Olá pessoal, como estão? Gente, alguém vai ou foi em algum show do Backstreet Boys aqui no Brasil? Eu não vou em nenhum e devo dizer que estou chateadíssima. Saudades deles aqui em Brasília. Para alimentar essa doença eu passei a semana escutando só eles e até botei uns amigos do meu irmão pra cantar junto. Enfim, vamos logo ao assunto, como hoje é dia dos namorados eu escolhi uma comédia que dá pra assistir com o boy ou a girl. Two Night Stand (não tem tradução, pois o filme nem foi lançado no Brasil) é uma comédia romântica lançada ano passado.

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Megan (Analeigh Tipton) é uma jovem recém formada e desempregada que mora com a amiga Faiza (Jessica Szohr) em um apartamento em Nova York. A garota acabou de sair de um relacionamento e não sabe que rumo dar para a sua vida. Uma noite ao perceber que amiga está mais perdida que tudo, Faiza sugere que Megan saia mais de casa e entre em algum site de relacionamento para conseguir uma noite de sexo sem compromisso. Ela que já está meio derrotada na vida aceita a dica e assim ela conhece Alec (Miles Teller). Após uma noite desastrosa, Megan e Alec brigam e quando ela vai embora da casa do rapaz, eles descobrem que uma nevasca parou a cidade e que a porta de saída está completamente bloqueada pela neve. Forçados pelo clima, eles permanecem mais um dia juntos e acabam conversando e se conhecendo melhor.

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Eu assisti Two Night Stand há alguns meses e gostei bastante. Como eu ri com esse filme. Eu confesso que de início eu estava com um pé atrás porque não conseguia imaginar o Miles Teller como par romântico de ninguém. Puro preconceito. Mas chegou um ponto que eu já estava torcendo muito pelo casal. E bem legal ver a evolução da relação deles em um dia. Eles passam de completos desconhecidos que tiveram uma noite de sexo casual para amigos.

O Miles Teller todo mundo conhece e vai enjoar da cara dele esse ano, já que ele além de estar na franquia Divergente, o moço é o Senhor Fantástico no filme do Quarteto Fantástico que vai estrear no próximo semestre. A Analeigh Tipton é uma atriz mais nova, ela fez parte da finada série Manhattan Love Story e que durou um total de quatro episódios até ser cancelada. Eu achei os dois juntos bem fofos, acho que combinou. Eu consegui acreditar neles como um casal.

Antes de terminar, para quem não sabe o nome do filme é variado da expressão em inglês “one-night stand“, que significa ter uma relação sexual dura apenas uma noite.

Alguém já assistiu Two Night Stand? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Alguém aqui assiste The Flash? Tudo bem eu dar uma leve surtada aqui pela season finale que passou semana passada? Gente, o que foi aquilo? Que episódio! Duro saber que vou ter que esperar até outubro para saber o que aconteceu. Enfim, não vou ficar enchendo ninguém, até porque deve ter gente que não aguenta mais ouvir falar sobre essas séries de super heróis. Hoje eu estou aqui para indicar o filme que assisti também semana passada e adorei. Mad Max – Estrada da Fúria (Mad Max – Fury Road, 2015) é um filme de ação e ficção pós-apocalíptica estreou a pouco nos cinemas e é a continuação da trilogia original dos anos 1980.

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Em um futuro distante quando todos estão guerreando por combustível e água, Max Rockatansky (Tom Hardy) está fugindo de sua antiga vida quando é capturado por um grupo de uma pequena cidade no meio do nada dominada pelo tirano Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne). Max então passa a ser usado – literalmente – como uma bolsa de sangue para soldados feridos. Quando a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) se rebela contra a tirania do pai e foge com as mães de seus filhos, para levá-las a um lugar melhor, o Senhor da Guerra reúne seu exército para ir atrás da moça e recuperar sua “carga” valiosa. Sem querer, Max vai parar no meio dessa perseguição por ser o “doador” de sangue do jovem Nux (Nicholas Hoult), um dos soldados. No meio da busca por Furiosa, Max consegue fugir e se junta a rebelde para fugir de Immortan Joe.

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Quando Mad Max terminou a única palavra que eu conseguia usar para definir o filme era insano. Gente é insano! Eu assisti o filme em 3D então isso meio que aumentou o meu grau de loucura quanto ao filme. Chegou um ponto em que eu achei que minha cabeça fosse explodir. É muita coisa acontecendo. A ação não para por um segundo, não dá tempo de superar alguma coisa que aconteceu porque outra já está acontecendo. Tem umas coisas bem loucas, como um cara preso na frente de um carro tocando guitarra a todo momento.

O que dizer desse elenco maravilhoso? Bom, eu tenho uma queda pelo Tom Hardy então meio que confesso que ele foi a minha maior motivação para assistir, mas devo dizer que quem chutou muitas bundas mesmo foi a rainha da Charlize Theron. A personagem dela praticamente rouba todo o protagonismo para si e isso é maravilhoso. Sério, que mulher. Eu inclusive agradeço a existência dela sempre que posso, já que ela me ajudou bastante quando eu estava me formando na faculdade. Um dos filmes dela foi o tema da minha monografia. E Nicholas Hoult querido, quando ele apareceu eu nem reconheci, mas depois eu quase gritei dentro do cinema. O papel dele é maravilhoso e importante para a trama.

FURY ROAD

Como eu disse lá em cima esse é o quarto filme da franquia Mad Max, mas isso não quer dizer que é totalmente necessário você assistir aos outros três para entender a história. Eu não assisti e achei bem tranquilo, mas agora já estou procurando um tempo para poder conferir a trilogia.

Mad Max – Estrada da Fúria está nos cinemas e vale muito a pena conferir.

Alguém já assistiu algum filme da franquia? Já assistiu ao mais novo? O que achou?

Espero que gostem. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Parece que tem uma vida desde a última vez que eu apareci por aqui, mas tem só um mês. Ainda da tempo de comentar os feriados? Como foram? E o dia das mães? Enfim, hoje eu estou aqui para indicar um filme que eu assisti há pouco tempo. Deixa Rolar (Playing It Cool, 2015) é uma comédia romântica estrelada por Chris Evans.

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O Narrador (Chris Evans) é um escritor de ação, mas seu agente decide que agora é o momento dele escrever uma comédia romântica para ficar mais conhecido, porém ele é completamente desiludido e não acredita no amor e só teve experiências fracassadas. Até que um dia, durante um jantar de caridade, ele conhece Ela (Michelle Monaghan), aquela que dentre todas as mulheres que ele já conheceu consegue tirar o seu fôlego. Ele então fica meio obcecado pela moça e começa a procurá-la em todas as festas de caridade da cidade fingindo ser um grande filantropo. Quando finalmente a encontra ele descobre que ela está noiva e para não se separar dela, ele aceita ser apenas o amigo.

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Deixa Rolar tem o Chris Evans gente. Não é mistério pra ninguém que ele é benção, então aí tá o primeiro motivo para conferir e dar uma chance para o filme.  Sem brincadeira agora, é bom ver algo recente do moço onde ele é uma pessoal normal e usando roupa comuns e não só o uniforme de vingador. E aqui ele está um querido. É fofo ver ele todo desesperado para achar a moça e tendo diversos sonhos com a mesma. E nós conhecemos também o “coração partido” dele, que nada mais é do que um Chris Evans sofrido quase em preto e branco que sempre aparece para mostrar como ele fica pior toda vez que a moça o lembra que eles são apenas amigos.

Outra coisa legal em Deixa Rolar são os amigos do Narrador, que o conhecem bem e sabem que ele não é o mais experiente no assunto amor e o ajudam a perceber que de fato ele está gostando da moça mais do que ele já gostou de alguém na vida e que eles serem amigos não é a melhor ideia que ele já teve. E alguns dos amigos dele também servem como uma consciência sempre o incentivando a tentar conseguir a garota.

Se não adiarem a estreia, o filme chega no Brasil no dia 11 de Junho. Mas se não quiserem esperar já sabem…

Alguém já assistiu Deixa Rolar? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

Para assistir: Demolidor

Olá pessoal, como estão? Eu estou tão cansada que acho que nunca fiquei tão feliz com um 21 de Abril como eu estou nesse momento. Graças a Deus semana que vem tem feriado, porque olha, não tá fácil. Mas enfim, vamos ao que interessa. Hoje eu estou aqui para indicar a nova série da Netflix em parceria com a Marvel que foi e está sendo assunto há bastante tempo. Demolidor (Daredevil, 2015) estreou em forma de streaming* na sexta-feira passada e está todo mundo frenético (me inclua aqui! #NoShame) e fazendo maratonas para fugir de spoilers e conferir o mais rápido possível o resultado da parceria.

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Aos nove anos de idade o jovem Matt Murdock (Charlie Cox) ficou cego por conta de um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixo tóxico, fazendo com que seus sentidos se desenvolvesse de uma forma assustadora. Recém formado em Direito, Murdock volta o seu bairro na cidade, a perigosa Hell’s Kitchen. Ele junto com o seu amigo Foggy Nelson (Elden Henson), abrem um escritório de advocacia onde lutam por justiça. Quando percebe que a Cozinha do Inferno não é mais a mesma, Matt decide tentar mudar as coisas com as próprias mãos se transformando no vigilante mascarado do lugar. Porém a presença do novo justiceiro começa a atrapalhar os planos de Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), o chefe de uma grande máfia em Hell’s Kitchen.

Na minha opinião Demolidor já chegou chutando bundas e mostrando a que veio. E fez isso muito bem, aliás. Todo mundo conhece os filmes da Marvel e as séries da TV, mas Daredevil trás um clima diferente. A série é bem mais obscura e definitivamente mais violenta do que já foi lançado pela Casa de Ideias. As cenas de lutas são bem pesadas e muito bem feitas. Quando a cena do corredor no segundo episódio acabou eu estava cansada e destruída junto com Murdock. Eu quis pausar o episódio e aplaudir, porque Jesus, que cena!

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O personagem de Matt Murdock é construído aos poucos, mas sem se tornar algo chato e didático. O telespectador cresce junto com ele. Os flashbacks do garoto com o pai, as conversas com o padre na igreja, os conselhos que ele recebe de algumas pessoas que passam por sua vida. Tudo é importante para a trajetória do vigilante de Hell’s Kitchen. A série apresenta um herói humano, que não precisa de super poderes ou armaduras para se defender. Matt Murdock é um cara de que bate e apanha. E como apanha! Confesso que tinha momentos que eu só pensava “Meu filho, você tá todo costurado! Saí desse telhado!”. Charlie Cox mostrou para todos que não tá fácil mesmo vestir um uniforme comprado na internet e sair na rua querendo defender a cidade. Eu sentia a dor e o cansaço junto com ele.

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Como não só de heróis vive uma história, Daredevil também tem os seus personagens secundários que são importantes para o desenvolvimento da série. Os amigos de Matt servem como aviso de que durante o dia ele é apenas o advogado que tem uma vida dupla. Impossível não gostar deles. Agora sobre Wilson Fisk, o grande vilão e conhecido como O Rei do Crime nos quadrinhos, eu confesso que de início achava ele bem estúpido e até forçado em suas atitudes, mas quando continuei assistindo foi aí que eu vi como ele assusta. Eu geralmente gosto muito de vilões, tenho essa queda. Aqui não rolou, eu realmente odiei ele. Sério! O cara dá medo! Parabéns a ótima atuação de Vincent D’Onofrio.

Demolidor está disponível na Netflix e conta com 13 episódios de cerca de 50 minutos cada.

*streaming: todos os episódios foram disponibilizados de uma vez só.

Alguém já assistiu Demolidor? Fez maratona igual a doida que está escrevendo? Porque olha, foram 3 dias frenéticos. O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Essa semana não foi fácil e graças a Deus acabou. Para hoje eu escolhi um filme que eu descobri procurando por trailers no Youtube e adorei logo de cara. God Help The Girl (2014) é um drama e musical britânico que estreou ano passado no Festival de Sundance e ganhou o prêmio especial de Melhor Elenco.

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Eve (Emily Browning) é uma jovem que está internada em um hospital psiquiátrico para tratar de distúrbios alimentares. Quando ela foge do hospital para ir ao show da Wobbly-Legged Rat, uma de suas bandas favoritas, em Glasgow, ela conhece James (Olly Alexander), um aspirante a compositor e músico que trabalha como salva-vidas para garantir um dinheiro no final do mês. A amizade deles começa de uma forma despretensiosa e ele então resolve apresentar Cassie (Hannah Murray) para ela, uma menina avoada com o sonho de fazer parte de uma banda.

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Eve usa suas composições como uma forma de esquecer todos os seus problemas. Ela então junto com James e Cassie formam uma banda, mesmo que ela não goste de admitir que o som é pop. Eles então contratam vários músicos para ajudarem eles a gravarem suas músicas e se apresentarem como uma banda pela primeira vez, enquanto ela enfrenta sozinha seus problemas e passa por um “relacionamento” conturbado com Anton (Pierre Boulanger), o vocalista da Wobbly-Legged Rat.

O que dizer de God Help The Girl? Bom, eu amei o trailer, então quando assisti ao filme todo foi quase como uma confirmação daquela paixão a primeira vista. Eu sei que algumas pessoas vão ficar com o pé atrás só porque lá em cima eu falei que o filme era um musical. Mas calma! É musical? É! Mas não é um musical bobo e eles também não ficam cantando toda hora sem motivo aparente. E tem toda uma história por trás, não só de música vive God Help The Girl. Por favor, dê uma chance para o filme! Ele me lembra um pouco, mais no estilo, o filme Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again, 2013), que eu falei para vocês aqui ano passado.

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Um outro – e maravilhoso –  motivo para assistirem ao filme é o elenco. Eles não ganharam o prêmio no Festival de Sundance a toa. God Help The Girl une vários fandoms. Você gosta de Skins? Bom, tem a Hannah Murray que era da primeira geração da série e o Olly Alexander que participou da sétima temporada nos episódios da Cassie, junto com a Hannah. Você gosta de Game of Thrones? Olha a Hannah de novo. Você conhece a banda Years & Years? Se não conhece procura agora, porque o Olly é o vocalista e o menino tem talento. E a Emily Browning pra mim vai ser sempre a Violet de Desventuras em Série, que eu amo. Enfim, além das referências eles estão fantásticos no filme e a química entre eles é ótima.

(não achei o trailer legendado, desculpa.)

Alguém já assistiu God Help The Girl? O que achou?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais e no domingo tem os links do mês de março!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima e espero que vocês também. Para hoje eu escolhi um filme que eu estava querendo assistir desde o ano passado quando vi o trailer e nas últimas semanas eu finalmente consegui conferir. Simplesmente Acontece (Love, Rosie, 2014) é uma comédia romântica baseada no livro “Where Rainbows End” da escritora irlandesa Cecilia Ahern, a mesma de “P.S. Eu Te Amo”.

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Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos desde a infância e sempre fizeram tudo juntos. Após os 18 anos da garota, Alex decide tentar uma vaga de medicina em Harvard e chama a amiga para ir junto com ele para os Estados Unidos. Porém devido aos acontecimentos do baile de formatura dos dois, Rosie acaba engravidando e esconde o segredo do amigo e decide não ir com ele para estudar fora do país.

Para cuidar da filha, Rosie tem que atrasar o sonho de estudar hotelaria e ser dona de um hotel. Ela então começa a trabalhar como camareira no mesmo hotel em que sua amiga Ruby (Jaime Winstone) trabalha como recepcionista. Os anos passam e os dois amigos vivem de encontros e desencontros. Quando ela está pronta para se declarar, ele está em um relacionamento e quando ele saí desse relacionamento ela está com casamento marcado com o pai de sua filha.

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Eu adorei Simplesmente Acontece. Tinha bastante tempo que eu não assistia uma comédia romântica que eu realmente gostasse tanto. A história é fofa, os cenários são maravilhosos, a trilha sonora é ótima, os atores então nem se fala. Sam Claflin e Lily Collins tem bastante química e são lindos juntos. Terminei o filme shippando com força. Eu li diversas críticas sobre o filme e a maior reclamação de todas era a quantidade de clichês. Mas eu fiquei confusa, porque querendo ou não clichês fazem parte desse tipo de filme. E aqui em Simplesmente Acontece tem vários e eles não atrapalham a história, não deixam ela chata e massante como acontece em outros.

Uma das coisas mais legais que o filme mostra, além do romance, é como a gente faz planos e do nada algo acontece mudando completamente tudo e que sim, você pode ser feliz com essas mudanças e continuar buscando os seus sonhos. O jeito leve que eles passaram isso em Simplesmente Acontece é bem legal. Rosie é a personificação disso. Enquanto ela tá lutando, aceitando as mudanças e tentando ser feliz, Alex está infeliz, mesmo que ele negue.

Alguém já assistiu Simplesmente Acontece? O que achou?

Espero que gostem da indicação, semana que vem tem mais!

Beijos.