Marvel: Thor – O Mundo Sombrio

Bom dia, gente! Resolvi dar uma pausa nas séries e falar sobre um filme que assisti recentemente no cinema: Thor – O mundo sombrio. É uma sequência das aventuras do deus do trovão da mitologia nórdica, adaptado como um super-herói dos quadrinhos pela Marvel Comics e levado aos cinemas pelo Marvel Studios.

A história conta que antes de haver luz no universo, os Elfos Negros reinavam absolutos. Mas depois, com o surgimento do nosso universo e a ascensão do reino de Asgard, tiveram que batalhar com os Nove Reinos e perderam sua hegemonia. Há milhares de anos atrás, o avô de Thor – Bor – liderou a batalha final contra os Elfos Negros liderados por Malekith, que detinham como principal arma o éter: uma força misteriosa que poderia trazer de volta a escuridão ao universo. Agora, quando o mundo se encontra novamente à beira de um nivelamento cósmico, os Elfos Negros e Malekith ressurgem de seu exílio para alçar seu objetivo.

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Na Terra, a astrofísica Jane Foster pesquisa as anomalias físicas relacionadas aos portais interdimensionais e acaba encontrando o éter, escondido numa dimensão perdida por Bor. Agora, Thor precisa deter a destruição do universo como o conhecemos ao mesmo tempo em que precisa proteger Jane e recorrer ao seu meio-irmão Lóki, que é o único em Asgard que pode ajudá-lo. O grande trunfo de O Mundo Sombrio está, novamente, na exploração da personalidade de Loki, que já dominou não apenas Thor, mas também Os Vingadores. O Mundo Sombrio é aquele que mais se aproxima de uma seqüência de Os Vingadores, porque a relação entre Thor e Loki é o centro de ambos.

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Para quem não se lembra, em Thor, Loki é um vilão relutante, alguém amargurado que cresceu à sombra do irmão mais bonito e talentoso. E a amargura vira ódio quando descobre que é adotado: filho do rei dos Gigantes de Gelo. Em Os Vingadores, Loki está no auge de sua loucura, agindo desesperadamente para ganhar mais poder e atingir aquele que é o seu grande objetivo: tomar o trono de Asgard de seu pai adotivo, Odin. Em O Mundo Sombrio, Loki está preso, condenado à prisão perpétua por causa de seus crimes que cometeu (nos dois filmes anteriores). No entanto, de volta ao seu lar, tem que se confrontar com seus laços familiares, mesmo que não sejam de sangue. Este aspecto é mostrado de maneira espetacular em uma cena com sua mãe adotiva Frigga, o que serve para demonstrar a profundidade e até sensibilidade do personagem.

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Após uma tragédia, Lóki precisa repensar seu papel em sua família adotiva e, quando seu irmão Thor vem lhe pedir ajuda, se estabelece a grande tensão do filme: Thor pode confiar nele ou não? Essa confiança será testada em uma batalha dos irmãos contra Malekith e Kurse, o mais forte dos Elfos Negros, e o resultado final irá surpreender os telespectadores. A ação do filme também é muito maior do que o anterior e mais bem resolvida. A relação entre Thor e Jane Foster é mais bem colocada desta vez; além de ficar no ar um possível triângulo amoroso com Lady Sif. O lado cômico continua sendo o forte da personagem Darcy – com mais aparições desta vez – e ela até ganha um reforço do Dr. Selvig, afetado pelos eventos de Os Vingadores

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Resumindo, Thor – O Mundo Sombrio é mais um acerto do Marvel Studios. É um daqueles filmes para ir assistir com toda a família para rir e até se emocionar em algumas cenas! Chris Hemsworth (Thor) é um dos meus atores preferidos, mas devo admitir que Tom Hiddleston (Loki) roubou muitas cenas com sua atuação espetacular.

Confira o trailer abaixo:

E vocês já assistiram ao filme? Gostaram? Deixe sua opinião nos comentários!

Até a próxima,

Beijos!

