Para assistir: Switched at Birth

Oi, pessoinhas! Depois de uma semana longe, não vou enrolar hoje. Vamos direto ao que interessa: Switched at Birth.

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O assunto de hoje é uma das minhas séries favoritas pelo fato dela ser diferente de outras que abordam um cenário mais teen. Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que foram trocadas na maternidade. Bay Kennish cresceu em uma família rica, com seus pais e um irmão. Tudo começa quando, durante uma aula de biologia, Bay Kennish (Vanessa Marano) faz seu teste de tipologia sanguínea e “sem querer” descobre que seu sangue é totalmente incompatível com o de seus pais. Ao questioná-los sobre o ocorrido, John Kennish (D.W.Moffet) e Kathryn Kennish (Lea Thompson), pais de Bay, vão a um laboratório fazer o teste de DNA e descobrem que a filha foi trocada na maternidade.

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Enquanto isso, Daphne Vasquez (Katie Leclerc), a outra garota, cresceu filha de mãe solteira. Além disso, Daphne contraiu meningite quando criança e como seqüela perdeu a audição. A situação se torna dramática quando as famílias se encontram e precisam aprender a viver juntas, para o bem das garotas. Para complicar mais a situação, temos a diferença econômica entre as duas famílias. Com a surdez de Daphne e de mais alguns personagens ligados a ela, Switched at Birth mostra o preconceito que os surdos sofrem no “mundo dos ouvintes” e também revela a realidade deles de uma maneira tocante e verdadeira.

Há vários atores de renome no elenco, como Lea Thompson, de De Volta Para o Futuro, Lucas Grabeel, de High School Musical  e a atriz Marlee Matlin, que já ganhou vários prêmios. A atriz que dá vida a Daphne e mais alguns outros atores possuem problemas reais de audição, o que faz tudo ser mais realista.

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Essa série foi criada pela rede de TV americana ABC Family e nasceu em junho de 2011 com seis episódios. Sucesso garantido, a série tem trinta episódios na primeira temporada e há pouco finalizou a segunda, a terceira temporada já está confirmada para janeiro de 2014. Eu acompanho a série desde a primeira temporada e posso dizer que vale muito à pena. É impossível não se envolver com a história e seus personagens, tanto os principais quanto os secundários (destaque para Emmett, personagem interpretado pelo ator Sean). Esse é o tipo de série que retrata problemas e alegrias reais, então se você gosta de One Tree Hill ou Dawson’s Creek, acho que você gostará de Switched at Birth!

Abaixo vocês podem conferir o trailer!

É isso, pessoal, espero que tenham gostado!

Beijinhos!

Bom dia, gente bonita! Hoje eu vou falar sobre um homem que eu admiro muito, tanto na carreira musical como o ótimo ator que ele é: Justin Timberlake. Aproveitando que o Rock in Rio está chegando e o Justin vai nos honrar com a sua presença, decidi fazer uma breve resenha sobre o meu filme preferido dele e também atualizar as pessoas que não o conhecem tão bem sobre sua carreira na música.

Vamos começar com o meu filme preferido do Justin…

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Amizade Colorida não é nada extraordinário e original, devo admitir. A diferença deste para a maioria dos filmes é que são dois amigos, aparentemente não atraídos um pelo outro, que estabelecem uma relação apenas de sexo, sem se apaixonarem um pelo outro. Será que isso é possível? Eu diria que sim, se o meu amigo não fosse Justin Timberlake.

Mila Kunis é Jamie, uma mulher contratada por empresas para conseguir novos executivos. Justin Timberlake é Dylan, um diretor de arte promissor que trabalha em um blog em Los Angeles que uma grande revista está interessada em contratar. Para quem trabalha em um blog, esse é um emprego dos sonhos, mas ainda assim fica receoso. Ele aceita o convite de ir para Nova York e ela decide que a melhor maneira de convencê-lo é vender a cidade, não o emprego. A estratégia funciona e ele aceita o emprego, e eles acabam ficando amigos.

Um dia, após assistirem um filme na casa de Jamie, surge o papo do quanto a abstinência sexual os afeta. Eles propõem então fazer um pacto de serem parceiros sexuais sem qualquer envolvimento emocional. No entanto, aos poucos, a intimidade faz com que eles se tornem cada vez mais próximos e interessados um no outro. O final vocês podem imaginar… Mas vale a pena conferir!

Eu achei super engraçado o filme. É super leve, daqueles que tem comédia, romance e até um pouquinho de drama. E de brinde Justin Timberlake para alegrar nosso dia! Não há nada do que reclamar, realmente. Mila é uma ótima atriz também, já assisti a outros filmes com ela. Uma das grandes sacadas do filme é brincar com os clichês do gênero enquanto os usa. A cena pós-crédito do filme é uma das melhores.

Curiosidade: Além do filme Amizade Colorida, Justin fez outros filmes também como: A Rede Social, O Preço do Amanhã, A Professora Sem Classe, Curvas da Vida entre outros.

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 JT – The 20/20 Experience

Depois de  um tempo afastado da música enquanto se consolidava como ator, Justin voltou com tudo em 2013! Seu novo disco “The 20/20 Experience” lançado em março deste ano é o terceiro do cantor e compositor após sete anos. 

As novas músicas agradaram aos críticos norte-americanos. O disco recebeu boas classificações da Rolling Stone, da Billboard, do NY Daily News, e da Entertainment Weekly.Na Rolling Stone, o CD recebeu quatro de cinco estrelas, o título de “maior evento pop de 2013” e classificação de neo-soul. A matéria destaca o paralelismo positivo das dez músicas com relação ao que toca nas rádios. Já a Billboard deu nota 88, de 100, e considerou “The 20/20 Experience” uma versão mais relaxada e menos sexual dos trabalhos anteriores do cantor.

A resenha apontou as diferenças entre “FutureSex/LoveSounds” e o novo álbum, dizendo que o atual é mais complicado, porém não menos acessível.O New York Daily News, que deu quatro estrelas, e a Entertainment Weekly, que classificou o álbum com um B, elogiaram a parceria com o produtor Timbaland. É um Justin Timberlake mais adulto e descontraído, certamente divertido. As minhas músicas preferidas do novo sucesso são Mirrors e Suit & Tie sem dúvidas!

Vocês podem conferir o show do Justin no Rock in Rio no dia 15 de setembro, domingo!

Até semana que vem!

Beijinhos!

Cinema: Django Livre

Bom dia, galera! Mais uma quinta-feira chegou e hoje eu preparei uma resenha de um filme muito bom que estreiou esse ano!  Eu e meu gosto pela História, como sempre, me levou à Django Livre.

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Dirigido por Quentin Tarantino (Kill Bill), Django Livre já era de se esperar que tivesse o tipo de violência que choca e ao mesmo tempo é divertida, se é que faz algum sentido. A primeira cena mostra Dr. King Schultz (Christoph Waltz) aparecendo em uma carroça no meio da noite para interromper a viagem de alguns escravos que seriam vendidos na cidade. Um dos escravos era Django (Jamie Foxx). Schultz cruza os Estados Unidos atrás de criminosos, procurados “vivos ou mortos” e resolve sempre todas as questões com tiros e muita tranquilidade. Nessa primeira cena não foi diferente, Shultz matou o homem que conduzia os escravos, libertou os negros e levou Django consigo para obter informações a respeito de dois criminosos que procurava. A partir desse momento, ambos desenvolvem uma grande amizade e o antigo escravo passa a acompanhá-lo em sua jornada.

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Após muitas caçadas por fugitivos, Django deseja resgatar sua esposa, Broomhilda (Kerry Washington), que ele não vê há muitos anos, desde que ela foi vendida para outros proprietários. Ao contrário do que foi esperado, as melhores atuações não são destes dois protagonistas. A busca de Schultz e Django leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio). Apesar de ser um personagem secundário, DiCaprio deu um show de atuação como sempre. Um pouco misterioso e afetado, o excêntrico dono da grande plantação de algodão de Candyland é um apreciador de lutas entre escravos e parece ter uma relação incestuosa com sua irmã. Seu escravo de confiança idoso, Stephen (Samuel L. Jackson) é esperto e percebe coisas que seu dono não consegue enxergar – como o envolvimento de Django com Broomhilda. Samuel é outro grande ator, ganhou o centro das atenções em algumas cenas. Envelhecido no papel, suas frases de efeito são ótimas! Em Candyland está a esposa de Django, e uma sucessão de cenas inacreditáveis vai decidir o rumo da história.

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 Django Livre se apresenta com muito respeito em relação à cultura, à luta e ao papel dos negros no processo da própria libertação, já que neste filme eles são muito mais do que inocentes esperando que algum branco pudesse vir salvá-los da escravidão.

Ponto negativo: No meio do filme, que é bem longo (2 horas e 45 minutos de duração), há uma quebra de ritmo e o longa se torna um tanto instável. Sabe-se que houve vários problemas na produção e pós-produção do filme, inclusive sobre a duração. No entanto, não é nada que estrague ou comprometa a obra.
Ponto positivo: Excelentes atores, ótimas atuações, diálogos bem escritos. Foi indicado a vários prêmios como:

Em 2013, indicado ao Oscar de Melhor Filme e Ator Coadjuvante (Christoph Waltz)
Em 2013, indicado a Melhor Filme – Drama, Diretor, Ator Coadjuvante (Christoph Waltz e Leonardo DiCaprio) e Roteiro no Globo de Ouro
Em 2013, indicado aos Bafta Awards de Melhor Diretor, Roteiro Original, Ator Coadjuvante (Christoph Waltz), Edição e Som

Confira o trailer abaixo:



Bom resto de semana para vocês 🙂

Beijinhos!

Para assistir: Under The Dome!

Oi, gente! Depois de uma semana, cá estou eu novamente! Hoje vim sugerir a vocês uma série que está dando o que falar.

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Under The Dome é baseada no livro homônimo de Stephen King, lançado em 2009. Adaptada por Brian K. Vaughan (Lost).

Under the Dome se passa numa cidade que inexplicavelmente se vê presa sob uma redoma enorme e transparente. Logo o caos toma conta da cidade, deixando os cidadãos de Chester’s Mill preocupados com o que pode acontecer. Com o passar dos episódios, as pessoas percebem que a redoma pode matar caso eles se aproximem dela portando objetos à bateria, eletrônicos… Como relógios, aparelhos de audição e etc. Enquanto lutam pela sobrevivência nesse cenário pós-apocalíptico, os moradores da cidade procuram por respostas sobre o que é esta barreira, de onde ela veio e se, um dia, ela irá embora.

“A série estreou no dia 24 de junho, nos EUA, registrando a média de 13.5 milhões de telespectadores e 3.3% da audiência do público alvo. Números bem elevados para uma série original na Summer Season. Somando a audiência em DVR (no período máximo de sete dias), os números chegaram a 16.7 milhões com 4.3% do público alvo. Com seis dos treze episódios produzidos exibidos até o momento, a primeira temporada vem conseguindo manter a audiência de 14 milhões, com 3.44% do público alvo, ao vivo. Melhor que muitas produções que são exibidas na Fall Season ou na Midseason”.
Under The Dome está agradando tanto ao público que já foi confirmada uma segunda temporada para a Summer Season de 2014. O próprio Stephen King será o roteirista do primeiro episódio, de acordo com a Variety.

O elenco conta com a participação dos seguintes atores:

  • Mike Vogel como Dale “Barbie” Barbara
  • Rachelle Lefevre como Julia Shumway
  • Natalie Martinez como Linda Esquivel
  • Britt Robertson como Angie McAlister
  • Alexander Koch como Junior Rennie
  • Nicholas Strong como Phil Bushey
  • Colin Ford como Joe McAlister
  • Jolene Purdy como Dodee Weaver
  • Aisha Hinds como Carolyn Hill
  • Jeff Fahey como Howard “Duke” Perkins
  • Dean Norris como James “Big Jim” Rennie

Eu recomendo muito que todos vocês assistam a essa série, é realmente muito boa e a cada episódio você se torna mais curioso para saber o que vai acontecer. Além de ter colírios para os olhos, se é que vocês me entendem, meninas 😉

Espero que tenham gostado do post de hoje!
Beijinhos.

Dessa vez deixei os livros de lado, para contar um pouquinho pra vocês sobre filmes que eu gosto bastante. Vamos conferir?

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The Secret Garden (1993)

O filme é baseado na obra de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Agnieszka Holland.

Após um surto de cólera mortal, Mary acaba sozinha no mundo, esquecida na casa após a morte de seus pais e de todos os empregados da propriedade. Ela é levada para Yorkshire, no interior da Inglaterra, para uma mansão imensa, repleta de jardins, junto a uma enorme charneca¹. Inicialmente, Mary continua sendo uma menininha estranha e emburrada. Ao contrário da Índia, ela não tem muitas pessoas para cuidar dela na Inglaterra. Ao respirar o ar da Charneca e explorar as centenas de cômodos da propriedade, Mary começa a ficar um pouco mais saudável, chegando até a fazer amizade com um jardineiro e uma das criadas da mansão, mas de quem ela mais gostava era de um pássaro de peito vermelho. A curiosidade sobre os mistérios da mansão e um jardim onde ninguém entra, começam a despertar a curiosidade de Mary. Um dia, ao seguir o pássaro, Mary encontra a chave enterrada do jardim onde ninguém entra, e nos próximos dias encontra escondida sob trepadeiras, a porta do jardim.

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Um trecho do livro:

“O sol brilhou durante quase uma semana inteira no jardim secreto. Jardim Secreto era como Mary o chamava, quando pensava nele. Ela gostava do nome e gostava mais ainda da sensação de que, quando estava cercada daqueles velhos e lindos muros, ninguém sabia onde ela estava. Era quase como estar fora do mundo e numa espécie de lugar encantado”.

Mary é apresentada a Dickon, irmão da criada responsável pelo quarto dela. O jovem parece encantar os animais e tudo a sua volta com seus modos, inclusive Mary. A amizade entre os dois ocorre de imediato e Mary passa a gostar de mais alguém.

Em uma noite de tempestade, Mary volta a ouvir os uivos e choros que todos na mansão negam existir. Ao explorar uma das alas proibidas, ela descobre um garotinho enfermiço, a fonte do choro, e herdeiro da mansão. Colin Craven é um garotinho tão insuportável quanto Mary um dia fora. Ele fora abandonado pelo pai, que culpava o garoto pela morte da esposa durante o parto, e que também temia que o garoto fosse um inválido. Colin era constantemente mimado pelos criados da mansão para que não ficasse histérico.

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Mary também faz amizade com Colin, mas inicialmente teme revelar o segredo do Jardim Secreto para ele. A garota parece ser a única que consegue controlar as crises dele e começa a se sentir responsável para ajudá-lo em sua recuperação. Então, com a ajuda de Dickon, passam a levar o garoto às escondidas para o jardim secreto.

Eu imagino que o livro seja tão bom quanto o filme, apesar de que provavelmente possua mais detalhes. Esse foi sem dúvida um dos meus filmes preferidos na infância. Eu lembro que uma das minhas partes favoritas é quando Mary e Dickon levam Colin pela primeira vez ao Jardim e como ele apresenta visível melhora devido ao ar puro e a beleza do lugar. A forma como representaram o Jardim foi perfeita, ficou realmente incrível.

Atores principais:

  • Kate Marberly (Mary Lennox)
  • Heydon Prowse (Colin Craven)
  • Andrew Knott (Dickon)

Charneca¹ – Terreno inculto e árido onde há apenas vegetação rasteira.

The Little Princess (1995)

A Princesinha tem roteiro baseado no conto infantil de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Alfonso Cuáron.

O filme conta a história de Sara Crewe, uma menina rica que perde tudo quando lhe acontece uma terrível tragédia. Obrigada a trabalhar como empregada, a passar frio e fome, ela continua a preservar sua nobreza, e assim consegue manter seu orgulho e sua generosidade.
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Sara Crewe foi trazida da Índia por seu pai, o Capitão Crewe, para estudar em uma escola de moças. O Capitão Crewe é muito rico e compra para Sara tudo o que ela deseja do bom e do melhor e tem uma relação de grande amizade e amor com a filha.
Sara com certeza deveria ser uma garota mimada e arrogante pela quantidade de mimos que recebia do pai e de empregados e por conta de sua riqueza. Muito pelo contrário, Sara é uma garota boa, generosa, imaginativa e muito inteligente. Na escola para moças em que o pai a matricula, a diretora, Miss Minchin, não gosta nenhum pouco de Sara logo que a vê, mas finge gostar por conta do dinheiro de seu pai.
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As meninas do colégio reverenciam Sara no início, mas ela acaba fazendo amizade com Ermengarde, uma garota feliz, gordinha, tímida e que não se dá muito bem nos estudos; com Lottie, a menininha que sempre fazia manha por tudo, é “adotada” por Sara e passa a se comportar divinamente e Beckie a escrava empregada da cozinha que é responsável por limpar os quartos de todas as meninas.
Até que uma tragédia se abate sobre Sara e tudo desmorona de uma vez em sua vida. As únicas coisas que a salvam de se entregar é sua imaginação, sempre capaz de criar mundos fantásticos e conquistar a todos, e suas amigas que não a abandonam apesar de tudo! Mas tudo está para mudar novamente quando um indiano muito doente chega à cidade procurando uma menina perdida.
A Princesinha, apesar de ser um filme infantil, passa valores importantes que até mesmo um adulto deveria dar atenção. E não sei se perceberam, mas ambas as histórias possuem elementos parecidos, um deles é o local de origem das garotas (Mary e Sara), a Índia.
Trecho do livro:
“Talvez eu não tenha bom gênio, mas como posso saber, se eu tenho tudo que eu quero e todos me tratam bem? Pode ser que eu seja um horror, insuportável, mas ninguém saiba, porque nunca passei por nada que me fizesse sofrer.” – Sara.
Atores principais:
  • Liesel Matthews …. Sara
  • Liam Cunningham …. Capitão Crewe

Vocês já assistiram algum desses filmes?