Sou só eu ou vocês também perceberam que tem poucos filmes legais de romance este ano, não é mesmo? Me refiro aqueles filmes bons do começo ao fim, com enredo, atores e trilha sonora em sintonia. Pra mim o melhor filme até agora foi Simplesmente Acontece tem resenha aqui ó. E me surpreendi com Before We Go, vi alguns comentários positivos na internet e fui assistir e gostei bastante.

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Before We Go conta a história de Nick (Chris Evans) um trompetista que toca seu instrumento numa movimentada estação de trem nos Estados Unidos. Certo dia, perto de ir embora ele acaba conhecendo Brooke (Alice Eve), uma mulher que acabara de ser furtada e precisa voltar para casa. Ao ver Brooke desesperada correr atrás do trem ela não percebe que o seu celular cai no chão e Nick vai atrás dela para entregar o aparelho.

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Nick tenta ajudar Brooke de alguma maneira a pegar de volta sua bolsa roubada. Entre idas e vindas pelas ruas de Nova Iorque Nick revela suas dores de um amor do passado para Brooke e ela faz sua parte tentando ajudar a dar uma solução para aquilo. Os dois acabam embarcando em uma aventura encontram respostas para diversas perguntas que estavam soltas pelo ar.

Confira o trailer:

A história traz uma reflexão importante da luta interna que carregamos dentro de nós porque ás vezes passamos por algum momento na vida, com medo de abandonar algo seguro e estável, mesmo sabendo que aquilo não é o melhor pra gente. Eu gostei do filme a conexão dos atores é muito boa, a fotografia é incrível, o final não pode agradar todo mundo, mas achei justo, pois encaixou muito bem com a proposta do filme. E para arrancar suspiros: Chris Evans está deslumbrante, pois além atuar com todo seu charme ele é o diretor do filme. 😀 #mozão

Eu assisti o filme aqui ó. Vocês já assistiram?

Sabe quando você assiste vários filmes e nenhum deles te agrada? Foi assim na semana passada. Entre trazer um filme ruim eu prefiro procurar um bom e compartilhar por aqui. Mas, ainda bem que eu já tinha visto boas resenhas e comentários a respeito do filme O álbum de memórias e resolvi assistir e simplesmente adorei. A história é bonita, a conexão dos atores tá boa e a fotografia do filme é encantadora. 😉

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A história é sobre a fotógrafa Chloe Devenport (Meghan Ory) que não acredita no amor, pois todas as suas tentativas foram fracassadas e ela já não acha que exista alguém que possa viver uma história de amor verdadeira com ela. Mas ao encontrar um álbum antigo de fotografias de um casal, ela se sente curiosa pela história dos dois e quer descobrir como tudo aquilo aconteceu. Ao ver os sorrisos e olhares de paixão nas fotos, Chloe pensa que talvez aquele casal possa fazer com que ela acredite que ainda exista amor.

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Em uma de suas exposições de fotografia ela conhece Gabson (Luke Macfarlane) que desde o início, mostra interesse por Chloe. Juntos os dois começam a buscar pela história do casal, seguindo pistas e os locais que foram feitas as fotografias do álbum.  Acontece que Sarah (Adrienne barbeau) dona do álbum de fotografias não deseja ser relembrada do passado. Porém, Chloe não desiste e vai em busca de Jonathan (Art Hindle) para descobrir o final dessa história, além disso Chloe tem que lidar com seus sentimentos em relação a Gabson e sua declaração de amor.

Confira o trailer:

Fazia tempo que eu não assistia um filme de romance tão delicado e com uma história tão pura e verdadeira. Infelizmente não é possível encontrá-lo no Netflix, eu assisti aqui ó.

E vocês, já assistiram este filme?

2015 realmente está trazendo filmes muito bons, sorte a minha que estou conseguindo acompanhar grandes estreias e o melhor de tudo isso é poder compartilhar com vocês. Depois de ler várias resenhas em blogs e sites sendo a maioria delas positiva a minha curiosidade só aumentou para assistir A Incrível História de Adaline, um filme super gostoso de ver neste inverno maravilhoso e com uma atriz que eu adoro bastante Blake Lively.

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O filme retrata a história de Adaline Bowman (Blake Lively) uma jovem nascida no século XX que ao sofrer um acidente de carro foi marcada por um fenômeno sobrenatural que fez com que ela parasse de envelhecer e aparentar 29 anos, a partir disso sua existência a tornou solitária. Várias décadas se passou e Adaline conhece o carismático e charmoso Ellis Jones (Michiel Huisman) em uma festa de ano novo. Ellis se encanta com Adaline e faz de tudo para conquistá-la acontece que ela não se permite criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado.