Para assistir: Os Suspeitos

Bom dia, gente! Voltei ao meu dia habitual de post. Hoje eu trouxe uma resenha de um filme que eu assisti com a Fernanda e a Wanessa ontem, o título em inglês é ‘The Prisioners’ e em português ‘Os Suspeitos’.  Sabe quando você assiste a um filme tão bom que quando acaba você fica refletindo por uns minutos? E você se pergunta: o que foi isso? É exatamente o que eu senti quando os créditos vieram de repente. Os Suspeitos é uma trama desafiadora, intrigante e muito, muito intensa. Não sou nenhuma crítica de cinema, mas eu posso dizer que meu julgamento para filmes é razoavelmente bom, e minhas companheiras de blog estão aí para não me deixar mentir: o filme é sensacional. Enfim, mas vamos as vias de fato.

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Os Suspeitos é um suspense da Warner Bros, protagonizado por Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal.  A história inicia-se no dia de ação de graças, dia em que as filhas de Keller Dover (Hugh Jackman) – um carpinteiro e dedicado pai de família – e Franklin (Terrence Howard), são sequestradas sem deixar qualquer sinal. O único suspeito Alex (Paul Dano) é um rapaz de 26 anos com idade mental de uma criança de 10 que mora num trailer no quintal da sua tia. O detetive Loki (Jake Gyllenhaal <3) responsável pelo caso, não consegue manter Alex preso por falta de provas, apesar do empenho dos investigadores, nada pode acusá-lo, não existem provas suficientes. Sem saída e desesperados, Keller Dover e Franklin, passam a agir com as próprias mãos.

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Poderia ser um filme qualquer sobre seqüestros, mas este roteiro te leva ao ápice do desespero mental, intrigando cada passo, instigando cada cena como se você pudesse descobrir o segredo dessa trama. (Fernanda que o diga, não é? Haha)

Você consegue ver nos olhos de um pai o desespero que o leva a fazer qualquer coisa para encontrar sua filha, passando do limites da razão de um ser humano. Então você se vê julgando as atitudes de Dover, mas quem garante que a mais digna das pessoas poderia agir diferente quando se trata de um filho? São discussões complicadas que o filme te faz refletir durante as cenas de tortura. Enquanto isso, o detetive se vê perdido em um labirinto de intrigas, seguindo seu código de ética sem encontrar nenhuma saída. Esse é definitivamente um filme que coloca os valores familiares, sociais e religiosos em jogo. A atuação de Hugh e Jake está impecável, eles interpretaram cenas muito emocionantes transmitindo bem aqueles sentimentos.  O final é inesperado, já aviso, mas vale a pena!

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Se você, assim como eu, gosta de filmes que lhe fazem pensar, sofrer de tanta agonia na cadeira tentando descobrir uma solução, assista!

Confira o trailer abaixo:

Espero que tenham gostado da dica :). Já assistiram?

A Entrevista Com O Vampiro

Em homenagem ao Halloween que se aproxima, o post de hoje eu dedico ao meu filme de vampiro preferido. Antes de vampiros virarem sonhos de consumo de adolescentes como acontece em Crepúsculo Os diários do vampiro, eles eram usados como personagens de terror. Anne Rice escreveu uma série de livros e escreveu o roteiro adaptando um deles para o cinema. Você já deve ter ouvido falar de A Entrevista Com O Vampiro, certo? Caso a resposta seja não, se você for uma fã de elementos sobrenaturais tanto quanto eu vai querer assistir depois desse post!

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A história é sobre um vampiro, Louis (Brad Pitt), que conta sua longa vida de vampiro para um repórter (Christian Slater). Um pouco óbvio… Na verdade, ele  não conta toda a sua vida, mas a partir do momento em que foi transformado. O início de tudo é em 1700, logo após a morte de sua mulher e filha. Louis se encontra em tamanho desespero que faz qualquer besteira que possa o levar à morte. Ao invés disso, ele encontra o vampiro Lestat (Tom Cruise).

