Olá pessoal, como estão? Eu estou atolada de trabalho e acho que nunca esperei tanto por uma sexta-feira como eu esperei por essa. Sério, estou quase fazendo o meu próprio clipe com a música da Katy Perry. Essa semana não foi fácil. Enfim, chega de lamúrias, hoje eu estou aqui para indicar uma série que eu assisti a primeira temporada toda, porém na época eu estava apenas começando nessa vida de viciada em séries e ainda não tive a oportunidade de finalizar tudo e assistir a segunda temporada.

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Pushing Daisies é caracterizada como um “conto de fadas forense” e foi criado por Bryan Fuller, o mesmo de Hannibal. A série foi exibida de 2007 a 2009 e teve apenas duas temporadas, mas sua história continuou nos quadrinhos.

Ned (Lee Pace) é um confeiteiro que, quando criança, descobre que tem o dom de trazer toda e qualquer coisa que um dia foi vivo – seja ele animal, vegetal ou pessoa – de volta à vida com apenas um toque. Porém há algumas conseqüências nesse “dom”. Se tocar novamente a pessoa que ele reviveu, essa morreria e não poderia ser ressuscitada uma segunda vez e se por uma acaso ele deixasse essa pessoa viver por mais de 60 segundos, outra pessoa mais próxima iria em seu lugar.

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Enquanto tenta manter seu dom em segredo, Ned cuida de sua própria confeitaria, a The Pie Hole, onde ele trabalha junto com a garçonete Olive Snook (Kristin Chenoweth). Quando os negócios vão de mal a pior, o investigador Emerson Cod (Chi McBride) – que descobriu os “talentos” do confeiteiro acidentalmente – lhe faz uma proposta: a de Ned trazer de volta á vida temporariamente vítimas de assassinatos, para que eles contem quem foi o autor do crime. Com isso, o investigador resolve os casos mais rapidamente e divide e o dinheiro das recompensas com ele.

O trabalho dos dois vai indo muito bem até que Ned tem que ressuscitar Chuck (Anna Friel), sua antiga paixão da infância. Contra os seus princípios ele deixa a moça viver fazendo com que o dono da funerária morra em seu lugar. Ele então começa a procurar o culpado pelo assassinato da jovem. Com o tempo a paixão entre eles renasce, e ele a convida para morar com ele sob as circunstâncias de nunca se tocarem. Chuck então se junta a Ned e Emerson e começa a resolver os crimes em troca do dinheiro da recompensa, mesmo que o investigador não goste da companhia da “dead girl” (garota morta) durante o trabalho.

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Eu sei que a história de Pushing Daisies parece ser confusa e maluca demais, mas a série é um amor gente. Tem a dose de comédia romântica, de drama, de suspense, de ação, enfim, tem tudo. Eu acho tão fofo como a relação do Ned e da Chuck é tratada, tem um pouquinho de drama, pois eles não podem se tocar, mas claro tem aqueles momentos de superação e eles conseguem um jeito, por mais bizarro que seja, de se “tocar” e conseguir manter o amor deles aceso. Outra coisa que eu adoro na série é o cenário. A cidade é bonitinha e a confeitaria é uma gracinha. Os personagens são bem caricatos, mas acredito que se não fosse isso a história não seria tão boa.

Para quem quer assistir Pushing Daisies, mas já está com coisa demais na grade, relaxa! A série só tem 22 episódios, contando as duas temporadas! Ou seja, quando suas séries atuais entrarem naquele hiatus de fim de ano, aproveita!

Confira o trailer:

Alguém já conhecia a série? Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Para assistir: Forever

Olá pessoal, como estão? Eu estou derretendo, cansei desse calor. Mas tirando as condições climáticas horrorosas, eu estou bem. Hoje eu estou para indicar uma série novata da Fall-Season que eu comecei assistir. Forever – Uma Vida Eterna (Forever, 2014) é uma série de drama exibida toda terça-feira na ABC (nos Estados Unidos) e na Warner Channel.

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O Doutor Henry Morgan (Ioan Gruffudd) é um médico legista que trabalha para a polícia de Nova York e que estuda a morte através dos diversos e curiosos casos que aparecem em seu laboratório. Um dos grandes segredos que Henry esconde de todos é a sua imortalidade. A primeira morte dele foi à cerca de 200 anos, quando atuava como médico na época do comércio de escravos africanos. Toda vez que morre, Morgan desaparece quase que imediatamente e volta à vida completamente nu dentro de um lago ou rio mais próximo. Tendo vivido tanto tempo ele adquiriu um amplo conhecimento e habilidades de observação que impressionam a todos, inclusive sua nova “parceira” e Detetive Jo Martinez (Alana de La Garza).

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Através de flashbacks a vida passada de Henry em apresentada, como o período em que foi casado com Abigail (MacKenzie Mauzy), as guerras, quando foi dissecado e enforcado por heresia e quando sua imortalidade acabou sendo exposta, o obrigando a fugir para outro lugar no mundo. Apenas Abe (Judd Hirsch) – que Morgan e Abigail encontraram em um campo de concentração da Segunda Guerra Mundial quando era um recém nascido e o adotaram – sabe do seu segredo. Além dos crimes que tenta resolver, o médico ainda tem que lidar com a ameaça de “Adão”, um homem que diz saber de sua imortalidade e alega ter a mesma “maldição”, tendo vivido por mais de 2000 anos.

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Com apenas quatro episódio exibidos até o momento, Forever já entrou na minha lista de séries queridinhas. A alma de Sherlock Holmes do Doutor Morgan realmente me cativou. Adoro quando ele fala das causas da morte antes mesmo de abrir o corpo e fazer a autópsia. O estilo policial e procedural da série não é nenhuma novidade, até porque o que mais tem hoje em dia na TV é série assim, como Castle, Elementary e The Mentalist, citando só algumas. Mas acho que o fato dele ser imortal dá para explorar bastante o passado dele e com certeza dá para ter bastante futuro para o personagem, mesmo que ele esteja procurando formas de acabar com a “maldição”.

Outra coisa bem legal é a química entre os personagens. No primeiro episódio a relação de Morgan com a Detetive Jo ainda era meio estranha, mas nos seguintes deu uma melhorada ótima para a série. Mas a melhor relação é entre ele e Abe. Impossível não adorar o querido dono do antiquário, que é o filho dele, mas age e tem o papel de pai, sempre dando conselhos e o ajudando a tomar as melhores decisões.

Alguém já assistiu Forever? O que achou?

Espero que gostem da indicação, semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu já estou ficando maluca, já que finalmente chegamos na minha parte favorita do ano que é lançamento de alguns CDs, volta de todas as séries que eu assisto, está perto do Natal, enfim, muitas das minhas coisas favoritas começam a acontecer em setembro e vão até o final do ano. Vocês também são assim?

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Vou parar de enrolar, hoje eu estou aqui para indicar um dos melhores filmes que eu assisti nos últimos tempos. Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again, 2013) é um drama escrito e dirigido por John Carney, que estreou ano passado no Festival Internacional de Cinema de Toronto.

Gretta (Keira Knightley) é uma jovem compositora que se muda para Nova York com o namorado, Dave (Adam Levine) que começou a fazer sucesso no ramo musical. Após sofrer uma desilusão amorosa com ele, Gretta se vê sozinha e se muda para a casa de seu amigo Steve (James Corden), um músico não muito talentoso que se apresenta em alguns bares e nas ruas da cidade. Um dia, a convite do amigo, ela apresenta uma de suas músicas em um bar e lá ela conhece Dan (Mark Ruffalo), um produtor musical em decadência que acaba de ser demitido de sua própria gravadora.

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Ao assistir a jovem cantar, Dan tem um epifania e percebe o potencial que Gretta tem como artista.  Ele então a faz uma proposta, a de gravar e produzir seu cd e transformá-la em uma estrela. Com um pé atrás ela aceita, mas o seu estilo musical é rejeitado na gravadora de Dan. Porém para não perder o talento da moça, Dan surge com a ideia de gravar o cd dela em espaços públicos de Nova York, como o metrô da cidade e o terraço de algum prédio. A dupla então contrata alguns músicos independentes e saem pela cidade para gravar o cd.

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Mesmo Se Nada Der Certo foi uma grande surpresa para mim. Antes de assistir ao filme eu achava que era uma comédia romântica com cenário musical, porém quando tudo começou eu fui surpreendida pela bela voz da Keira Knightley e todo o drama que a personagem dela e o de Mark Rufallo estavam passando. A comédia no filme é só um detalhe. O filme é uma história sobre dar a volta por cima e sobre aceitação.

Não posso deixar de falar sobre a trilha sonora linda. A música aqui é quase uma personagem. O modo como ela une todos os personagens é perfeita. Tem uma cena específica que é de longe uma das minhas favoritas, que é quando Gretta e Dan compartilham o conteúdo de seus iPods. Eu achei essa cena tão verdadeira. Enfim, eu estou apaixonada por todas as músicas do filme.

Confira o trailer!

Alguém já assistiu Mesmo Se Nada Der Certo? O que achou?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Sessão Pipoca: Intocáveis

Olá pessoal, como estão? Estou ótima tirando o fato de que estou quase derretendo em Brasília. Não está legal esse calor e seca, já pode acabar. Hoje eu to aqui para indicar um filme que eu assisti no último final de semana. Intocáveis (Intouchables, 2011) é um filme de comédia dramática francês, baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di Borgo, “Le Second Souffle”.

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Philippe (François Cluzet) é um milionário que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um auxiliar de enfermagem para ajudá-lo em suas atividades rotineiras como tomar banho e comer, contrata Driss (Omar Sy), um jovem senegalês problemático, que só apareceu na entrevista de emprego para ganhar uma assinatura em seus documentos para garantir seu benefício de desempregado e que não tem nenhuma experiência em cuidar de pessoas com algum tipo de deficiência.

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Driss de início acha estranho, mas aos poucos vai aprendendo todas as funções, apesar dos pequenos erros que comete e Philippe se aproxima cada vez mais do rapaz justamente por ele não tratá-lo como um pobre coitado em uma cadeira de rodas. Aos pouco os dois vão se tornando amigos, com Driss ajudando o chefe a conhecer uma moça com a qual ele se corresponde através de cartas há bastante tempo. Eles passam há conhecer um pouco mais sobre o mundo que cada um vive e ajudam um ao outro da melhor forma possível.

Adorei Intocáveis, já tinha um tempo que eu queria assistir e minha mãe sempre me falou muito bem sobre ele, aí nesse final de semana eu finalmente consegui e olha não me decepcionei. O filme tem a sua comédia e drama no nível certo para não cansar o público. A comédia, para algumas pessoas, pode ser ofensiva, já que exploram diversas piadas que vão de cunho político ao sexual, mas isso não quer dizer que seja uma comédia pastelão, muito pelo contrário.

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Eu dei umas boas gargalhadas com o Driss e a seu jeito desleixado com Philippe. Sem contar que a história dos dois é muito bonita. O que tinha tudo para dar errado, já que Driss de início já rouba um pequeno artigo da casa do chefe, acaba dando certo em grandes proporções, e pelo o que fala no filme os dois ainda são grandes amigos. Vale à pena dar uma conferida no filme e assistir o nascimento e crescimento dessa amizade.

Para título de curiosidade, Intocáveis foi o filme mais visto na França em 2011, se tornando o filme francês mais rentável e todo o dinheiro arrecadado com a venda dos direitos do livro para adaptação para o cinema foi doado para uma associação que ajuda deficientes físicos.

Confira aqui o trailer!

Alguém já conhecia o filme? Espero que gostem da indicação.

Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima, espero que vocês também estejam. Para hoje eu escolhi uma comédia romântica bem levinha pra assistir no final de semana. Juntos Pelo Acaso (Life As We Know It, 2010) é desses filmes que sempre que passa e eu to com tempo livre eu sento para assistir.

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O filme conta a história de Holly (Katherine Heigl), dona de uma pequena padaria e Messer (Josh Duhamel), um diretor de esportes, que após um encontro desastroso planejado pelos amigos, passam a nutrir uma antipatia um pelo outro. A única coisa que os une – além do casal de amigos Peter (Hayes MacArthur) e Alison (Christina Hendricks) – é a afilhada, a pequena Sophie.

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Alguns dias após o primeiro aniversário de Sophie, um acidental de carro fatal acaba deixando a pequena órfã.  Holly e Messer que são os representantes legais da menina são obrigados a colocarem as diferenças de lado e aconselhados a se mudarem para a antiga casa dos amigos para que possam criar Sophie juntos em um ambiente familiar. Após algumas desavenças e algumas dificuldades, os dois decidem criar a afilhada do jeito deles e não do jeito dos amigos. Eles fazem algumas mudanças na casa, criam uma tabela e com o tempo passam a se entender melhor, enquanto fazem o possível para passarem uma boa impressão para Janine (Sara Burns), a assistente social, que sempre aparece nas piores horas. Tudo isso para não perderem a guarda da pequena Sophie.

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Eu adoro Juntos Pelo Acaso. Adoro ver como eles enfrentam as diversas dificuldades de criarem uma criança de uma hora para outra. É bem aquela história de “toma que o filho é seu”.  Confesso que sempre acho estranho o fato deles largarem tudo de uma vez e se mudarem para a casa dos amigos, parece que não tem um tempo de adaptação, mas isso não atrapalha em nada no filme.

O filme é clichê? MUITO! Mas isso é o bom dele. De início o casal principal deixa bem claro que eles não foram feitos um para o outro, mas basta à pequena para juntar o melhor dos dois e mostrar que talvez eles não sejam tão diferentes assim. Katherine Heigl e Josh Duhamel tem uma ótima química, gostei bastante dos dois como um casal. E eu amei a baixinha que escolheram para fazer a Sophie. Ela definitivamente rouba a cena em diversos momentos, sem contar que ela é tão fofa que eu nem sei lidar. Tenho muita vontade de apertar ela.

Confira aqui o trailer!

Já conheciam Juntos Pelo Acaso?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu já estou sentido as dores da idade, mas fora isso estou ótima. Para hoje eu escolhi um filme que eu assisti recentemente e gostei bastante. Ligados Pelo Amor (Stuck in Love, 2013) é um filme independente de comédia dramática do diretor Josh Boone.

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Ligados Pelo Amor conta a história de Bill Borgens (Greg Kinnear), um escritor que ao invés de trabalhar em um novo livro, ainda é obcecado pela ex-esposa Erica (Jennifer Connelly), que o deixou por um cara mais novo há cerca de três anos. Enquanto isso, sua filha mais velha, Samantha (Lily Collins), segue os passos do pai e consegue publicar seu primeiro romance, mesmo que a jovem fuja de todo e qualquer relacionamento sério, até que ela conhece o fofo e romântico Louis (Logan Lerman), um rapaz que também sonha em ser um escritor.

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Bill que sempre foi um pai que incentivou o hábito da escrita entre os filhos, tenta também ajudar o filho de 16 anos, Rusty (Nat Wolff), a encontrar o seu caminho como escritor de ficção científica e fantasia. Ele incentiva o garoto a buscar novas experiências. Rusty então passa pelo processo do primeiro amor e começa a namorar Kate (Liana Liberato), uma jovem que para ele é a garota ideal, mas que passa por sérios problemas com drogas e álcool. Juntos, a família Borgens aprende a lidar com as diversas crises que aparecem com o tempo, que ao invés de separá-los acaba fortalecendo a união entre eles.

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O que eu mais gostei em Ligados Pelo Amor foi o fato de Bill estar sempre incentivando os filhos a escreverem diários, mas não apenas para eles se lembrarem do que aconteceu em tal dia, mas sim para eles poderem extravasar o que estão sentindo. É interessante também ver o crescimento dos personagens, como as crises os afetam e como eles conseguem superar o problema, por mais doa em alguns momentos. O filme é bem mais do que só os romances, é sobre família e como ela é importante em momentos decisivos e momentos os quais você mais precisa de apoio.

O elenco parece ter sido escolhido a dedo. Os responsáveis pelo cast devem ter pensado em reunir pelo menos três atores teens que estão em evidência no momento. E olha a junção de Logan Lerman (<3), Lily Colins e Nat Wolff (Nat está no filme “A Culpa é das Estrelas”, ele é Isaac, o amigo cego do Gus) deu muito certo.

Confira o trailer!

Alguém conhecia o filme? Espero que tenham gostado da indicação.

Semana que vem tem mais!

Beijos