Sessão pipoca

Oi gente linda, como estão? Essa semana eu fiz a revoltada e resolvi aparecer mais cedo na semana. Mentira, foi a Wanessa que perguntou se era viável eu mudar o meu dia essa semana e bom, estamos aqui!

Semana passada eu fui ao cinema com a Carol e com a Wanessa e gente como os shoppings estão LOTADOS. Confesso que fiquei meio assustada e até pedi para as férias das crianças acabarem logo para eu conseguir assistir meu Malvado Favorito 2 sem que todas elas fiquem gritando. No primeiro dia nós ficamos mais de uma hora na fila para conseguir comprar os ingressos e no segundo dia só foi mais rápido porque fomos parar em um shopping que só vende sofá, ou seja, não tem o muito que fazer por lá a não ser o cinema.

Agora pega a pipoca, o brigadeiro, o refrigerante, os doces e o milkshake e vem ler. Sim, só listei coisas não saudáveis porque eu não me imagino comendo uma barra de cereais dentro do cinema ou em casa assistindo filme. Pensamento de gordinha.

1 – Homem de Aço (Man of Steel – 2013)

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A sinopse do filme é a seguinte:

Nascido em Krypton, o pequeno Kal-El viveu pouco tempo em seu planeta natal. Percebendo que o planeta estava prestes a entrar em colapso, seu pai (Russell Crowe) o envia ainda bebê em uma nave espacial, rumo ao planeta Terra, e levando com ele importantes informações de seu povo. Contrariado com tal atitude, o General Zod (Michael Shannon) tenta impedir a iniciativa e acaba preso. Já em seu novo lar, a criança foi criada por Jonathan (Kevin Costner) e Martha Kent (Diane Lane), que passaram a chamá-lo de Clark. O tempo passa, seus poderes vão aparecendo e se tornando, de certa forma, um problema, porque isso evidencia que ele não é um ser humano. Já adulto, Clark (Henry Cavill) se vê obrigado a buscar um certo isolamento porque não consegue resistir aos salvamentos das pessoas e sempre precisa sumir do mapa para não criar problemas para seus pais. Mas o terrível Zod conseguiu se libertar e descobriu seu paradeiro. Agora, a humanidade corre perigo e talvez tenha chegado a hora das pessoas conhecerem aqueles que passarão a chama de o Super-Homem.

Já vou confessar que a minha primeira motivação para assistir ao Homem de Aço foi o Henry Cavill. E acredito que boa parte do público feminino do filme tenha tido a mesma motivação. Vamos combinar o moço é muito bem apessoado. Eu nunca fui muito fã do Super-Homem, não conseguia lidar com o fato do homem usar uma cueca por cima da roupa e todo mundo achar isso muito legal. Minha segunda motivação foi que nos últimos anos eu tenho assistido muitos filmes de super heróis, por exemplo, todos os filmes dos heróis da Marvel. E eu tomei gosto pela coisa. Então não poderia perder este.

MAN OF STEEL

Como eu não sou uma fã de Super-Homem, não sei de quadrinhos e dos filmes anteriores eu me lembro bem vagamente, no quesito história eu gostei bastante. Porque pra mim mostrou como tudo começou. O que motivou Jor-El a mandar o filho para Terra e através de diversos flashbacks mostrou como Clark cresceu tendo de lidar com os poderes que tinha, mas sem que ninguém descobrisse. Outra coisa excelente é a atuação de todos. O momento em que Clark tem que deixar o pai morrer para que ninguém descubra os seus poderes é bem triste e Henry Cavill conseguiu mostrar bem isso. As cenas de luta entre o Super-Homem e o General Zod são ótimas também. Adoro ver eles destruindo a cidade inteira como se aquilo fosse normal. Quando eu assisto filmes com cenas desse tipo eu sempre me pergunto quanto o prefeito ou governador daquele lugar vai ter que desembolsar pra arrumar a bagunça toda.

2 – O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger – 2013)

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A sinopse é a seguinte:

Colby, Texas, 1869. John Reid (Armie Hammer) é um advogado que acaba de retornar à sua cidade-natal, onde vive seu irmão Dan (James Badge Dale), a cunhada Rebecca (Ruth Wilson) e o sobrinho Danny (Bryant Prince). John está disposto a cumprir a justiça ao pé da letra, levando os criminosos ao tribunal, apesar da resistência local. Ao acompanhar o irmão e outros Texas Rangers em uma patrulha pelo deserto, o grupo é atacado pelos capangas de Butch Cavendish (William Fichtner), um bandido que tem a fama de comer carne humana. Todos são assassinados, com exceção de John, que fica à beira da morte. O índio Tonto (Johnny Depp) o encontra e, ao perceber que um cavalo branco escolhe John, passa a ajudá-lo. Tonto acredita que John foi escolhido por um mensageiro espiritual e que, como voltou da morte, não pode mais ser morto. A partir de então John passa a usar uma máscara e, ao lado de Tonto, faz de tudo para reencontrar Cavendish.

Primeira surpresa do filme, ele tem o Johnny Depp e a Helena Bonham Carter, mas não é do Tim Burton. Esse trio já é tão comum que chega até ser estranho ver só um ou dois trabalhando sem os outros. O diretor é o Gore Verbinski, o mesmo de três Piratas do Caribe, Rango (2011) e O Chamado (2002).

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Todas as críticas que eu li sobre esse filme falam praticamente a mesma coisa, que o filme é um dos piores já feitos pelo Johnny Depp e que não vale a pena sair de casa para assistir no cinema. Bom, eu não tenho propriedade nenhuma pra avaliar o filme nos mesmos conceitos que esses críticos devem ter usado, mas na minha humilde opinião o filme não é essa atrocidade que estão falando por ai. Não é o melhor do Johnny Depp, mas também não é o pior. Se você está querendo um filme para se divertir e rir, O Cavaleiro Solitário é uma boa escolha, tem ação e comédia na medida certa. O filme é bem engraçado e tem uns momentos que você pensa “de onde surgiu isso?”, mas logo eles dão um jeito de explicar. Aliás, um dos melhores momentos para esse pensamento é na cena da escada no trem. Quando você menos espera, Tonto aparece subindo uma escada em cima de um trem em movimento e ele faz aquilo como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Já assistiram a esses dois filmes? Espero que gostem.

Beijos.

Sessão com Johnny Depp!

Johnny Depp é sempre um convite irresistível para assistir a um filme. Não só pelo charme, mas pelo histórico de excelentes atuações ao longo de sua carreira. E o post de hoje eu dedico a ele, relatando a história de dois de seus filmes que eu acredito não serem tão bem conhecidos quanto seus sucessos Edward, mãos de tesoura e Piratas do Caribe. Eu sou uma grande fã do Johnny e já vi a maioria de seus filmes, até hoje não conheci um que me decepcionasse. Minhas escolhas para hoje são: Chocolate e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.

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Chocolat (2000)

Johnny Deep e Chocolate? Em minha opinião é uma combinação perfeita!

O filme Chocolate é um ótimo filme que combina Johnny Depp, Chocolate e Interior da França. Juliette Binoche é a protagonista, cujo desempenho lhe rendeu uma indicação ao Oscar. O filme ainda levou outras quatro indicações ao prêmio da Academia. O que chamou a atenção foram as atuações, com destaque para Judi Dench e Lena Olin.

Chocolate

Lansquenet-Sous-Tannes é uma cidadezinha no interior da França, igualzinha a qualquer outra cidadezinha do interior de qualquer outro país cristão. O padre é a engrenagem que mantém o hábito religioso de meia dúzia de carolas e de uma população conservadora, de ombros curvados, oprimidos pelas suas obrigações espirituais. Em contrapartida, existem os forasteiros, os ciganos e os excluídos.

Vianne Rocher não é uma mulher como as outras. Mãe solteira, ela chega com sua filha de seis anos a essa pequena cidade, Lansquenet-sous-Tannes, no interior da França durante o período da Quaresma. Ela choca os locais ao abrir uma chocolataria durante esse período religioso e se envolve em outras polêmicas, como se relacionar com o charmoso cigano Roux (Depp). A mulher acaba por conquistar a confiança da população local com suas delícias feitas de chocolate. Logo o ceticismo inicial transforma-se em uma calorosa recepção.

É um filme bem tranquilo, no estilo sessão da tarde, e eu recomendo que você assista com chocolate em mãos para não passar vontade! O filme inteiro é um desfile de bombons, bolos, panquecas… Uma variedade enorme com chocolate envolvido!

Chocolate é a prova que um bom romance não precisa de histórias megalomaníacas ou dramas arrebatadores. Contemplativa, intimista e mística, a britânica Joanne Harris tem na vivacidade da sua obra seu principal triunfo. Todos os doces são saborosos, todos os personagens são reais, todos os dramas e mistérios são ritmados na velocidade exata.

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Sleepy Hollow (1999)

Esse sem dúvidas é um dos meus filmes preferidos do Johnny, além de ser dirigido pelo Tim Burton. Uma das melhores parcerias, em minha opinião. A história é uma adaptação para o cinema vagamente baseado no conto de 1820 de Washington Irvin.

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A trama se passa em 1799 onde uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. O investigador Ichabod Crane então é enviado ao condado para desvendar os assassinatos misteriosos, onde todas as vítimas são encontradas decapitadas. Para desvendar o caso, Ichabod Crane, logo ao chegar ao local, depara-se com a suspeita de que o assassino seja, na verdade, o fantasma de um sanguinolento guerreiro morto há muitos anos, próximo à região. Ichabod não acredita na crença popular até testemunhar um dos assassinatos. Empenhado a solucionar o caso,  Ichabod passa a usar os seus métodos para descobrir se existe uma ligação entre o assassino e suas vítimas e acaba descobrindo uma trama que envolve a família mais influente da cidade, os Van Tassel, por cuja filha, Katrina, Ichabod acaba se apaixonando. Crane tem freqüentes pesadelos com a morte de sua mãe, torturada na Donzela de Ferro.

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Produzido por Tim Burton, o filme tem uma fotografia linda e bem sombria e ótimos efeitos especiais, comparado ao baixo orçamento da produção. As atuações são excelentes, Johnny Deep faz um protagonista perfeito em contraponto como o Cavaleiro Sem Cabeça, interpretado por Christopher Walken. Christina Ricci interpreta a doce Katrina.

Tentando homenagear antigos filmes ingleses de terror, Burton constrói um filme único à sua maneira ao combinar horror, investigação e aventura com doses de sobrenatural e romance. Cabe dizer ainda que o filme apresenta de forma clara uma crítica ao modo como os ricos e influentes conseguiam suas terras naquela época, roubando dos pobres e registrando tudo em nome de suas famílias, com a ajuda de autoridades corruptas. Outro ponto interessante é saber o que acontece com a mãe de Ichabod, o que ajuda a entender um pouco o seu lado cético.

Espero que vocês tenham gostado das minhas dicas dessa quinta-feira, pessoal. Até semana que vem 🙂

Beijinhos!