Sessão Pipoca: Noé

Bom dia, gente! Aqui é a Carol, eu tinha me afastado por um tempo porque minhas responsabilidades fora do blog estavam me impedindo de continuar a escrever aqui. Mas, felizmente, estou de volta para continuar a compartilhar com vocês minha opinião sobre filmes, séries, livro e música. E para a minha primeira semana de volta ao Dia de Brilho eu escolhi um filme que assisti no cinema há pouco tempo, trata-se de Noé.

Se você que é religioso, conhece a história de Noé como a palma de sua mão, espera que o filme seja fiel ao que está escrito na bíblia… Não veja. Ou veja, para notar as diferenças. Muita coisa foi inventada, com elementos sobrenaturais e temas abordados como sexo, fertilidade e religião. Antes de assistir, muitas pessoas vieram até mim criticando o filme por não seguir a história ao pé da letra. Então talvez por ter ido preparada para não gostar, eu me surpreendi. Os efeitos especiais são incríveis e ao decorrer do filme muitas cenas fortes aparecem, fazendo o telespectador refletir e questionar o que Deus realmente quer de nós (para quem acredita, claro). Será que a interpretação que fazemos de certas mensagens são corretas? Essa foi uma pergunta que levei comigo ao final do filme.

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Quanto às atuações, Russell Crowe como Noé foi excepcional. Ele foi absolutamente o ator que deveria ser para interpretar um personagem tão singular quanto Noé, por vezes até me fez odiá-lo durante o filme devido a algumas atitudes. Jennifer Connely foi ótima também, representou bem a esposa de Noé, liderou a maioria das cenas mais emocionantes. Emma Watson, como filha adotada de Noé, sustentou o suficiente o drama de sua personagem. Por último, eu me decepcionei com Logan Lerman, achei muito fraca a atuação, mas valeu a paisagem hehe. Anthony Hopkins como Matusalém foi uma ótima figura, mas não esperava menos de um grande ator como ele.

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A quem interessar, confira o trailer:

Vocês já assistiram o filme? Conta aí!

Beijos!

Bom dia, pessoas! Como foi o Carnaval de vocês? O meu foi super animado… Só que não, passei os cinco dias de folga na cama. Mas descansar também é válido, né? Ainda mais pra quem não gosta do evento, como eu. Vamos ao que interessa, essa semana eu trouxe um filme novo pra vocês. Depois da maratona Oscar que encerrou na semana passada (Por falar nisso, vocês assistiram? Foi a melhor edição! Ellen arrasou como apresentadora da premiação), hoje apresento a vocês a versão mais nova de Hércules que ainda se encontra nos cinemas de todo o Brasil.

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Nesta história de origem, que ainda acrescenta elementos da história de Cristo à trama, o príncipe Alcides (Kellan Lutz) é o segundo filho do cruel rei Anfitrião (Scott Adkins). Após ser traído pelo seu pai e pelo seu irmão Ificles (Liam Garrigan) e escravizado por conta de seu amor proibido pela bela Hebe (Gaia Weiss), Alcides acaba por abraçar sua verdadeira origem e nome, tornando-se Hércules, filho de Zeus, tendo de lutar para recuperar Hebe e seu reino.

Muito bem, vamos às críticas. A meu ver, Kellan Lutz, que interpretou Emmet na saga Crepúsculo, ainda não estava pronto para um papel principal desse nível. Ele tem todos os atributos físicos necessários para o personagem, mas infelizmente não o talento.  As cenas românticas não tinham química alguma, a atriz era outra que não sabia expressar as emoções em cenas que requeriam mais sentimento. Os atores não foram os únicos responsáveis pelo fracasso do longa-metragem, a direção de arte deixou muito a desejar e os efeitos (a cena do leão foi a gota d’água) são muito pobres. Eu fiquei extremamente decepcionada, esperava um ótimo trabalho devido ao alvoroço que a mídia fez ao redor do filme.

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Como se não bastasse um, outro filme do herói vem por aí.  Hércules também ganhará vida através do ator Dwayne Johnson. Conhecido por seus papéis em O Escorpião Rei e O Fada do Dente, ele já se mostrou bastante versátil ao longo da carreira. Sinceramente, eu aposto nessa versão como a melhor entre os dois. Sou fã do Johnson e acredito que além de ter o físico, também vai compartilhar seu talento dando a alma necessária para Hércules.

Eu sugiro que assistam a essa versão, porque opinião é algo pessoal. O que não é bom para mim, pode ser para vocês e vice-versa. Confiram o trailer abaixo:

Já foram ao cinema conferir? O que acharam dessa versão? Deixe sua opinião nos comentários!

Beijos!

Oi, gente! Eu estava um pouco sumida, mas voltei! Essa é a última semana em que falamos sobre os filmes indicados ao Oscar e semana que vem a premiação mais famosa do mundo vai ao ar, no dia 2 de março (domingo). Não perca! Então vamos ao que realmente interessa, as três últimas indicações que sobraram foram: O Lobo de Wall-Street, Nebraska e Gravidade.

O Lobo de Wall-Street

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O filme foi baseado nos livros “O Lobo de Wall Street” de 2007, e “Catching the Wolf of Wall Street”, de 2009. A história, de certa forma, dá glamour à vida do ex-corretor e agora palestrante Jordan Belfort, que foi condenado a quatro anos de prisão em 1998 por fraude e lavagem de dinheiro, chegando a cumprir menos de dois anos. Os que não conhecem a história se veem confusos tentando entender o verdadeiro caráter do protagonista: um aproveitador, um esperto, um visionário, um charlatão, ou apenas alguém querendo subir na vida? Repugnante ou fascinante?

Leonardo DiCaprio foi o responsável por dar veracidade a essa figura intrigante. Após alguns anos de carreira, tal filme pode finalmente dar a ele o Oscar de Melhor Ator. Num filme que parece recheado de excessos, sua atuação é brilhante, construindo o agora ex-corretor de forma minuciosa e precisa, em meio a drogas, surubas, adaptando uma expressão sobre a qual jamais se pensaria no final do século passado.

Além de cenas surreais, o filme tem sequências fortes de drogas e sexo: países como Índia, Malásia e Líbano censuraram sua exibição. Além de DiCaprio como protagonista, Jonah Hill também foi indicado ao Oscar como coadjuvante: no total foram cinco indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Roteiro Adaptado. Atenção também para duas excelentes pequenas participações: brilha no início do filme o principal concorrente de DiCaprio (e favorito) no Oscar, Matthew McConaughey; mais para o final, um dos vencedores da mesma categoria pouco tempo atrás, Jean Dujardin (de “O Artista”).

Apesar de não ser meu gênero preferido, o filme tem uma trama que vale a pena ser contada. Eu não acredito que o filme vá ganhar nessa categoria, mas pode ser que Leonardo Dicaprio leve a estatueta por sua atuação.

 

Nebraska

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Woody Grant () é um pai idoso, ex-alcoólatra, que recebe uma daquelas cartas de marketing dizendo que ganhou 1 Milhão de dólares e precisa ir até Lincoln, em Nebraska, para receber o prêmio. Como sua família não quer se deslocar de Montana para Nebraska (cerca de 2 dias de viagem de carro) por algo que sabe ser uma farsa, Woody cria o hábito de tentar fugir e tentar ir pra Lincoln à pé. Cansado de ter que procurar o pai quase toda noite, David Grant () resolve finalmente fazer a viagem com o pai, para assim provar que o dinheiro era só um esquema para assinaturas de revistas. Nessa viagem vemos várias cenas clássicas de rodovias, lotada de caminhões, motoqueiros em suas Harley-Davidsons, maquinários agrícolas, trens de cargas e essas coisas que costumávamos ver com frequência lá pela década de 60. Durante a viagem vamos descobrindo um pouco mais da relação de Woody com os filhos, que não era nada boa.

Não gostei muito do filme, mas também não é de todo ruim. Se você curte filme em preto e branco, clássicos do cinema, então provavelmente vai te agradar.

Gravidade

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 A história conta basicamente sobre o momento em que Ryan Stone (Sandra Bullock) está em sua primeira missão espacial ao lado do astronauta veterano Matt Kowalsky (George Clooney), que se despede da função neste último voo. Mas durante um passeio espacial aparentemente rotineiro, um acidente ameaça a vida dos passageiros, que têm sua nave destruída. Absolutamente sozinhos no espaço, Stone e Kowalsky são obrigados a lutar lado a lado para sobreviver em um ambiente de total escuridão. O filme é um estudo de personagem, onde a apresentação e construção emotiva e das ações da doutora Ryan Stone são fundamentadas e muito bem estruturadas. Nada nos diálogos é gratuito, nenhum comportamento é infundado. A Dra. Stone não é uma heroína. Ela é uma insegura novata, que lida com os efeitos no corpo da falta de gravidade e parece que mal sabe o que tá fazendo. E o filme também é um exercício de metáforas, onde as limitações da doutora, físicas ou emocionais, nos remetem às nossas próprias. Isso é o resultado de um personagem bem construído. Até mesmo os momentos em que o silêncio reinava eram angustiantes, mas nunca entediantes, tudo claramente pensado.

Além de excelentes atuações, achei a produção muito inteligente e os efeitos são incríveis!

Infelizmente, apenas um dos nove filmes pode levar o título de Melhor Filme. O meu preferido com certeza é Clube de Compras Dallas, e também gostaria que os atores do filme levassem os prêmios. E vocês? Estão torcendo para qual filme? Espero que tenham gostado da Maratona Oscar!

Até semana que vem, beijos!

E mais uma Maratona Oscar está no ar!! Esta semana a Carol teve trabalhos da faculdade pra fazer e não conseguiu subir os posts. Portanto, a resenha fica por minha conta, 😛 vamos lá? Os escolhidos dessa semana foi Her e Philomena histórias bem diferentes, emocionantes e marcantes ao mesmo tempo.

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Her, já imaginou você se apaixonar por um sistema operacional de computador? Foi o que aconteceu com o personagem Theodore (Joaquin Phoenix) um escritor solitário que trabalha numa agência publicando cartas pessoais e profundas para outras pessoas. Theodore acaba de separar de sua esposa e para não se sentir tão só compra um avançado sistema operacional que atenda suas necessidades. Enquanto descobre o que existe na máquina que promete ser uma solução e tanto para sua vida, Theo se surpreende com Samantha (Scarlett Johansson) uma voz sexy, sensível e muito engraçada. Ao longo de suas conversas Theo e Samantha criam afinidades e a amizade dos dois fica tão próxima e acaba virando um romance contemporâneo.

O filme mostra muito bem a geração que vive conectada e não consegue deixar o celular/computador de lado. Gostei muito da história me prendeu até o fim. Demorei horrores pra saber de quem era a voz “misteriosa” do sistema operacional. Her é um filme lindo, triste e surpreendente!

Confira o trailer:

Philomena, No ano de 1952, Philomena (Judi Dench) uma Irlandesa engravida na adolescência e logo depois entra para um convento. Philomena cria seu bebê Anthony dentro do convento por algum tempo, até ele ser levado pela adoção por um casal americano. Após sair do convento Philomena começa uma busca pelo seu filho, junto com a ajuda de Martin Sixsmith (Steve Coogan), um jornalista extremamente preconceituoso que escreve histórias russas e acha que as histórias da vida real não merecem ser reconhecidas pelas pessoas. Martin as classifica como “história de interesse humano” ou seja, sem valor nenhum. Ao viajar para os Estados Unidos, Philomena e Martin vão atrás de informações de Anthony. Durante o café da manhã dos dois, Martin encontra na internet uma foto e várias informações sobre a vida de Anthony que ao mudar para o EUA é conhecido pelo nome de Michael. Através desses detalhes e informações Philomena vai atrás das pessoas que conheceram seu filho. No meio dessa busca incessante pela história de Anthony, Philomena descobre que ele já está morto e mesmo assim insiste em saber como e quem era seu filho.

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O filme possui uma história incrível, triste e profunda. A personagem Philomena nos mostra que apesar de todos as adversidades e voltas que a vida dá, de alguma forma podemos aprender e levar boas lições com ela. A cena que mais me tocou foi quando Philomena assisti um vídeo de todos os momentos especiais da vida de seu filho, no qual ela não esteve presente.

Confira o trailer:

Vocês já assistiram algum desses filmes? Qual história te marcou mais?

