Semana passada terminei de ler o livro Manual dos jovens estressados mas muito inteligentes do autor Augusto Cury neste livro Augusto apresenta um diálogo entre Dr. Cury e o professor iEstresse sobre seus medos, problemas e sonhos. Ao contar essas histórias, Cury procura ajudar os jovens a enfrentar seus desafios e se preparem para as vitórias e os fracassos que aparecerão durante a vida.

“Um verdadeiro líder aprende a primeiramente liderar a si mesmo, para depois liderar os outros. Aprende a promover os outros, e não a diminuí-los. Aprende a pensar nas consequências dos seus comportamentos, e não a reagir sem pensar. Coloca-se, enfim, no lugar dos outros, e não vê o mundo apenas com seus próprios olhos.” (página 88)

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A leitura é leve e ao mesmo tempo cheia de conselhos bons pra gente levar pra sempre no coração, o livro auxilia principalmente os jovens que vivem cheio de dúvidas, incertezas, decepções, dificuldades na vida, problemas pessoais, na escola, na faculdade e vida amorosa. Cury relata que não sabemos lidar com as nossas emoções e a maioria das pessoas, mesmo em fase adulta ainda enfrentam essas questões.

“Sonhos sem disciplina produzem pessoas frustadas, e disciplina sem sonhos produz pessoas que só obedecem a ordens.” (página 149)

O livro possui 174 páginas e fala também do estresse cotidiano, falta de amor próprio, confiança, pessimismo e o treinamento da inteligência. Eu me identifiquei muito com o livro, passei por alguns problemas chatos na adolescência e atualmente também estava enfrentando algumas decepções comigo mesma, acontece não é gente? Hehe, gostei da parte em que Augusto esclarece como podemos treinar a nossa mente para estudar, ele dá 10 exemplos mostrando que em cada passo sua mente vai conciliando as coisas e aprendendo a se familiarizar com isso.

“Drama e comédia, risos e lágrimas fazem parte da vida. Não tenha medo: quem vence sem riscos, vence sem glória.”(página 188)

Recomendo a leitura pra quem está em busca de encontrar a paz interior e conhecer a si mesmo :).

Vocês já leram esse livro?

Para ler: Anjo Mecânico

Bom dia, pessoas lindas! Depois de uma semana sem Dia de Brilho, voltamos com tudo! Hoje eu vim compartilhar com vocês uma prequela¹ da série Os Instrumentos Mortais, onde vocês já conferiram uma resenha sobre o primeiro livro, Cidade dos Ossos, aqui no blog!

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Trata-se de Anjo Mecânico, primeiro livro da série As Peças Infernais, que se passa na Londres Vitoriana em 1800 e bolinhas e conta a história de Tessa Gray (O sobrenome é familiar a vocês que já leram os livros de Os Instrumentos Mortais?), uma garota que possui habilidades metamórficas e é forçada a usar seus poderes para ajudar uma dupla de irmãs maquiavélicas. Tessa não tem escolha a não ser ajudar essas irmãs, pois elas seqüestraram também o seu irmão, Nathaniel.

Na leitura podemos perceber a semelhança de Tessa com Clary, ambas se vêem em um mundo sobrenatural e acabam se envolvendo com Caçadores de Sombras, que explicam a elas sobre esse novo universo. Nesse primero contato com os Caçadores, Tessa conhece Will, o personagem principal. Ele a resgata da casa das irmãs e a leva para um local seguro, um lugar onde vive com outros Caçadores de Sombras, a London Clave.

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Há similaridades claras com Jace de Instrumentos Mortais, ele é um lutador confiante e jovem impetuoso que continuamente mostra a Tessa o caminho errado, até o ponto em que ela está prestes a cair em seus braços. No entanto, Tessa e Will estão longe de ser um casal que transparece harmonia como Clary e Jace, talvez até pelo tempo em que se passa a história, onde existiam todos aquelas regras de comportamento e a importância do que as pessoas iam pensar. Durante toda a leitura eu fiquei encantada com Will Herondale e sua semelhança com Jace, que apesar de ter sobrenome Lightwood por criação, é um legítimo Herondale. Diversas vezes me peguei comparando os dois e não consegui decidir entre um preferido. Talvez Jace, por ter chegado primeiro hahaha.

O mistério e aventura que fazem parte da trama giram em torno de uma trama nefasta para construir um exército de robôs. Ao decorrer do livro, descobrimos sobre um grupo que quer roubar a pele de seres humanos mortos para vestir as supermáquinas acusando-os de usar energias demoníacas para dar aos autômatos uma inteligência artificial. É certamente fantástico o suficiente para satisfazer qualquer fã de fantasia urbana – embora qualquer fã de mistério que se preze. Além de tudo, mostra o passado dos Caçadores de Sombras e quando tudo começou. É uma história muito intrigante e bem escrita, devo dizer.

Prequela¹: É um termo para se referir a uma obra artística que contém elementos passados no mesmo universo ficcional, ou universo paralelo, segundo o contexto que uma narrativa prévia completa, desde que esses elementos ocorram anteriormente aos narrados no primeiro trabalho.

Observação: E pra quem é fã dessas duas séries e da querida autora Cassandra Clare não pode perder a estreia (que acontece nesse mês, dia 21 de Agosto) do filme “Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos” com Lilly Collins (Clary) e Jamie Campbell Bower (Jace) no elenco! Confira o trailer abaixo!

Espero que tenham gostado da dica e até semana que vem 🙂

Beijinhos!

Para ler: Topless!

Tenho lido bastante coisa ultimamente, mais não deixo de selecionar um bom livro para descontrair nas horas vagas. E o escolhido da vez foi Topless de Martha Medeiros. Confesso que a cada livro que leio dessa belíssima escritora me apaixono mais por suas palavras, reflexões e as diversas maneiras de como ela observa e expõe alguma ideia, uma história e um momento marcante sobre o Brasil ou até mesmo de sua vida.

Os livros da nova era

Não nego que viver sem computador, hoje, é o mesmo que viver sem geladeira. Mas não consigo imaginar o livro deixando de ser um objeto para ser um equipamento. O livro podendo ser apagado. As livrarias se transformando em lojas de disquetes. Todos os volumes de uma biblioteca cabendo numa única gaveta. Como serão as sessões de autógrafos? Que graça terão as aulas de inglês, se o book não estará mais on the table?

Página 37

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Este livro é de 1997 e só agora tive a oportunidade de devorá-lo e gostei de vários textos. Mas 3 me chamaram bastante atenção, pelo fato de mostrar o que temos visto nos dias atuais. A tal da felicidade instantânea de querermos tudo agora, os livros de papel que estão sendo abandonados e a competição e concorrência que nunca deixou de existir.

A felicidade no fim do século

[…] A felicidade conquistada lentamente, passo a passo, virou uma vaga lembrança. Estamos vivendo a era da felicidade instantânea. Precisamos, para ontem, de um jatinho particular, um apê em Nova York e um nariz novo. Nada que uma Supersena acumulada não resolva.

Porque esta urgência de viver? Simples: porque a morte tem chegado à bala. A violência urbana mudou o nosso conceito de felicidade. De dia comemos um churrasco com a família, à noite podemos estar enterrando um amigo morto estupidamente num acidente de carro. […]

Página 17

De forma bem descontraída os textos são leves e conseguimos captar cada percepção sobre as ideias e os momentos descritos por Martha em cada crônica. O livro é composto por 54 crônicas e você consegue ler ele em 2 dias!

A modéstia sobre ao pódio

Competição. Esta é a palavra de ordem do mundo atual, e que já não se restringe ao empresariado. Vale para tudo: para conseguir uma vaga para estacionar, para arranjar marido, para se destacar neste mundo de clones. Não somos mais irmãos, somos concorrentes.

Página 168

Vocês já leram esse livro?

Depois de um mês lendo (enrolando) com o livro Carolina se Apaixona, finalmente consegui concluir. A história se passa em Roma nos anos entre 2006/2007 e é vivida por Carolina e suas amigas Alis (Alice) e Clod (Claúdia) todas elas tem aproximadamente 14 anos de idade e estão curtindo a adolescência, descobrindo o primeiro beijo, o primeiro amor e a primeira vez. Carolina vive com seus pais, seu irmão Rusty James que sonha em ser um escritor famoso e sua irmã Alê que vive pegando no seu pé. Mais também mantém uma relação cheia de amor e carinho com seus avós.

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Carolina conhece o amor da sua vida, chamado Massi por uma informação que ele estava procurando e desde então ela se apaixona pelo garoto. Porém, um dia que ela está voltando para casa é roubada e perde o telefone aonde se encontrava o contato de Massi. Após isso, Carolina passa um tempo procurando ele por todos os lugares de Roma e não o encontra. Neste período a garota conhece vários outros meninos e vive as desilusões dos amores que conquista e as decepções que a vida vai mostrando com o tempo. Até que um dia ela e suas amigas Alis e Clod estão se divertindo em uma festa com os amigos do colégio e se encontra com Massi novamente o encontro é intenso e romântico.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos… (página 366)

Achei a leitura super cansativa 🙁 (comprei o livro pela capa ser bonitinha e li o contexto atrás e achei interessante, mas…) sem contar que o livro não é organizado em capítulos. O livro é um romance italiano, há expressões em inglês e frases em italiano também ambas sem tradução nenhuma na própria página e no rodapé, infelizmente você tem que ir até a última página conferir o que significa.

[…] Aqueles que morrem realmente são os que não vivem. Aqueles que se controlam, porque pensam demais no que os outros vão dizer. Que fazem concessões à felicidade. Aqueles que agem sempre do mesmo modo pensando que não podem fazer nada diferente, que acreditam que amar seja uma gaiola, que não fazem nunca pequenas loucuras para rir de si mesmos ou dos outros. Estão mortos aqueles que não sabem pedir ajuda e muito menos sabem dar. 

Carolina se Apaixona

Autor: Federico Moccia

Páginas: 398

Vocês já leram esse livro?

Beijokas!!

Para ler: Um lugar na janela

Semana passada consegui terminar o livro que estava lendo e inclusive escrevi um post no blog contando os livros que gostaria de ler neste ano confere aqui. Não estava me aguentando de curiosidade e o escolhido da vez foi Um lugar na Janela da escritora Martha Medeiros. Apenas uma frase: Que livro incrível!

Martha relata todas suas aventuras de viagem que fez por vários países da Europa, Japão, Marrocos e Nova York de um jeito leve, descontraído e como se estivesse do nosso lado contando toda sua experiência. Além disso, a escritora conta a cara de pau que teve em diversas situações nos países que esteve, mostrou que é possível sim viajar sozinha e se divertir e apesar de deixar todas as pessoas que você mais ama no Brasil, enquanto se está em outro lugar fazendo descobertas.

Só mesmo se afastando da rotina para estabelecer uma intimidade menos invasiva e mais calorosa. Viagens propiciam isso, uma quebra de hierarquia e uma democrática união diante do desconhecimento mútuo. (página 137)

Quando estava lendo o livro me imaginei nas situações da Martha. Essa vontade imensa que a gente tem de desbravar horizontes, não importa a hora ou o lugar, a gente quer ir. O livro é curtinho, leve, dá para carregar em qualquer lugar, só tem 191 páginas. Quem é viciada em leitura consegue terminar ele no mesmo dia. Eu consegui terminar em uma semana :P, fiquei super feliz comigo mesma, pois andava super enrolada com a leitura, agora estamos em dia. Segue o próximo livro 😀

Viajar não cura sofrimentos, mas nos faz perceber que podemos ser bem mais do que turistas esporádicos – podemos ser, isso sim, ser viajantes durante os 365 dias do ano, em qualquer lugar em que se estiver, incluindo onde se mora. Comprometer-se com o encantamento contínuo pela vida não impede desconfortos do coração, dividas com o banco ou conflitos familiares, mas dá uma trégua pra alma. (página 191)

E vocês já leram este livro? Tem algum outro para recomendar da Martha Medeiros?

Beijokas!!