Porém, ao passar um final de semana com os pais de Ellis (Harrison Ford e Kathy Baker) Adaline se reencontra com o grande amor de épocas passadas, o pai de Ellis foi seu namorado no passado. Quando os dois se reencontram toda história que eles viveram retornam em suas memórias. William, pai de Ellis não consegue tirar os olhos de Adaline porque sabe que ela é a mesma pessoa que ele se apaixonou anos atrás.

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Ao passar o final de semana na casas dos pais de Ellis, a família se reúne para um jogo com vários fatos históricos. E Adaline responde na ponta da língua todos os fatos que ela viveu da época. Em um dia chuvoso, Adaline sai para caminhar e William vai atrás dela para tirar a dúvida de sua cabeça quando ele a encontra não há mais o que esconder.

Confira o trailer:

A escolha de Blake Lively para interpretar Adaline foi sensacional, o figurino é incrível. A fotografia do filme é outro ponto que não posso deixar de mencionar é um brilho a mais pra quem é apaixonado por este universo.

E aí, você já assistiu?

Bom dia, galera! Faz um tempinho que não escrevo pra vocês aqui no blog, já estava com saudades! Nessa sexta-feira eu trouxe um filme escrito e dirigido por Woody Allen lançado em 2011. Você já deve ter ouvido falar de Meia noite em Paris, certo?

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O filme explora a história de Gil Pender (Owen Wilson), um roteirista de Hollywood, que, cansado de ganhar a vida com histórias clichês, decide escrever um livro. Aproveitando uma inesperada viagem dos sogros para Paris, ele se junta à noiva Inez (Rachel McAdams). Lá ele decide se inspirar na cidade, apesar das críticas de sua noiva sobre ser um sonhador irremediável. Diante das futilidades de Inez e seus pais, Gil acaba encontrando uma válvula de escape quando por acaso pega uma carona em um carro antigo e vai parar na Paris dos anos 20, a melhor época na opinião do roteirista.

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Quem não gostaria de entrar em um carro com destino à sua época favorita? Conhecer grandes nomes como Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S.Eliot e Pablo Picasso, além de ter seu livro analisado por ninguém menos que Gertrud Stein. Com o passar dos dias, Gil começa a questionar seu relacionamento com Inez. Ele ansiava para que as horas passassem depressa e chegasse a meia noite para que então pudesse se juntar aos novos amigos da década de 20.

Em minha opinião, Meia noite em Paris é um dos melhores de Woody Allen nos últimos anos e é uma excelente dica para começar uma noite perfeita com pipoca, refrigerante e chocolate (minha combinação perfeita pra assistir filmes e séries!)

Fique com o trailer:

E vocês, já assistiram? O que acharam?

Beijos!

Para ler: Billy e Eu

Olá pessoal, como estão? Semana passada eu estava doente e a Carol teve um probleminha com o computador dela, por isso não aparecemos na sexta. Como foi a Páscoa de vocês? Muito chocolate? A minha teve livro novo, serve? Aí aproveitando o ensejo do presente e resolvi mudar o assunto um pouco, para hoje eu escolhi um livro que li há algumas semanas e adorei. Billy e Eu (Billy and Me) é o primeiro trabalho como escritora de Giovanna Fletcher que foi lançado no Brasil no final do ano passado pela Editora Phorte.

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Sophie May é uma jovem que vive com a mãe na pequena cidade de Rosefont Hill e trabalha na casa de chás da cidade. Um dia ao chegar para trabalhar Sophie percebe que todas as senhorinhas frequentadoras da loja estão mais animadas que o normal. O motivo? Rosefont Hill seria cenário para uma produção Hollywoodiana de Orgulho e Preconceito. Todos na cidade ficaram empolgados com a notícia, afinal nada acontecia por ali. Quando toda a produção do filme começa a chegar na cidade, Sophie conhece Billy Buskin, o jovem ator em ascensão escalado para o papel de Mr. Darcy. Primeiro ela não gosta muito da escolha, já que ele não é Jude Law, mas ao conhecer melhor o rapaz ela começa a aceitar a ideia.

Sophie e Billy então iniciam um romance fofinho e perfeito de dar inveja em todas as senhorinhas e causar a fúria de algumas fãs. Quando a produção do filme termina, Billy a convida para ir morar com ele em Londres, o que ela faz sem pensar muito nas consequências e achando que tudo seria igual. Mas quando o assédio em cima do relacionamento deles começa a afetar Sophie, ela não sabe se pode continuar com tudo.

Antes de falar o que achei do livro preciso explicar como conheci a história. Giovanna Fletcher é a esposa do Tom Fletcher, vocalista e guitarrista de uma das minhas bandas favoritas, McFLY. Eu a conheço há bastante tempo por causa do Tom, leio o blog dela e assisto aos vídeos que ela posta no YouTube. Então o maior motivo por eu ter me interessado por Billy e Eu foi esse. Eu inclusive recomendo o blog dela (em inglês) para quem é mãe de primeira viagem assim como ela, lá a Gio (sou muito íntima haha) compartilha as experiências dela como pequeno Buzz.

Mesmo tendo me interessado pelo livro da Giovanna eu confesso que comecei ele com um pé atrás. Eu não sabia do potencial dela como escritora, mas todo o meu receio foi embora no prefácio. É impossível não entender e se identificar com a confusão de sentimentos e pensamentos que é Sophie May. A jovem passou por muitas coisas quando criança, então as atitudes dela são justificáveis. Billy também é um amor, e não falo isso só porque ele fez o Mr. Darcy, ele realmente se importa com a Sophie e tenta tornar tudo o mais fácil para ela.  Os personagens secundários são ótimos também. Amo a Molly, a dona da casa de chás e derrubei algumas lágrimas graças a ela.

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Como gostei bastante de Billy e Eu estou bem ansiosa para o próximos lançamentos da Giovanna. Editora Phorte agiliza aí para lançar o Christmas With Billy and Me – um especial de natal lançado no final do ano passado – e o You’re The One That I Want, lançado no início de 2014. Só não peço agilidade no Dream A Little Dream porque esse nem ela terminou de escrever ainda.

Alguém já leu Billy e Eu? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

 

Olá pessoal, como estão? A minha semana foi bem corrida, mas ok. Hoje, finalmente, é sexta-feira e eu só quero descansar. Acho que quem acompanha meus posts desde o início sabe que eu amosou filmes de romance recheados de clichês e tudo mais, pena que isso não aconteceu com Amor Sem Fim (Endless Love, 2014), que é um remake do filme de mesmo nome lançado em 1981 e baseado no livro de Scott Spencer.

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Jade Butterfield (Gabriella Wilde) é uma jovem rica que acabou de se formar no ensino médio e já tem uma vaga garantida no curso de medicina na universidade de Brown. Com a morte do irmão mais velho alguns anos antes, Jade se fechou para todos a sua volta, menos sua família, com isso ela não te nenhum amigo ou relacionamento na escola. David Elliot (Alex Pettyfer) é um rapaz sem muitas ambições na vida, que trabalha como manobrista e ajuda o pai em sua oficina mecânica e que sempre teve uma queda pela menina, mas nunca teve coragem de falar nada.

No dia da formatura os dois se encontram por um acaso e um sentimento mútuo começa a crescer entre os dois. Jade então para se aproximar mais do rapaz, sem dar muito na cara, pede para os pais uma festa para comemorar a formatura e finalmente começar a se conectar com os colegas de classe. A festa de início não sai como ela imagina, mas David aparece e consegue reverter à situação, transformando aquela noite na melhor da vida dela em muitos anos. Daquele dia em diante eles decidem passar todos os dias do verão juntos para aproveitarem cada minuto e com isso à menina começa a sair da “bolha” que ela havia criado há muito tempo. Ao corresponder toda a paixão de David, Jade começa a redefinir suas prioridades na vida, para a preocupação de seu pai superprotetor, que não gosta do envolvimento da filha com um rapaz “sem futuro”.

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O que mais tem hoje em dia é filme com essa mesma história e eu nunca me incomodei com isso. Sou dessas que mesmo já sabendo do final ainda torce pelo casal e dependendo da época do mês chora com a resolução. Mas em Amor Sem Fim eu não senti nada disso. Eu achei o filme tão sem objetivo e sem motivo para muitas coisas acontecerem. Saiu de nada e foi para lugar nenhum. Faltou um algo a mais na história para o filme ser mais atrativo.

Tirando o problema com a história eu gostei bastante dos atores principais. Eu adoro o Alex Pettyfer desde Alex Ridder Contra o Tempo (Stormbreaker, 2006) e ele estava lindo em A Fera (Beastly, 2011), minha única vontade durante o filme era de cortar um pouco do cabelo dele, mas fora isso o papel combinou com ele. E a personagem da Gabriella Wilde caiu como uma luva para ela, porque ela é toda fofa e delicadinha. Os dois juntos formam um casal bem bonito e eles têm bastante química, o que ajudou muito durante o filme.

Alguém já assistiu Amor Sem Fim? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos