Olá pessoal, como estão? Eu estou tão feliz que estou quase explodindo. Hoje eu to correndo com a vida, já que eu viajo amanhã cedo. Mas enfim, vamos ao que realmente interessa. Domingo é Dia das Mães. <3 Aquelas maravilhosas criaturas que Deus criou e nós amamos incondicionalmente. O que mais existe são filmes e séries em que elas são as protagonistas e mostrando que essa “profissão” não é nada fácil e que se isso não é amor, eu de fato não sei o que é.

Para hoje, com ajuda da minha mãe, eu escolhi duas séries em que elas são o foco de tudo. Inclusive escolhi duas séries que são completamente diferentes uma da outra. A primeira é uma comédia estreante e a segunda é um drama veterano.

1 – Mom (2012 – )

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Mom mostra a rotina de Christy (Anna Faris), uma mãe solteira e ex-alcoólatra que trabalha como garçonete em um restaurante chique e freqüenta reuniões dos Alcoólicos Anônimos junto com a sua mãe, Bonnie (Allison Janney) que está desempregada e também é uma ex-viciada em drogas e álcool. Christy é mãe de Violet (Sadie Calvano), uma adolescente de 16 anos – que foi concebida quando sua mãe tinha a mesma idade – que está grávida do namorado, Luke (Spencer Daniels) e Roscoe (Blake Garret), fruto do relacionamento com Baxter (Matt Jones) seu ex-marido e traficante de drogas. No decorrer na série nós acompanhamos a recuperação de Chrity e Bonnie das reuniões do AA, vemos como Violet e Luke lidam com a gravidez da jovem na adolescência e após uma discussão entre mãe e filha, ainda conhecemos o pai de Christy, que até boa parte da história Bonnie afirmava não saber quem era.

A história de Mom parece ser estranha e ninguém dá nada por ela, mas a série em si é bem divertida e engraçada. Tem dias que eu e minha mãe gargalhamos com a relação de Christy e Bonnie. As duas vivem falando que não se dão bem, mas no fundo é possível ver que há amor entre as duas e que elas querem apenas o bem da família. Sem contar que a química entre as atrizes é ótima. Tem episódios que a Allison Janney rouba a cena toda pra ela com suas tiradas e piadas certeiras. Vale a pena tirar um tempinho para dar uma conferida na série.

2 – The Good Wife (2009 – )

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The Good Wife conta a história de Alicia Florrick (Juliana Marguiles) uma advogada que assume todas as responsabilidades de sua família e volta a trabalhar quando o marido, o promotor Peter Florrick (Chris Noth), é preso após se envolver em um escândalo sexual e de corrupção. Alicia volta a trabalhar como associada em um famoso escritório em Chicago, e lá ela se reencontra com um antigo amigo da faculdade Will Gardner (Josh Charles), que está realmente curioso para saber como a mulher irá se sair após 13 anos longe dos tribunais. Com o tempo Alicia percebe que terá que se superar e se dar bem por conta própria. Com o tempo ela passa a ganhar mais confiança no trabalho e passa de uma esposa envergonhada para uma poderosa advogada em Chicago, pelo bem de seus filhos Zach (Graham Phillips) e Grace (Makenzie Veja).

Vou confessar que nunca assisti The Good Wife, mas sei que ela é a queridinha de muita gente que eu conheço. Minha mãe já assistiu a vários episódios e disse que a série é de fato muito boa. Aqui a história é bem mais séria, Alicia sai da zona de conforto dela para voltar ao trabalho pelo bem de seus filhos. The Good Wife tem a sua história baseada parcialmente no escândalo de prostituição envolvendo o ex-governador de Nova Iorque, Eliot Spitzer. E ela é uma das séries mais prestigiadas nos Estados Unidos, já tendo ganhado diversos prêmios.

Já assistem alguma das duas? Qual? Espero que gostem das indicações. Um ótimo Dia das Mães para todos. Até semana que vem.

Beijos

Olá pessoal, como estão? O que dizer desse feriado maravilhoso que mal chegou, mas eu já considero pacas? É pra glorificar de pé. Enfim, essa semana eu vim indicar uma série para vocês. Criminal Minds já está na 9ª temporada, mas não use isso como desculpa para não assistir, porque, pra mim, ela á atualmente uma das melhores séries policiais no ar.

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Criminal Minds é uma série de drama policial que mostra a rotina da equipe da Unidade de Análise Comportamental (ou BAU – Behavioral Analysis Unit) do FBI, com sede em Quântico, Virginia. Enquanto os detetives comuns procuram por evidências nos crimes, a BAU analisa o comportamento, o modus operandi, o ritual e a assinatura do assassino, assim eles traçam o perfil e chegam a uma lista de suspeitos. Eles analisam os crimes de dentro para fora, procuram entender qual foi o estopim que gerou a vontade do assassino de matar. A partir dessas informações eles conseguem dizer onde ele vive, onde trabalha, uma média de idade e até descobrem o que ele está pensando e conseguem antecipar os próximos movimentos antes dele agir novamente.

SHEMAR MOORE, A.J. COOK, JEANNE TRIPPLEHORN, JOE MANTEGNA, MATTHEW GRAY GUBLER

A equipe da BAU é composta – atualmente – por Aaron Hotchner (Thomas Gibson) o chefe da equipe; Derek Morgan (Shemar Moore) agente especial, especialista em crimes obsessivos e treinador tático do FBI; Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler) o mais novo da equipe com um QI de 187 que consegue ler 20 mil palavras por minuto; a agente Jennifer Jareau (A.J. Cook), JJ, que começa como uma especialista em como lidar com a mídia, mas que agora é considerada também uma agente especial; David Rossi (Joe Mantegna) agente especial sênior, que já trabalhou uma vez na BAU, porém se aposentou para escrever livros e dar palestras sobre análise criminal, mas que retorna para o emprego quando um dos agentes, Jason Gideon (Mandy Patinkin), resolve pedir demissão; Dr. Alex Blake (Jeanne Tripplehorn) especialista em linguística do FBI; e Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) a técnica em análise de dados e informática da equipe, que foi contratada após ser presa por hackear o site do FBI.

Uma das coisas mais interessantes de Criminal Minds e que a difere das outras séries policiais é justamente o fato de não darem tanta atenção ao crime em si, mas ao assassino e suas motivações. Claro que eles mostram como o suspeito está agindo, isso é essencial para os espectadores acompanharem a linha de pensamento da equipe. A série tem o formato de apresentar toda semana um caso diferente – com algumas exceções – mas, além disso, nós também conhecemos um pouco da vida dos agentes fora do trabalho, como eles são com as suas famílias e o que fazem em suas folgas.

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Criminal Minds não é o tipo de série que recomendo para fazer uma maratona. Porque olha, mexe muito com o emocional. Isso pode ser uma frescura minha, mas tem alguns casos que de fato causam muita repulsa e agonia, e acredito que não seja muito bom ter isso por muitas horas, acho que ninguém gosta disso. Tirando isso, eu recomendo que assistam todas as temporadas, porque de fato a série é muito boa e vale a pena cada episódio, porque além deles serem excelentes, você acaba se conectando com a equipe do BAU.

Alguém assiste Criminal Minds? O que acha? Pessoal, feliz Páscoa para todos. Semana que vem tem mais.

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Eu estou podre de tão doente, aliás, a família toda está e a nossa cozinha atualmente parece uma farmácia, visto a variedade de remédios. Mas como eu não estou aqui para falar da minha saúde – que resolveu tirar umas férias essa semana – eu vou direto ao assunto. A mini-série dessa semana estreou ano passado no Reino Unido e ontem aqui no Brasil e está sendo transmitida no GNT.

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Broadchurch é uma mini-série de drama policial com oito episódios estrelada por David Tennant como Alec Hardy e Olivia Colman como a detetive Ellie Miller. Broadcurch, uma cidade no interior da Inglaterra é aterrorizada com o assassinato de um menino de 11 anos, Danny Latimer. O corpo da criança é encontrado na praia da cidade e o caso chama a atenção da imprensa nacional e o detetive Alec Hardy é chamado para ajudar nas investigações. Ele começa a trabalhar com Ellie Miller, que é amiga intíma da família do jovem assassinado. Olly Stevens (Jonathan Bailey), sobrinho de Ellie e jornalista, tenta conseguir informações da polícia sobre o caso para conseguir um furo de reportagem e assim alavancar a sua carreira.

Enquanto a família Latimer tenta lidar com a perda do filho, eles procuram uma forma de se relacionar com os amigos, vizinhos, polícia e a mídia. E Ellie tem que lutar com os seus problemas pessoais, já que seu filho e melhor amigo de Danny, Tom (Adam Wilson), tenta esconder um segredo da mãe e resolve apagar as mensagens de Danny de seu celular e alguns arquivos de seu computador.

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Eu só assisti a um episódio da mini-série porque comecei a acompanhar pelo GNT. Mas ela parece ser muito boa e não digo isso só porque o protagonista é um dos meus atores favoritos, mas sim porque o clima de mistério é muito bom. Broadchurch não é igual a praticamente todas as séries policiais, que apresentam um caso semanal, é um assassinato só para toda a temporada. Outra coisa bem interessante é que não dá para dizer quem é o assassino logo de cara, todos na cidade parecem ser culpados e olha que nem o padre e toda a sua santidade escaparam desse julgamento. Aliás, esse suspense para saber quem era o assassino aconteceu durante as gravações também, Olivia Colman afirmou em uma entrevista que só quatro pessoas do elenco sabiam quem tinha cometido o crime durante a produção da série.

Broadchurch já garantiu uma segunda temporada, mas sem previsão de estreia. Em Agosto do ano passado saiu um notícia falando que a FOX iria produzir uma adaptação para a série que irá se chamar Gracepoint e tem previsão de estreia para a próxima Fall Season, ou seja, provavelmente para o final desse ano. E David Tennant já está confirmado como protagonista da adaptação como o detetive Emmet Carver.

Alguém já assistiu Broadchurch? O assassino vai me surpreender? Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais.

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Eu estou com a sensação de que o ano está voando! Como assim já estamos quase em Abril? Meu Deus parece que foi ontem que eu cheguei de viagem. Enfim, não é para falar da passagem do tempo que eu estou aqui, hoje eu selecionei duas séries novas para falar. Uma estreou na última quarta-feira (19) e a outra está prevista para o final do ano.

1 – The 100

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A série se passa em um futuro distante 97 anos após uma guerra nuclear que devastou a Terra. Os únicos sobreviventes foram os 400 habitantes de 12 estações espaciais, conhecidas como “a Arca”, que estavam em órbita durante o apocalipse. Depois de muitos anos a população dessas aeronaves aumentou e os recursos estão quase acabando, então ele decidem enviar para a Terra 100 jovens prisioneiros – culpados de crimes não tão graves – para testarem a situação do planeta e descobrir se é possível o retorno ao local. Entre esses jovens está a adolescente Clark Griffin (Eliza Taylor), filha do médico e engenheiro da Arca. Um grupo de cinco, incluindo Clark, caminham até o antigo centro de emergência Mount Weather, que fica no meio da floresta, e que pode ser um possível local com comida e suprimentos. Ao voltarem para o local de desembarque esse grupo descobre que o líder da Arca foi baleado, fazendo com que o segundo no posto assumisse o comando e esse novo líder não acredita em misericórdia, para ele toda lei quebrada é considerada um crime capital. E eles vão acabar descobrindo que não estão totalmente sozinhos na Terra.

The 100 estreou na última quarta-feira (19) e eu acredito que a série tem potencial para conseguir uma temporada completa. Eu espero muito que eles não invistam apenas no relacionamento adolescente e que explorem mais possibilidades, como quem pode estar na Terra com eles, os perigos que a radiação pode trazer etc. Há muita coisa para abordar além do romance, mas como a série é da CW Network, nós temos que respirar fundo e torcer.

2 – Gotham

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Como o nome da série já diz, ela vai se passar no mundo do Batman, mas não achem que nós veremos o homem morcego combatendo o crime como vemos nos filme, muito pelo contrário. Gotham vai contar a história de James Gordon (Ben McKenzie) um jovem detetive que idealiza uma cidade glamouroza e empolgante como era em sua infância. Duas semanas após iniciar o seu trabalho como detetive e pedir sua noiva Barbara Kean (Erin Richards) em casamento, Gordon tem que trabalhar duro para conseguir trazer a Gotham de suas memórias de volta. Pronto para provar o seu valor, o detetive novato se torna parceiro de Harvey Bullock (Donal Logue).  Os dois começam a investigar o maior caso da cidade: o assassinato dos bilionários Thomas e Martha Wayne. Na cena do crime, Gordon conhece o único sobrevivente, o filho de 12 anos do casal, Bruce Wayne (David Mazouz). O detetive além de enfrentar o duvidoso sistema judiciário da cidade, terá que lidar como chefe de gangue Fish Mooney (Jada Pinkett-Smith).

Se Gotham tem potencial? CLARO! Batman não é meu herói favoito, mas eu amo os vilões dele. E os produtores da série estão prometendo vários, entre eles Oswald Cobblepot/Pinguim. Sem contar que Ben McKenzie tem o papel principal da série e isso já é um motivo a mais. RIP The OC – SDDS Ryan Atwood. <3 Por enquanto ainda estão filmando o episódio piloto, então o saiu até agora foram algumas fotos do set de filmagens. Agora é aguardar um trailer e a data de estreia.

Pretendem assistir alguma dessas séries? Ou indicam outras? Semana que vem tem mais.

Beijos.

Para assistir: Sherlock

Olá pessoal, como estão? Ano passado – mais exatamente em agosto – eu fiz um post sobre duas séries britânicas que eu pretendia começar a assistir algum dia e bom, esse dia chegou para uma delas. Há algumas semanas eu fiz uma maratona intensiva de Sherlock e olha, não estou decepcionada. Acho, inclusive, que estou ficando bem chata. Conheço uma série nova e só consigo falar dela por semanas, fico parecendo uma lunática. Enfim, espero que gostem.

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Sherlock conta as histórias do famoso detetive e residente do apartamento 221B na Baker Street, Sherlock Holmes. Ao contrario dos contos de Sir Arthur Conan Doyle, ela não se passa na Era Vitoriana e sim nos dias de hoje, com direito a Sherlock gastando bastante dinheiro em táxi. A história se inicia nos apresentando o Dr. John Watson (Martin Freeman), um ex-combatente da Guerra do Afeganistão – que servia como médico no exército britânico – que após se ferir é forçado a voltar para Londres. Devido ao trauma sofrido Watson passa a ter que usar uma bengala e desenvolve um caso de depressão e encontra-se desempregado e sem condições de pagar um aluguel sozinho. Durante um breve passeio, ele reencontra um amigo que diz conhecer um homem que está à procura de alguém para dividir um apartamento na cidade. Esse homem é ninguém mais do que Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch), um detetive excêntrico a quem Scotland Yard recorre quando aparecem casos mais complicados. John então se muda para Baker Street e no decorrer do tempo começam a trabalhar juntos.

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Além de excêntrico, Sherlock é considerado arrogante e talvez até maluco por todos que o conhecem e pouco parecem gastar de sua personalidade forte, visto que o detetive consegue desvendar a vida das pessoas apenas observando e fazendo algumas deduções, que em alguns momentos podem ser bem inconvenientes.

A série encerrou a sua terceira temporada em janeiro e cada uma conta com três telefilmes de 90 minutos cada. Os episódios de Sherlock são todos adaptados e baseados nos contos escritos por Conan Doyle, tanto que o primeiro episódio da série é uma adaptação do “A Study in Scarlet” (Um Estudo em Vermelho), o primeiro romance com o detetive. E no terceiro e último episódio da temporada conhecemos o mais inimigo de Holmes, Jim Moriarty (Andrew Scott).

Sherlock: A Study In Pink

A série já se mostra interessante apenas por contar as aventuras do icônico Sherlock Holmes, porém essa não é a única coisa que atrai. A química de Cumberbacth e Freeman em cena é ótima. Não consigo mais imaginar outros atores interpretando a dupla. Confesso que também amo a atuação de Mark Gatiss, que além de ser um dos idealizadores da série e um dos principais roteiristas, faz o papel de Mycroft Holmes o irmão mais velho do detetive. É hilária a relação dos dois, pois mostra que mesmo depois de velhos eles ainda competem para saber quem é o mais inteligente. Já que estou falando de atuação não posso deixar de falar do Andrew Scott na pele de Jim Moriarty, ele é um autêntico psicopata e a frieza dele me assusta em alguns momentos. Outra coisa interessante é o modo como as deduções e as SMS’s recebidas são apresentadas para o público. Tudo o que Sherlock observa nas pessoas e as mensagens de texto são exibidas na tela para o espectador acompanhar os pensamentos de Holmes e visualizar as conversas que os personagens têm através de mensagens de celular.

Sempre que eu indico Sherlock para alguém a primeira coisa que eu aviso é para não se apegar muito, pois a série não é como as outras, suas temporadas costumam ter hiatus bem longos. A terceira temporada levou dois anos para ter a sua estreia. Inclusive Steven Moffat, um dos produtores, já informou que a próxima temporada pode sair apenas em 2016, pois as agendas de Cumberbatch e Freeman estão bem lotadas, visto que os dois estão envolvidos nas gravações do último filme de “O Hobbit”, além de já terem outros projetos para o futuro.

Espero que gostem da série, ela vale muito a pena. Alguém já assiste a série e também está sofrendo por saber que talvez tenha que esperar por dois anos depois do final cretino da terceira temporada?

Beijos.

O Natal nas séries

Olá gente linda, como estão? Semana que vem já é Natal, acreditam? E dessa vez não é exagero da minha parte. Então faltando alguns dias para a véspera de Natal o que fazer? Bom, se eu não fosse viajar eu provavelmente sentaria para assistir diversos episódios especiais para assim ter uma overdose com a data que, depois do meu aniversário, é a minha favorita no ano.

Como eu não vou poder fazer o que eu quero, por favor, façam por mim! Eu escolhi meus três episódios de Natal favoritos nas séries que eu assisto ou já assisti. Eles não estão por ordem de preferência, porque já foi difícil escolher, o que dirá listar o que é melhor ou pior. Espero que gostem.

1 – FRIENDS – The One With The Holiday Armadillo (7×10)

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Começando com esse só porque Friends é Friends e não há discussão. Nesse episódio ao que tudo indica é a primeira vez que Ben vem passar o Natal com o pai, Ross, ele então decide ensiná-lo sobre o Hanukkah, a festa judaica. Porém o menino só quer saber do Papai Noel e dos presentes. Ross então decide comprar uma fantasia do bom velhinho, mas como está muito em cima da hora todas estão esgotadas. Ross então decide aparecer com a única fantasia que havia restado na loja, a de um tatu.

Depois de muita conversa, ele convence Bem de escutar e aprender mais sobre o Hannukah, porém no meio da história Chandler aparece vestido de Papai Noel, atrapalhando tudo que ele havia planejado. No fim o episódio termina com um Ross vestido de tatu, Chandler de Papai Noel e Joey de Super-Homem (o que não faz o menor sentido, mas é hilário!).

Pra mim esse é um dos melhores episódios natalinos que a série já teve.  E como não lembrar de Rachel perguntando se aquele era o enterro do Coelhinho da Páscoa?

2 – The OC – The Best Chrismukkah Ever (1×13)

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Uma série que sabia fazer episódios de Natal como ninguém: The OC. Sério, até quem não assistia a série sabe que os Chrismukkah’s da família Cohen eram uma tradição. Considero esses episódios como clássicos e não estou exagerando. Escolhi justa a primeira comemoração da família porque ela mostra bem o espírito da coisa e é o primeiro Chrismukkah de Ryan. Para mostrar a união da família, Seth decide criar o feriado para que seu pai Sandy, “um judeu pobre e lutador crescido no Bronx”, e sua mãe, “a burguesa protestante”, possam comemorar a data sem que haja algum problema com as religiões da família.

Nesse episódio nós ainda temos Seth, que antes nunca havia tido uma namorada na vida e agora tem duas garotas o desejando, tendo que escolher entre Summer e Anna. Como esquecer de Rachel Bilson aparecendo vestida de Mulher Maravilha na comemoração?

Para quem assistia The OC: Atire a primeira pedra quem nunca quis participar de um Chrismukkah com a família Cohen! Vou confessar que nunca superei isso. Chrismukkah é um dos meus feriados favoritos e ele nem existe de verdade. Não tá fácil.

3 – Doctor Who – The Snowmen (7×06)

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Após perder seus companheiros, Amy e Rory, o Doutor está vivendo na Londres de 1892. Como ainda está abatido pela perda, ele não está muito interessado no que anda acontecendo no mundo. Porém ele se vê obrigado a investigar o motivo da neve aparentemente ter vida própria e estar criando uns bonecos de neve bem mal educados. Nesse meio nós ainda o vimos perseguindo Clara – sua futura companion – uma garçonete local que também trabalha como governanta dos dois filhos do Capitão Latimer. Aliás, ele fica chocado quando percebe que já havia conhecido Clara, porém em uma situação, época e planeta diferente. Juntos os dois lutam contra o Dr. Simeon, que conhece os bonecos de neve desde a infância.

Nesse episódio além de confirmarmos de vez que Clara é a futura companion, mesmo que seja a Clara de 2013, nós vemos que a moça tem mesmo potencial para o cargo e percebemos também que ela não é a mais convencional de todas quando fala que a TARDIS é menor por fora e não maior por dentro, como todos costumam falar. Outra coisa, temos a TARDIS estacionada nas nuvens. Sério gente, nas nuvens.

Especiais de Natal de Doctor Who! Especiais de Natal de Doctor Who! Para quem assiste a série sabe que esses episódios são como eventos. Ta aqui outra série que sabe o que é um especial de Natal como ninguém.

Então, qual o episódio de Natal favorito de vocês?

Meninas, esse é o meu último post do ano, então Feliz Natal, Feliz Ano Novo, Feliz Hannukah, enfim, Feliz seja lá o que vocês gostam de comemorar. Que 2014 seja lindo para todas nós. JÁ PODE VIR 2014, POR FAVOR!

Beijos.