Cinema: Django Livre

Bom dia, galera! Mais uma quinta-feira chegou e hoje eu preparei uma resenha de um filme muito bom que estreiou esse ano!  Eu e meu gosto pela História, como sempre, me levou à Django Livre.

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Dirigido por Quentin Tarantino (Kill Bill), Django Livre já era de se esperar que tivesse o tipo de violência que choca e ao mesmo tempo é divertida, se é que faz algum sentido. A primeira cena mostra Dr. King Schultz (Christoph Waltz) aparecendo em uma carroça no meio da noite para interromper a viagem de alguns escravos que seriam vendidos na cidade. Um dos escravos era Django (Jamie Foxx). Schultz cruza os Estados Unidos atrás de criminosos, procurados “vivos ou mortos” e resolve sempre todas as questões com tiros e muita tranquilidade. Nessa primeira cena não foi diferente, Shultz matou o homem que conduzia os escravos, libertou os negros e levou Django consigo para obter informações a respeito de dois criminosos que procurava. A partir desse momento, ambos desenvolvem uma grande amizade e o antigo escravo passa a acompanhá-lo em sua jornada.

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Após muitas caçadas por fugitivos, Django deseja resgatar sua esposa, Broomhilda (Kerry Washington), que ele não vê há muitos anos, desde que ela foi vendida para outros proprietários. Ao contrário do que foi esperado, as melhores atuações não são destes dois protagonistas. A busca de Schultz e Django leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). Apesar de ser um personagem secundário, DiCaprio deu um show de atuação como sempre. Um pouco misterioso e afetado, o excêntrico dono da grande plantação de algodão de Candyland é um apreciador de lutas entre escravos e parece ter uma relação incestuosa com sua irmã. Seu escravo de confiança idoso, Stephen (Samuel L. Jackson) é esperto e percebe coisas que seu dono não consegue enxergar – como o envolvimento de Django com Broomhilda. Samuel é outro grande ator, ganhou o centro das atenções em algumas cenas. Envelhecido no papel, suas frases de efeito são ótimas! Em Candyland está a esposa de Django, e uma sucessão de cenas inacreditáveis vai decidir o rumo da história.

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 Django Livre se apresenta com muito respeito em relação à cultura, à luta e ao papel dos negros no processo da própria libertação, já que neste filme eles são muito mais do que inocentes esperando que algum branco pudesse vir salvá-los da escravidão.

Ponto negativo: No meio do filme, que é bem longo (2 horas e 45 minutos de duração), há uma quebra de ritmo e o longa se torna um tanto instável. Sabe-se que houve vários problemas na produção e pós-produção do filme, inclusive sobre a duração. No entanto, não é nada que estrague ou comprometa a obra.
Ponto positivo: Excelentes atores, ótimas atuações, diálogos bem escritos. Foi indicado a vários prêmios como:

Em 2013, indicado ao Oscar de Melhor Filme e Ator Coadjuvante (Christoph Waltz)
Em 2013, indicado a Melhor Filme – Drama, Diretor, Ator Coadjuvante (Christoph Waltz e Leonardo DiCaprio) e Roteiro no Globo de Ouro
Em 2013, indicado aos Bafta Awards de Melhor Diretor, Roteiro Original, Ator Coadjuvante (Christoph Waltz), Edição e Som

Confira o trailer abaixo:



Bom resto de semana para vocês 🙂

Beijinhos!

Para ler: Anjo Mecânico

Bom dia, pessoas lindas! Depois de uma semana sem Dia de Brilho, voltamos com tudo! Hoje eu vim compartilhar com vocês uma prequela¹ da série Os Instrumentos Mortais, onde vocês já conferiram uma resenha sobre o primeiro livro, Cidade dos Ossos, aqui no blog!

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Trata-se de Anjo Mecânico, primeiro livro da série As Peças Infernais, que se passa na Londres Vitoriana em 1800 e bolinhas e conta a história de Tessa Gray (O sobrenome é familiar a vocês que já leram os livros de Os Instrumentos Mortais?), uma garota que possui habilidades metamórficas e é forçada a usar seus poderes para ajudar uma dupla de irmãs maquiavélicas. Tessa não tem escolha a não ser ajudar essas irmãs, pois elas seqüestraram também o seu irmão, Nathaniel.

Na leitura podemos perceber a semelhança de Tessa com Clary, ambas se vêem em um mundo sobrenatural e acabam se envolvendo com Caçadores de Sombras, que explicam a elas sobre esse novo universo. Nesse primero contato com os Caçadores, Tessa conhece Will, o personagem principal. Ele a resgata da casa das irmãs e a leva para um local seguro, um lugar onde vive com outros Caçadores de Sombras, a London Clave.

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Há similaridades claras com Jace de Instrumentos Mortais, ele é um lutador confiante e jovem impetuoso que continuamente mostra a Tessa o caminho errado, até o ponto em que ela está prestes a cair em seus braços. No entanto, Tessa e Will estão longe de ser um casal que transparece harmonia como Clary e Jace, talvez até pelo tempo em que se passa a história, onde existiam todos aquelas regras de comportamento e a importância do que as pessoas iam pensar. Durante toda a leitura eu fiquei encantada com Will Herondale e sua semelhança com Jace, que apesar de ter sobrenome Lightwood por criação, é um legítimo Herondale. Diversas vezes me peguei comparando os dois e não consegui decidir entre um preferido. Talvez Jace, por ter chegado primeiro hahaha.

O mistério e aventura que fazem parte da trama giram em torno de uma trama nefasta para construir um exército de robôs. Ao decorrer do livro, descobrimos sobre um grupo que quer roubar a pele de seres humanos mortos para vestir as supermáquinas acusando-os de usar energias demoníacas para dar aos autômatos uma inteligência artificial. É certamente fantástico o suficiente para satisfazer qualquer fã de fantasia urbana – embora qualquer fã de mistério que se preze. Além de tudo, mostra o passado dos Caçadores de Sombras e quando tudo começou. É uma história muito intrigante e bem escrita, devo dizer.

Prequela¹: É um termo para se referir a uma obra artística que contém elementos passados no mesmo universo ficcional, ou universo paralelo, segundo o contexto que uma narrativa prévia completa, desde que esses elementos ocorram anteriormente aos narrados no primeiro trabalho.

Observação: E pra quem é fã dessas duas séries e da querida autora Cassandra Clare não pode perder a estreia (que acontece nesse mês, dia 21 de Agosto) do filme “Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos” com Lilly Collins (Clary) e Jamie Campbell Bower (Jace) no elenco! Confira o trailer abaixo!

Espero que tenham gostado da dica e até semana que vem 🙂

Beijinhos!

Ultimamente tenho conseguido colocar o cinema em dia e isso é muito bom já que este ano promete vários filmes legais por aí. Além disso, tenho montado uma listinha de livros que viraram filmes e claro precisam ser assistidos pra gente falar: O livro é muuuuito melhor, hahaha. Mesmo assim não consegui assistir grandes estreias que passaram no cinema mais estão na lista de espera e qualquer hora faço uma resenha básica pra vocês contando o que achei. No post de hoje escolhi falar dos 3 filmes que ficaram gravados na minha memória e que eu gostei bastante.

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Argo 

A história se passa no ano de 1979 no momento que o Irã está enfrentando a chegada ao poder do aiatolá Khomeini. Como o antigo xá ganhou asilo político nos Estados Unidos, que haviam apoiado seu governo de opressão ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã diversos protestos contra os americanos. Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, indo se refugiar na casa do embaixador canadense. A partir disso, os 6 diplomatas vivem durante meses escondidos, enquanto a CIA busca um jeito de retirá-los do país em segurança.  A melhor opção é apresentada por Tony Mendez, um especialista em ex-filtrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação. Pra quem não lembra este filme foi o campeão do Oscar e eu amei que ele venceu, realmente o filme é sensacional te deixa atenta do começo ao fim!

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O impossível

O casal Maria e Henry está aproveitando as férias na Tailândia junto com o 3 filhos. E logo na manhã de 26 de dezembro de 2004, enquanto curtiam as piscinas e praias do hotel,  um tsunami devastador atinge o local, arrastando tudo o que encontra pela frente. Separados em dois grupos, a mãe e o filho mais velho enfrentam situações desesperadoras para se manterem vivos, enquanto em algum outro lugar, o pai e os dois menores não tem ideia se os outros dois estão vivos. É quando eles começam a viver uma trágica lição de vida, movida pela esperança do reencontro e misturando os mais diversos sentimentos. Adorei muito a história do filme, apesar de ser muito triste e verídica, realmente me fez pensar sobre os problemas que a família Watts sofreu e viveu, acho que o filme é uma lição de vida pra qualquer pessoa.

THE PERKS OF BEING A WALLFLOWER

As vantagens de ser invisível

Conta a história de um jovem chamado Charlie que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Ele se sente totalmente deslocado do ambiente em que convive, mas mantém um diário contando tudo que acontece a sua volta. Porém, seu professor de literatura acredita nele e vê como um grande escritor. Mesmo assim Charlie continua isolado até que um dia conhece 2 amigos Patrick e Sam que passam a andar com ele e muda sua vida completamente. O filme é super fofo, clássico de adolescentes que vivem com a cabeça cheia de ideias e muitas dúvidas. Emma Watson está super soltinha, gostei bastante. Só não consegui ler o livro, infelizmente :(, fica pra próxima!

Já assistiram? Gostaram?