Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima, espero que vocês também estejam. Para hoje eu escolhi uma comédia romântica bem levinha pra assistir no final de semana. Juntos Pelo Acaso (Life As We Know It, 2010) é desses filmes que sempre que passa e eu to com tempo livre eu sento para assistir.

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O filme conta a história de Holly (Katherine Heigl), dona de uma pequena padaria e Messer (Josh Duhamel), um diretor de esportes, que após um encontro desastroso planejado pelos amigos, passam a nutrir uma antipatia um pelo outro. A única coisa que os une – além do casal de amigos Peter (Hayes MacArthur) e Alison (Christina Hendricks) – é a afilhada, a pequena Sophie.

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Alguns dias após o primeiro aniversário de Sophie, um acidental de carro fatal acaba deixando a pequena órfã.  Holly e Messer que são os representantes legais da menina são obrigados a colocarem as diferenças de lado e aconselhados a se mudarem para a antiga casa dos amigos para que possam criar Sophie juntos em um ambiente familiar. Após algumas desavenças e algumas dificuldades, os dois decidem criar a afilhada do jeito deles e não do jeito dos amigos. Eles fazem algumas mudanças na casa, criam uma tabela e com o tempo passam a se entender melhor, enquanto fazem o possível para passarem uma boa impressão para Janine (Sara Burns), a assistente social, que sempre aparece nas piores horas. Tudo isso para não perderem a guarda da pequena Sophie.

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Eu adoro Juntos Pelo Acaso. Adoro ver como eles enfrentam as diversas dificuldades de criarem uma criança de uma hora para outra. É bem aquela história de “toma que o filho é seu”.  Confesso que sempre acho estranho o fato deles largarem tudo de uma vez e se mudarem para a casa dos amigos, parece que não tem um tempo de adaptação, mas isso não atrapalha em nada no filme.

O filme é clichê? MUITO! Mas isso é o bom dele. De início o casal principal deixa bem claro que eles não foram feitos um para o outro, mas basta à pequena para juntar o melhor dos dois e mostrar que talvez eles não sejam tão diferentes assim. Katherine Heigl e Josh Duhamel tem uma ótima química, gostei bastante dos dois como um casal. E eu amei a baixinha que escolheram para fazer a Sophie. Ela definitivamente rouba a cena em diversos momentos, sem contar que ela é tão fofa que eu nem sei lidar. Tenho muita vontade de apertar ela.

Confira aqui o trailer!

Já conheciam Juntos Pelo Acaso?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu já estou sentido as dores da idade, mas fora isso estou ótima. Para hoje eu escolhi um filme que eu assisti recentemente e gostei bastante. Ligados Pelo Amor (Stuck in Love, 2013) é um filme independente de comédia dramática do diretor Josh Boone.

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Ligados Pelo Amor conta a história de Bill Borgens (Greg Kinnear), um escritor que ao invés de trabalhar em um novo livro, ainda é obcecado pela ex-esposa Erica (Jennifer Connelly), que o deixou por um cara mais novo há cerca de três anos. Enquanto isso, sua filha mais velha, Samantha (Lily Collins), segue os passos do pai e consegue publicar seu primeiro romance, mesmo que a jovem fuja de todo e qualquer relacionamento sério, até que ela conhece o fofo e romântico Louis (Logan Lerman), um rapaz que também sonha em ser um escritor.

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Bill que sempre foi um pai que incentivou o hábito da escrita entre os filhos, tenta também ajudar o filho de 16 anos, Rusty (Nat Wolff), a encontrar o seu caminho como escritor de ficção científica e fantasia. Ele incentiva o garoto a buscar novas experiências. Rusty então passa pelo processo do primeiro amor e começa a namorar Kate (Liana Liberato), uma jovem que para ele é a garota ideal, mas que passa por sérios problemas com drogas e álcool. Juntos, a família Borgens aprende a lidar com as diversas crises que aparecem com o tempo, que ao invés de separá-los acaba fortalecendo a união entre eles.

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O que eu mais gostei em Ligados Pelo Amor foi o fato de Bill estar sempre incentivando os filhos a escreverem diários, mas não apenas para eles se lembrarem do que aconteceu em tal dia, mas sim para eles poderem extravasar o que estão sentindo. É interessante também ver o crescimento dos personagens, como as crises os afetam e como eles conseguem superar o problema, por mais doa em alguns momentos. O filme é bem mais do que só os romances, é sobre família e como ela é importante em momentos decisivos e momentos os quais você mais precisa de apoio.

O elenco parece ter sido escolhido a dedo. Os responsáveis pelo cast devem ter pensado em reunir pelo menos três atores teens que estão em evidência no momento. E olha a junção de Logan Lerman (<3), Lily Colins e Nat Wolff (Nat está no filme “A Culpa é das Estrelas”, ele é Isaac, o amigo cego do Gus) deu muito certo.

