febre mundial quando o filme foi lançado em meados de junho. Impossível não se apaixonar por Hazel e Gus, a história é fofa e muito triste. Além disso, fez muitas pessoas saírem com os olhos vermelhos do cinema (fui uma delas).

Fica complicado dizer realmente quem foi o artista musical deste ano, até então, tivemos ótimas revelações e músicas surpreendentes, não é mesmo? Pharrell com “Happy” ninguém mais aguenta hahah. Iggy Azalea “Fancy” e o ruivinho mais fofo do Reino Unido, Ed Sheeran com o seu álbum “X”.

E os babados do ano que não podem passar em branco e renderam ótimos memes foi a própria Copa do Mundo realizada em nosso país, né? Apesar da bagunça, vitórias e derrotas com absoluta certeza que a Copa foi divertida e inesquecível (7×1, porque gente?). Teve também briga feia entre Solange Knowles e Jay-Z no elevador, o músico preferiu ficar quetinho apanhando ao invés de bater e sair feio pra ele (tá certo!). Outra celebridade falada até dizer chega foi Jennifer Lawrence com vários filmes para divulgar, corte novo, namorado novo ainda precisou explicar o motivo de suas fotos nuas vazadas na web. Quem viu, viu! 😛

Tivemos também o baby fashionista do ano e sabe quem foi? O príncipe George roubando a cena com suas caretas fofas quando comparecia aos eventos com os pais, criaram até um tumblr para o pequeno na época, engraçadíssimo! Não teve nenhuma série fantástica lançada este ano (pelo menos para mim). Mas, declaro meu amor a Orphan Black, o seriado já possui 2 temporadas completas e fizemos resenha aqui, vicia você também! Em relação aos filmes: Jogos Vorazes era o filme mais aguardado, seguido de Divergente (eu prefiro). Mas, faltou filmes excepcionalmente bons neste ano nos cinemas.

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Vamos falar de homem? Mais precisamente de homem bonito e que arranca suspiros de nós através das telinhas da TV? Não teve outra Jamie Dornan derrubou forninhos de várias mulheres nos trailers de divulgação do filme “50 tons de Cinza” que garante estreia em fevereiro de 2015 e garanto a vocês só ouviremos falar dele no ano que vem. Em terras tupiniquins Chay Suede foi o gato de sucesso deixando muita novinha apaixonada por (ele, claro!) e seu papel na novela das 21h.

Beleza é um assunto delicioso de conversar com a melhor amiga e aqui no blog não é diferente. Diversas celebridades resolveram arriscar um corte novo, entre elas Kaley Cuoco, Lauren Conrad, Marina Ruy Barbosa,Taylor Swift e parece que foi um tal de Long Bob, sabe? O corte médiounânime pela maioria e queridinho por ser prático de cuidar e arrumar. Além disso, a mulherada resolveu se apegar nas cores e botou o batom Flat Out Fabulous da MAC pra jogo, tanto é que sempre tá em falta na própria loja. Os lábios da Kylie Jenner renderam assunto em todo lugar. Se é botox ou não a realidade é que: tá feio amiga. Apenas, PARE!!

moda ta aí pra ser usada, como alguns costumam dizer e foi basicamente isso que a gente viu por aí. Mochila nas costasTênis brancoFranjasa volta dos anos 90Quimono, Boho StyleBirkenFlash Tattoos entre outras. Algumas viraram tendências clássicas e outras insuportáveis até dizer chega. Afinal, qual destas você deixa e qual leva para 2015? Passo a Flash Tattoos e a Birken e levo o Tênis branco e Quimono ♥.

E aí, o que marcou este 2014 pra você? Se eu esqueci de algum babado fortíssimo, compartilhem aí!!

Feliz Natal para minhas leitoras/amigas queridas ♥♥♥♥ 

 

Bom dia, pessoas! Como vocês estão? Eu tô ótima, estou aproveitando minhas férias da faculdade para me atualizar nas séries e assistir filmes novos. Semana passada eu assisti um filme que eu estava aguardando há um tempo. Bom, pra quem não sabe, eu sou muito fã do ator Jason Momoa desde Stargate Atlantis, inclusive já falei aqui no blog de alguns trabalhos que ele participou. Enfim, eu estava aguardando há um ano e meio a estreia de Road to Paloma, primeiro filme que contém Jason como diretor, produtor e ator, tudo ao mesmo tempo. Esse é um filme independente e uma realização pessoal dele.

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Road to Paloma conta a história de Robert Wolf (Jason Momoa), um nativo, e sua fuga após cometer o assassinato do homem que estuprou e matou sua mãe a sangue frio. Após realizar sua vingança, Wolf abandona sua vida para fugir enquanto é caçado pelo FBI. Em meio a suas viagens, Wolf conhece Cash, um roqueiro malandro e alcoólatra. Os dois acabam por fim se aliando pelas estradas a fora, Cash então decide acompanhar Wolf em sua jornada para jogar as cinzas de sua mãe nas águas de um lago. Por lá acontece o desfecho da trama, que possui aproximadamente uma hora e meia de duração.

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Eu não estava esperando que o final fosse como foi. Considerando que o filme foi produzido com um orçamento extremamente pequeno e poucos recursos, é uma boa escolha para quem gosta de filmes de estrada. Existem cenas divertidas, protagonizadas principalmente pelo Cash, existem momentos que a cultura indígena americana é ligeiramente mostrada e até um breve romance entre Wolf e Magdalena, interpretada pela própria esposa de Jason, a atriz Lisa Bonet.

Confira o trailer:


Vocês já ouviram falar do filme?

Beijos!

Bom dia, pessoas! Como foi o Carnaval de vocês? O meu foi super animado… Só que não, passei os cinco dias de folga na cama. Mas descansar também é válido, né? Ainda mais pra quem não gosta do evento, como eu. Vamos ao que interessa, essa semana eu trouxe um filme novo pra vocês. Depois da maratona Oscar que encerrou na semana passada (Por falar nisso, vocês assistiram? Foi a melhor edição! Ellen arrasou como apresentadora da premiação), hoje apresento a vocês a versão mais nova de Hércules que ainda se encontra nos cinemas de todo o Brasil.

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Nesta história de origem, que ainda acrescenta elementos da história de Cristo à trama, o príncipe Alcides (Kellan Lutz) é o segundo filho do cruel rei Anfitrião (Scott Adkins). Após ser traído pelo seu pai e pelo seu irmão Ificles (Liam Garrigan) e escravizado por conta de seu amor proibido pela bela Hebe (Gaia Weiss), Alcides acaba por abraçar sua verdadeira origem e nome, tornando-se Hércules, filho de Zeus, tendo de lutar para recuperar Hebe e seu reino.

Muito bem, vamos às críticas. A meu ver, Kellan Lutz, que interpretou Emmet na saga Crepúsculo, ainda não estava pronto para um papel principal desse nível. Ele tem todos os atributos físicos necessários para o personagem, mas infelizmente não o talento.  As cenas românticas não tinham química alguma, a atriz era outra que não sabia expressar as emoções em cenas que requeriam mais sentimento. Os atores não foram os únicos responsáveis pelo fracasso do longa-metragem, a direção de arte deixou muito a desejar e os efeitos (a cena do leão foi a gota d’água) são muito pobres. Eu fiquei extremamente decepcionada, esperava um ótimo trabalho devido ao alvoroço que a mídia fez ao redor do filme.

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Como se não bastasse um, outro filme do herói vem por aí.  Hércules também ganhará vida através do ator Dwayne Johnson. Conhecido por seus papéis em O Escorpião Rei e O Fada do Dente, ele já se mostrou bastante versátil ao longo da carreira. Sinceramente, eu aposto nessa versão como a melhor entre os dois. Sou fã do Johnson e acredito que além de ter o físico, também vai compartilhar seu talento dando a alma necessária para Hércules.

Eu sugiro que assistam a essa versão, porque opinião é algo pessoal. O que não é bom para mim, pode ser para vocês e vice-versa. Confiram o trailer abaixo:

Já foram ao cinema conferir? O que acharam dessa versão? Deixe sua opinião nos comentários!

Beijos!

Oi, gente! Eu estava um pouco sumida, mas voltei! Essa é a última semana em que falamos sobre os filmes indicados ao Oscar e semana que vem a premiação mais famosa do mundo vai ao ar, no dia 2 de março (domingo). Não perca! Então vamos ao que realmente interessa, as três últimas indicações que sobraram foram: O Lobo de Wall-Street, Nebraska e Gravidade.

O Lobo de Wall-Street

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O filme foi baseado nos livros “O Lobo de Wall Street” de 2007, e “Catching the Wolf of Wall Street”, de 2009. A história, de certa forma, dá glamour à vida do ex-corretor e agora palestrante Jordan Belfort, que foi condenado a quatro anos de prisão em 1998 por fraude e lavagem de dinheiro, chegando a cumprir menos de dois anos. Os que não conhecem a história se veem confusos tentando entender o verdadeiro caráter do protagonista: um aproveitador, um esperto, um visionário, um charlatão, ou apenas alguém querendo subir na vida? Repugnante ou fascinante?

