2015 realmente está trazendo filmes muito bons, sorte a minha que estou conseguindo acompanhar grandes estreias e o melhor de tudo isso é poder compartilhar com vocês. Depois de ler várias resenhas em blogs e sites sendo a maioria delas positiva a minha curiosidade só aumentou para assistir A Incrível História de Adaline, um filme super gostoso de ver neste inverno maravilhoso e com uma atriz que eu adoro bastante Blake Lively.

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O filme retrata a história de Adaline Bowman (Blake Lively) uma jovem nascida no século XX que ao sofrer um acidente de carro foi marcada por um fenômeno sobrenatural que fez com que ela parasse de envelhecer e aparentar 29 anos, a partir disso sua existência a tornou solitária. Várias décadas se passou e Adaline conhece o carismático e charmoso Ellis Jones (Michiel Huisman) em uma festa de ano novo. Ellis se encanta com Adaline e faz de tudo para conquistá-la acontece que ela não se permite criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado.

Porém, ao passar um final de semana com os pais de Ellis (Harrison Ford e Kathy Baker) Adaline se reencontra com o grande amor de épocas passadas, o pai de Ellis foi seu namorado no passado. Quando os dois se reencontram toda história que eles viveram retornam em suas memórias. William, pai de Ellis não consegue tirar os olhos de Adaline porque sabe que ela é a mesma pessoa que ele se apaixonou anos atrás.

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Ao passar o final de semana na casas dos pais de Ellis, a família se reúne para um jogo com vários fatos históricos. E Adaline responde na ponta da língua todos os fatos que ela viveu da época. Em um dia chuvoso, Adaline sai para caminhar e William vai atrás dela para tirar a dúvida de sua cabeça quando ele a encontra não há mais o que esconder.

Confira o trailer:

A escolha de Blake Lively para interpretar Adaline foi sensacional, o figurino é incrível. A fotografia do filme é outro ponto que não posso deixar de mencionar é um brilho a mais pra quem é apaixonado por este universo.

E aí, você já assistiu?

Bom dia, galera! Faz um tempinho que não escrevo pra vocês aqui no blog, já estava com saudades! Nessa sexta-feira eu trouxe um filme escrito e dirigido por Woody Allen lançado em 2011. Você já deve ter ouvido falar de Meia noite em Paris, certo?

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O filme explora a história de Gil Pender (Owen Wilson), um roteirista de Hollywood, que, cansado de ganhar a vida com histórias clichês, decide escrever um livro. Aproveitando uma inesperada viagem dos sogros para Paris, ele se junta à noiva Inez (Rachel McAdams). Lá ele decide se inspirar na cidade, apesar das críticas de sua noiva sobre ser um sonhador irremediável. Diante das futilidades de Inez e seus pais, Gil acaba encontrando uma válvula de escape quando por acaso pega uma carona em um carro antigo e vai parar na Paris dos anos 20, a melhor época na opinião do roteirista.

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Quem não gostaria de entrar em um carro com destino à sua época favorita? Conhecer grandes nomes como Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S.Eliot e Pablo Picasso, além de ter seu livro analisado por ninguém menos que Gertrud Stein. Com o passar dos dias, Gil começa a questionar seu relacionamento com Inez. Ele ansiava para que as horas passassem depressa e chegasse a meia noite para que então pudesse se juntar aos novos amigos da década de 20.

Em minha opinião, Meia noite em Paris é um dos melhores de Woody Allen nos últimos anos e é uma excelente dica para começar uma noite perfeita com pipoca, refrigerante e chocolate (minha combinação perfeita pra assistir filmes e séries!)

Fique com o trailer:

E vocês, já assistiram? O que acharam?

Beijos!

Para ler: Billy e Eu

Olá pessoal, como estão? Semana passada eu estava doente e a Carol teve um probleminha com o computador dela, por isso não aparecemos na sexta. Como foi a Páscoa de vocês? Muito chocolate? A minha teve livro novo, serve? Aí aproveitando o ensejo do presente e resolvi mudar o assunto um pouco, para hoje eu escolhi um livro que li há algumas semanas e adorei. Billy e Eu (Billy and Me) é o primeiro trabalho como escritora de Giovanna Fletcher que foi lançado no Brasil no final do ano passado pela Editora Phorte.

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Sophie May é uma jovem que vive com a mãe na pequena cidade de Rosefont Hill e trabalha na casa de chás da cidade. Um dia ao chegar para trabalhar Sophie percebe que todas as senhorinhas frequentadoras da loja estão mais animadas que o normal. O motivo? Rosefont Hill seria cenário para uma produção Hollywoodiana de Orgulho e Preconceito. Todos na cidade ficaram empolgados com a notícia, afinal nada acontecia por ali. Quando toda a produção do filme começa a chegar na cidade, Sophie conhece Billy Buskin, o jovem ator em ascensão escalado para o papel de Mr. Darcy. Primeiro ela não gosta muito da escolha, já que ele não é Jude Law, mas ao conhecer melhor o rapaz ela começa a aceitar a ideia.

Sophie e Billy então iniciam um romance fofinho e perfeito de dar inveja em todas as senhorinhas e causar a fúria de algumas fãs. Quando a produção do filme termina, Billy a convida para ir morar com ele em Londres, o que ela faz sem pensar muito nas consequências e achando que tudo seria igual. Mas quando o assédio em cima do relacionamento deles começa a afetar Sophie, ela não sabe se pode continuar com tudo.

Antes de falar o que achei do livro preciso explicar como conheci a história. Giovanna Fletcher é a esposa do Tom Fletcher, vocalista e guitarrista de uma das minhas bandas favoritas, McFLY. Eu a conheço há bastante tempo por causa do Tom, leio o blog dela e assisto aos vídeos que ela posta no YouTube. Então o maior motivo por eu ter me interessado por Billy e Eu foi esse. Eu inclusive recomendo o blog dela (em inglês) para quem é mãe de primeira viagem assim como ela, lá a Gio (sou muito íntima haha) compartilha as experiências dela como pequeno Buzz.

Mesmo tendo me interessado pelo livro da Giovanna eu confesso que comecei ele com um pé atrás. Eu não sabia do potencial dela como escritora, mas todo o meu receio foi embora no prefácio. É impossível não entender e se identificar com a confusão de sentimentos e pensamentos que é Sophie May. A jovem passou por muitas coisas quando criança, então as atitudes dela são justificáveis. Billy também é um amor, e não falo isso só porque ele fez o Mr. Darcy, ele realmente se importa com a Sophie e tenta tornar tudo o mais fácil para ela.  Os personagens secundários são ótimos também. Amo a Molly, a dona da casa de chás e derrubei algumas lágrimas graças a ela.

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Como gostei bastante de Billy e Eu estou bem ansiosa para o próximos lançamentos da Giovanna. Editora Phorte agiliza aí para lançar o Christmas With Billy and Me – um especial de natal lançado no final do ano passado – e o You’re The One That I Want, lançado no início de 2014. Só não peço agilidade no Dream A Little Dream porque esse nem ela terminou de escrever ainda.

Alguém já leu Billy e Eu? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

 

Olá pessoal, como estão? A minha semana foi bem corrida, mas ok. Hoje, finalmente, é sexta-feira e eu só quero descansar. Acho que quem acompanha meus posts desde o início sabe que eu amosou filmes de romance recheados de clichês e tudo mais, pena que isso não aconteceu com Amor Sem Fim (Endless Love, 2014), que é um remake do filme de mesmo nome lançado em 1981 e baseado no livro de Scott Spencer.

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Jade Butterfield (Gabriella Wilde) é uma jovem rica que acabou de se formar no ensino médio e já tem uma vaga garantida no curso de medicina na universidade de Brown. Com a morte do irmão mais velho alguns anos antes, Jade se fechou para todos a sua volta, menos sua família, com isso ela não te nenhum amigo ou relacionamento na escola. David Elliot (Alex Pettyfer) é um rapaz sem muitas ambições na vida, que trabalha como manobrista e ajuda o pai em sua oficina mecânica e que sempre teve uma queda pela menina, mas nunca teve coragem de falar nada.

No dia da formatura os dois se encontram por um acaso e um sentimento mútuo começa a crescer entre os dois. Jade então para se aproximar mais do rapaz, sem dar muito na cara, pede para os pais uma festa para comemorar a formatura e finalmente começar a se conectar com os colegas de classe. A festa de início não sai como ela imagina, mas David aparece e consegue reverter à situação, transformando aquela noite na melhor da vida dela em muitos anos. Daquele dia em diante eles decidem passar todos os dias do verão juntos para aproveitarem cada minuto e com isso à menina começa a sair da “bolha” que ela havia criado há muito tempo. Ao corresponder toda a paixão de David, Jade começa a redefinir suas prioridades na vida, para a preocupação de seu pai superprotetor, que não gosta do envolvimento da filha com um rapaz “sem futuro”.

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O que mais tem hoje em dia é filme com essa mesma história e eu nunca me incomodei com isso. Sou dessas que mesmo já sabendo do final ainda torce pelo casal e dependendo da época do mês chora com a resolução. Mas em Amor Sem Fim eu não senti nada disso. Eu achei o filme tão sem objetivo e sem motivo para muitas coisas acontecerem. Saiu de nada e foi para lugar nenhum. Faltou um algo a mais na história para o filme ser mais atrativo.

Tirando o problema com a história eu gostei bastante dos atores principais. Eu adoro o Alex Pettyfer desde Alex Ridder Contra o Tempo (Stormbreaker, 2006) e ele estava lindo em A Fera (Beastly, 2011), minha única vontade durante o filme era de cortar um pouco do cabelo dele, mas fora isso o papel combinou com ele. E a personagem da Gabriella Wilde caiu como uma luva para ela, porque ela é toda fofa e delicadinha. Os dois juntos formam um casal bem bonito e eles têm bastante química, o que ajudou muito durante o filme.

Alguém já assistiu Amor Sem Fim? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

Para assistir: Se eu ficar

Bom dia, gente. Como foi a semana de vocês? Essa semana eu trouxe um filme com a Chloe Grace Moretz, aquela atriz que atuou em filmes como Kick-Ass e Carrie. Se eu ficar estreou no ano passado e foi muito comparado com A Culpa é das Estrelas.

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Se Eu Ficar apresenta a triste história da família Hall, cuja estrutura foi literalmente abalada por um acontecimento terrível. Os pais de Mia Hall (Chloe Moretz), o casal de roqueiros Denny (Joshua Leonard) e Kat Hall (Mireille Enos) são espontaneamente alegres e meio desajeitados, mas possuem um amor imenso pelos filhos. O foco principal do filme não se dá apenas pela relação de Mia com os pais, seu irmão mais novo e sua melhor amiga, mas sim por seu relacionamento amoroso com Adam Wilde (Jamie Blackley). O filme relata cada passo do envolvimento entre os dois, desde a primeira vez que o músico vê Mia enquanto ela tocava seu violoncelo até o momento em que a relação deles começa a ter seus primeiros obstáculos.

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Durante uma viagem para visitar os avós, Mia e sua família sofrem um terrível acidente na estrada. Em coma, a garota passa por uma experiência fora do corpo. Ainda no local do acidente, vê sua família e o seu próprio corpo serem levados ao hospital. Chegando lá, presencia as tentativas da equipe médica em salvá-los e o desespero dos familiares. Diante daquela situação, Mia se vê obrigada entre a decisão de lutar para despertar e retomar a vida ou simplesmente desistir e morrer. A partir desse momento, toda a história dela, de sua família e do relacionamento com Adam são mostrados em flashback.

Posso afirmar que não é o tipo de filme que vai agradar a todos – ele tem um público específico, mas com certeza tem seu valor. A trilha sonora é ótima, assim como a fotografia e o elenco. Gosto bastante da Chloe Moretz, ela é uma grande revelação entre as atrizes de sua idade. O restante dos atores também não deixaram a desejar, cada um exercendo bem o seu papel.

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Se você é uma pessoa emotiva, já prepare os lencinhos. Espero que tenham gostado da dica da semana! Tem resenha do livro aqui.

Fiquem com o trailer:

Já assistiram? Gostaram? Conta pra gente!

Beijos.

Livro do dia: A Lua de Mel

Olá pessoal, como estão? Gostaria muito que alguém me explicasse qual a necessidade desse calor. Sério, não está fazendo o menor sentido isso, mas enfim, eu não vim aqui para reclamar do calor, mesmo que eu tenha uma lista de coisas sobre o assunto. As férias de todo mundo já acabaram? Será que ainda dá tempo de indicar mais um livro? Porque olha, é para isso que eu estou aqui hoje. Espero que gostem.

O livro dessa semana é o “A Lua de Mel” da Sophie Kinsella. O livro conta a história de Lottie, uma moça com mais de 30 anos que visivelmente acha que está pronta para subir ao altar, porém seu namorado não tem esse mesmo pensamento. No dia em que acha que vai escutar a grande pergunta, acaba por descobrir que Richard, o atual namorado, queria apenas convidá-la para uma viagem. Decepcionada com isso, ela da um basta e decide terminar a relação.

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A irmã mais velha de Lottie, Fliss,  sempre soube que a irmã era meio sem noção e impulsiva e que sempre faz escolhas infelizes quando termina um relacionamento, porém dessa vez ela não esperava que Lottie fosse longe demais e aceitasse a proposta absurda de Ben, um ex-namorado da irmã. A proposta nada mais é do que uma promessa que eles fizeram ainda adolescentes, que se casariam caso estivessem solteiros depois dos 30 anos. Lottie que está desesperada agarra a oportunidade na hora e desiste de tudo que sempre sonhou para o seu casamento. Porém para saber se Ben está realmente apaixonado como ele diz, ela faz uma greve de sexo que só acabará no dia da lua de mel. Ambos desesperados marcam a cerimônia no civil para apenas duas semanas após o reencontro e partem rapidamente para lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde se conheceram na adolescência.

Fliss que está passando por um divórcio conturbado, sabe que Lottie logo se arrependerá desse casamento às pressas. Ela então junto com Lorcan – que trabalha na mesma empresa que Ben, e que acha que essa união irá atrapalhar a carreira do amigo – decidem impedir que os dois se casem.  Fliss com a ajudinha de um amigo em Ikonos traça um plano para sabotar a lua de mel da irmã, pois ela descobriu que se não houver sexo o casamento poderá ser anulado.

Eu ainda não terminei de ler “A Lua de Mel”, mas já passei da metade e estou amando o livro. Em alguns momentos Sophie Kinsella me lembra a Meg Cabot no modo sagaz de escrever e em como algumas de suas personagens se parecem. Eu já dei boas gargalhadas com a história, porque afinal tem coisa mais absurda do que tentar destruir a noite de núpcias de alguém? Eu como uma boa leitora sem graça andei dando uma olhada nas páginas finais e sei que alguma coisa bem tensa vai acontecer (não sei o que!), e olha, parece ser bem surpreendente.

Eu super recomendo a leitura para quem gosta de uma história de amor diferente, com momentos bem engraçados e nada clichês. Mentira, tem vários clichês, mas o que seria da vida sem eles?

Espero que gostem da dica, pois eu estou amando. Já leram esse? Gostaram? Recomendam outros livros da Sophie Kinsella?

Beijos.