Confira o trailer!

Alguém conhecia o filme? Espero que tenham gostado da indicação.

Semana que vem tem mais!

Beijos

Bom dia, gente! Como vocês estão nessa quinta-feira? Trouxe um filme inusitado para vocês dessa vez. A história é diferente de tudo que estou acostumada a assistir. Trata-se de um filme francês, foi o grande vencedor do Festival de Cannes em 2013 e desde então vem atraindo atenções por conta de sexo explícito e brigas públicas entre as estrelas e o diretor.

Azul é a cor mais quente conta a história de Adèle (Adéle Exarchopoulose sua rotina normal com amigos, família, colégio, relacionamento com garotos. Apesar de ter aparentemente tudo, ela não se sente feliz, é como se algo faltasse em sua vida. Algo que ela não tinha ideia do que podia ser. Após pressão das amigas, Adèle perde a virgindade com um garoto do colégio, mas a situação não a satisfaz. Um dia, na rua, Adèle esbarra em uma  desconhecida de cabelos azuis, Emma (Léa Seydoux), que estimula sua imaginação (se é que vocês me entendem). Até que um dia, por acaso, as duas se encontram em um bar de lésbicas e começam uma amizade colorida.

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O tempo passa e à medida que elas amadurecem o relacionamento se torna mais sério. Naturalmente, como em qualquer relacionamento saudável, o sexo está presente na vida das pessoas e com elas não seria diferente. O que chama atenção é a forma como o diretor (Abdellatif Kechiche) expõe o ato de forma tão explícita no filme, muito diferente de alguns filmes sobre homossexuais que andam rodando por aí.

São três horas de filme e durante todo o tempo eu fiquei na expectativa de um final que me agradasse, mas não aconteceu. Eu não conheço o elenco, a não ser pela atriz Léa Seydoux, que fez um trabalho impecável, assim como Adèle, que em tão pouca idade já é dona de um talento incrível. Apesar de não ter gostado, achei o desfecho bastante realista. Eu achei válido escrever sobre o filme aqui, valeu a pena deixar meu preconceito de lado com filmes alternativos, principalmente se tratando do assunto abordado.

Antes de assistir o trailer, fique ciente de que o vídeo contém cenas de nudez.

E você, já assistiu ou ouviu falar do filme?

Beijos!

 

Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima e hoje estou aqui para falar de um filme que eu assisti recentemente e adorei. Austenland (2013) é uma comédia romântica baseada no romance homônimo de Shannon Hale, e dirigido por Jerusha Hess.

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O filme conta a história de Jane Hayes (Keri Russell), uma moça com os seus 32 anos de idade, mas ainda a espera do príncipe encantado. O único problema é que Jane é uma obcecada por todos os livros da Jane Austen, em especial o romance Orgulho e Preconceito e a sua ideia de homem ideal é claro o Mr. Darcy. Um dia, cansada da vida que leva, ela decide gastar todas as economias e ir para Austenland, uma propriedade no interior da Inglaterra onde atores contratados encenam situações e recriam a época em que as histórias de Jane Austen se passavam. Com direito a aulas de bordado, caça de faisões, bailes e romances “austenianos”.

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Como Jane não tinha muito dinheiro, ela acaba comprando o pacote mais barato e é mandada para os aposentos mais afastados da casa e ganha a história mais triste para representar. Ela logo se aproxima de Martin (Bret McKenzie), o responsável pelo estábulo e que aparentar desdenhar de tudo que acontece em Austenland. Com o tempo Jane também começa a chama a atenção de Mr. Henry Nobley (J.J. Field), o Mr. Darcy da mansão. Com um triângulo amoroso montado, Jane fica dividida entre seguir o script das férias perfeitas ou aceitar a dura realidade.

Confira o trailer!

Austenland é uma comédia romântica bem gostosinha de assistir. O cenário lembra bem o período regencial e até o figurino, mesmo um pouco exagerado, remete a época também. O filme aposta em diversos clichês, com direito a cena no aeroporto e nos vários momentos hilários em que o elenco fica imitando o jeito afetado dos britânicos durante o período das histórias de Jane Austen.

Eu já fiz um post aqui no blog sobre Orgulho e Preconceito – você pode ler ele aqui – e nele eu falo que a história é de longe uma das minhas favoritas, então vocês imaginam qual foi a minha reação com esse filme. Eu só não corri para o Google para saber se Austenland era um lugar real porque o bom senso falou mais alto. Mas confesso que se Austenland existisse mesmo eu estaria juntando todo dinheiro possível para ir, mesmo sabendo que é tudo encenação.

