Olá pessoal, como estão? Vamos falar sobre esse frio? AMO/SOU esse clima maravilhoso, mas é tão difícil ter que sair da cama de manhã cedo. Sério, todo dia é uma vitória. E essa época gostosa de festas juninas? Aí senhor, será que a gente pode ficar em Junho/Julho para sempre? Enfim, vamos logo ao que interessa, ao filme da semana. Gente, já vou começar falando que eu estava mega ansiosa para a estreia de Divertida Mente (Inside Out, 2015), a mais nova animação dos estúdios Pixar. Desde o ano passado, quando saiu o primeiro trailer eu já tinha uma certeza quase absoluta que eu iria amar o filme e olha, amei mesmo. Saí do cinema apaixonada.

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Riley é uma garotinha de 11 anos que vive uma vida bem agradável em Minessota, nos Estados Unidos. Quando seus pais decidem se mudar para São Francisco, a menina começa passar por alguns problemas emocionais. Dentro da cabeça de Riley, vivem os cinco principais sentimentos que ajudam na formação de personalidade dela: a Alegria, a Tristeza, a Nojinho, a Raiva e o Medo. A líder da “sala de comando” é a Alegria, que tem como objetivo fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz, fazendo o possível para que a Tristeza não interfira nos seus planos ou que a Raiva extrapole os limites.

Quando as “memórias base” de Riley se perdem, Alegria e Tristeza acabam sendo sugadas e expelidas para o local onde ficam todas as memórias de longo prazo da menina. Elas então começam a percorrer as ilhas de personalidade de Riley para que consigam voltar a sala de comando, onde o Medo, a Nojinho e a Raiva tentam manter o controle, enquanto a vida da garotinha vai mudando radicalmente.

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Gente, Divertida Mente é com certeza a coisa mais fofa que vocês vão assistir por um bom tempo. É impossível não se apaixonar pelas cinco emoções e como não se identificar com Riley passando por mudanças tão drásticas no início da adolescência? E olha os estudantes de Psicologia vão pirar! O filme trás tantas possibilidades de análise! Vai desde a formação de sonhos até a depressão. Sem contar que mostra como momentos de tristeza são importante na nossa vida e que ás vezes tudo que a gente precisa fazer é chorar, porque faz sim muito bem, é bom colocar tudo pra fora.

Divertida Mente é um filme para todas as idades, mas os adultos podem curtir um pouco mais, já que a gente entende a sagacidade da história um pouco mais rápido. Porém isso não quer dizer que as crianças não vão gostar e amar igualmente. Com certeza é um filme que vale a pena assistir diversas vezes, porque é desses que a gente sempre vai descobrir algo novo a cada assistida.

Alguém já foi conferir Divertida Mente? O que achou?

Espero que gostem. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Minha semana foi bem melhor que a última e olha descobri que estou uns 20 anos atrasada para gostar de Take That (Escutem “These Days”. É ótima!). Sério gente, estou escutando tanto que ta virando um vício na minha vida. Só Deus pode me julgar. Mas tirando esse “problema”, hoje eu to aqui para indicar um filme antigo com uma das minhas atrizes favoritas, Sandra Bullock. Acho que ano passado eu fiz um post com dois filmes dela e não incluí Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping, 1995), então aproveitando a época do ano e o clima natalino do filme, aqui estou eu de novo falando da “Sandy B.”.

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Enquanto Você Dormia conta a história de Lucy (Sandra Bullock) uma funcionária da estação do metrô que é apaixonada por Peter Callaghan (Peter Gallagher), um desconhecido que ela só conhece de vista. No Natal, ela resgata o homem depois que um grupo de assaltantes o empurra nos trilhos do trem. Ao acompanhá-lo até o hospital, uma das enfermeiras a interpreta mal e acaba achando que é a noiva dele.

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Com a confusão, a família Callaghan acredita mesmo que ela é a noiva dele e Lucy fica sem coragem de revelar a verdade para todos, por diversos motivos e com o tempo ela acaba de apegando a família. Uma noite durante uma visita a Peter, ela acaba confessando toda a situação e o padrinho do homem, Saul (Jack Warden), escuta tudo e após uma conversa com ela decide que vai manter o segredo, pois o acidente deixou todos mais unidos. Por não ter nenhum familiar próximo e muito amigos, a família de Callaghan se torna a família de Lucy e o amor que ela começa a cultivar por todos, principalmente por Jack (Bill Pullman) – o irmão mais novo de Peter – torna tudo mais difícil, ainda mais quando ele acorda do coma.

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Eu simplesmente amo Enquanto Você Dormia. É um filme em que a identificação com os personagens principais não é difícil. Quem nunca teve uma paixãozinha platônica por um desconhecido que atire a primeira pedra! Pode parecer coisa de maluco, mas acontece. A simplicidade da história também é algo que cativa. Não tem muita novidade, mas é impossível não se apaixonar por alguns membros da família Callaghan.

E ah, o clima natalino de todo o filme. Que coisa mais delicia. E eu nem sou a maior fã de filmes que se passam no Natal. A minha lista com filmes dessa época é bem curta. Gosto mais de episódios em séries com esse tema do que filmes. Enfim, eu não tenho do que reclamar é um dos meus filmes favoritos com a Sandra RAINHA Bullock.

Alguém já conhecia Enquanto Você Dormia?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima e hoje vou direto ao assunto, estou aqui para indicar mais um filme para vocês.  O filme de hoje é a Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011) de Martin Scorsese e a história é baseada no livro homônimo de Brian Selznick. Quem gosta da história do cinema vai, com certeza, gostar da indicação do dia.

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Na Paris de 1930, Hugo Cabret (Asa Butterfield) é um menino de 12 anos que vive com o pai (Jude Law), um viúvo que trabalha em um museu e sempre mostra para o filho suas paixões: cinema e relógios. Ele ensina tudo o que pode para o garoto e antes de morrer num incêndio ele e Hugo trabalham em uma relíquia encontrada nos porões do museu, um autômato (um homem mecânico), o boneco que supostamente poderia escrever uma mensagem. Com a morte do pai, o menino é levado pelo tio alcoólatra. Claude (Ray Winstone) o ensina a cuidar e consertar os relógios da estação ferroviária Gare Montparnasse. Quando o tio desaparece, Hugo continua arrumando os relógios enquanto tenta sobreviver roubando comida e passando despercebido pelo inspetor da estação (Sacha Baron Cohen), que se o descobrir pode enviá-lo para um orfanato.

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Para tentar consertar o autômato do pai, Hugo começa a roubar algumas peças e ferramentas necessárias da loja de brinquedos da estação. Um dia o dono da loja, Papa Georges (Ben Kingsley), o pega no flagra. O senhor então pega para si o caderno do pai do garoto, onde estão todas as anotações que ele fez sobre o autômato, fazendo Hugo segui-lo até em casa na tentativa de conseguir de volta o pequeno caderno. Lá ele conhece a jovem Isabelle (Chloë Grace Moretz), a afilhada de Georges, que promete ajudá-lo. Uns dias se passam e Papa Georges decide devolver o caderno para o garoto desde que ele trabalhe na loja todos os dias para pagar pelos itens roubados.

A amizade entre Hugo e Isabelle cresce a cada dia e o menino a leva ao cinema, algo que Georges nunca permitiu que a menina fizesse, enquanto ela o leva para a livraria. Por fim, Hugo mostra o autômato para Isabelle e enquanto conversam ele descobre que ela tem a última peça necessária para fazer o boneco funcionar: uma chave em forma de coração. O robô logo volta a funcionar, fazendo a dupla tentar resolver o mistério por trás das mensagens e desenhos que ele começa a fazer.

Confira o trailer abaixo!

A Invenção de Hugo Cabret se tornou um dos meus filmes favoritos. Tudo no filme é um bom atrativo, a fotografia, a trilha sonora, o elenco, a homenagem ao cinema, a história do garoto da estação, enfim, tudo. Ele tem de tudo um pouco, vai de ação e fantasia para drama, romance e até um pouco de documentário. Sim, documentário, já que nos conta um pouco sobre a invenção do cinema e os seus primeiros e clássicos filmes como o Viagem à Lua (1902) de Georges Méliès e o A Chegada do Trem na Estação (1896) dos irmãos Lumière.

Martin Scorsese fez um trabalho maravilhoso com a história apaixonante de Brian Selznick. O filme fica também como uma homenagem e agradecimento a todos os pioneiros da sétima arte.

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Vou direto ao assunto, para hoje eu escolhi O Grande Hotel Budapeste, que ainda está nos cinemas. Eu confesso que só fui assistir porque adorei o último trabalho do diretor, Wes Anderson. E olha, foi uma surpresa, o filme é ótimo e a comédia não é estilo pastelão. Se você já assistiu Moonrise Kingdom e gostou, tenho certeza que esse é à pedida certa para o final de semana.

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O filme conta com duas histórias dentro de uma história e começa com o velho escritor (Tom Wilkinson) contando como foi a época em que passou no Grande Hotel Budapeste e como conheceu Mr. Moustafa (F. Murray Abraham), o atual dono do lugar, que lhe contou como tornou-se dono do hotel que fica nas montanhas da República de Zubrowka.

Então vamos para o período entre as duas guerras mundiais e conhecemos o M. Gustave H. (Ralph Fiennes), o concierge do hotel, e Zero (Tony Revolori), o mais novo mensageiro do local. Os dois logo se tornam amigos, com o primeiro sempre protegendo e passando alguns ensinamentos para o segundo, mas sempre deixando claras as hierarquias. Gustave então recebe uma herança da Madame D. (Tilda Swinton), e a família da falecida não parece gostar e nem aceitar que o concierge receba o objeto que lhe foi concedido. A dupla então começa a viver algumas aventuras, entre elas o roubo de um quadro famoso do Renascimento e o mistério que envolve o assassinato da Madame D. e a batalha da família pela grande fortuna da senhora.

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Uma das coisas que mais chama atenção no filme é a estética. Não que eu entenda muito, mas a fotografia e a direção de arte estão impecáveis . A fluidez da história é notável e não confunde quem está assistindo, já que são duas histórias em uma. A trama consegue misturar comédia, drama, suspense e aventura tudo na medida certa.

O elenco do filme é para aplaudir de pé. Todos mesmo que nos papéis menores, são de extrema importância. Vale listar Adrien Brody, como Dmitri, o filho da Madame D.; Edward Norton, o policial Henckels; Saoirse Ronan, como Agatha, a paixão de Zero; e Bill Muray, consierge de outro hotel e amigo de Gustave. E claro muitas palmas para Ralph Fiennes e, o novato, Tony Revolori. A atuação de ambos é maravilhosa.

O Grande Hotel Budapeste é inspirado nos textos do austríaco Stefan Zweig, poeta e dramaturgo que faleceu na década de 40 em Petrópolis/RJ.

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos!

Olá pessoal, como estão? Não vou nem falar de Copa, porque né? A vida segue! Enfim, hoje eu to aqui para indicar um filme para vocês assistirem durante as férias. A Estranha Vida de Timothy Green (The Odd Life of Timothy Green, 2012) é um filme de drama e fantasia dos estúdios Disney.

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A história se passa em uma pequena cidade no interior da Carolina do Norte nos Estados Unidos e conta a vida de Cindy (Jennifer Garner), uma moça que trabalha no museu local e Jim (Joel Edgerton), seu marido, que é empregado da fábrica de lápis. O casal Green descobre que não podem conceber um filho de forma nenhuma e entristecidos pela notícia decidem listar diversos sonhos e desejos que gostariam para o seu filho. Eles colocam essa lista dentro de uma caixa de madeira e enterram no quintal de casa.

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Após uma estranha tempestade, eles começam a escutar barulhos dentro de casa e encontram o pequeno Timothy (CJ Adams) todo sujo de lama brincando em um quarto abandonado. Cindy e Jim então começam a conversar com o garoto e ele revela que veio do jardim e quando perguntam quem são os pais dele, ele afirma que o casal a sua frente são seus pais. Jim então corre até o jardim e encontra um grande buraco e a caixa de madeira totalmente destruída. Eles então percebem que Timothy é uma junção de tudo o que eles pediram e desejaram para o seu filho. O casal também descobre que o menino tem folhas em suas pernas.

Jim e Cindy logo apresentam Timothy para todos na família como filho deles e o levam ao botânico da cidade para saber mais sobre as folhas nas pernas do menino. Ao descobrirem que elas não podem ser removidas, o casal decide que ninguém deve saber delas e que ele viverá uma vida comum. O pequeno Timothy então começa a mudar a vida de todos a sua volta.

Confira aqui o trailer!

A Estranha Vida de Timothy Green de início parece ser um filme meio estranho, já que conta a história de uma criança com folhas em suas pernas, mas no decorrer é possível que a história vai além, não é só isso. É uma reflexão sobre família, sobre a pressão de ter um filho, é sobre sobrecarregar um filho com desejos ou vontades dos pais para que eles tenham uma vida melhor ou até mais feliz que as deles. Enfim, há diversas lições no filme e a sensibilidade com a qual eles as tratam é realmente muito bonita. Confesso que me rendeu algumas lágrimas.

Não que eu seja uma especialista no assunto, mas a fotografia do filme tão é maravilhosa. Os tons terrosos típicos do outono são predominantes. Eu estava lendo algumas curiosidades sobre A Estranha Vida de Timothy Green e parece que o diretor Peter Hedges gravou boa parte durante o amanhecer e o entardecer dos dias, produzindo belas imagens.

Espero que gostem da indicação. Dê uma chance para a família Green.

Semana que vem tem mais!

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima e espero que vocês também. Aproveitando que faltam cerca de 20 dias para o Dia dos Namorados e todo mundo já está entrando na vibe de uma das épocas mais românticas do ano, o filme de hoje mostra bem um casal vivendo uma relação bem intensa.

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Loucamente Apaixonados (Like Crazy, 2011) conta a história de Anna (Felicity Jones) uma intercambista britânica nos Estados Unidos, que se apaixona pelo colega de classe Jacob (Anton Yelchin). Os dois iniciam uma relação onde ficar longe um do outro não é uma opção. Após a formatura, Anna decide passar o verão inteiro com Jacob sem pensar nas conseqüências de se manter no país com o seu visto de estudante vencido. Após retornar de Londres para Los Angeles, ela é detida no aeroporto e a sua entrada no país é negada e ela é deportada para Inglaterra por conta do seu problema com o visto.

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O casal tenta manter uma relação à distância, mas com o tempo as coisas vão ficando frias entre eles. Enquanto Anna está em Londres fazendo o possível para conseguir voltar aos Estados Unidos, Jacob consegue abrir o seu próprio negócio e começa a juntar dinheiro para ir a Inglaterra visitar a garota. Quando ele consegue ir para Londres, ele logo descobre que os pais de Anna contrataram um advogado apenas para cuidar dessa situação e o pai dela sugere que os dois deveriam se casar para agilizar todo o processo. Jacob não gosta muito da idéia e desiste de pensar nisso durante o tempo que está em Londres.

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Entre idas e vindas o casal decide se casar e afirmam que nunca permitirão que nada irá destruir os sentimentos que eles sentem um pelo outro. Jacob então retorna para os seus negócios em Los Angeles enquanto eles esperam seis meses para poderem entrar com uma nova apelação para conseguir um visto para Anna. Jacob retorna para a Inglaterra, para entrarem com o recurso, porém eles não conseguem novamente. Os dois então vêem o relacionamento começar a afundar por conta de todos os problemas burocráticos mais a distância que os separam.

Confira aqui o trailer do filme!

Loucamente Apaixonados é um filme interessante, porque a relação entre a Anna e o Jacob é tão forte que em alguns momentos você meio que se sente parte de tudo aquilo que eles estão passando, de ter que ficar longe um do outro, ver tudo que eles sonharam e desejaram escorrer pelas mãos. O crescimento pessoal deles também é outra coisa bem visível. No início eles eram dois adolescentes apaixonados e em pouco tempo eles se tornam adultos que têm que lidar com todas as conseqüências da falta de responsabilidade no passado.

Olha, bem que eu queria alguém igual ao Jacob na minha vida. Já pensou eu ligar lá pra Londres e falar “oi, estou com saudades. Te amo” e pessoa pegar o primeiro vôo só pra acabar com isso? Senhor, cadê o botão vermelho e grande para transformar isso em realidade? Enfim, brincadeiras a parte, o filme é bom e eu gostei bastante do roteiro, mas o final é frustrante. Confesso que fiquei meio revoltadinha, esperava algo melhor. Quando eu achei que ia engrenar algo os créditos começaram a subir. Então se você for assistir a Loucamente Apaixonados nesse final de semana ou em qualquer outro dia, se prepare psicologicamente para um final que deixa a desejar.

Espero que gostem. Até semana que vem.

Beijos.