Ei, galera! Mais uma semana se passou e estou aqui novamente para compartilhar com vocês outro filme indicado ao Oscar! O escolhido para essa sexta-feira foi o meu preferido da lista: Clube de Compras em Dallas.

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O drama se passa na cidade de Dallas, em 1985, e conta a história de um vaqueiro que descobre por acaso que tem AIDS. Ron Woodroof (Matthew McConaughey) tenta fugir de seu destino quando o médico lhe conta que ele tinha apenas um mês de vida. A partir daí, Ron procura todas as formas de tratamento possíveis, mesmo aqueles que ainda não foram aprovados legalmente na época. Através de sua doença, Ron encontra um meio de se manter vivo com os remédios que conseguia de forma clandestina e enxerga nisso um modo de ganhar a vida. Ele burla o sistema de saúde para conseguir os remédios ilegalmente e passa a vender para outras pessoas que também são HIV positivas, formando assim o clube de compras em Dallas.

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No começo, eu simplesmente odiei o personagem do Matthew. Um homem preconceituoso e ignorante que acreditava que apenas homossexuais poderiam adquirir AIDS, “chupadores de p**” como ele mesmo diz no filme.  Além da opinião deprimente, vivia uma vida sem escrúpulos e totalmente promíscua. Então ele fica sabendo que tem a doença, sofre o preconceito que ele mesmo praticava e em uma das vezes em que esteve no hospital, conhece Rayon (Jared Leto), um travesti também portador de HIV. O que Ron aprende com Rayon – após humilhar, discutir e odiar durante boa parte da trama – é uma lição de vida que todos os espectadores assimilam também.

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Vamos às atuações. Matthew McConaughey foi brilhante desde a primeira cena do filme. Apesar de já ter conhecimento do bom ator que ele é há tempos, antes de assistir ao filme não pensava que fosse me tornar fã do cara. Ele emagreceu cerca de trinta quilos para interpretar Ron, e de fato foi como se ele próprio fosse o personagem. Espetacular, nada menos que isso. Jared Leto foi o que me levou a assistir “Clube de Compras em Dallas”. Eu sempre fui muito fã do artista como o grande músico que ele é, acompanho a 30 seconds to mars e a trajetória da banda. Eu sabia que Jared também era ator, mas dessa vez ele superou todas as expectativas. Jared interpretou com respeito e graça uma personagem real. Real, sim, pois existem mais Rayons do que podemos imaginar. Não é por acaso que ele foi indicado ao Oscar, além de ter ganhado mais de 30 prêmios pelo filme. Não só ele, Matthew e o filme em si também foram indicados.

Não preciso recomendar o filme, certo? Está mais do que claro que vocês precisam assistir a essa grande história e desfrutar de atuações incríveis! Se já viu, compartilhe sua opinião com a gente nos comentários!

Fique com o trailer abaixo:

Bom dia, pessoal! Como vai a sexta-feira de vocês?  O mês de janeiro foi recheado de premiações ao mundo do cinema, como o Golden Globe Awards, Critics Choice Awards e Screen Actors Guild Awards. No entanto, a premiação mais importante é o Oscar, que irá ao ar no dia dois de março. Não sei quanto a vocês, mas eu adoro acompanhar essas premiações, assistir ao desfile de vestidos maravilhosos e conferir meus artistas favoritos ganhando estatuetas pelo talento. E pensando nisso eu resolvi falar toda semana até o dia do Oscar 2014 os filmes que foram indicados a essa premiação para compartilhar um pouco da história com vocês. Vamos ao primeiro filme, então.

12 anos de escravidão (12 years a slave)

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O longa-metragem é baseado em fatos reais e conta a história de Solomon Northup, um negro livre que é sequestrado e feito de escravo por doze anos. A meu ver, demorou muito tempo para que a história de vida desse homem tão forte e incrível fosse contada. Mas como diz o ditado: melhor tarde do que nunca.

O filme foi baseado em um livro com tristes memórias sobre um período muito sombrio na história dos Estados Unidos. A trama, em um breve resumo, relata que Solomon Northup, nascido um homem livre em Nova York, foi atraído para Washington, D.C. em 1841 com a promessa de um emprego. E então drogado e espancado, ele é vendido como escravo. Solomon passou os doze anos seguintes de sua vida em cativeiro, trabalhando, na maior parte do tempo, em uma plantação de algodão em Louisiana. Após seu resgate, Northup escreveu o livro registrando cada momento de dor que passou naquela plantação até o dia em que reencontrou sua família.

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O elenco conta principalmente com Chiwetel Ejiofor como Solomon Northup, uma atuação nada menos que espetacular e verdadeira; Brad Pitt que interpreta o abolicionista canadense que ajudou Solomon a reconquistar sua liberdade, além de ser o produtor do filme; e Lupita Nyong’o dá vida à Patsey, uma negra que é abusada sexualmente por seu patrão. Lupita fez um trabalho excepcional para seu primeiro papel de importância no cinema, o telespectador pode notar que a atriz se coloca completamente no corpo de Patsey e a interpreta com muito sentimento. E ela ainda foi indicada ao Oscar, indicação muito merecida, por sinal.

Confira o trailer:

 

12 anos de escravidão é um filme que faz todos os outros sobre o mesmo tema parecerem uma mentira. Vale muito a pena assistir e se emocionar com essa história incrível. Vocês já assistiram?

Cada dia que passa os livros que amamos ler estão ganhando suas adaptações para o cinema. Títulos como Comer, rezar e Amar, As vantagens de ser invisível, O lado bom da vida, Cidade dos Ossos – Instrumentos Mortais, A menina que roubava livros e muitos outros livros tão bons quanto esses conquistaram o coração dos leitores e tiveram seu espaço nas telas do cinema.

Dos livros que citei li 3 e gostei bastante, principalmente Cidade dos Ossos e A menina que roubava livros ainda não lançado no Brasil. Mas estreia no final deste mês. O que dizer do filme? Incrível! Seguiu a história certinha do livro, mostrando os detalhes mais importantes da personagem, recomendo a leitura e se puderem assistam o filme também ;).

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Eu gosto bastante de ler o livro para comparar com o filme depois. Além disso, tenho amigas que fazem o mesmo e adoramos papear sobre esse universo. E como estamos vendo os principais filmes que estão concorrendo ao Oscar entre outras estreias que veremos este ano. Selecionei livros que você precisa ler antes do filme estrear nos cinemas, vem comigo!

1) Serena, Don Rash

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Do que se trata a história? O livro conta a história dos recém-casados George e Serena Pemberton, que se mudam para as montanhas da Carolina do Norte para iniciar um negócio madeireiro. George já tinha vivido no campo, onde teve um filho com outra mulher. Serena, por sua vez, é nova na vida campestre e se prova tão competente quanto qualquer homem, supervisionando trabalhadores, matando cobras, inclusive salvando a vida de seu marido. Mas tudo muda, quando Serena  perde a sanidade mental ao descobrir que não pode ter um bebê, é então que ela decide que deve matar o filho que George teve com outra mulher.

Data do filme: Janeiro

2) A culpa é das Estrelas, John Green

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Do que se trata a história? A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Fiz resenha do livro aqui.

Data do Filme: Junho

3) Divergente, Veronica Roth

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Do que se trata a história? Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente.

Data do Filme: Março

4) Livre – A jornada de uma mulher em busca do recomeço, Cheryl Strayed

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Do que se trata a história? Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, aos 26 anos, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da Pacific Crest Trail (PCT) – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa.

Data do filme: Segundo semestre de 2014

5) Garota exemplar, Gillian Flynn

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Do que se trata a história? Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados.

Data do filme: Outubro

6) Jogos Vorazes – A esperança, Suzanne Collins

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Do que se trata a história? Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade.

Data do filme: Novembro

Dos livros citados no post Garota Exemplar foi o que me chamou bastante atenção, quero ler o mais rápido que der 😛 . A culpa é das estrelas, Divergente e Jogos Vorazes já estou lendo. E vocês, quais leituras já escolheram e estão ansiosas para o filme chegar logo?

Filme: Questão de Tempo

Bom dia, minha gente! Tudo certo? E esse calor maldito que não vai embora? Não sei quanto aos outros estados, mas o Distrito Federal vai virar um caldeirão qualquer dia desses! Anyway, não estou aqui para falar de temperatura, vamos ao que interessa. Essa semana eu trouxe um filme muito interessante que assisti há alguns dias, trata-se de “Questão de Tempo”.

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A trama gira em torno de Tim (Domhnall Gleeson), que aos 21 anos descobre que os membros masculinos de sua família possuem a habilidade de viajar no tempo.  A confidência é feita por intermédio de seu pai, que lhe provocou a usar a habilidade de maneira inteligente e somente para lhe trazer felicidade. Tim, que não era muito habilidoso na arte de conquistar mulheres, decidiu então que iria se aproveitar de seu dom para tentar arrebatar o coração de alguma garota. Depois de uma tentativa frustrada com uma amiga de sua irmã, ele decide se mudar para Londres e tentar a sorte novamente. Lá ele conhece Mary (Rachel McAdams), por quem se apaixona. Mas por voltar várias vezes no passado, ele acaba alterando sua realidade e precisa fazer de tudo para conhecer Mary mais uma vez. Com o passar do tempo, Tim foi percebendo que algumas coisas não poderiam ser mudadas e que ele não seria poupado da ordem natural da vida.

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A história passa uma mensagem importante que é a das responsabilidades que vamos adquirindo com o passar da vida e quanto precisamos ser mais atenciosos com as atitudes que tomamos.  Os jovens são  naturalmente impulsivos e tendem a resolver seus problemas de maneira rápida e superficial. Essa etapa da vida de Tim permitia a ele uma liberdade absurda de voltar no tempo e corrigir o que quisesse, mas conforme o tempo foi passando e a sua família se constituindo o risco em voltar no tempo e estragar algo que ele já estabeleceu lhe impede de começar a alterar o rumo de algumas coisas que lhe incomodam. O que foi incrível, pois fez com que Tim se prendesse ao futuro e entendesse que precisava se adaptar como qualquer outra pessoa comum e aprender a enfrentar seus erros e acertos sem utilizar seu dom.

Confira o trailer de Questão do Tempo:

Eu recomendo que assistam ao filme, além das ótimas atuações, a história é linda. Até mais!

Beijos!

Olá meninas, como estão? Depois de duas semanas super corridas eu finalmente consegui tempo pra vir aqui e postar. Esse é o meu penúltimo post do ano, já que semana que vem eu viajo e só volto ano que vem.

Para essa semana eu escolhi um filme que nada tem a ver com as festas de final de ano, mas vale a pena do mesmo jeito. Esse ano vocês provavelmente devem ter ouvido falar da tal “Cup Song”, aquela musiquinha que a gente faz batendo um copo na mesa. Quem não conhece a música CLICA AQUI, esse é um dos melhores vídeos que eu já assisti de tutorial para mesma. Bom, a febre da música com o copo surgiu com o filme de hoje.

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A Escolha Perfeita (Pitch Perfect, 2012) é um musical baseado no livro homônimo de Mickey Rapkin que conta a história de Beca Mitchell (Anna Kendrick) uma jovem que tem o sonho de ir pra Los Angeles trabalhar na sua carreira musical, porém se vê como uma caloura na Universidade Barden, onde seu pai é um dos professores e meio que está a obrigando estudar lá. Ela passa todo o seu tempo fazendo alguns mash-ups no computador e trabalha como estagiária na rádio da universidade onde ela conhece outro calouro, Jesse Swanson (Skylar Astin).

Quando o pai de Beca descobre que ela está matando todas as aulas, ele faz uma proposta para a filha: se ela se juntar a qualquer clube da universidade e começar a ter experiências universitárias decentes, começar a se enturmar e não querer continuar estudando, ele vai permitir e ajudar a menina a ir para Los Angeles em busca do sonho. Ela então conhece Chloe Beale (Brittany Snow), uma das líderes do Barden Bellas – um coral que canta a capela e participa de competições (tipo um Glee Club) – que após escuta-la cantando no banheiro a convence de fazer um teste para o grupo.

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Aubrey Posen (Anna Camp), a líder do Barden Bellas, de inicio não aceita que Beca faça parte do grupo, mas como está desesperada para ganhar a competição, após os problemas que tiveram no último ano – onde a moça ficou nervosa e acabou passando mal durante o seu solo, – ela aceita que Beca entre no grupo, assim como ela aceita várias outras meninas que não fazem bem o estilo das Bellas. E Jesse também é aceito em outro coral, o Treblemakers, um grupo só com rapazes e os maiores rivais das meninas.

A Bellas começam a participar da competição, porém continuam cantando as mesmas músicas antigas que elas sempre cantam em toda e qualquer ocasião, enquanto o Treblemakers sempre aparecem com músicas dessa década e com arranjos bem mais divertidos. Apesar do repertório antiquado elas conseguem um lugar nas semi-finais. Após essa apresentação, Beca entra em uma briga e acaba presa. Jesse tenta ajudá-la e liga para o seu pai, que não fica nada feliz com a situação e desiste de pagara mudança da filha para LA. Ela não gosta do que o amigo fez e isso abala a amizade dos dois.

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Durante a apresentação da semi-final, Beca percebe que a plateia está quase dormindo com e resolve improvisar e deixar a mash-up um pouco mais atual. Elas ficam em terceiro lugar e não são classificadas para a final. Aubrey culpa Beca por isso e a expulsa das Bellas. Quando os Footnotes – um dos grupos classificados para as finais- são desclassificados porque um de seus integrantes ainda está no colegial, as Bellas são chamadas de volta para a competição. Depois das férias elas começam a ensaiar novamente, porém percebem que algo está faltando. Enquanto isso, Beca tenta pedir desculpas para Jesse, mas suas tentativas são frustradas, então ela resolve pedir desculpas para as Bellas por ter mudado a música durante a semi-final e pede outra chance no grupo. Depois de uma longa conversa as meninas revolvem aceitá-la de volta e decidem mudar o estilo das músicas para algo mais moderno e original. Na competição as Bellas cantam um pedaço de “Don’t You Forget About Me” da trilha sonora de O Clube dos Cinco (1985), que é o filme favorito de Jesse. E isso acaba sendo como um pedido de desculpas de Beca para o rapaz.

Muita gente torce o nariz para o filme só porque ele é um musical, mas A Escolha Perfeita não é aquele musical onde as pessoas começam a cantar em momentos aleatórios. Não, no filme eles só cantam quando é realmente necessário. Nada de cantar sobre como o dia foi feliz e colorido. A trilha sonora também é maravilhosa, visto que 80% são músicas atuais e legais.

Em determinado momento do filme Jesse fala para Beca que em todos os filmes o melhor é sempre o final, pois tem a trilha sonora perfeita e o momento mais esperado, ele então usa O Clube dos Cinco – um dos meus filmes favoritos na vida <3 – para exemplificar isso. Porém aqui eu devo dizer que o final não é o melhor, claro que é ótimo, mas o meu momento favorito é a de improvisação na rua. Eles rodam uma roleta com vários temas e o que sair um dos grupos tem que começar a cantar, aí quando outro grupo quiser ele pode interromper quem está cantando e começar outra música dentro do tema sorteado. Gente, eles cantam “Hey Mickey” nesse momento. “Hey Mickey” é aquela música chiclete que toca no filme das Apimentadas (2000). Enfim, a cena é sensacional, porque eu nunca imaginaria uma “batalha” dessas.

Espero que vocês gostem de A Escolha Perfeita. Aliás, a continuação do filme já foi confirmada para 2015 e aparentemente o Skylar Astin volta para o papel de Jesse e Rebel Wilson, a Fat Amy, volta também. Nada ainda sobre a Anna Kendrick, o que eu acho uma pena, porque a voz dela é ótima e eu queria ver a Beca junto com o Jesse.

Semana que vem tem mais com um post de Natal só pra todo mundo começar a entrar no clima.

Beijos.

Nostalgia natalina!

Bom dia, gente! As férias já chegaram para uns e certamente chegarão para outros, as festas de final de ano se aproximam, clima natalino, músicas de natal por todo o lado… Eu adoro, e vocês?  Hoje eu decidi falar sobre alguns filmes que são os meus preferidos para essa época. Quando eu era mais nova adorava quando chegava a época de Natal e a globo iniciava a programação natalina com filmes como “Esqueceram de mim (Home Alone)” na sessão da tarde.

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Esqueceram de mim (1990)

Você provavelmente conhece a primeira versão do filme com o ator Macaulay Culkin. A história se passa em Chicago quando uma família inteira planeja passar o Natal em Paris. No meio de tantos irmãos, Kevin McCalister não se sente devidamente incluído no grupo, principalmente com as implicâncias fraternas.  Após uma discussão familiar causada por uma reação revoltada contra o bullying do irmão mais velho, Kevin é mandado para o “terceiro andar” – um sótão com cama – de castigo. Qual é a sua surpresa quando, após desejar que não tivesse família e acordasse sozinho no dia seguinte em casa, isso realmente acontece? Kevin, com apenas 8 anos, se vê obrigado a se virar sozinho! O garoto no começo acha o máximo, finalmente estaria livre para fazer o que quisesse. Kevin faz compras, cozinha e até age como um verdadeiro dono de casa. Apesar de estar aproveitando o momento, Kevin começa a se sentir sozinho. O Natal se passa com a família e ele estava sozinho, com saudades da família, que apesar de desnaturada por ter notado sua ausência já em Paris, era tudo o que ele tinha.

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O que ele não esperava no meio da aventura eram dois ladrões. Os dois capangas são os mesmos trapalhões das histórias infantis que poderiam ser serrados ao meio, mas voltariam inteiros para pegá-lo. As trapalhadas que os dois se metem tentando perseguir o garotinho que julgavam pobre e indefeso garantem risadas para você e toda a sua família. Já perdi a conta de quantas vezes assisti a esse filme, ele me traz um leve gostinho de saudades da minha infância. E como já era de se esperar de um filme como esse, o final é feliz!

Confira o trailer:

Qual é o seu filme preferido de Natal? Conte nos comentários!