Alguém já conhecia o filme? O que acharam?

Semana que vem tem mais!

Beijos.

Sessão Pipoca: O Acordo

Oi, gente! Como vai a quinta-feira de vocês? Minhas aulas voltaram e a escravidão também, é o fim dos dias de glória das minhas férias. Mas vamos ao que interessa! Hoje eu vou falar sobre um filme com um dos meus atores preferidos. Você já deve ter visto Dwayne Johnson em O Escorpião Rei e O Fada do Dente, certo? Mas eu não vim falar desses dois filmes que são os meus preferidos dele, mas sim de O acordo, um dos cinco filmes que ele fez em 2013.

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Apesar da imagem que o pôster de divulgação do filme passa, O acordo não é um daqueles filmes de ação com conteúdo explosivo, muita briga, sangue e coisas do tipo. A trama está mais para um thriller dramático com graves problemas morais e engajado contra determinados aspectos da política federal norte-americana de combate às drogas. O roteiro foi escrito por Justin Haythe e Ric Roman Waugh, que também dirige. Inspirada em fatos reais, o que  a história possui de real são apenas os procedimentos adotados pelas autoridades policiais e de justiça. Dwayne interpreta John Matthews, pai de Jason, um rapaz que é condenado a dez anos de prisão por tráfico de drogas, quando na verdade foi manipulado a receptar uma encomenda de ecstasy pelo melhor amigo, que o incrimina para reduzir sua pena. Vendo a situação do filho, John se vê disposto a colaborar com a procuradora-chefe Joanne (Susan Sarandon) e o policial Cooper (Barry Pepper) para capturar um grande traficante em troca da libertação do filho.

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O filme consegue criar tensão o suficiente para entreter, embora a única cena de ação seja a do personagem de Dwayne Johnson pegando numa arma seguida de uma perseguição bem filmada, proporcionando ao ator aquilo que ele sabe fazer de melhor.  O elenco conta ainda com Jon BernthalSusan Sarandon, Michael Kenneth Williams e Barry Pepper.

Confira o trailer:

Não é o melhor filme do ator que eu já tive a chance de assistir, mas eu gostei bastante, valeu a pena! E você, já assistiu?

Beijos!

Olá pessoal, como estão? Vou direto ao assunto, para hoje eu escolhi O Grande Hotel Budapeste, que ainda está nos cinemas. Eu confesso que só fui assistir porque adorei o último trabalho do diretor, Wes Anderson. E olha, foi uma surpresa, o filme é ótimo e a comédia não é estilo pastelão. Se você já assistiu Moonrise Kingdom e gostou, tenho certeza que esse é à pedida certa para o final de semana.

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O filme conta com duas histórias dentro de uma história e começa com o velho escritor (Tom Wilkinson) contando como foi a época em que passou no Grande Hotel Budapeste e como conheceu Mr. Moustafa (F. Murray Abraham), o atual dono do lugar, que lhe contou como tornou-se dono do hotel que fica nas montanhas da República de Zubrowka.

Então vamos para o período entre as duas guerras mundiais e conhecemos o M. Gustave H. (Ralph Fiennes), o concierge do hotel, e Zero (Tony Revolori), o mais novo mensageiro do local. Os dois logo se tornam amigos, com o primeiro sempre protegendo e passando alguns ensinamentos para o segundo, mas sempre deixando claras as hierarquias. Gustave então recebe uma herança da Madame D. (Tilda Swinton), e a família da falecida não parece gostar e nem aceitar que o concierge receba o objeto que lhe foi concedido. A dupla então começa a viver algumas aventuras, entre elas o roubo de um quadro famoso do Renascimento e o mistério que envolve o assassinato da Madame D. e a batalha da família pela grande fortuna da senhora.

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Uma das coisas que mais chama atenção no filme é a estética. Não que eu entenda muito, mas a fotografia e a direção de arte estão impecáveis . A fluidez da história é notável e não confunde quem está assistindo, já que são duas histórias em uma. A trama consegue misturar comédia, drama, suspense e aventura tudo na medida certa.

O elenco do filme é para aplaudir de pé. Todos mesmo que nos papéis menores, são de extrema importância. Vale listar Adrien Brody, como Dmitri, o filho da Madame D.; Edward Norton, o policial Henckels; Saoirse Ronan, como Agatha, a paixão de Zero; e Bill Muray, consierge de outro hotel e amigo de Gustave. E claro muitas palmas para Ralph Fiennes e, o novato, Tony Revolori. A atuação de ambos é maravilhosa.

O Grande Hotel Budapeste é inspirado nos textos do austríaco Stefan Zweig, poeta e dramaturgo que faleceu na década de 40 em Petrópolis/RJ.

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos!