Para assistir: Demolidor

Olá pessoal, como estão? Eu estou tão cansada que acho que nunca fiquei tão feliz com um 21 de Abril como eu estou nesse momento. Graças a Deus semana que vem tem feriado, porque olha, não tá fácil. Mas enfim, vamos ao que interessa. Hoje eu estou aqui para indicar a nova série da Netflix em parceria com a Marvel que foi e está sendo assunto há bastante tempo. Demolidor (Daredevil, 2015) estreou em forma de streaming* na sexta-feira passada e está todo mundo frenético (me inclua aqui! #NoShame) e fazendo maratonas para fugir de spoilers e conferir o mais rápido possível o resultado da parceria.

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Aos nove anos de idade o jovem Matt Murdock (Charlie Cox) ficou cego por conta de um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixo tóxico, fazendo com que seus sentidos se desenvolvesse de uma forma assustadora. Recém formado em Direito, Murdock volta o seu bairro na cidade, a perigosa Hell’s Kitchen. Ele junto com o seu amigo Foggy Nelson (Elden Henson), abrem um escritório de advocacia onde lutam por justiça. Quando percebe que a Cozinha do Inferno não é mais a mesma, Matt decide tentar mudar as coisas com as próprias mãos se transformando no vigilante mascarado do lugar. Porém a presença do novo justiceiro começa a atrapalhar os planos de Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), o chefe de uma grande máfia em Hell’s Kitchen.

Na minha opinião Demolidor já chegou chutando bundas e mostrando a que veio. E fez isso muito bem, aliás. Todo mundo conhece os filmes da Marvel e as séries da TV, mas Daredevil trás um clima diferente. A série é bem mais obscura e definitivamente mais violenta do que já foi lançado pela Casa de Ideias. As cenas de lutas são bem pesadas e muito bem feitas. Quando a cena do corredor no segundo episódio acabou eu estava cansada e destruída junto com Murdock. Eu quis pausar o episódio e aplaudir, porque Jesus, que cena!

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O personagem de Matt Murdock é construído aos poucos, mas sem se tornar algo chato e didático. O telespectador cresce junto com ele. Os flashbacks do garoto com o pai, as conversas com o padre na igreja, os conselhos que ele recebe de algumas pessoas que passam por sua vida. Tudo é importante para a trajetória do vigilante de Hell’s Kitchen. A série apresenta um herói humano, que não precisa de super poderes ou armaduras para se defender. Matt Murdock é um cara de que bate e apanha. E como apanha! Confesso que tinha momentos que eu só pensava “Meu filho, você tá todo costurado! Saí desse telhado!”. Charlie Cox mostrou para todos que não tá fácil mesmo vestir um uniforme comprado na internet e sair na rua querendo defender a cidade. Eu sentia a dor e o cansaço junto com ele.

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Como não só de heróis vive uma história, Daredevil também tem os seus personagens secundários que são importantes para o desenvolvimento da série. Os amigos de Matt servem como aviso de que durante o dia ele é apenas o advogado que tem uma vida dupla. Impossível não gostar deles. Agora sobre Wilson Fisk, o grande vilão e conhecido como O Rei do Crime nos quadrinhos, eu confesso que de início achava ele bem estúpido e até forçado em suas atitudes, mas quando continuei assistindo foi aí que eu vi como ele assusta. Eu geralmente gosto muito de vilões, tenho essa queda. Aqui não rolou, eu realmente odiei ele. Sério! O cara dá medo! Parabéns a ótima atuação de Vincent D’Onofrio.

Demolidor está disponível na Netflix e conta com 13 episódios de cerca de 50 minutos cada.

*streaming: todos os episódios foram disponibilizados de uma vez só.

Alguém já assistiu Demolidor? Fez maratona igual a doida que está escrevendo? Porque olha, foram 3 dias frenéticos. O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

Para assistir: The 100

Olá pessoal, como estão? O espírito natalino já chegou aqui em casa e a árvore de natal foi montada e decorada. Já estou com o cd de Natal do Michael Bublé no repeat aqui! Enfim, deixando o Papai Noel de lado, hoje eu to aqui para indicar outra série para vocês. Não sei se vocês se lembram, mas no início do ano eu indiquei The 100 para vocês apenas apostando no potencial de uma série que ainda era desconhecida por mim.

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Pois bem, meses se passaram uma temporada já foi finalizada e uma segunda já está chegando à metade e eu só tenho a agradecer a cada episódio lançando, porque a história de The 100 é muito boa e os personagens conseguem passar toda a ação e tensão necessária para nos deixar atentos em cada momento.

Mas vamos lá, para quem não conhece a série, ela se passa em um futuro distante quase 100 anos após uma guerra nuclear devastar toda a Terra. Os únicos humanos sobreviventes foram os 400 habitantes de algumas estações espaciais, que juntas formam a Arca, que já estava em órbita durante o apocalipse. Depois de muitos anos a população das aeronaves aumentou e os recursos que os mantinham estavam já acabando, então eles decidem enviar para a Terra 100 jovens prisioneiros – culpados de crimes leves – para ver a situação do planeta e descobrir se ele está habitável e se é possível o retorno para o local. A missão dos jovens na Terra, além de ver se o planeta está em boas condições, é procurar o Mount Weather, um antigo centro de emergência, onde poderiam encontrar comida e suprimentos para sobreviverem por algum tempo. Porém o que ninguém sabia e esperava é que eles não estão sozinhos na Terra, outros humanos sobreviveram e eles não são tão amigáveis.

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Então conhecemos os personagens que irão nos levar para as descobertas nessa nova Terra. Primeiro temos Clarke (Eliza Taylor) a filha da médica da Arca; Finn (Thomas McDonell) um rebelde fofo, que serve como um apaziguador. Quando rola alguma briga, ele sempre vai ta lá pra achar outra solução; Bellamy (Bobby Morley), um ex-segurança da estação espacial que cometeu um crime apenas para conseguir se infiltrar entre os jovens para não deixar que sua irmã mais nova fosse enviada sozinha para a Terra; Octavia (Marie Avgeropoulos), a irmã mais nova de Bellamy que foi condenada apenas por existir e que se envolve com um dos “Terra-Firmes” e tenta trazer paz entre os grupos; e no futuro Raven (Lindsey Morgen), uma engenheira que acaba sendo enviada para a Terra posteriormente para saber se os 100 jovens sobreviveram. E ainda tem os sobreviventes da Arca.

Durante todos os episódios nós acompanhamos o crescimento pessoal desses personagens. Como, por exemplo, o Bellamy, na primeira temporada nós vemos um líder nato, onde o único objetivo é sobreviver, já na segunda temporada nós podemos meio que perceber uma troca de papéis com Finn, ele agora não olha só para o próprio umbigo, ele começa a tomar decisões mais sensatas. Já o Finn, que tinha todo o meu apreço no início, entrou para a lista de personagens que eu sou indiferente. O amor que ele tem pela Clarke o fez surtar e se tornar uma pessoa tão estranha que até o personagem mais escroto da série parece ser gente boa do lado dele.

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The 100 é definitivamente uma série sobre sobrevivência. Desde o primeiro episódio nós vemos isso. Os jovens na Terra têm que aprender a ser organizar e a trabalhar em grupo para conseguirem viver e lutar contra todos os inimigos que os rondam. E o pessoal da Arca tem que tomar decisões importantes para todos, mesmo que elas sejam um pouco drásticas, como matar uma porcentagem da população para economizar no ar deles.

Se na primeira temporada os principais vilões eram a própria Terra e o mal que ela poderia trazer e fazer para os jovens e os Terra-Firmes, que também só pensavam na própria sobrevivência, na segunda temporada, além da guerra deles com os Terra-Firmes se intensificar, ainda tem o pessoal no Mount Weather, que finalmente são apresentados para todos como as melhores pessoas do mundo, mas não são definitivamente o que aparentam com os testes e pesquisas que eles fazem.

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Todo mundo que assiste a série costuma dizer que The 100 é a série certa no canal errado. Porque como todo mundo sabe a CW é uma máquina de série adolescente e o medo de todos era que ela apenas apostasse no romance do casal principal e se o que acontecesse por fora fosse apenas detalhe. Mas GRAZADEUS a CW ta investido mesmo é na história. A cota de romance é quase nula e a cota de novas histórias para explorar é quase infinita. Toda semana algo novo surpreende, um grupo novo de humanos aparece e mais testes bizarros feitos pelo Mount Weather dão resultados

Confesso que quando escrevo textos muito longos sobre séries que eu gosto muito, chega um ponto que não sei mais se estou fazendo algum sentido. Espero que sim! The 100 vale muito à pena dar uma conferida. A primeira temporada conta com 13 episódios e a segunda terá 16. Ou seja, dá para assistir bem rapidinho. E eu amo séries curtas! Além de ser rápido para assistir, tem pouco episódio filler, o que é ótimo para quem assiste e ótimo para a própria história.

Alguém assiste The 100? Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu finalmente tive uma semana mais tranqüila, então não estou tão destruída quanto semana passada. Sem mais delongas hoje eu to aqui para indicar uma série que eu comecei a assistir há pouco tempo e por um acaso. Franklin & Bash (2011 – ) é uma série de comédia dramática exibida todos os dias no Canal Sony.

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Jared Franklin (Breckin Meyer) e Peter Bash (Mark-Paul Gosselaar) são dois amigos de longa data e conhecidos por não serem nenhum pouco ortodoxos no tribunal na hora de defenderem seus clientes. Após derrotarem Damien Karp (Reed Diamond), que trabalha na Infeld & Daniels, o co-fundador e sócio da firma, Stanton Infeld (Malcolm McDowell), decide contratar a dupla, pois a audácia dos dois o lembra de sua juventude em seus primeiros anos como advogado junto com o amigo e sócio Daniels. Ao aceitarem trabalhar para uma grande firma, Franklin e Bash são assegurados de que ainda poderão continuar pegando o mesmo tipo de caso de antes, só que com o apoio de um grande escritório.

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Franklin e Bash não trabalham sozinhos e contam com a ajuda de Carmen (Dana Davis), uma ex-presidiária em liberdade condicional e Pindar (Kumail Nanjiani), um advogado agorafóbico e amigo deles. Os dois ajudam nas investigações pra encontrar provas e testemunhas que ajudem seus clientes. O jeito escrachado de Franklin e Bash é conhecido por diversos juízes e advogados, o que acaba causando um certo desprezo em alguns como, por exemplo, Damien Karp e a ex-namorada de Peter e promotora Janie Ross (Claire Coffee). Mas quem disse que eles ligam? As palhaçadas dos advogados no tribunal se mostram bem eficazes e sempre que eles ganham um caso ou sem motivo também, eles dão festa para comemorar.

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Confesso que Franklin & Bash não tem muita novidade, mas vale as gargalhadas. A série segue a linha procedural, todo episódio com um caso diferente e alguns deles acabam envolvendo os familiares da dupla. O que eu mais gosto é da química entre os personagens e o modo que eles se conectam aos clientes e fazem de tudo para ganhar no tribunal. Sem contar as diversas referências a filmes clássicos que eles fazem.

Para quem não conhece, a série passa todos os dias na Sony na hora do almoço (13h), mas para quem não tem tempo ou como assistir, Franklin & Bash conta com quatro temporadas com dez episódios cada, ou seja, a série é bem curtinha, dá para assistir bem rápido. E outra coisa boa, é que como a série segue a linha procedural, se você perder um episódio você não vai ficar totalmente perdido com o que está acontecendo. Eu como sou muito curiosa e não agüento essa de acompanhar série pela TV, ainda mais quando tem muito episódios, já baixei vários episódios e olha, vale à pena.

Alguém já conhece a série? O que acha?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu estou atolada de trabalho e acho que nunca esperei tanto por uma sexta-feira como eu esperei por essa. Sério, estou quase fazendo o meu próprio clipe com a música da Katy Perry. Essa semana não foi fácil. Enfim, chega de lamúrias, hoje eu estou aqui para indicar uma série que eu assisti a primeira temporada toda, porém na época eu estava apenas começando nessa vida de viciada em séries e ainda não tive a oportunidade de finalizar tudo e assistir a segunda temporada.

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Pushing Daisies é caracterizada como um “conto de fadas forense” e foi criado por Bryan Fuller, o mesmo de Hannibal. A série foi exibida de 2007 a 2009 e teve apenas duas temporadas, mas sua história continuou nos quadrinhos.

Ned (Lee Pace) é um confeiteiro que, quando criança, descobre que tem o dom de trazer toda e qualquer coisa que um dia foi vivo – seja ele animal, vegetal ou pessoa – de volta à vida com apenas um toque. Porém há algumas conseqüências nesse “dom”. Se tocar novamente a pessoa que ele reviveu, essa morreria e não poderia ser ressuscitada uma segunda vez e se por uma acaso ele deixasse essa pessoa viver por mais de 60 segundos, outra pessoa mais próxima iria em seu lugar.

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Enquanto tenta manter seu dom em segredo, Ned cuida de sua própria confeitaria, a The Pie Hole, onde ele trabalha junto com a garçonete Olive Snook (Kristin Chenoweth). Quando os negócios vão de mal a pior, o investigador Emerson Cod (Chi McBride) – que descobriu os “talentos” do confeiteiro acidentalmente – lhe faz uma proposta: a de Ned trazer de volta á vida temporariamente vítimas de assassinatos, para que eles contem quem foi o autor do crime. Com isso, o investigador resolve os casos mais rapidamente e divide e o dinheiro das recompensas com ele.

O trabalho dos dois vai indo muito bem até que Ned tem que ressuscitar Chuck (Anna Friel), sua antiga paixão da infância. Contra os seus princípios ele deixa a moça viver fazendo com que o dono da funerária morra em seu lugar. Ele então começa a procurar o culpado pelo assassinato da jovem. Com o tempo a paixão entre eles renasce, e ele a convida para morar com ele sob as circunstâncias de nunca se tocarem. Chuck então se junta a Ned e Emerson e começa a resolver os crimes em troca do dinheiro da recompensa, mesmo que o investigador não goste da companhia da “dead girl” (garota morta) durante o trabalho.

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Eu sei que a história de Pushing Daisies parece ser confusa e maluca demais, mas a série é um amor gente. Tem a dose de comédia romântica, de drama, de suspense, de ação, enfim, tem tudo. Eu acho tão fofo como a relação do Ned e da Chuck é tratada, tem um pouquinho de drama, pois eles não podem se tocar, mas claro tem aqueles momentos de superação e eles conseguem um jeito, por mais bizarro que seja, de se “tocar” e conseguir manter o amor deles aceso. Outra coisa que eu adoro na série é o cenário. A cidade é bonitinha e a confeitaria é uma gracinha. Os personagens são bem caricatos, mas acredito que se não fosse isso a história não seria tão boa.

Para quem quer assistir Pushing Daisies, mas já está com coisa demais na grade, relaxa! A série só tem 22 episódios, contando as duas temporadas! Ou seja, quando suas séries atuais entrarem naquele hiatus de fim de ano, aproveita!

Confira o trailer:

Alguém já conhecia a série? Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Para assistir: Forever

Olá pessoal, como estão? Eu estou derretendo, cansei desse calor. Mas tirando as condições climáticas horrorosas, eu estou bem. Hoje eu estou para indicar uma série novata da Fall-Season que eu comecei assistir. Forever – Uma Vida Eterna (Forever, 2014) é uma série de drama exibida toda terça-feira na ABC (nos Estados Unidos) e na Warner Channel.

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O Doutor Henry Morgan (Ioan Gruffudd) é um médico legista que trabalha para a polícia de Nova York e que estuda a morte através dos diversos e curiosos casos que aparecem em seu laboratório. Um dos grandes segredos que Henry esconde de todos é a sua imortalidade. A primeira morte dele foi à cerca de 200 anos, quando atuava como médico na época do comércio de escravos africanos. Toda vez que morre, Morgan desaparece quase que imediatamente e volta à vida completamente nu dentro de um lago ou rio mais próximo. Tendo vivido tanto tempo ele adquiriu um amplo conhecimento e habilidades de observação que impressionam a todos, inclusive sua nova “parceira” e Detetive Jo Martinez (Alana de La Garza).

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Através de flashbacks a vida passada de Henry em apresentada, como o período em que foi casado com Abigail (MacKenzie Mauzy), as guerras, quando foi dissecado e enforcado por heresia e quando sua imortalidade acabou sendo exposta, o obrigando a fugir para outro lugar no mundo. Apenas Abe (Judd Hirsch) – que Morgan e Abigail encontraram em um campo de concentração da Segunda Guerra Mundial quando era um recém nascido e o adotaram – sabe do seu segredo. Além dos crimes que tenta resolver, o médico ainda tem que lidar com a ameaça de “Adão”, um homem que diz saber de sua imortalidade e alega ter a mesma “maldição”, tendo vivido por mais de 2000 anos.

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Com apenas quatro episódio exibidos até o momento, Forever já entrou na minha lista de séries queridinhas. A alma de Sherlock Holmes do Doutor Morgan realmente me cativou. Adoro quando ele fala das causas da morte antes mesmo de abrir o corpo e fazer a autópsia. O estilo policial e procedural da série não é nenhuma novidade, até porque o que mais tem hoje em dia na TV é série assim, como Castle, Elementary e The Mentalist, citando só algumas. Mas acho que o fato dele ser imortal dá para explorar bastante o passado dele e com certeza dá para ter bastante futuro para o personagem, mesmo que ele esteja procurando formas de acabar com a “maldição”.

