Bom dia, gente! Tudo na paz? Hoje eu trouxe um filme que saiu faz pouco tempo dos cinemas. Confesso que eu não estava apostando muito em Divergente quando começaram a anunciar que iam adaptar o livro da Veronica Roth, então nem fiz questão de ir ao cinema assisti-lo. Um dia desses, procurando filmes para assistir na internet, resolvi ver essa versão melhorada de Jogos Vorazes que todo mundo estava comentando.

E não é que o filme é até bom?

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A história de Divergente é baseada nas facções trabalhistas definidas pelas aptidões de cada indivíduo.  Ao completar certa idade, os jovens precisam escolher suas facções diante de um conselho.A trama gira em torno de Beatrice (Shailene Woodley), que ao fazer o teste (tipo um teste vocacional, só que mais complexo) descobre algo muito importante que mudaria totalmente o rumo de sua vida. E então, na hora de mostrar a todos o caminho que escolheu ela acaba surpreendendo os pais ao escolher uma facção diferente da que foi criada, assim como seu irmão. Nessa nova facção ela conhece o Quatro (Theo James), um professor que vai guiar os novos recrutas da facção e alguém que ela acaba se envolvendo. Existe bastante ação, suspense e romance durante as cenas. Eu não li o livro, mas acredito que seja ainda melhor que o filme.

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O enredo capta sua atenção, te faz entrar na história com as sequências de ação e as cenas são desenroladas de forma que você entenda bem o que está acontecendo, tudo é bem explicado. O elenco está excelente, que além de Shailene e Theo ainda conta com Kate Winslet e Ansel Elgort.

P.S: Os fãs de Jogos Vorazes que me desculpem, mas Divergente é bem melhor.

Fique com o trailer:

Vocês já assistiram? Gostaram ou não?

Bom dia, gente! Como vocês estão hoje? Eu trouxe um filme sobre uma história que eu acredito que todos já conheçam. Há alguns dias, perambulando pelos canais fechados da NET eu vi Romeu e Julieta, a versão mais recente produzida em 2013, para alugar e resolvi pagar para assistir. Se arrependimento matasse eu não estaria aqui escrevendo para vocês.

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Já deu pra perceber que eu não gostei do filme, né? Isso é porque eu esperava mais, mesmo sabendo qual seria o enredo e o final da trama. A versão que conta com Hailee Steinfeld como Julieta e Douglas Booth como Romeu deixa muito a desejar com diálogos superficiais, sem riqueza alguma de detalhes. As cenas são muito pobres, essa versão não segue os princípios narrativos da obra de William Shakespeare, banalizando completamente a história. As cenas são muito rápidas, fazendo com que a energia e qualidade de uma história tão romântica se desfizesse ao longo do filme.

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As atuações não foram completamente ruins, mas os atores responsáveis pelos dois protagonistas não deram conta do recado e muito menos apresentaram química nas cenas. O que me deixou extremamente decepcionada foi o desempenho de Hailee, cuja atuação foi excepcional em True Grit, filme que lhe rendeu uma nomeação ao Oscar em 2011.

O filme realmente não acrescenta em nada, na minha opinião. Eu achei válido comentar aqui e apresentar essa versão mais recente de Romeu e Julieta para quem ainda não ouviu falar, fica a critério de vocês assistirem para tirarem suas próprias conclusões.

Fique com o trailer abaixo:

E vocês, já assistiram o filme?

Bom dia, pessoas! Como vocês estão? Eu tô ótima, estou aproveitando minhas férias da faculdade para me atualizar nas séries e assistir filmes novos. Semana passada eu assisti um filme que eu estava aguardando há um tempo. Bom, pra quem não sabe, eu sou muito fã do ator Jason Momoa desde Stargate Atlantis, inclusive já falei aqui no blog de alguns trabalhos que ele participou. Enfim, eu estava aguardando há um ano e meio a estreia de Road to Paloma, primeiro filme que contém Jason como diretor, produtor e ator, tudo ao mesmo tempo. Esse é um filme independente e uma realização pessoal dele.

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Road to Paloma conta a história de Robert Wolf (Jason Momoa), um nativo, e sua fuga após cometer o assassinato do homem que estuprou e matou sua mãe a sangue frio. Após realizar sua vingança, Wolf abandona sua vida para fugir enquanto é caçado pelo FBI. Em meio a suas viagens, Wolf conhece Cash, um roqueiro malandro e alcoólatra. Os dois acabam por fim se aliando pelas estradas a fora, Cash então decide acompanhar Wolf em sua jornada para jogar as cinzas de sua mãe nas águas de um lago. Por lá acontece o desfecho da trama, que possui aproximadamente uma hora e meia de duração.

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Eu não estava esperando que o final fosse como foi. Considerando que o filme foi produzido com um orçamento extremamente pequeno e poucos recursos, é uma boa escolha para quem gosta de filmes de estrada. Existem cenas divertidas, protagonizadas principalmente pelo Cash, existem momentos que a cultura indígena americana é ligeiramente mostrada e até um breve romance entre Wolf e Magdalena, interpretada pela própria esposa de Jason, a atriz Lisa Bonet.

Confira o trailer:


Vocês já ouviram falar do filme?

Beijos!

Oi, gente! Como está a manhã de vocês? Fim de semana chegando, hein! Nós estamos no mês dos apaixonados e como uma homenagem a essa data eu trouxe um filme muito romântico inspirado em fatos reais. Já assistiram ou ouviram falar de Para Sempre?

“Para Sempre” foi inspirado em um livro que conta uma fase muito difícil da vida de um casal. Eu nunca li o livro, mas pelo o que li a respeito o roteiro do filme acrescentou e deixou de fora alguns elementos da história real. O que importa, na verdade, é a mensagem do filme.

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A história conta basicamente sobre como Paige (Rachel McAdams) e Leo (Channing Tatum) tiveram sua história de amor interrompida tragicamente depois de um acidente em que ela perdeu a memória dos últimos cinco anos. Sem reconhecer o marido, ela precisa entender o que aconteceu nos últimos anos e por que havia se afastado da família e casado com uma pessoa que ela aparentemente nunca viu na vida. Nesse ritmo, Leo busca um jeito de tentar reconquistá-la e lidar com a situação.

Ao assistir você percebe que o roteiro não é muito focado na descoberta do romance, é mais sobre a validação do amor, cada passo que se dá até conquistar uma pessoa. É sobre precisar reconquistar aquela que você ama e fazer isso com paciência. O filme mostra como eles se conheceram e vários momentos especiais que eles compartilharam antes do acidente. O que eu adorei na história é que há espaço para todos os tipos de sentimento! Você vai rir e até chorar, embora não seja nada depressivo. Existem cenas muito emocionantes de marejar os olhos.

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É o filme perfeito para assistir no dia dos namorados, e convenhamos… Channing Tatum sempre vai ser uma motivação a mais para assistir um filme, né? E a atriz Rachel McAdams também é ótima, já assisti a vários filmes com ela, incluindo O Diário de uma Paixão que é outra história linda.

Confira o trailer:

E você já assistiu? Conte pra nós o que achou!

Beijos!

Bom dia, galera! Como vocês estão? Eu tô feliz demais, apesar da semana estar demorando muito para passar, enfim. Hoje eu trouxe pra vocês um filme de época (já devo ter mencionado minha paixão por filmes desse gênero). Eu já conhecia a história superficialmente, nunca li o livro, mas quando surgiu a novidade do filme eu me interessei. Devido aos obstáculos da vida eu só consegui assistir esse ano, mais precisamente na semana passada. Então vamos ao que interessa, o filme dessa semana é Anna Karenina.

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O filme Anna Karenina foi baseado no livro de Léon Tolstói, escrito em 1873. Adaptado para o cinema inúmeras vezes, a versão mais recente, lançada este ano, apresenta um formato diferente, com certeza bem mais ousado.