Maratona Oscar: Trapaça

Fala, minha gente! Como vocês estão? Eu tô bem demais, feliz demais, mais do que alegre. Mas ninguém quer saber do meu humor, então eu tô aqui para falar de mais um filme indicado ao Oscar, e a escolha dessa semana foi o que eu menos gostei (para falar a verdade, odiei): Trapaça.

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Trapaça se passa no fim dos anos 70 onde um golpista conhece Sydney Prosser (Amy Adams) que aceita o seu estilo de vida e juntos começam a praticar golpes, além disso Irving Rosenfeld (Christian Bale) leva uma outra vida onde é casado e tem um filho, sua mulher Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) sabe que o marido trabalha em algo ilícito porém leva uma vida de madame então aceita essa condição. Após algum golpes e muito dinheiro, os vigaristas são pego pelo agente do FBI Richie Di Maso (Bradley Cooper) que faz uma proposta ao casal onde esses tem que ajudar a pegar outros bandidos e políticos para se livrar da cadeia. Eles logo aceitam e após isso vemos os 3 conseguindo dar golpes e prenderem  políticos e mafiosos porém Irvine prepara um último golpe para se livrar de Richie e fugir com a sua amada. Finalmente chegamos ao desfecho onde após perder seu emprego Richie fica sem nada, os  golpistas  resolvem seguir uma vida normal e a mulher(agora ex) Rosalyn  arranja um homem que a ama de verdade.

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O filme tinha tudo para agradar, e até conseguiu, tanto é que foi indicado ao Oscar. No entanto, apesar de eu achar que as atuações foram excelentes, o enredo não me convenceu. Eu fiquei confusa diversas vezes durante o filme, não me prendeu a atenção. Talvez seja só a minha opinião, mas realmente não gostei.

Confira o trailer:

Já assistiram ao filme? Descordam da minha opinião? Deixe nos comentários! Até mais, beijos!

Bom dia, gente! Hoje o post atrasou um pouco, mas finalmente chegou! O filme de hoje foi o primeiro que eu assisti e é um dos meus favoritos também. Trata-se de Capitão Phillips.

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A trama relata uma história verídica sobre um marinheiro mercante (Tom Hanks), comandante do navio cargueiro Alabama que acaba sendo invadido por quatro piratas da Somália no ano de 2009. Não há muito que se dizer sobre a história, porque basicamente o que eu disse é o enredo do filme. O que chama muito a atenção é o fato de realmente ter acontecido o primeiro assalto a um navio americano após dois séculos. As cenas foram conduzidas muito bem de forma que a atenção do telespectador permaneceu presa ao longa-metragem.

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Os atores responsáveis pelos papéis dos piratas fizeram um excelente trabalho, principalmente Barkhad Abdi, que interpretou o chefe do bando. Sua frase no filme “I’m the captain now” (Eu sou o capitão agora) ficou famosa e o ator relatou que muitos fãs vinham até ele dizendo seu bordão. Ele foi indicado ao Oscar e outras premiações como ator coadjuvante, sempre concorrendo com grandes nomes de Hollywood, mas Jared Leto que também concorria a essa categoria levou as estatuetas na maioria das vezes. No entanto, a indicação já foi uma grande conquista e o reconhecimento com certeza é merecido. Tom Hanks dispensa apresentações, sempre foi um ator excepcional, em minha opinião, e brilhou na pele do capitão que viveu muitas horas de tortura, ameaças e sofrimento nas mãos dos piratas. Bato palmas de pé para as últimas cenas do filme quando estão negociando a vida de Phillips, Tom foi de uma incrível técnica e emoção combinadas. Infelizmente, Hanks não foi indicado ao Oscar, o que é uma injustiça.

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Não é fácil adaptar para o cinema uma história em que sobram dados técnicos e que mexe com um tema que pouca gente se importa: a batalha entre grandes empresas comerciais, sediadas em países ricos, e os pobres coitados do litoral africano. Não sei como o livro que inspirou o filme foi desenvolvido, mas Ray conseguiu dividir bem os momentos de ação, que cercam grande parte da trama, com vários de tensão e um final arrebatador. Então se você ainda não assistiu, corre e depois conta pra gente o que achou. Quem já assistiu compartilha sua opinião nos comentários, certo?

Fiquem o trailer: