Olá pessoal, como estão? Eu estou sofrendo de depressão pós show e olha, não ta legal! Mas o bom é saber que eu não estou sozinha nessa. Mas enfim, sem lamentações aqui. Hoje eu escolhi um filme que é de longe um dos meus favoritos. Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice, 2005) é uma paixão eterna aqui em casa. Eu e minha mãe paramos tudo o que estivermos fazendo para assistir.

orgulho e preconceito 1_

Orgulho e Preconceito é baseado em um dos romances clássicos da Jane Austen de mesmo nome. A história se passa na Inglaterra, em 1797 e conta a história da família Bennet, que é composta pelo Senhor e Senhora Bennet (Donald Sutherland e Brenda Blethyn respectivamente) e suas cinco filhas – Jane (Rosamund Pike), Elizabeth – Lizzy (Keira Knightley), Mary (Talulah Riley), Kitty (Carey Mulligan)e Lydia (Jena Malone). As cinco moças foram criadas por uma mãe fissurada em casá-las com homens relativamente ricos, para que garantissem um bom futuro, sem que passassem por necessidades. Porém Elizabeth, uma das filhas mais velhas, não concorda com as atitudes da mãe e está decidida a não se casar, a menos que seja por amor verdadeiro.

Quando o Senhor Bingley (Simon Woods), um jovem solteiro e rico se muda para Natherfield – para uma mansão vizinha – as coisas mudam. O jovem é apresentado para a sociedade junto com sua irmã Caroline (Kelly Reily) e seu amigo Senhor Darcy (Matthew Macfadyen). Bingley logo se encanta por Jane, a filha mais velha do Senhor Bennet, assim como ela por ele. Enquanto isso, Elizabeth começa a nutrir uma antipatia por Darcy, depois que ele recusa todas as tentativas de conversa da moça e ela ainda o escuta dizendo para Bingley que ela “não é bonita o suficiente”.

orgulho e preconceito 2_

Quando todos acham que Bingley iria pedir Jane em casamento, o jovem retorna inesperadamente para Londres e deixa à moça. Elizabeth então sugere que a irmã vá para a casa dos tios na cidade para que ela não perca o contato com ele, porém sem sucesso. Meses mais tarde, durante uma visita a sua amiga Charlotte Lucas (Claudie Blakley) em Rosings, Lizzy – assim como a amiga e o marido – são convidados para jantar na mansão de Lady Catherine (Judi Dench), onde encontram Darcy e o Coronel Fitzwilliam. Durante o jantar Darcy começa a demonstrar bastante interesse em Elizabeth. No dia seguinte, o coronel Fitzwillian conta para Lizzy como Darcy é um bom amigo e como ele salvou o Senhor Bingley de um casamento cuja família da moça não havia sido considerada apropriada, ela logo entende que ele está falando de sua irmã, Jane.

orgulho e preconceito 3_

Aflita com tudo que o coronel havia lhe contado Elizabeth se isola, mas Darcy logo a encontra e decide que aquele é o momento apropriado para declarar o seu amor pela moça, mesmo que a posição dela na sociedade seja inferior a dele, mas ela logo recusa e afirma que ele seria o último homem na terra com quem ela poderia se casar um dia. Após a discussão, Darcy escreve uma carta para Lizzy explicando todas as indagações que ela fez a ele. Após uma série de acontecimentos, ela descobre como Darcy largou seu preconceito de lado e fez o possível e o impossível para ajudar a ela e sua família, sem que ela ficasse sabendo. Ele inclusive leva o Senhor Bingley de volta a Natherfield para que ele finalmente peça Jane em casamento.

Confira aqui o trailer do filme!

Orgulho e Preconceito é um dos meus romances favoritos. O filme é tão excelente quanto o livro, que – pra mim – é uma das melhores adaptações que eu já assisti (Conheço pessoas que preferem a adaptação de 1995 da BBC com o Colin Firth como Senhor Darcy, mas eu não consigo aceitar ele nesse papel). Jane Austen tinha o dom para escrever os melhores dramas, é incrível isso. Desde o primeiro encontro entre Darcy e Elizabeth nós já sabemos quem é o orgulho e quem é o preconceito e no decorrer do filme nós vemos como eles vão deixando esses estereótipos de lado.

Para quem gosta de um filme de época, esse é uma boa pedida. Os cenários, as roupas, a fotografia e a trilha sonora definitivamente te levam para a Inglaterra do final do século 18. Confesso que um dos meus sonhos é participar de um baile parecido com os que são mostrados no filme. As danças sincronizadas, os vestidos longos, enfim, tudo me faz ter vontade.

Alguém já leu e já assistiu a esta adaptação de Orgulho e Preconceito? Espero que gostem! Semana que vem tem mais.

Beijos!

 

Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima. Tão feliz e ansiosa que se vocês me acharem na rua pulando, avisem aos meus pais. Aproveitando o gancho da Wanessa, hoje eu estou aqui para indicar dois filmes com a atriz de 25 anos, Emma Stone. Eu adoro ela e todo mundo sabe que a Emma é uma fofa, fã de Spice Girls e ótima atriz. Vou até criar uma polêmica aqui e falar que prefiro mil vezes ela a algumas atrizes que estão super “pimpadas” na mídia.

1 – “A Mentira” (Easy A, 2010)

Easy A_

Tudo começa quando Olive (Emma Stone) inventa para a melhor amiga, Rhiannon (Aly Michalka), que tem um encontro no final de semana, apenas para não ter que ir acampar com a família hippie da amiga. Só que na verdade ela ficou todos os dias em casa curtindo a música que tocava no cartão de aniversário que sua avó havia enviado. Na segunda feira quando Rhiannon pergunta como foi o tal encontro, Olive acaba mentindo para a menina e diz que perdeu a virgindade com um garoto da faculdade. Marianne (Amanda Bynes), líder do grupo de oração da escola, escuta tudo e espalha a fofoca para todos. O grupo de oração então decide que a garota será o próximo projeto deles e decidem tentar salvá-la.  Olive contar para o amigo Brandon (Dan Byrd) que tudo não passa de mentira e ele pede ajuda para ela, para que ninguém descubra que ele é gay. Ela então finge que passou a noite com ele e começa a ficar conhecida na escola como a mais sem vergonha. Quando ela percebe que todos estão a julgando, Olive decide manter a fama e começa ajudar e a cobrar dos garotos não populares da escola para fingir ter saído com eles.

Confira o trailer!

“A Mentira”, pra mim, é hilário. A história é divertida, tem várias referências aos filmes adolescentes dos anos 80 e a Emma Stone tá super engraçada no papel de “bitch”. A cena do flashback mostrando o que a Olive fez no final de semana em que supostamente estava em um encontro é muito engraçada e eu super me identifiquei. Sabe aqueles momentos em que você escuta uma música que você detesta e ela não sai da sua cabeça? Pois é, essa cena representa muito bem isso.

2 – Histórias Cruzadas (The Help, 2011)

THE HELP

O filme é baseado no livro homônimo de Kathryn Stockett e a história se passa em 1962, na era americana dos direitos civis dos negros no início dos anos 60. Eugenia “Skeeter” Phelan (Emma Stone) é uma jornalista recém formada que acaba de voltar para a sua cidade natal, Jackson, Mississipi. Ela se reencontra com as antigas amigas da escola e percebe que é a única que não seguiu os passos de todas no grupo, como casar e construir uma família, já que ela tem a intenção de crescer na carreira de escritora. Nos diversos encontros com suas amigas, Skeeter conhece Aibileen Clarck (Viola Davis), uma empregada negra que passou a vida cuidando e criando os filhos dos patrões brancos e Minny Jackson (Octavia Spencer) uma empregada desbocada que trabalhou por anos na casa de Hilly Holbrook (Bryce Dallas Howard) – amiga de Skeeter –, porém foi demitida por usar o mesmo banheiro que a sua patroa. Skeeter então se sente incomodada com o modo que quase todos os negros são tratados na cidade e resolve escrever um livro, na perspectiva das empregadas, contando diversas histórias e mostrando o abuso e racismo que todas elas sofrem nas casas onde trabalham.

O trailer você pode conferir aqui embaixo!

Histórias Cruzadas é um drama, mas com alguns momentos de comédia. Emma Stone está maravilhosa no papel de Skeeter e acredito que conseguiu passar bem o sentimento de revolta com o que acontece na cidade. Eu não sei se o que acontece no filme de fato aconteceu na época. Porém considerando diversos fatores históricos eu não duvido muito que algumas situações apresentadas sejam verdadeiras como, por exemplo, a dos empregados negros terem um banheiro só para eles fora das casas em que trabalham. Pode parecer absurdo, mas deve ter algum fundo de verdade nisso.

Espero que gostem das indicações. Já assistiram algum? Recomendam outros filmes com a Emma? Semana que vem tem mais.

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Sabe quando você está esperando muito uma coisa e quanto mais perto fica, parece que está mais longe? Pois é, pessoas ansiosas me entendem. Tá complicado. Mas enfim, não é pra falar disso que eu estou aqui, hoje eu escolhi uma animação dos nossos amados estúdios Disney-Pixar. O filme estreou ano passado, mas quem liga? Vale a pena tirar um tempinho pra assistir.

universidade monstro 1__

Universidade Monstro (2013) é o prequel de Monstros S.A. (2001), ou seja, ele conta o que aconteceu antes do filme de 2001. E tudo começa com um Mike Wazowski ainda criança em sua primeira visita a Monstros S.A. onde ele decide que fará de tudo para se tornar um assustador. Anos se passam e ele consegue entrar na Universidade Monstros (U.M) para realizar o seu sonho. Lá ele conhece o seu companheiro de quarto, o tímido e esquisito Randall Boggs, que sonha em ser popular e o arrogante de família importante James P. Sullivan – ambos do mesmo curso que ele.  Após Sulley raptar a mascote da Universidade Federal do Medo, a rival da U.M, e Mike ajudá-lo a recuperar o bicho que havia fugido, ele é convidado para se unir à fraternidade Ruge Ômega Ruge, onde estão os monstros mais populares da Universidade. Como Sulley aceita os créditos por ter capturado o mascote sozinho Mike começa a desprezá-lo e se inicia uma rivalidade entre os dois.

Durante os testes finais do primeiro semestre, uma briga entre Mike e Sulley faz a diretora Hardscrabble expulsar os dois do curso de assustadores e a Ruge Ômega Ruge remover Sulley da fraternidade e incluir Randall em seu lugar, o tornando um dos populares da Universidade. Mike então se lembra do torneio universitário de assustadores e tenta se inscrever para provar os seus méritos e tentar voltar ao curso. Visto que para participar do torneio é preciso fazer parte de uma fraternidade e ter no mínimo seis integrantes na equipe, Mike é forçado a se unir a Sulley e quatro estudantes desajustados que formam a fraternidade Oozma Kappa.

universidade monstro 2__

Eu sou fã das animações da Disney-Pixar, então pra mim essa não deixou a desejar. Só fiquei um pouco incomodada com o fato de a todo tempo ter uma lição de moral. Não que isso seja ruim, mas é que em Monstros S.A. isso não acontece já aqui em Universidade Monstro eles quase escrevem e desenham em um papel e mostram. Tirando isso eu dei boas gargalhadas com o filme, foi engraçado ver que os inseparáveis Mike e Sulley de Monstros S.A. na verdade se odiavam quando estavam na Universidade. E os novos monstros que aparecem são bem legais, menção honrosa para os companheiros de fraternidade da Oozma Kappa. Vale a pena tirar um tempo no dia para conferir.

Só para título de curiosidade, Universidade Monstro foi o primeiro prequel da Disney-Pixar, depois das continuações de Toy Story e Carros. Aliás, esse filme quase que não foi feito, porque em 2005 já estava definido que Monstros S.A. iria ganhar uma continuação, mas ocorreu um desentendimento entre o CEO da Disney Pictures, Michael Eisner, e o antigo dono da Pixar Studios, Steve Jobs. Só no final de 2006 que tudo foi resolvido e em 2010 confirmaram que a sequência seria feita.

Já assistiram Universidade Monstros? Curtiram? Semana que vem tem mais.

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Hoje eu estou meio que correndo então não vou enrolar muito. Semana passada eu assisti a um filme que mostra um pouco do que aconteceu por trás da produção de um dos meus filmes favoritos da Disney, Mary Poppins. O filme em questão é o “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”, o nome em português dá a entender que é apenas um documentário mostrando o behind the scenes, acredito que o original, “Saving Mr. Banks”, apresenta melhor a proposta do filme.

SAVING MR. BANKS

Por 20 anos Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson), mas a mulher sempre muito difícil se recusou a vendê-los com medo de que Disney transformasse sua história em mais um de seus desenhos bobos. Porém quando se agente a avisa que ela está entrando em uma crise financeira e que o dinheiro oferecido por Walt ajudaria ela decide negociar. Travers então viaja para os Estados Unidos para trabalhar com a equipe escolhida por Disney para produzir o filme.

Nos estúdios da Disney em Burbank, Los Angeles, Travers conhece a equipe composta pelo roteirista Don DaGradi (Bradley Whitford) e os compositores da trilha sonora os Richard e Robert Sherman  (Jason Schwartzman e B. J. Novak respectivamente) e acha que é imprópria a maneira que eles estão tratando sua história. Ao conhecer pessoalmente Walt Disney ela o trata de forma hostil e grosseira, mesmo ele se mostrando totalmente amigável e avisa que só assinará o contrato de concessão dos direitos de Mary Poppins se a produção do filme for do jeito que ela quiser.

SAVING MR. BANKS

O trabalho da escritora com a equipe de criação é difícil, já que ela não gosta de nada que é apresentado e faz algumas exigências que chegam a ser absurdas. O maior problema dela é com a forma que George Banks, o pai da família que Mary Poppins é contradada como babá, é retratado. Mas a gota d’água para ela é quando ela descobre que o filme usaria animações. Ela então devolve o contrato sem assinar para o Walt e volta para a Inglaterra. Disney então descobre que P. L. Travers é o pseudônimo da escritora e que seu verdadeiro nome é Helen Goff e que a preocupação dela com o Mr. Banks é que ele é uma personificação de seu pai e ela não queria decepcioná-lo.

Paralelo à produção do filme é mostrado através de diversos flashbacks à infância de Travers, quando ela ainda era Helen Goff, e de onde surgiu toda a ideia para Mary Poppins. É apresentado como ela era bem próxima ao pai, Travers Goff (Colin Farrell) que era gerente de um banco no interior, mas que foi demitido por conta do seu vício no álcool e que veio a falecer meses depois.

SAVING MR. BANKS

Eu adorei o “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” não só porque me fez voltar a minha infância e lembrar a história , mas porque mostra a produção do filme em si . As cenas dos irmãos Sherman criando as músicas quase me fizeram chorar de felicidade e de raiva. Felicidade porque é impossível não sorrir com qualquer música de Mary Poppins e de raiva por saber que até hoje eu não consigo falar “Supercalifragilisticexpialidocious”.

Emma Thompson está impecável no filme. Não sei se o fato de eu gostar muito dela como atriz interfere nisso, mas ser ranzinza tempo todo combinou bastante com ela, não que ela seja assim de fato. E o Tom Hanks como Disney eu quis dar um abraço nele. Ele passou algo tão paternal e era engraçado ver ele tendo que ignorar toda a hostilidade da Travers e continuar sendo amigável com ela para conseguir os direitos do filme.

Alguém já assistiu ao filme no cinema? Conseguem falar “Supercalifragilisticexpialidocious”?

Semana que vem tem mais.

Beijos.

Oi, gente! Eu estava um pouco sumida, mas voltei! Essa é a última semana em que falamos sobre os filmes indicados ao Oscar e semana que vem a premiação mais famosa do mundo vai ao ar, no dia 2 de março (domingo). Não perca! Então vamos ao que realmente interessa, as três últimas indicações que sobraram foram: O Lobo de Wall-Street, Nebraska e Gravidade.

O Lobo de Wall-Street

geek-lobo1

O filme foi baseado nos livros “O Lobo de Wall Street” de 2007, e “Catching the Wolf of Wall Street”, de 2009. A história, de certa forma, dá glamour à vida do ex-corretor e agora palestrante Jordan Belfort, que foi condenado a quatro anos de prisão em 1998 por fraude e lavagem de dinheiro, chegando a cumprir menos de dois anos. Os que não conhecem a história se veem confusos tentando entender o verdadeiro caráter do protagonista: um aproveitador, um esperto, um visionário, um charlatão, ou apenas alguém querendo subir na vida? Repugnante ou fascinante?

Leonardo DiCaprio foi o responsável por dar veracidade a essa figura intrigante. Após alguns anos de carreira, tal filme pode finalmente dar a ele o Oscar de Melhor Ator. Num filme que parece recheado de excessos, sua atuação é brilhante, construindo o agora ex-corretor de forma minuciosa e precisa, em meio a drogas, surubas, adaptando uma expressão sobre a qual jamais se pensaria no final do século passado.

Além de cenas surreais, o filme tem sequências fortes de drogas e sexo: países como Índia, Malásia e Líbano censuraram sua exibição. Além de DiCaprio como protagonista, Jonah Hill também foi indicado ao Oscar como coadjuvante: no total foram cinco indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Roteiro Adaptado. Atenção também para duas excelentes pequenas participações: brilha no início do filme o principal concorrente de DiCaprio (e favorito) no Oscar, Matthew McConaughey; mais para o final, um dos vencedores da mesma categoria pouco tempo atrás, Jean Dujardin (de “O Artista”).

Apesar de não ser meu gênero preferido, o filme tem uma trama que vale a pena ser contada. Eu não acredito que o filme vá ganhar nessa categoria, mas pode ser que Leonardo Dicaprio leve a estatueta por sua atuação.

 

Nebraska

Nebraska-Poster-Quad

Woody Grant () é um pai idoso, ex-alcoólatra, que recebe uma daquelas cartas de marketing dizendo que ganhou 1 Milhão de dólares e precisa ir até Lincoln, em Nebraska, para receber o prêmio. Como sua família não quer se deslocar de Montana para Nebraska (cerca de 2 dias de viagem de carro) por algo que sabe ser uma farsa, Woody cria o hábito de tentar fugir e tentar ir pra Lincoln à pé. Cansado de ter que procurar o pai quase toda noite, David Grant () resolve finalmente fazer a viagem com o pai, para assim provar que o dinheiro era só um esquema para assinaturas de revistas. Nessa viagem vemos várias cenas clássicas de rodovias, lotada de caminhões, motoqueiros em suas Harley-Davidsons, maquinários agrícolas, trens de cargas e essas coisas que costumávamos ver com frequência lá pela década de 60. Durante a viagem vamos descobrindo um pouco mais da relação de Woody com os filhos, que não era nada boa.

Não gostei muito do filme, mas também não é de todo ruim. Se você curte filme em preto e branco, clássicos do cinema, então provavelmente vai te agradar.

Gravidade

gravidade

 A história conta basicamente sobre o momento em que Ryan Stone (Sandra Bullock) está em sua primeira missão espacial ao lado do astronauta veterano Matt Kowalsky (George Clooney), que se despede da função neste último voo. Mas durante um passeio espacial aparentemente rotineiro, um acidente ameaça a vida dos passageiros, que têm sua nave destruída. Absolutamente sozinhos no espaço, Stone e Kowalsky são obrigados a lutar lado a lado para sobreviver em um ambiente de total escuridão. O filme é um estudo de personagem, onde a apresentação e construção emotiva e das ações da doutora Ryan Stone são fundamentadas e muito bem estruturadas. Nada nos diálogos é gratuito, nenhum comportamento é infundado. A Dra. Stone não é uma heroína. Ela é uma insegura novata, que lida com os efeitos no corpo da falta de gravidade e parece que mal sabe o que tá fazendo. E o filme também é um exercício de metáforas, onde as limitações da doutora, físicas ou emocionais, nos remetem às nossas próprias. Isso é o resultado de um personagem bem construído. Até mesmo os momentos em que o silêncio reinava eram angustiantes, mas nunca entediantes, tudo claramente pensado.

Além de excelentes atuações, achei a produção muito inteligente e os efeitos são incríveis!

Infelizmente, apenas um dos nove filmes pode levar o título de Melhor Filme. O meu preferido com certeza é Clube de Compras Dallas, e também gostaria que os atores do filme levassem os prêmios. E vocês? Estão torcendo para qual filme? Espero que tenham gostado da Maratona Oscar!

Até semana que vem, beijos!

Filme do dia: Frozen

Olá pessoal, como estão? Semana que vem é Carnaval então todo mundo deve estar bem feliz por ter um tempo para descansar. Vou confessar que havia me esquecido do feriado. Só me lembrei da data porque meu professor avisou que não teria aula. Aparentemente eu estava buscando água em Marte e me perdi. Enfim, vamos ao que interessa, o filme de hoje entrou fácil na lista dos meus favoritos da Disney e agora tudo pra mim é “do you want to build a snowman?”. Sério, não paro de cantar essa música. Ok, vamos lá. Espero que gostem.

frozen 1__

Frozen conta a história de duas irmãs Elsa e Anna. Elsa (Idina Menzel) é a filha mais velha do rei e da rainha de Arendelle e nasceu com a maldição do gelo, que permite que a menina congele as coisas, faça nevar e outros. Um dia brincando com Anna (Kristen Bell), ela acidentalmente atinge a irmã. Para que a menor sobreviva os reis pedem ajuda para os trolls e o chefe deles retira de Anna todas as memórias relacionadas aos poderes de Elsa. Os pais das meninas então isolam a mais velha até que ela aprenda a controlar sua magia. Com medo de machucar a irmã novamente, Elsa passa todo o tempo trancada em seu quarto, ela não sai nem para ir ao enterro dos pais.

Quando Elsa completa 18 anos, todo o reino se prepara para a sua coroação. Anna é uma das mais animadas, visto que nunca pôde sair do castelo. Enquanto sai para conhecer um pouco do lugar a menina esbarra no Príncipe Hans (Santino Fontana) e eles logo se apaixonam e o jovem pede a mais nova em casamento, proposta essa que é aceita sem hesitação.  Apesar de estar com muito medo, Elsa consegue passar pela cerimônia de coroação sem grandes problemas. Durante a festa Anna apresenta o noivo para a irmã, porém a mais velha se recusa a dar sua benção para a união, já que eles se conhecem há apenas poucas horas. As duas então começam a discutir e os poderes de Elsa são revelados. Em pânico, ela foge de Arendelle e sem querer congela todo o reino e os condena a um inverno eterno.

frozen 2__

Anna sai à procura da irmã e no meio do caminho esbarra em Kristoff (Jonathan Groff), um jovem vendedor de gelo que a ajuda a achar o lugar onde Elsa se isolou de todos. Enquanto procuram por pistas, o casal encontra Olaf (Josh Gad), um boneco de neve (que adora abraços quentinhos <3) criado pela mais velha. Quando os três chegam a Montanha do Norte, eles encontram um castelo de gelo construído por Elsa. Anna tenta convencer a irmã a voltar para Arendelle e ajudar acabar com o inverno, porém a mais velha se nega e fala que não tem ideia de como acabar com a maldição e durante outra discussão, Elsa fica agitada e sem querer atinge o coração da irmã.

Após serem expulsos do castelo, Kristoff percebe que há algo de errado com Anna e a leva até os trolls. O mesmo chefe que a salvou quando ela era uma criança informa que o coração da menina foi congelado e que ele nada pode fazer, mas que há uma solução. O coração pode ser descongelado com um ato de amor antes que a jovem seja congelada para sempre. Kristoff e Olaf então a levam de volta para Arendelle para que ela receba um beijo do Príncipe Hans. Mas nem tudo são flores e muita coisa acaba não dando certo.

Film Review Frozen

Frozen é o 53º filme animado produzido pela Disney e ele está no meu top 10 de filmes do estúdio. Ele não tem toda aquela fórmula de a princesa conhece o príncipe algo de ruim acontece, mas eles vencem as adversidades e no fim ficam juntos. Não, a história central é mesmo a das irmãs e como elas conseguem se manter tão unidas mesmo tão distantes. É muito bonito ver que elas são capazes de fazer o que for preciso para que a outra fique bem.

Todos os personagens de Frozen são cativantes e isso faz com que o filme ganhe mais pontos. Impossível não rir da relação de Kristoff com a sua rena, Sven. Os momentos em que os dois estão “conversando” são hilários. Olaf é o boneco de neve mais fofo do mundo, como não amar uma criatura que se apresenta já falando que adora abraços quentinhos? Anna é a típica adolescente que está atrás do amor eterno e Elsa é a adolescente entrando na vida adulta com medo do que o futuro pode trazer. Até o Príncipe Hans que é um mala consegue ser cativante em alguns momentos.

A trilha sonora do filme é maravilhosa e a música principal de Frozen, “Let It Go”, é interpretada pela Idina Menzel, que já interpretou a Bruxa Má do Oeste, Elphaba, em Wicked na Broadway e fez algumas participações na série Glee. A música, inclusive, está concorrendo ao Oscar de Canção Original e o filme está concorrendo ao de Melhor Animação. Aliás, super recomendo a todos a procurarem as músicas do filme do Youtube, mas a versão original, porque a dublada é bem ruinzinha. Procurem por “In Summer” e vocês passarão a vida cantando.

Já assistiram Frozen e querem construir um boneco de neve?

Espero que gostem do filme. Até semana que vem.

Beijos.