No último final de semana não consegui manter os filmes em dia, mas algumas semanas atrás consegui assistir mais acabou que não deu tempo de postar porque acabei viajando. Aproveitei que tinha saído novos filmes no catálogo na Netflix, adicionei na minha lista e fui logo conferir. 🤔

1) Nerve – Um Jogo Sem Regras

Foi lançado este ano, o trailer é bem envolvente e gostei do filme. Vee DeMarco (Emma Roberts) está prestes a sair do ensino médio e sonhando em ir para a faculdade. Após uma discussão com sua amiga Sydney (Emily Meade), ela resolve provar que tem atitude e decide se inscrever no Nerve, um jogo online onde as pessoas precisam executar tarefas ordenadas pelos próprios participantes. Ele é dividido entre observadores e jogadores, sendo que os primeiros decidem as tarefas a serem realizadas e os demais as executam (ou não). Logo em seu primeiro desafio Vee conhece Ian (Dave Franco), um jogador do passado que esconde quem ele é realmente. Os dois acabam se aventurando nestas tarefas!

2) A Qualquer Preço

Sempre acho as atuações do Zac Efron bem parecidas, poucas coisam mudam e neste filme não é diferente. Aliás, algumas partes são boas outras bem chatas, confesso que não via a hora de terminar. Mas, se você discorda do que eu falei, assista! A história gira em torno de Dean Whipple (Zac Efron) filho de um rico agricultor que sonha em ser um grande piloto de automóvel. No entanto, suas ambições acabam mudando de foco quando a fazenda familiar é alvo de uma investigação policial, colocando pai e filho em uma rota de colisão que ameaça todo o equilíbrio e o futuro sonhado pela família.

Sand Castle

3) Castelo de Areia

Gosto muito de filmes de guerra, mas dormi na metade do filme. Assisti no outro dia e gostei. O soldado Matt Ocre (Nicholas Hoult) não tem vocação para a vida no exército, mas precisa buscar ajuda dos iraquianos a fim de concluir o difícil serviço. Durante a ocupação americana no Iraque, um grupo de soldados acaba de concluir uma ação vitoriosa em Badgá. Antes de voltarem aos Estados Unidos, eles têm uma última missão: ir ao pequeno vilarejo Baquba, região pouco conhecida pelas tropas estrangeiras. Mas como confiar nos inimigos? Como fazer o povo atacado confiar nos americanos?

Já assistiram? Aceito indicações 😉

Depois de uma temporada longa acompanhando os filmes do Oscar, ótimos filmes na lista por sinal.  Hoje, voltamos para a programação normal de indicar filmes e voltar com os 3 últimos assistidos no Netflix, eu acabei não assistindo nada por lá porque os indicados do Oscar tomaram meu tempo, logo tudo volta aos conformes, combinado? 😉

A escolha de hoje é o filme Beleza Oculta que mostra a história de Howard (Will Smith) um publicitário de sucesso que vê seu mundo acabar depois que perde a filha de 6 anos, logo ele apresenta sinais de alucinação e depressão. Seus sócios e amigos na agência Whit (Edward Norton), Claire (Kate Winslet) e Simon (Michael Peña) procuram uma maneira de ajudá-lo, ao mesmo tempo em que se encontra em uma situação complicada na profissão.

Howard acaba participando de um grupo de apoio comandado por Madeleine (Naomie Harris), enquanto passa a escrever cartas, não para as pessoas, mas tentando de alguma maneira expor seus sentimentos, dividindo elas em Amor, Tempo e Morte que se materializam nas figuras interpretadas por (Keira Knightley, Jacob Latimore e Helen Mirren).

A narrativa não aprofunda tanto nas situações, apenas mostra exemplos de como as coisas realmente são. A perda de pessoas que amamos, o tempo que poderíamos ter ficado com elas, a dor, o choro escondido, a morte entre outros sentimentos que nos rodeiam. É uma história simples, que traz reflexão, valores e principalmente emoção pra quem passa/passou por alguma história compartilhada no filme.

