Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima e espero que vocês também. Aproveitando que faltam cerca de 20 dias para o Dia dos Namorados e todo mundo já está entrando na vibe de uma das épocas mais românticas do ano, o filme de hoje mostra bem um casal vivendo uma relação bem intensa.

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Loucamente Apaixonados (Like Crazy, 2011) conta a história de Anna (Felicity Jones) uma intercambista britânica nos Estados Unidos, que se apaixona pelo colega de classe Jacob (Anton Yelchin). Os dois iniciam uma relação onde ficar longe um do outro não é uma opção. Após a formatura, Anna decide passar o verão inteiro com Jacob sem pensar nas conseqüências de se manter no país com o seu visto de estudante vencido. Após retornar de Londres para Los Angeles, ela é detida no aeroporto e a sua entrada no país é negada e ela é deportada para Inglaterra por conta do seu problema com o visto.

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O casal tenta manter uma relação à distância, mas com o tempo as coisas vão ficando frias entre eles. Enquanto Anna está em Londres fazendo o possível para conseguir voltar aos Estados Unidos, Jacob consegue abrir o seu próprio negócio e começa a juntar dinheiro para ir a Inglaterra visitar a garota. Quando ele consegue ir para Londres, ele logo descobre que os pais de Anna contrataram um advogado apenas para cuidar dessa situação e o pai dela sugere que os dois deveriam se casar para agilizar todo o processo. Jacob não gosta muito da idéia e desiste de pensar nisso durante o tempo que está em Londres.

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Entre idas e vindas o casal decide se casar e afirmam que nunca permitirão que nada irá destruir os sentimentos que eles sentem um pelo outro. Jacob então retorna para os seus negócios em Los Angeles enquanto eles esperam seis meses para poderem entrar com uma nova apelação para conseguir um visto para Anna. Jacob retorna para a Inglaterra, para entrarem com o recurso, porém eles não conseguem novamente. Os dois então vêem o relacionamento começar a afundar por conta de todos os problemas burocráticos mais a distância que os separam.

Confira aqui o trailer do filme!

Loucamente Apaixonados é um filme interessante, porque a relação entre a Anna e o Jacob é tão forte que em alguns momentos você meio que se sente parte de tudo aquilo que eles estão passando, de ter que ficar longe um do outro, ver tudo que eles sonharam e desejaram escorrer pelas mãos. O crescimento pessoal deles também é outra coisa bem visível. No início eles eram dois adolescentes apaixonados e em pouco tempo eles se tornam adultos que têm que lidar com todas as conseqüências da falta de responsabilidade no passado.

Olha, bem que eu queria alguém igual ao Jacob na minha vida. Já pensou eu ligar lá pra Londres e falar “oi, estou com saudades. Te amo” e pessoa pegar o primeiro vôo só pra acabar com isso? Senhor, cadê o botão vermelho e grande para transformar isso em realidade? Enfim, brincadeiras a parte, o filme é bom e eu gostei bastante do roteiro, mas o final é frustrante. Confesso que fiquei meio revoltadinha, esperava algo melhor. Quando eu achei que ia engrenar algo os créditos começaram a subir. Então se você for assistir a Loucamente Apaixonados nesse final de semana ou em qualquer outro dia, se prepare psicologicamente para um final que deixa a desejar.

Espero que gostem. Até semana que vem.

Beijos.

Para assistir: Salem

Oi, gente! Como vocês estão nessa semana? Hoje eu vou apresentar uma série nova que foi lançada em abril. Vocês conhecem a história das Bruxas de Salem? Acredito que já tenham ouvido falar, pelo menos. A série é baseada nessa cidade chamada Salem, hoje situada em Massachussets, que ficou famosa desde o século 17 quando o vilarejo foi tomado de assalto por uma onda de fanatismo religioso, vitimando quase vinte pessoas. A caça às feiticeiras que então se desencadeou serviu como um alerta para que os princípios de liberdade religiosa fossem assegurados na história dos Estados Unidos. Conheça Salem, nova aposta do canal WGN America.

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A trama se passa em Salem, nos Estados Unidos do século 17 e acompanha a história de John Alden, um guerreiro que retorna após sete anos e descobre que a cidade pode estar tomada por bruxas. O que ele ainda não sabe é que Mary, seu grande amor do passado, é uma das bruxas mais poderosas do coven.

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A história do casal não é muito original. Os dois se apaixonam, mas John precisa ir à guerra e deixa Mary em Salem com metade de uma moeda (uma lembrança importante para os dois) e a promessa de que em no máximo um ano estaria de volta. Mary descobre pouco tempo depois que está grávida de John, mas decide abortar o bebê em uma floresta sombria com uma mulher muito suspeita. Muito tempo se passa, e sem notícias de John, Mary acaba se casando com o “dono” da cidade e se torna a mulher mais rica de Salem. Sete anos se passam e John retorna ao vilarejo em um momento não muito oportuno, casos isolados de bruxaria começam a aparecer assustando a população de Salem. John, um cético, não dá atenção às notícias… Até enxergar com os próprios olhos que os boatos eram na verdade fatos.

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Eu já estava aguardando há um tempo a estreia de Salem e posso dizer que não me decepcionei. Os atores são bons, apesar de não conhecer a maioria. Shane West interpreta John Alden e Jannet Montgomery é Mary SibleyJá estão disponíveis cinco episódios, ainda dá tempo de acompanhar!

Confira o trailer:

Você acompanha a série? Conta pra gente o que achou!

Beijos!

Olá pessoal, como estão? Eu estou sofrendo de depressão pós show e olha, não ta legal! Mas o bom é saber que eu não estou sozinha nessa. Mas enfim, sem lamentações aqui. Hoje eu escolhi um filme que é de longe um dos meus favoritos. Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice, 2005) é uma paixão eterna aqui em casa. Eu e minha mãe paramos tudo o que estivermos fazendo para assistir.

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Orgulho e Preconceito é baseado em um dos romances clássicos da Jane Austen de mesmo nome. A história se passa na Inglaterra, em 1797 e conta a história da família Bennet, que é composta pelo Senhor e Senhora Bennet (Donald Sutherland e Brenda Blethyn respectivamente) e suas cinco filhas – Jane (Rosamund Pike), Elizabeth – Lizzy (Keira Knightley), Mary (Talulah Riley), Kitty (Carey Mulligan)e Lydia (Jena Malone). As cinco moças foram criadas por uma mãe fissurada em casá-las com homens relativamente ricos, para que garantissem um bom futuro, sem que passassem por necessidades. Porém Elizabeth, uma das filhas mais velhas, não concorda com as atitudes da mãe e está decidida a não se casar, a menos que seja por amor verdadeiro.

Quando o Senhor Bingley (Simon Woods), um jovem solteiro e rico se muda para Natherfield – para uma mansão vizinha – as coisas mudam. O jovem é apresentado para a sociedade junto com sua irmã Caroline (Kelly Reily) e seu amigo Senhor Darcy (Matthew Macfadyen). Bingley logo se encanta por Jane, a filha mais velha do Senhor Bennet, assim como ela por ele. Enquanto isso, Elizabeth começa a nutrir uma antipatia por Darcy, depois que ele recusa todas as tentativas de conversa da moça e ela ainda o escuta dizendo para Bingley que ela “não é bonita o suficiente”.

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Quando todos acham que Bingley iria pedir Jane em casamento, o jovem retorna inesperadamente para Londres e deixa à moça. Elizabeth então sugere que a irmã vá para a casa dos tios na cidade para que ela não perca o contato com ele, porém sem sucesso. Meses mais tarde, durante uma visita a sua amiga Charlotte Lucas (Claudie Blakley) em Rosings, Lizzy – assim como a amiga e o marido – são convidados para jantar na mansão de Lady Catherine (Judi Dench), onde encontram Darcy e o Coronel Fitzwilliam. Durante o jantar Darcy começa a demonstrar bastante interesse em Elizabeth. No dia seguinte, o coronel Fitzwillian conta para Lizzy como Darcy é um bom amigo e como ele salvou o Senhor Bingley de um casamento cuja família da moça não havia sido considerada apropriada, ela logo entende que ele está falando de sua irmã, Jane.

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Aflita com tudo que o coronel havia lhe contado Elizabeth se isola, mas Darcy logo a encontra e decide que aquele é o momento apropriado para declarar o seu amor pela moça, mesmo que a posição dela na sociedade seja inferior a dele, mas ela logo recusa e afirma que ele seria o último homem na terra com quem ela poderia se casar um dia. Após a discussão, Darcy escreve uma carta para Lizzy explicando todas as indagações que ela fez a ele. Após uma série de acontecimentos, ela descobre como Darcy largou seu preconceito de lado e fez o possível e o impossível para ajudar a ela e sua família, sem que ela ficasse sabendo. Ele inclusive leva o Senhor Bingley de volta a Natherfield para que ele finalmente peça Jane em casamento.

Confira aqui o trailer do filme!

Orgulho e Preconceito é um dos meus romances favoritos. O filme é tão excelente quanto o livro, que – pra mim – é uma das melhores adaptações que eu já assisti (Conheço pessoas que preferem a adaptação de 1995 da BBC com o Colin Firth como Senhor Darcy, mas eu não consigo aceitar ele nesse papel). Jane Austen tinha o dom para escrever os melhores dramas, é incrível isso. Desde o primeiro encontro entre Darcy e Elizabeth nós já sabemos quem é o orgulho e quem é o preconceito e no decorrer do filme nós vemos como eles vão deixando esses estereótipos de lado.

Para quem gosta de um filme de época, esse é uma boa pedida. Os cenários, as roupas, a fotografia e a trilha sonora definitivamente te levam para a Inglaterra do final do século 18. Confesso que um dos meus sonhos é participar de um baile parecido com os que são mostrados no filme. As danças sincronizadas, os vestidos longos, enfim, tudo me faz ter vontade.

Alguém já leu e já assistiu a esta adaptação de Orgulho e Preconceito? Espero que gostem! Semana que vem tem mais.

Beijos!

 

Bom dia, pessoas! Como vocês estão? Essa semana eu resolvi falar sobre uma série bem antiga. Apesar de já conhecer, eu comecei a ver há pouquíssimo tempo, algumas semanas apenas. Você já deve ter ouvido falar de Dawson’s Creek, certo?

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Dawson’s creek é uma série de 1998 exibida originalmente entre 20 de Janeiro de 1998 a 14 de Maiode 2003 pelo canal The WB e foi produzido pela Sony Pictures Television. Filmado nas belas paisagens da Carolina do Norte, em Wilmington e Providence, o roteiro é baseado na adolescência do próprio autor, (Kevin Williamson) e traz carismáticos atores no elenco principal. Em minha opinião, essa foi uma das primeiras séries que tomou a liberdade de abordar temas como a homossexualidade, sexo na adolescência e problemas familiares tão abertamente.  Os personagens são reais, eles têm problemas reais e a série é um retrato fiel dessa época tão incompreendida que é a adolescência. A trama se passa em Capeside, uma cidade  do litoral perto de Boston, e gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek), um jovem de quinze anos que sonhar em trabalhar em Hollywood, tem Steven Spielberg como seu diretor preferido e encara a vida como se estivesse diante de uma tela de cinema. Além dele, temos Josephine Potter (Katie Holmes), mais conhecida como Joey, melhor amiga de Dawson desde os sete anos e por quem nutre uma paixão reprimida; Pacey Witter (Joshua Jackson) é o melhor amigo de Dawson e o típico garoto incompreendido, sempre com respostas espertas e nem um pouco estudioso como o amig; e Jen Lindley (Michelle Williams), vizinha descolada recém-chegada de Nova Iorque que viverá um triângulo amoroso com Joey e Dawson.

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Existem outros personagens que entram, como os irmãos Andie e Jack que acabam se tornando importantes para a história. No mais, os quatro (Dawson, Pacey, Jen e Joey) são os personagens principais. E apesar da série se chamar Dawson’s Creek, Joey é a única que aparece em todos os episódios. A série possui seis temporadas, 128 episódios.

Eu resolvi não falar sobre os episódios para não dar spoiler, então só vim apresentar para quem não conhecia e relembrar a quem já assistiu essa série tão querida! Eu ainda estou na terceira temporada (ainda vírgula, porque tem só duas semanas que estou assistindo), portanto não sei como termina, mas já posso dizer que ocupou um lugar ao lado de One Tree Hill como minha série preferida.

Confira um trailer:

Vocês já assistiram/assistem a série? Beijos!

Bom dia, galera! Como vocês estão? Eu tô feliz demais, apesar da semana estar demorando muito para passar, enfim. Hoje eu trouxe pra vocês um filme de época (já devo ter mencionado minha paixão por filmes desse gênero). Eu já conhecia a história superficialmente, nunca li o livro, mas quando surgiu a novidade do filme eu me interessei. Devido aos obstáculos da vida eu só consegui assistir esse ano, mais precisamente na semana passada. Então vamos ao que interessa, o filme dessa semana é Anna Karenina.

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O filme Anna Karenina foi baseado no livro de Léon Tolstói, escrito em 1873. Adaptado para o cinema inúmeras vezes, a versão mais recente, lançada este ano, apresenta um formato diferente, com certeza bem mais ousado.

O enredo acontece no século XIX na Rússia Czarista. Anna Karenina (Keira Knightley) é uma jovem aristocrata casada com Alexei Karenin (Jude Law), um rico funcionário do governo. Durante uma viagem para consolar sua cunhada, que sofre com as traições do marido, ela conhece o Conde Vronsky (Aaron Johnson), um oficial da cavalaria. É assim que surge uma forte atração mútua que os dois não conseguem resistir, fato que causará grandes mudanças em suas vidas.Dirigido pelo britânico Joe Wright,  diretor também de Orgulho e Preconceito, inicia o filme em um palco, como se os personagens fizessem parte de um espetáculo de teatro. Esses recursos teatrais usados continuam ao longo do filme, já que grande parte das transições de cena também são feitas dessa forma.

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Quanto ao elenco, a interpretação de Keira Knightley foi nada além de convincente. Ela funciona muito bem em papéis de época, sendo que, dessa vez, assumiu um tom um pouco diferente das outras personagens. Anna não é uma mulher doce, ela é confusa, atormentada e questiona o tempo inteiro suas vontades e sua felicidade. Aaron Taylor Johnson, no papel de Vronsky, não convenceu muito. O grande destaque do filme  é Jude Law (sempre ele!) na pele do marido traído e que interpreta dignamente um homem conservador que se vê em um grande dilema com seus próprios sentimentos em relação à mulher.

No final das contas, “Anna Karenina” é um filme interessante, que retrata de uma maneira ousada a história do maior romance sobre adultério e sobre os questionamentos do amor da literatura mundial. Apesar de não entrar na lista dos meus filmes de época favoritos, eu recomendo fortemente para quem gosta desse tipo de filme.

Confira o trailer:

Vocês já assistiram Anna Karenina? Gostam de filmes de época?

Sessão Pipoca: Noé

Bom dia, gente! Aqui é a Carol, eu tinha me afastado por um tempo porque minhas responsabilidades fora do blog estavam me impedindo de continuar a escrever aqui. Mas, felizmente, estou de volta para continuar a compartilhar com vocês minha opinião sobre filmes, séries, livro e música. E para a minha primeira semana de volta ao Dia de Brilho eu escolhi um filme que assisti no cinema há pouco tempo, trata-se de Noé.

Se você que é religioso, conhece a história de Noé como a palma de sua mão, espera que o filme seja fiel ao que está escrito na bíblia… Não veja. Ou veja, para notar as diferenças. Muita coisa foi inventada, com elementos sobrenaturais e temas abordados como sexo, fertilidade e religião. Antes de assistir, muitas pessoas vieram até mim criticando o filme por não seguir a história ao pé da letra. Então talvez por ter ido preparada para não gostar, eu me surpreendi. Os efeitos especiais são incríveis e ao decorrer do filme muitas cenas fortes aparecem, fazendo o telespectador refletir e questionar o que Deus realmente quer de nós (para quem acredita, claro). Será que a interpretação que fazemos de certas mensagens são corretas? Essa foi uma pergunta que levei comigo ao final do filme.

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Quanto às atuações, Russell Crowe como Noé foi excepcional. Ele foi absolutamente o ator que deveria ser para interpretar um personagem tão singular quanto Noé, por vezes até me fez odiá-lo durante o filme devido a algumas atitudes. Jennifer Connely foi ótima também, representou bem a esposa de Noé, liderou a maioria das cenas mais emocionantes. Emma Watson, como filha adotada de Noé, sustentou o suficiente o drama de sua personagem. Por último, eu me decepcionei com Logan Lerman, achei muito fraca a atuação, mas valeu a paisagem hehe. Anthony Hopkins como Matusalém foi uma ótima figura, mas não esperava menos de um grande ator como ele.

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A quem interessar, confira o trailer:

Vocês já assistiram o filme? Conta aí!

Beijos!