Leonardo DiCaprio foi o responsável por dar veracidade a essa figura intrigante. Após alguns anos de carreira, tal filme pode finalmente dar a ele o Oscar de Melhor Ator. Num filme que parece recheado de excessos, sua atuação é brilhante, construindo o agora ex-corretor de forma minuciosa e precisa, em meio a drogas, surubas, adaptando uma expressão sobre a qual jamais se pensaria no final do século passado.

Além de cenas surreais, o filme tem sequências fortes de drogas e sexo: países como Índia, Malásia e Líbano censuraram sua exibição. Além de DiCaprio como protagonista, Jonah Hill também foi indicado ao Oscar como coadjuvante: no total foram cinco indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Roteiro Adaptado. Atenção também para duas excelentes pequenas participações: brilha no início do filme o principal concorrente de DiCaprio (e favorito) no Oscar, Matthew McConaughey; mais para o final, um dos vencedores da mesma categoria pouco tempo atrás, Jean Dujardin (de “O Artista”).

Apesar de não ser meu gênero preferido, o filme tem uma trama que vale a pena ser contada. Eu não acredito que o filme vá ganhar nessa categoria, mas pode ser que Leonardo Dicaprio leve a estatueta por sua atuação.

 

Nebraska

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Woody Grant () é um pai idoso, ex-alcoólatra, que recebe uma daquelas cartas de marketing dizendo que ganhou 1 Milhão de dólares e precisa ir até Lincoln, em Nebraska, para receber o prêmio. Como sua família não quer se deslocar de Montana para Nebraska (cerca de 2 dias de viagem de carro) por algo que sabe ser uma farsa, Woody cria o hábito de tentar fugir e tentar ir pra Lincoln à pé. Cansado de ter que procurar o pai quase toda noite, David Grant () resolve finalmente fazer a viagem com o pai, para assim provar que o dinheiro era só um esquema para assinaturas de revistas. Nessa viagem vemos várias cenas clássicas de rodovias, lotada de caminhões, motoqueiros em suas Harley-Davidsons, maquinários agrícolas, trens de cargas e essas coisas que costumávamos ver com frequência lá pela década de 60. Durante a viagem vamos descobrindo um pouco mais da relação de Woody com os filhos, que não era nada boa.

Não gostei muito do filme, mas também não é de todo ruim. Se você curte filme em preto e branco, clássicos do cinema, então provavelmente vai te agradar.

Gravidade

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 A história conta basicamente sobre o momento em que Ryan Stone (Sandra Bullock) está em sua primeira missão espacial ao lado do astronauta veterano Matt Kowalsky (George Clooney), que se despede da função neste último voo. Mas durante um passeio espacial aparentemente rotineiro, um acidente ameaça a vida dos passageiros, que têm sua nave destruída. Absolutamente sozinhos no espaço, Stone e Kowalsky são obrigados a lutar lado a lado para sobreviver em um ambiente de total escuridão. O filme é um estudo de personagem, onde a apresentação e construção emotiva e das ações da doutora Ryan Stone são fundamentadas e muito bem estruturadas. Nada nos diálogos é gratuito, nenhum comportamento é infundado. A Dra. Stone não é uma heroína. Ela é uma insegura novata, que lida com os efeitos no corpo da falta de gravidade e parece que mal sabe o que tá fazendo. E o filme também é um exercício de metáforas, onde as limitações da doutora, físicas ou emocionais, nos remetem às nossas próprias. Isso é o resultado de um personagem bem construído. Até mesmo os momentos em que o silêncio reinava eram angustiantes, mas nunca entediantes, tudo claramente pensado.

Além de excelentes atuações, achei a produção muito inteligente e os efeitos são incríveis!

Infelizmente, apenas um dos nove filmes pode levar o título de Melhor Filme. O meu preferido com certeza é Clube de Compras Dallas, e também gostaria que os atores do filme levassem os prêmios. E vocês? Estão torcendo para qual filme? Espero que tenham gostado da Maratona Oscar!

Até semana que vem, beijos!

E mais uma Maratona Oscar está no ar!! Esta semana a Carol teve trabalhos da faculdade pra fazer e não conseguiu subir os posts. Portanto, a resenha fica por minha conta, 😛 vamos lá? Os escolhidos dessa semana foi Her e Philomena histórias bem diferentes, emocionantes e marcantes ao mesmo tempo.

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Her, já imaginou você se apaixonar por um sistema operacional de computador? Foi o que aconteceu com o personagem Theodore (Joaquin Phoenix) um escritor solitário que trabalha numa agência publicando cartas pessoais e profundas para outras pessoas. Theodore acaba de separar de sua esposa e para não se sentir tão só compra um avançado sistema operacional que atenda suas necessidades. Enquanto descobre o que existe na máquina que promete ser uma solução e tanto para sua vida, Theo se surpreende com Samantha (Scarlett Johansson) uma voz sexy, sensível e muito engraçada. Ao longo de suas conversas Theo e Samantha criam afinidades e a amizade dos dois fica tão próxima e acaba virando um romance contemporâneo.

O filme mostra muito bem a geração que vive conectada e não consegue deixar o celular/computador de lado. Gostei muito da história me prendeu até o fim. Demorei horrores pra saber de quem era a voz “misteriosa” do sistema operacional. Her é um filme lindo, triste e surpreendente!

Confira o trailer:

Philomena, No ano de 1952, Philomena (Judi Dench) uma Irlandesa engravida na adolescência e logo depois entra para um convento. Philomena cria seu bebê Anthony dentro do convento por algum tempo, até ele ser levado pela adoção por um casal americano. Após sair do convento Philomena começa uma busca pelo seu filho, junto com a ajuda de Martin Sixsmith (Steve Coogan), um jornalista extremamente preconceituoso que escreve histórias russas e acha que as histórias da vida real não merecem ser reconhecidas pelas pessoas. Martin as classifica como “história de interesse humano” ou seja, sem valor nenhum. Ao viajar para os Estados Unidos, Philomena e Martin vão atrás de informações de Anthony. Durante o café da manhã dos dois, Martin encontra na internet uma foto e várias informações sobre a vida de Anthony que ao mudar para o EUA é conhecido pelo nome de Michael. Através desses detalhes e informações Philomena vai atrás das pessoas que conheceram seu filho. No meio dessa busca incessante pela história de Anthony, Philomena descobre que ele já está morto e mesmo assim insiste em saber como e quem era seu filho.

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O filme possui uma história incrível, triste e profunda. A personagem Philomena nos mostra que apesar de todos as adversidades e voltas que a vida dá, de alguma forma podemos aprender e levar boas lições com ela. A cena que mais me tocou foi quando Philomena assisti um vídeo de todos os momentos especiais da vida de seu filho, no qual ela não esteve presente.

Confira o trailer:

Vocês já assistiram algum desses filmes? Qual história te marcou mais?

Maratona Oscar: Trapaça

Fala, minha gente! Como vocês estão? Eu tô bem demais, feliz demais, mais do que alegre. Mas ninguém quer saber do meu humor, então eu tô aqui para falar de mais um filme indicado ao Oscar, e a escolha dessa semana foi o que eu menos gostei (para falar a verdade, odiei): Trapaça.

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Trapaça se passa no fim dos anos 70 onde um golpista conhece Sydney Prosser (Amy Adams) que aceita o seu estilo de vida e juntos começam a praticar golpes, além disso Irving Rosenfeld (Christian Bale) leva uma outra vida onde é casado e tem um filho, sua mulher Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) sabe que o marido trabalha em algo ilícito porém leva uma vida de madame então aceita essa condição. Após algum golpes e muito dinheiro, os vigaristas são pego pelo agente do FBI Richie Di Maso (Bradley Cooper) que faz uma proposta ao casal onde esses tem que ajudar a pegar outros bandidos e políticos para se livrar da cadeia. Eles logo aceitam e após isso vemos os 3 conseguindo dar golpes e prenderem  políticos e mafiosos porém Irvine prepara um último golpe para se livrar de Richie e fugir com a sua amada. Finalmente chegamos ao desfecho onde após perder seu emprego Richie fica sem nada, os  golpistas  resolvem seguir uma vida normal e a mulher(agora ex) Rosalyn  arranja um homem que a ama de verdade.

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O filme tinha tudo para agradar, e até conseguiu, tanto é que foi indicado ao Oscar. No entanto, apesar de eu achar que as atuações foram excelentes, o enredo não me convenceu. Eu fiquei confusa diversas vezes durante o filme, não me prendeu a atenção. Talvez seja só a minha opinião, mas realmente não gostei.

Confira o trailer:

Já assistiram ao filme? Descordam da minha opinião? Deixe nos comentários! Até mais, beijos!