Li muitas críticas negativas, mas desconfio de todas até assistir o filme e ver com meus próprios olhos e tirar as minhas conclusões. Will Smith novamente arrasa mais uma vez nas telonas, consegue transmitir o sentimento de dor que vive. Adoro filmes gravados em Nova York e esse foi um dos motivos que me fez assistir. Acho que a trilha sonora poderia ter sido melhor. O trailer abaixo pode te fazer chorar, tá? 😭

Já assistiram?

Vamos falar do filme vencedor do Oscar? Depois de toda polêmica ocorrida na premiação, quem viu ao vivo, viu! Eu também achei que a pessoa tinha lido errado quando mencionaram La La Land, e foi bem isso que aconteceu. Moolight: Sob a Luz do Luar, não foi o meu favorito, mas agrada por possuir uma história interessante e o que eu mais gostei foi a fotografia, é praticamente um encanto pra quem ama essa arte. 📽🎞

O filme também surgiu a partir de uma ideia de uma peça teatral (não lançada) divide a vida do personagem em 3 capítulos, seu principal foco é a busca por autoconhecimento, algo universal, inerente à vida de qualquer ser humano, independente da cor da pele. Podemos conhecer a história de Chiron (Alex Hibbert) que mora numa comunidade pobre de Miami, bem na época da explosão do crack dos anos 80. Na adolescência, quem assume é (Ashton Sanders) em uma performance exagerada e menos sutil que transparecia.

O longa mostra as questões de raça, preferência sexual e ganha contornos complexos, mostrando a vida de uma mãe solteira sobrecarregada de trabalho que usa a droga como escape. Entre um mundo externo perigoso e lares desfeitos, Chiron parece não ter qualquer escapatória a não ser a de se corromper pelo meio em que vive. Moonlight promove uma perspectiva de uma Miami com tonalidades fortes e deprimentes da fotografia de James Laxton, uma espécie de versão periférica de Christopher Doyle e variando com a música clássica a Caetano Veloso. 💕

Confira o trailer:

Já assistiram?

A premiação do Oscar já passou mais faltou falar de alguns filmes que foram indicados e um deles que eu curti bastante foi Fences, traduzido para nossa língua como Um Limite entre Nós. É um filme inteligente, com bastante diálogo, ótimas atuações e que nos faz pensar sobre várias situações de nossa vida. ❣️👀😢

Dirigido e protagonizado pelo artista Denzel Washington, o longa fala sobre a vida de Troy Maxson (Denzel Washington) aborda seus conflitos, convicções e suas relações conturbadas e cheias de princípios com sua família. Baseado numa peça teatral de grande sucesso escrita por August Wilson (que assina o roteiro), o filme tem momentos de poesia que nos faz pensar sobre nossa vida e nossos sonhos, esse imenso mundo cheio de (a)diversidades em que vivemos.

Ambientado na década de 50 nos Estados Unidos, acompanhamos a trajetória de Troy Maxson (Denzel Washington) um homem analfabeto, que foi preso por anos, e depois trabalhou todos os dias para sustentar sua família, de origem humilde, em um bairro familiar norte americano. Frustrado toda vida por não conseguir ter sido um jogador de baseball profissional, com todo o talento que tinha, seu destino lhe reservou outra história e assim ele vive com sua mulher Rose Maxson (Viola Davis) e seus dois filhos, além de ter que cuidar do irmão Gabriel (Mykelti Williamson), um ex-combatente do exército que voltou com problemas da guerra.

Mesmo com atitudes impulsivas, Troy é o retrato de grande parte dos trabalhadores americanos de origem humilde na década de 50, lutando contra preconceitos e esperando por novas chances. Podemos fazer uma analogia com os tempos atuais de crise pelo mundo todo. O filme ganha momentos dramáticos quando Troy conta para sua esposa, que terá um filho em breve de uma amante. A partir desse ponto, muita coisa muda na visão de Rose mesmo Troy tentando se manter firme em suas atitudes.

É um espetáculo de atuação de ambos Viola e Denzel (merecia o prêmio de melhor ator, tá?), a história é surpreendente do começo ao fim. Mesmo possuindo algumas cenas bem cansativas, consegui me manter firme e assistir até o final. Recomendo o filme pra quem realmente ama diálogos longos, história e reflexão! 🤔

Confira o trailer:

Já assistiram?

Estão assistindo os filmes indicados ao Oscar? A lista está bem diversificada e até agora gostei bastante de três, inclusive de Lion – Uma Jornada para Casa, lendo a sinopse do filme eu não dava nada pela história. Mas, depois que eu terminei de assistir minha opinião mudou totalmente e eu só tenho elogios positivos do longa. Até agora uma das histórias que mais me tocou profundamente. 😢❣️

O filme traz a história de Saroo (interpretado pelo ator mirim Sunny Pawar e depois por Dev Patel) quando tinha cinco anos, se perdeu do irmão Guddu (Abhisheck Bharate) numa estação de trem de Calcutá. Isso aconteceu devido ao irmão mais velho ter ido procurar emprego e Saroo insistiu que era forte o bastante para ajudá-lo. Depois da jornada de andar pelos trens da cidade, Saroo é deixando no banco da estação pelo irmão para dormir. Ao despertar o pequenino, sai em busca do irmão, mas o destino resolve intervir na sua vida, levando-o a quilômetros de distância de sua casa, sua família e sua cultura.

Podemos acompanhar o menino em suas adversidades pelas ruas de Calcutá, sem saber de onde veio e até mesmo o nome de sua mãe. Até que um dia, o pequeno é adotado por uma família australiana. Sue e John (Nicole Kidman e David Wenham), ainda que pudessem optar por filhos naturais, resolveram que seria melhor se pudessem dar chance à crianças que poderiam ter suas vidas mudadas através da adoção. Saroo não foi o único adotado, Matosh (Divian Ladwa) também foi acolhido para o mesmo lar. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

O longa de alguma forma nos mostra que mesmo num mundo tão egoísta e materialista. Ainda existem sentimentos como a bondade, o amor, o respeito e a generosidade capazes de juntar pessoas de culturas diferentes para um mesmo lugar. Lion é uma verdadeira história que compartilha momentos de delicadeza, reflexão e aprendizado. Atuação impecável para Dev Patel, li que ele passou 8 meses se preparando para o papel, destaque também para os atores mirins e Nicole Kidman. Fotografia bonita em vários aspectos do filme! 💕

Confira o trailer:

Deixem as lágrimas rolarem, tá? Hahaha

Já assistiram?

Continuando a saga dos 🎬🎬 filmes indicados ao Oscar 2017. O de hoje Manchester à Beira Mar, causou barulho no Festival De Cannes e promete causar no dia 26 de fevereiro. O longa aborda relações de família, sentimentos, emocionando o público e mantendo a projeção de vários aspectos cinematográficos.

O filme mostra a história de Lee Chandler (Casey Affleck), que leva a vida fazendo trabalhos de zelador, amargurado com a vida, com dificuldades de socialização e que fugia para Boston na tentativa de deixar para trás questões mal resolvidas de seu passado. Sua estratégia de fuga estava indo bem, até que ele se viu obrigado a retornar à Manchester para tratar do funeral de seu irmão e cuidar de seu sobrinho, desamparado desde a morte do pai.

Tudo soa simples e natural, sem apelações visuais mesmo o luto sendo a principal temática da história. Não vemos um drama pesaroso, no pior sentido da palavra e, sim, situações em estado de mudança. Patrick (Lucas Hedges) é uma prova disso, o garoto está na adolescência, acaba de perder o pai e não tem relação diária com a mãe e, mesmo assim, continua vivendo a vida como deve ser seguida, com seus amigos, escola, namoradas e agora, com o tio que tem sua guarda. O roteiro é construído com essas amarrações habituais, proporcionando uma história verdadeira.

Manchester à Beira Mar é um drama que faz a gente chorar, refletir e pensar sobre nossas relações cotidianas. O desfecho é inteligente, sendo realista e condizente com o que foi apresentado. Apesar de apresentar uma história bonita, não consegui gostar tanto assim do filme 😔, mas acredito que por revelar problemas tão comuns pode receber algumas estatuetas! 👀👀

Confira o trailer:

Já assistiram?