Outra coisa bem legal é a química entre os personagens. No primeiro episódio a relação de Morgan com a Detetive Jo ainda era meio estranha, mas nos seguintes deu uma melhorada ótima para a série. Mas a melhor relação é entre ele e Abe. Impossível não adorar o querido dono do antiquário, que é o filho dele, mas age e tem o papel de pai, sempre dando conselhos e o ajudando a tomar as melhores decisões.

Alguém já assistiu Forever? O que achou?

Espero que gostem da indicação, semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Hoje eu to aqui para indicar uma série que eu comecei a assistir há pouco tempo, fiz uma maratona frenética e ela definitivamente se tornou uma das minhas favoritas em pouco tempo. Orphan Black é uma série de ficção científica criada por Graeme Manson e John Fawcett. Na minha opinião ela é de longe uma das melhores séries que está na TV atualmente. Não que eu assista a todas as séries que estão no ar, mas essa é com certeza muito boa.

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Orphan Black conta a história de Sarah Manning (Tatiana Maslany) que presencia o suicídio de uma desconhecida que mais parece sua irmã gêmea em uma estação de trem. Querendo dinheiro fácil para resolver seus problemas financeiros e conseguir a filha de volta, Sarah decide assumir a identidade da mulher por um tempo. O que ela não esperava era entrar no meio de uma conspiração. A suicida era na verdade Beth Childs, uma policial que estava passando por um processo administrativo por ter matado uma civil chamada Meggie Chen.

Enquanto tenta se adaptar a vida “nova”, Sarah começa a receber algumas ligações estranhas, até que ela descobre que está no meio de um grande mistério que envolve mais quatro mulheres idênticas a ela. Uma alemã completamente desesperada que sente que está sendo perseguida; Alison Hendrix, uma mãe de família; Cosima Niehaus, uma estudante de biologia evolutiva; e Helena, uma fanática religiosa que foi criada achando ser a cópia original. Todas elas são clones que enquanto precisam salvar suas próprias vidas tentam descobrir quem são os responsáveis pelos experimentos genéticos.

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Bastou o primeiro episódio para Orphan Black entrar para a minha lista. O mistério que envolve todas as clones é sensacional, faz você querer saber sobre os motivos do experimento, quem são essas mulheres e como elas se encontraram, quem mais está envolvido na história, enfim, há diversas coisas que nos faz continuar assistindo para descobrir o desenrolar da história. A série não é só sobre clonagem humana e suas consequências, é sobre identidade, porque a partir do momento em que elas descobrem o que são, elas se vêem perdidas, mesmo todas elas tendo personalidades fortíssimas, elas não sabem – exatamente – como lidar com toda a situação.

Confira o teaser!

Os atores são outro atrativo para a série. Antes de tudo eu devo aplaudir Tatiana Maslany de pé, ela interpreta cerca de 10 papéis completamente diferentes e ela faz isso tão bem que na maioria das vezes é possível esquecer que é a mesma atriz interpretando todas as clones. Aliás, eu virei uma desses fãs xiitas e desde então estou revoltada com o fato dela e nem da série terem sido indicados ao Emmy Awards, acho isso um absurdo. Agora voltando a falar sobre o elenco, temos também o Jordan Gavaris como Felix, o irmão adotivo da Sarah; Dylan Bruce como Paul Dierden, o namorado maravilhoso da Beth e que posteriormente torna-se o peguete da Sarah; e Maria Doyle Kennedy como Siobhan Sadler ou Mr. S, guardiã da pequena Kira (Skyler Wexler), filha de Sarah, e mãe adotiva dela e de Felix.

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Para quem gosta de séries de suspense, drama ou ficção científica, Orphan Black é uma ótima pedida já que ela se encaixa nos três gêneros. Cada temporada tem 10 episódios, ou seja, dá para assistir bem rápido. A segunda temporada foi finalizada agora em junho e a terceira está prevista para 2015. No Brasil a série está sendo exibida pela BBC HD e em setembro começará a passar no canal A&E, só que será dublada. O que é uma pena, mas acredito que vale a pena do mesmo jeito.

Alguém já conhece a série?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

 Beijos.