Tudo sobre o seriado: Dracula

Bom dia, gente! Essa semana está demorando a passar ou é impressão minha? Tudo bem que ainda é terça-feira, mas mesmo assim! As férias parecem cada vez mais distantes a cada semana, vocês não acham? De qualquer forma, vamos ao que interessa! A série da semana é sobre o vampiro mais famoso do mundo, Dracula, dando origem ao nome do seriado.

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Antes de pensar em assistir Dracula, tenha uma coisa em mente: Não espere ver o livro de Bram Stoker integralmente adaptado para a TV. É quase certeza que você vá se decepcionar caso assista aos primeiros episódios com esse pensamento. Muitas coisas foram modificadas. Os personagens saíram de suas funções, ganharam outros objetivos. Isso pode espantar um pouco os fãs fiéis do clássico Dracula. Mesmo assim, acredito que valha a pena dar chance ao seriado, afinal ainda há muito o que se apresentar no decorrer dos episódios.

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Dracula se passa na Inglaterra da Era Vitoriana. Logo nos primeiros minutos do pilot, vemos dois escavadores investigando um túmulo macabro e despertando a criatura que estava adormecida lá. Pouco tempo depois, a cena corta e somos apresentados a Alexander Grayson, que está assumindo a personalidade de um rico empresário americano e que irá se apresentar à sociedade em uma grande festa a fim de revelar seus intuitos revolucionários. Então temos Mina Murray (a estudante de medicina a quem Alexander se sente atraído e extremamente parecida com sua falecida esposa), Jonathan Harker (o jornalista), Lucy Westenra (amiga de Mina) e Renfield (o criado de Alexander), Professor Van Helsing. Se já leram a obra com certeza estão reconhecendo os nomes! E como em toda boa história existe um inimigo, já no primeiro episódio ficamos cientes da existência de uma ordem conhecida por Ordem do Dragão e de quem nosso caro Alexander e outros personagens querem se vingar.

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Esqueça vampiros que brilham ao sol, esqueça dopplegangers, esqueça adolescentes com presas… Dracula, ao que tudo indica, veio para apagar a imagem que os vampiros ganharam no século XXI. Na verdade, devolver a imagem do que eles realmente são. Os atores são muito bons, começando com Jonathan Rhy Meyers que atuou em produções como “The Tudors” e “Alexander”.

Confira o trailer abaixo:

Já assistiram a série?

Marvel: Thor – O Mundo Sombrio

Bom dia, gente! Resolvi dar uma pausa nas séries e falar sobre um filme que assisti recentemente no cinema: Thor – O mundo sombrio. É uma sequência das aventuras do deus do trovão da mitologia nórdica, adaptado como um super-herói dos quadrinhos pela Marvel Comics e levado aos cinemas pelo Marvel Studios.

A história conta que antes de haver luz no universo, os Elfos Negros reinavam absolutos. Mas depois, com o surgimento do nosso universo e a ascensão do reino de Asgard, tiveram que batalhar com os Nove Reinos e perderam sua hegemonia. Há milhares de anos atrás, o avô de Thor – Bor – liderou a batalha final contra os Elfos Negros liderados por Malekith, que detinham como principal arma o éter: uma força misteriosa que poderia trazer de volta a escuridão ao universo. Agora, quando o mundo se encontra novamente à beira de um nivelamento cósmico, os Elfos Negros e Malekith ressurgem de seu exílio para alçar seu objetivo.

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Na Terra, a astrofísica Jane Foster pesquisa as anomalias físicas relacionadas aos portais interdimensionais e acaba encontrando o éter, escondido numa dimensão perdida por Bor. Agora, Thor precisa deter a destruição do universo como o conhecemos ao mesmo tempo em que precisa proteger Jane e recorrer ao seu meio-irmão Lóki, que é o único em Asgard que pode ajudá-lo. O grande trunfo de O Mundo Sombrio está, novamente, na exploração da personalidade de Loki, que já dominou não apenas Thor, mas também Os Vingadores. O Mundo Sombrio é aquele que mais se aproxima de uma seqüência de Os Vingadores, porque a relação entre Thor e Loki é o centro de ambos.

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Para quem não se lembra, em Thor, Loki é um vilão relutante, alguém amargurado que cresceu à sombra do irmão mais bonito e talentoso. E a amargura vira ódio quando descobre que é adotado: filho do rei dos Gigantes de Gelo. Em Os Vingadores, Loki está no auge de sua loucura, agindo desesperadamente para ganhar mais poder e atingir aquele que é o seu grande objetivo: tomar o trono de Asgard de seu pai adotivo, Odin. Em O Mundo Sombrio, Loki está preso, condenado à prisão perpétua por causa de seus crimes que cometeu (nos dois filmes anteriores). No entanto, de volta ao seu lar, tem que se confrontar com seus laços familiares, mesmo que não sejam de sangue. Este aspecto é mostrado de maneira espetacular em uma cena com sua mãe adotiva Frigga, o que serve para demonstrar a profundidade e até sensibilidade do personagem.

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Após uma tragédia, Lóki precisa repensar seu papel em sua família adotiva e, quando seu irmão Thor vem lhe pedir ajuda, se estabelece a grande tensão do filme: Thor pode confiar nele ou não? Essa confiança será testada em uma batalha dos irmãos contra Malekith e Kurse, o mais forte dos Elfos Negros, e o resultado final irá surpreender os telespectadores. A ação do filme também é muito maior do que o anterior e mais bem resolvida. A relação entre Thor e Jane Foster é mais bem colocada desta vez; além de ficar no ar um possível triângulo amoroso com Lady Sif. O lado cômico continua sendo o forte da personagem Darcy – com mais aparições desta vez – e ela até ganha um reforço do Dr. Selvig, afetado pelos eventos de Os Vingadores

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Resumindo, Thor – O Mundo Sombrio é mais um acerto do Marvel Studios. É um daqueles filmes para ir assistir com toda a família para rir e até se emocionar em algumas cenas! Chris Hemsworth (Thor) é um dos meus atores preferidos, mas devo admitir que Tom Hiddleston (Loki) roubou muitas cenas com sua atuação espetacular.

Confira o trailer abaixo:

E vocês já assistiram ao filme? Gostaram? Deixe sua opinião nos comentários!

Até a próxima,

Beijos!

Para assistir: Reign

Oi, galera! Fiquei uma semana afastada, mas estou de volta. 🙂

Hoje eu vou falar sobre uma série de época que me surpreendeu. Sou uma maníaca por séries com temática de época, o que não é segredo para ninguém, e é humanamente impossível não se fascinar pela história de Mary Stuart – apesar de estar um pouquinho modificada. Quem conhece a história sobre a Rainha da Escócia e está acompanhando a série, vai entender. Estou falando de Reign, a mais nova produção da CW.

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A história se trata da famosa rainha da Escócia que viveu no século XVI em uma época em que seu país era um reino independente e conflitante com a Inglaterra – atualmente pertence ao Reino Unido, sob o domínio da Rainha Elizabeth II. Aos seis dias de vida, com a morte de seu pai – Jaime V – Mary Stuart já era dona do trono. Mas na mesma época, o trono foi tomado por Jaime Hamilton, conde de Arran e representante do protestantismo, que firmou laços e acordos com a Inglaterra – incluindo a mão de Mary ao filho de Henrique VIII. No entanto, o parlamento escocês católico, não gostou da ideia e provocou uma guerra com o país vizinho. No meio desta disputa e de diversas ameaças de sequestro pelos ingleses, Mary foi protegida por sua mãe e levada para a França – onde ficou escondida em um convento – com o intuito de futuramente se casar com o filho do Rei Henrique II, Delfim Francisco – Francis. Mary teve uma vida cheia de aventuras e tragédias. Governou a França e a Escócia, teve muitos romances e três casamentos. Entre muitas disputas políticas e religiosas, e exaustivos casos extraconjugais, Mary entrou em conflito com seu irmão e primeiro-ministro escocês Jaime Stuart, o conde de Murray. Sendo derrotada, pediu asilo à monarquia inglesa, mas foi presa por traição. E apesar do apoio dos governos da França e da Espanha, Mary I da Escócia foi levada à morte com apenas 25 anos.

A CW optou por apresentar-nos a juventude da Rainha e seu envolvimento com Francis – e quem sabe, com Sebastian – e todo o jogo de poder e conspirações existentes no reino. Como nós já estamos acostumados com a particularidade da CW, esta série também tem seu toque sobrenatural. Todos os mitos que pairam sobre a história de Mary são realmente propícios para incluir o misticismo e o suspense na série – e isto já começa com a aparição de Nostradamus. Fiel servo e amigo de Catherine, mãe de Francis e rainha da França, ele conta uma de suas visões: Mary será a ruína de Francis. Catherine é maldade pura e vai fazer tudo que estiver ao seu alcance para proteger seu filho, futuro rei da França, o que significa infernizar muito a vida de Mary. Ainda no tema do sobrenatural, temos obviamente a misteriosa criatura que salva Mary de várias situações fatais.

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A fotografia, figurino, maquiagem estão excelentes! E apesar de toda a pompa do reino da França as coisas não eram tão belas quanto se apresentam na série. Mas com certeza, a série não teria a mesma graça se retratasse tudo como realmente era. A produção parece ter encontrado uma boa fórmula para retratar uma história de época com ótimos toques de modernidade. Eu adorei a atriz que interpreta Mary (Adelaide Kane), ainda não conhecia seu trabalho e acho que ela está se saindo muito bem, assim como Torrance Coombs que interpreta Sebastian e está muito mais interessante que o próprio Francis.

Segue um trailer abaixo:

Espero que tenham gostado da dica!

Beijos.

Para assistir: Os Suspeitos

Bom dia, gente! Voltei ao meu dia habitual de post. Hoje eu trouxe uma resenha de um filme que eu assisti com a Fernanda e a Wanessa ontem, o título em inglês é ‘The Prisioners’ e em português ‘Os Suspeitos’.  Sabe quando você assiste a um filme tão bom que quando acaba você fica refletindo por uns minutos? E você se pergunta: o que foi isso? É exatamente o que eu senti quando os créditos vieram de repente. Os Suspeitos é uma trama desafiadora, intrigante e muito, muito intensa. Não sou nenhuma crítica de cinema, mas eu posso dizer que meu julgamento para filmes é razoavelmente bom, e minhas companheiras de blog estão aí para não me deixar mentir: o filme é sensacional. Enfim, mas vamos as vias de fato.

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Os Suspeitos é um suspense da Warner Bros, protagonizado por Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal.  A história inicia-se no dia de ação de graças, dia em que as filhas de Keller Dover (Hugh Jackman) – um carpinteiro e dedicado pai de família – e Franklin (Terrence Howard), são sequestradas sem deixar qualquer sinal. O único suspeito Alex (Paul Dano) é um rapaz de 26 anos com idade mental de uma criança de 10 que mora num trailer no quintal da sua tia. O detetive Loki (Jake Gyllenhaal <3) responsável pelo caso, não consegue manter Alex preso por falta de provas, apesar do empenho dos investigadores, nada pode acusá-lo, não existem provas suficientes. Sem saída e desesperados, Keller Dover e Franklin, passam a agir com as próprias mãos.

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Poderia ser um filme qualquer sobre seqüestros, mas este roteiro te leva ao ápice do desespero mental, intrigando cada passo, instigando cada cena como se você pudesse descobrir o segredo dessa trama. (Fernanda que o diga, não é? Haha)

Você consegue ver nos olhos de um pai o desespero que o leva a fazer qualquer coisa para encontrar sua filha, passando do limites da razão de um ser humano. Então você se vê julgando as atitudes de Dover, mas quem garante que a mais digna das pessoas poderia agir diferente quando se trata de um filho? São discussões complicadas que o filme te faz refletir durante as cenas de tortura. Enquanto isso, o detetive se vê perdido em um labirinto de intrigas, seguindo seu código de ética sem encontrar nenhuma saída. Esse é definitivamente um filme que coloca os valores familiares, sociais e religiosos em jogo. A atuação de Hugh e Jake está impecável, eles interpretaram cenas muito emocionantes transmitindo bem aqueles sentimentos.  O final é inesperado, já aviso, mas vale a pena!

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Se você, assim como eu, gosta de filmes que lhe fazem pensar, sofrer de tanta agonia na cadeira tentando descobrir uma solução, assista!

Confira o trailer abaixo:

Espero que tenham gostado da dica :). Já assistiram?

A Entrevista Com O Vampiro

Em homenagem ao Halloween que se aproxima, o post de hoje eu dedico ao meu filme de vampiro preferido. Antes de vampiros virarem sonhos de consumo de adolescentes como acontece em Crepúsculo Os diários do vampiro, eles eram usados como personagens de terror. Anne Rice escreveu uma série de livros e escreveu o roteiro adaptando um deles para o cinema. Você já deve ter ouvido falar de A Entrevista Com O Vampiro, certo? Caso a resposta seja não, se você for uma fã de elementos sobrenaturais tanto quanto eu vai querer assistir depois desse post!

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A história é sobre um vampiro, Louis (Brad Pitt), que conta sua longa vida de vampiro para um repórter (Christian Slater). Um pouco óbvio… Na verdade, ele  não conta toda a sua vida, mas a partir do momento em que foi transformado. O início de tudo é em 1700, logo após a morte de sua mulher e filha. Louis se encontra em tamanho desespero que faz qualquer besteira que possa o levar à morte. Ao invés disso, ele encontra o vampiro Lestat (Tom Cruise).

Lestat lhe faz uma proposta simples: ou Louis aceita se transformar em um vampiro e lhe fazer companhia, ou Lestat dará a morte que ele tanto deseja. Claro que Louis se transforma em um vampiro e os dois ficam passeando e se alimentando pelas principais cidades da época.

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Existe uma coisa nesse filme que o diferencia dos demais. Não há glamour no fato de ser um vampiro. O personagem Louis é melancólico. Ele sempre se arrepende de ter se transformado no que se transformou. Duas pessoas no filme vão lhe pedir para virarem vampiros, e ele não tem a menor intenção de transformar nenhuma delas. Ao mesmo tempo, o filme desmistifica muito coisa sobre os vampiros. Os vampiros aqui não morrem com estacas no coração, não temem símbolos religiosos ou coisas do gênero. Fica um ar de realidade no ar. Algo do tipo: como seria se um vampiro realmente existisse? O que torna tudo muito interessante, em minha opinião.

Há uma sedução no ar, mesmo quando Lestat vai morder Louis. Não acho que chegue a ser homossexual, na verdade os vampiros não parecem ter apenas uma preferência sexual. Eles não estão matando apenas por sobrevivência, eles estão realizando uma caça, existe todo um ritual. Inclusive, por isso acontece a parte mais assustadora do filme: eles transformam uma criança de 12 anos em uma vampira. Ela tem um rosto angelical e uma veia assassina que se transformam numa mistura impressionante. Vale ressaltar que ela não é uma má pessoa, na maioria das vezes a garota sequer tem noção do que faz a princípio. É apenas uma criança que mata, e com passar dos anos sua aparência não muda. Nem nunca mudará.

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Tom Cruise foi criticado pela sua escolha, mas fez um ótimo trabalho. Há algo em sua maquiagem que tira a aura de astro de Hollywood misturado com uma atuação contida. O melhor do filme, sem dúvida. A única coisa que deixa um pouco a desejar é a ação, que praticamente não existe nesse filme. É como uma vida normal de alguém, uma vida longa demais que foi relatada a alguém.

Espero que vocês tenham gostado da dica de  hoje, que veio mais cedo caso vocês não tenham percebido. Bom dia!

Beijinhos!

A série que vou indicar essa semana é uma das vinte que assisto (quem lê acha que sou desocupada, mas é quase isso) e se tornou uma das minhas preferidas, provavelmente porque mistura romance, ação e até algumas cenas que mostram minha futura área profissional.  Confesso que comecei a assistir só por causa do título e o meu amor pelo conto da Disney. Não se engane, apesar do título ter um fundamento, a série e a história da Disney não tem muita coisa a ver. Apenas o fato de que existe uma mulher bonita e um cara que em certos aspectos parece uma besta, realmente.

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Beauty and The Beast é recontada pelas lentes de uma série policial, que acompanha o cotidiano da detetive Catherine Chandler ( Kristin Kreuk, de Smallville), uma mulher que viu sua mãe ser assassinada e teve sua vida salva por uma fera misteriosa.  Investigando seu antigo benfeitor, ela descobre que ele é um médico que todos pensam ter morrido, mas na verdade, está vivo e precisa lidar com um grande segredo: ele vira uma fera incontrolável quando está com raiva. Ela promete guardar seu segredo, enquanto ele a ajuda na investigação do assassinato de sua mãe — e a química entre os dois os aproxima cada vez mais de maneira irresistível e perigosa. Alguns anos após o crime, todos continuam suas vidas, inclusive Catherine, que se tornou detetive. Em uma série de novas investigações, um DNA mutante é encontrado, o que a leva a crer que o dono deste esteja cometendo o crime.

Beauty and the Beast Ep. 103a Season 1

No entanto, depois de conhecê-lo, descobre várias coisas, como por exemplo: ele na verdade a ajuda a desvendar os crimes. Ele é um ex-soldado/médico que foi usado para um experimento científico que deu errado, fazendo assim com que todas as cobaias fossem perseguidas e dizimadas por tornarem-se poderosas e perigosas demais. Seu nome é Vincent (Jay Ryan), o único que conseguira escapar e que agora vive escondido com seu amigo JT (Austin Basis). Vincent é a suposta fera que impediu que Catherine também fosse assassinada, ela estava com a mãe quando esta foi morta. Catherine e Vincent se tornam amigos, e até muito mais, e juntos desvendam muitos crimes em Nova York, além de fatos sobre o passado sombrio de Vincent, inclusive um fato muito importante sobre sua mãe, que não era apenas uma cientista.

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Muita gente desistiu da série por achar que ela nunca evoluía, o enredo era sempre o mesmo. Eu até concordo, os primeiros episódios não prendiam muito sua atenção a ponto de querer desesperadamente continuar assistindo. Apesar disso, posso afirmar que do décimo episódio em diante as coisas se tornaram muito mais interessantes e a série foi até renovada para a segunda temporada, que por acaso estreou essa semana! Então se você se interessou pela série, corre para poder acompanhar a segunda temporada!

Confira o trailer abaixo:

Beijinhos!