Lestat lhe faz uma proposta simples: ou Louis aceita se transformar em um vampiro e lhe fazer companhia, ou Lestat dará a morte que ele tanto deseja. Claro que Louis se transforma em um vampiro e os dois ficam passeando e se alimentando pelas principais cidades da época.

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Existe uma coisa nesse filme que o diferencia dos demais. Não há glamour no fato de ser um vampiro. O personagem Louis é melancólico. Ele sempre se arrepende de ter se transformado no que se transformou. Duas pessoas no filme vão lhe pedir para virarem vampiros, e ele não tem a menor intenção de transformar nenhuma delas. Ao mesmo tempo, o filme desmistifica muito coisa sobre os vampiros. Os vampiros aqui não morrem com estacas no coração, não temem símbolos religiosos ou coisas do gênero. Fica um ar de realidade no ar. Algo do tipo: como seria se um vampiro realmente existisse? O que torna tudo muito interessante, em minha opinião.

Há uma sedução no ar, mesmo quando Lestat vai morder Louis. Não acho que chegue a ser homossexual, na verdade os vampiros não parecem ter apenas uma preferência sexual. Eles não estão matando apenas por sobrevivência, eles estão realizando uma caça, existe todo um ritual. Inclusive, por isso acontece a parte mais assustadora do filme: eles transformam uma criança de 12 anos em uma vampira. Ela tem um rosto angelical e uma veia assassina que se transformam numa mistura impressionante. Vale ressaltar que ela não é uma má pessoa, na maioria das vezes a garota sequer tem noção do que faz a princípio. É apenas uma criança que mata, e com passar dos anos sua aparência não muda. Nem nunca mudará.

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Tom Cruise foi criticado pela sua escolha, mas fez um ótimo trabalho. Há algo em sua maquiagem que tira a aura de astro de Hollywood misturado com uma atuação contida. O melhor do filme, sem dúvida. A única coisa que deixa um pouco a desejar é a ação, que praticamente não existe nesse filme. É como uma vida normal de alguém, uma vida longa demais que foi relatada a alguém.

Espero que vocês tenham gostado da dica de  hoje, que veio mais cedo caso vocês não tenham percebido. Bom dia!

Beijinhos!

Bom dia, gente bonita! Hoje eu vou falar sobre um homem que eu admiro muito, tanto na carreira musical como o ótimo ator que ele é: Justin Timberlake. Aproveitando que o Rock in Rio está chegando e o Justin vai nos honrar com a sua presença, decidi fazer uma breve resenha sobre o meu filme preferido dele e também atualizar as pessoas que não o conhecem tão bem sobre sua carreira na música.

Vamos começar com o meu filme preferido do Justin…

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Amizade Colorida não é nada extraordinário e original, devo admitir. A diferença deste para a maioria dos filmes é que são dois amigos, aparentemente não atraídos um pelo outro, que estabelecem uma relação apenas de sexo, sem se apaixonarem um pelo outro. Será que isso é possível? Eu diria que sim, se o meu amigo não fosse Justin Timberlake.

Mila Kunis é Jamie, uma mulher contratada por empresas para conseguir novos executivos. Justin Timberlake é Dylan, um diretor de arte promissor que trabalha em um blog em Los Angeles que uma grande revista está interessada em contratar. Para quem trabalha em um blog, esse é um emprego dos sonhos, mas ainda assim fica receoso. Ele aceita o convite de ir para Nova York e ela decide que a melhor maneira de convencê-lo é vender a cidade, não o emprego. A estratégia funciona e ele aceita o emprego, e eles acabam ficando amigos.

Um dia, após assistirem um filme na casa de Jamie, surge o papo do quanto a abstinência sexual os afeta. Eles propõem então fazer um pacto de serem parceiros sexuais sem qualquer envolvimento emocional. No entanto, aos poucos, a intimidade faz com que eles se tornem cada vez mais próximos e interessados um no outro. O final vocês podem imaginar… Mas vale a pena conferir!

Eu achei super engraçado o filme. É super leve, daqueles que tem comédia, romance e até um pouquinho de drama. E de brinde Justin Timberlake para alegrar nosso dia! Não há nada do que reclamar, realmente. Mila é uma ótima atriz também, já assisti a outros filmes com ela. Uma das grandes sacadas do filme é brincar com os clichês do gênero enquanto os usa. A cena pós-crédito do filme é uma das melhores.

Curiosidade: Além do filme Amizade Colorida, Justin fez outros filmes também como: A Rede Social, O Preço do Amanhã, A Professora Sem Classe, Curvas da Vida entre outros.

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 JT – The 20/20 Experience

Depois de  um tempo afastado da música enquanto se consolidava como ator, Justin voltou com tudo em 2013! Seu novo disco “The 20/20 Experience” lançado em março deste ano é o terceiro do cantor e compositor após sete anos. 

As novas músicas agradaram aos críticos norte-americanos. O disco recebeu boas classificações da Rolling Stone, da Billboard, do NY Daily News, e da Entertainment Weekly.Na Rolling Stone, o CD recebeu quatro de cinco estrelas, o título de “maior evento pop de 2013” e classificação de neo-soul. A matéria destaca o paralelismo positivo das dez músicas com relação ao que toca nas rádios. Já a Billboard deu nota 88, de 100, e considerou “The 20/20 Experience” uma versão mais relaxada e menos sexual dos trabalhos anteriores do cantor.

A resenha apontou as diferenças entre “FutureSex/LoveSounds” e o novo álbum, dizendo que o atual é mais complicado, porém não menos acessível.O New York Daily News, que deu quatro estrelas, e a Entertainment Weekly, que classificou o álbum com um B, elogiaram a parceria com o produtor Timbaland. É um Justin Timberlake mais adulto e descontraído, certamente divertido. As minhas músicas preferidas do novo sucesso são Mirrors e Suit & Tie sem dúvidas!

Vocês podem conferir o show do Justin no Rock in Rio no dia 15 de setembro, domingo!

Até semana que vem!

Beijinhos!

Bom dia, galera!

Há alguns dias eu assisti o novo filme da série do Percy Jackson – Percy Jackson e o Mar de Monstros – com o queridinho Logan Lerman e lembrei de um filme muito especial que eu assisti nas férias de verão. Vocês já devem ter lido/assistido/ouvido falar de As Vantagens de Ser Invisível, certo? Caso a resposta seja não, agora você vai ficar conhecendo! As Vantagens de ser Invisível, uma das adaptações mais esperadas do ano, foi publicado em 1999. No entanto, apenas uma década depois anunciaram a produção de seu filme, o que despertou o interesse do público, principalmente por causa do elenco.

O drama acompanha um garoto de 15 anos, Charlie (Logan Lerman) no momento de sua entrada no colegial em Pittsburgh. Charlie é um garoto muito solitário, sensível e ao mesmo tempo muito observador. Ele escreve cartas para um amigo que se foi, seu único amigo a quem podia confiar. Ele próprio narra sua história de uma forma muito parecida com um diário e é como se ele estivesse contando a quem assiste o que tem acontecido em sua vida, apesar do falecido amigo ser o “ouvinte”. Ele compartilha apenas seus pensamentos, sentimentos e os acontecimentos mais importantes da história.


Charlie começa contando o que ele pensa sobre a escola, o que aconteceu com seus antigos amigos e em alguns momentos relembra sua infância.  O garoto é do tipo que vê o significado das coisas, ele observa, analisa, questiona e apesar disso ainda é inteiramente inocente. Ele tenta participar, fazer amizades e ser um garoto normal, mas apesar de seus avanços durante toda a história ele não chega a mudar muito neste sentido e continua preso a suas lembranças e sentimentos do passado.Permanece um tempo solitário até que faz amizade com Sam (Emma Watson) e Patrick (Ezra Miller) que são veteranos da escola, não muito populares mas que o aceitam e o acolhem em seu grupo. É ai que toda a sua realidade muda, ele sai daquele torpor e começa a realmente viver todas as experiências da adolescência. Quando sua vida social começa a melhorar, Charlie vai a festas e se diverte com seus amigos, inclusive fica com uma garota, apesar de ser apaixonado por Sam.


Essa é uma sensível história de amizade, descobertas e romance. A frase “Nós aceitamos o amor que pensamos merecer” rendeu boas reflexões. As Vantagens de Ser Invisível emociona, encanta, nos faz relembrar o passado e almejar novas amizades como as que acompanhamos ali. Você se identifica imediatamente com Charlie e faz dele seu melhor amigo durante aquelas duas horas. Não importa a idade, todos podem encontrar um pouco de si em Charlie.

Se você ainda não leu/assistiu, não perca tempo! Caso já conheça, nos conte o que achou!

Beijinhos!

Cinema: Django Livre

Bom dia, galera! Mais uma quinta-feira chegou e hoje eu preparei uma resenha de um filme muito bom que estreiou esse ano!  Eu e meu gosto pela História, como sempre, me levou à Django Livre.

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Dirigido por Quentin Tarantino (Kill Bill), Django Livre já era de se esperar que tivesse o tipo de violência que choca e ao mesmo tempo é divertida, se é que faz algum sentido. A primeira cena mostra Dr. King Schultz (Christoph Waltz) aparecendo em uma carroça no meio da noite para interromper a viagem de alguns escravos que seriam vendidos na cidade. Um dos escravos era Django (Jamie Foxx). Schultz cruza os Estados Unidos atrás de criminosos, procurados “vivos ou mortos” e resolve sempre todas as questões com tiros e muita tranquilidade. Nessa primeira cena não foi diferente, Shultz matou o homem que conduzia os escravos, libertou os negros e levou Django consigo para obter informações a respeito de dois criminosos que procurava. A partir desse momento, ambos desenvolvem uma grande amizade e o antigo escravo passa a acompanhá-lo em sua jornada.

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Após muitas caçadas por fugitivos, Django deseja resgatar sua esposa, Broomhilda (Kerry Washington), que ele não vê há muitos anos, desde que ela foi vendida para outros proprietários. Ao contrário do que foi esperado, as melhores atuações não são destes dois protagonistas. A busca de Schultz e Django leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). Apesar de ser um personagem secundário, DiCaprio deu um show de atuação como sempre. Um pouco misterioso e afetado, o excêntrico dono da grande plantação de algodão de Candyland é um apreciador de lutas entre escravos e parece ter uma relação incestuosa com sua irmã. Seu escravo de confiança idoso, Stephen (Samuel L. Jackson) é esperto e percebe coisas que seu dono não consegue enxergar – como o envolvimento de Django com Broomhilda. Samuel é outro grande ator, ganhou o centro das atenções em algumas cenas. Envelhecido no papel, suas frases de efeito são ótimas! Em Candyland está a esposa de Django, e uma sucessão de cenas inacreditáveis vai decidir o rumo da história.

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 Django Livre se apresenta com muito respeito em relação à cultura, à luta e ao papel dos negros no processo da própria libertação, já que neste filme eles são muito mais do que inocentes esperando que algum branco pudesse vir salvá-los da escravidão.

Ponto negativo: No meio do filme, que é bem longo (2 horas e 45 minutos de duração), há uma quebra de ritmo e o longa se torna um tanto instável. Sabe-se que houve vários problemas na produção e pós-produção do filme, inclusive sobre a duração. No entanto, não é nada que estrague ou comprometa a obra.
Ponto positivo: Excelentes atores, ótimas atuações, diálogos bem escritos. Foi indicado a vários prêmios como:

Em 2013, indicado ao Oscar de Melhor Filme e Ator Coadjuvante (Christoph Waltz)
Em 2013, indicado a Melhor Filme – Drama, Diretor, Ator Coadjuvante (Christoph Waltz e Leonardo DiCaprio) e Roteiro no Globo de Ouro
Em 2013, indicado aos Bafta Awards de Melhor Diretor, Roteiro Original, Ator Coadjuvante (Christoph Waltz), Edição e Som

Confira o trailer abaixo:



Bom resto de semana para vocês 🙂

Beijinhos!