O enredo acontece no século XIX na Rússia Czarista. Anna Karenina (Keira Knightley) é uma jovem aristocrata casada com Alexei Karenin (Jude Law), um rico funcionário do governo. Durante uma viagem para consolar sua cunhada, que sofre com as traições do marido, ela conhece o Conde Vronsky (Aaron Johnson), um oficial da cavalaria. É assim que surge uma forte atração mútua que os dois não conseguem resistir, fato que causará grandes mudanças em suas vidas.Dirigido pelo britânico Joe Wright,  diretor também de Orgulho e Preconceito, inicia o filme em um palco, como se os personagens fizessem parte de um espetáculo de teatro. Esses recursos teatrais usados continuam ao longo do filme, já que grande parte das transições de cena também são feitas dessa forma.

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Quanto ao elenco, a interpretação de Keira Knightley foi nada além de convincente. Ela funciona muito bem em papéis de época, sendo que, dessa vez, assumiu um tom um pouco diferente das outras personagens. Anna não é uma mulher doce, ela é confusa, atormentada e questiona o tempo inteiro suas vontades e sua felicidade. Aaron Taylor Johnson, no papel de Vronsky, não convenceu muito. O grande destaque do filme  é Jude Law (sempre ele!) na pele do marido traído e que interpreta dignamente um homem conservador que se vê em um grande dilema com seus próprios sentimentos em relação à mulher.

No final das contas, “Anna Karenina” é um filme interessante, que retrata de uma maneira ousada a história do maior romance sobre adultério e sobre os questionamentos do amor da literatura mundial. Apesar de não entrar na lista dos meus filmes de época favoritos, eu recomendo fortemente para quem gosta desse tipo de filme.

Confira o trailer:

Vocês já assistiram Anna Karenina? Gostam de filmes de época?

Sessão Pipoca: Noé

Bom dia, gente! Aqui é a Carol, eu tinha me afastado por um tempo porque minhas responsabilidades fora do blog estavam me impedindo de continuar a escrever aqui. Mas, felizmente, estou de volta para continuar a compartilhar com vocês minha opinião sobre filmes, séries, livro e música. E para a minha primeira semana de volta ao Dia de Brilho eu escolhi um filme que assisti no cinema há pouco tempo, trata-se de Noé.

Se você que é religioso, conhece a história de Noé como a palma de sua mão, espera que o filme seja fiel ao que está escrito na bíblia… Não veja. Ou veja, para notar as diferenças. Muita coisa foi inventada, com elementos sobrenaturais e temas abordados como sexo, fertilidade e religião. Antes de assistir, muitas pessoas vieram até mim criticando o filme por não seguir a história ao pé da letra. Então talvez por ter ido preparada para não gostar, eu me surpreendi. Os efeitos especiais são incríveis e ao decorrer do filme muitas cenas fortes aparecem, fazendo o telespectador refletir e questionar o que Deus realmente quer de nós (para quem acredita, claro). Será que a interpretação que fazemos de certas mensagens são corretas? Essa foi uma pergunta que levei comigo ao final do filme.

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Quanto às atuações, Russell Crowe como Noé foi excepcional. Ele foi absolutamente o ator que deveria ser para interpretar um personagem tão singular quanto Noé, por vezes até me fez odiá-lo durante o filme devido a algumas atitudes. Jennifer Connely foi ótima também, representou bem a esposa de Noé, liderou a maioria das cenas mais emocionantes. Emma Watson, como filha adotada de Noé, sustentou o suficiente o drama de sua personagem. Por último, eu me decepcionei com Logan Lerman, achei muito fraca a atuação, mas valeu a paisagem hehe. Anthony Hopkins como Matusalém foi uma ótima figura, mas não esperava menos de um grande ator como ele.

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A quem interessar, confira o trailer:

Vocês já assistiram o filme? Conta aí!

Beijos!