Para assistir: Salem

Oi, gente! Como vocês estão nessa semana? Hoje eu vou apresentar uma série nova que foi lançada em abril. Vocês conhecem a história das Bruxas de Salem? Acredito que já tenham ouvido falar, pelo menos. A série é baseada nessa cidade chamada Salem, hoje situada em Massachussets, que ficou famosa desde o século 17 quando o vilarejo foi tomado de assalto por uma onda de fanatismo religioso, vitimando quase vinte pessoas. A caça às feiticeiras que então se desencadeou serviu como um alerta para que os princípios de liberdade religiosa fossem assegurados na história dos Estados Unidos. Conheça Salem, nova aposta do canal WGN America.

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A trama se passa em Salem, nos Estados Unidos do século 17 e acompanha a história de John Alden, um guerreiro que retorna após sete anos e descobre que a cidade pode estar tomada por bruxas. O que ele ainda não sabe é que Mary, seu grande amor do passado, é uma das bruxas mais poderosas do coven.

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A história do casal não é muito original. Os dois se apaixonam, mas John precisa ir à guerra e deixa Mary em Salem com metade de uma moeda (uma lembrança importante para os dois) e a promessa de que em no máximo um ano estaria de volta. Mary descobre pouco tempo depois que está grávida de John, mas decide abortar o bebê em uma floresta sombria com uma mulher muito suspeita. Muito tempo se passa, e sem notícias de John, Mary acaba se casando com o “dono” da cidade e se torna a mulher mais rica de Salem. Sete anos se passam e John retorna ao vilarejo em um momento não muito oportuno, casos isolados de bruxaria começam a aparecer assustando a população de Salem. John, um cético, não dá atenção às notícias… Até enxergar com os próprios olhos que os boatos eram na verdade fatos.

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Eu já estava aguardando há um tempo a estreia de Salem e posso dizer que não me decepcionei. Os atores são bons, apesar de não conhecer a maioria. Shane West interpreta John Alden e Jannet Montgomery é Mary SibleyJá estão disponíveis cinco episódios, ainda dá tempo de acompanhar!

Confira o trailer:

Você acompanha a série? Conta pra gente o que achou!

Beijos!

Bom dia, pessoas! Como vocês estão? Essa semana eu resolvi falar sobre uma série bem antiga. Apesar de já conhecer, eu comecei a ver há pouquíssimo tempo, algumas semanas apenas. Você já deve ter ouvido falar de Dawson’s Creek, certo?

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Dawson’s creek é uma série de 1998 exibida originalmente entre 20 de Janeiro de 1998 a 14 de Maiode 2003 pelo canal The WB e foi produzido pela Sony Pictures Television. Filmado nas belas paisagens da Carolina do Norte, em Wilmington e Providence, o roteiro é baseado na adolescência do próprio autor, (Kevin Williamson) e traz carismáticos atores no elenco principal. Em minha opinião, essa foi uma das primeiras séries que tomou a liberdade de abordar temas como a homossexualidade, sexo na adolescência e problemas familiares tão abertamente.  Os personagens são reais, eles têm problemas reais e a série é um retrato fiel dessa época tão incompreendida que é a adolescência. A trama se passa em Capeside, uma cidade  do litoral perto de Boston, e gira em torno de Dawson Leery (James Van Der Beek), um jovem de quinze anos que sonhar em trabalhar em Hollywood, tem Steven Spielberg como seu diretor preferido e encara a vida como se estivesse diante de uma tela de cinema. Além dele, temos Josephine Potter (Katie Holmes), mais conhecida como Joey, melhor amiga de Dawson desde os sete anos e por quem nutre uma paixão reprimida; Pacey Witter (Joshua Jackson) é o melhor amigo de Dawson e o típico garoto incompreendido, sempre com respostas espertas e nem um pouco estudioso como o amig; e Jen Lindley (Michelle Williams), vizinha descolada recém-chegada de Nova Iorque que viverá um triângulo amoroso com Joey e Dawson.

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Existem outros personagens que entram, como os irmãos Andie e Jack que acabam se tornando importantes para a história. No mais, os quatro (Dawson, Pacey, Jen e Joey) são os personagens principais. E apesar da série se chamar Dawson’s Creek, Joey é a única que aparece em todos os episódios. A série possui seis temporadas, 128 episódios.

Eu resolvi não falar sobre os episódios para não dar spoiler, então só vim apresentar para quem não conhecia e relembrar a quem já assistiu essa série tão querida! Eu ainda estou na terceira temporada (ainda vírgula, porque tem só duas semanas que estou assistindo), portanto não sei como termina, mas já posso dizer que ocupou um lugar ao lado de One Tree Hill como minha série preferida.

Confira um trailer:

Vocês já assistiram/assistem a série? Beijos!

Bom dia, galera! Como vocês estão? Eu tô feliz demais, apesar da semana estar demorando muito para passar, enfim. Hoje eu trouxe pra vocês um filme de época (já devo ter mencionado minha paixão por filmes desse gênero). Eu já conhecia a história superficialmente, nunca li o livro, mas quando surgiu a novidade do filme eu me interessei. Devido aos obstáculos da vida eu só consegui assistir esse ano, mais precisamente na semana passada. Então vamos ao que interessa, o filme dessa semana é Anna Karenina.

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O filme Anna Karenina foi baseado no livro de Léon Tolstói, escrito em 1873. Adaptado para o cinema inúmeras vezes, a versão mais recente, lançada este ano, apresenta um formato diferente, com certeza bem mais ousado.

O enredo acontece no século XIX na Rússia Czarista. Anna Karenina (Keira Knightley) é uma jovem aristocrata casada com Alexei Karenin (Jude Law), um rico funcionário do governo. Durante uma viagem para consolar sua cunhada, que sofre com as traições do marido, ela conhece o Conde Vronsky (Aaron Johnson), um oficial da cavalaria. É assim que surge uma forte atração mútua que os dois não conseguem resistir, fato que causará grandes mudanças em suas vidas.Dirigido pelo britânico Joe Wright,  diretor também de Orgulho e Preconceito, inicia o filme em um palco, como se os personagens fizessem parte de um espetáculo de teatro. Esses recursos teatrais usados continuam ao longo do filme, já que grande parte das transições de cena também são feitas dessa forma.

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Quanto ao elenco, a interpretação de Keira Knightley foi nada além de convincente. Ela funciona muito bem em papéis de época, sendo que, dessa vez, assumiu um tom um pouco diferente das outras personagens. Anna não é uma mulher doce, ela é confusa, atormentada e questiona o tempo inteiro suas vontades e sua felicidade. Aaron Taylor Johnson, no papel de Vronsky, não convenceu muito. O grande destaque do filme  é Jude Law (sempre ele!) na pele do marido traído e que interpreta dignamente um homem conservador que se vê em um grande dilema com seus próprios sentimentos em relação à mulher.

No final das contas, “Anna Karenina” é um filme interessante, que retrata de uma maneira ousada a história do maior romance sobre adultério e sobre os questionamentos do amor da literatura mundial. Apesar de não entrar na lista dos meus filmes de época favoritos, eu recomendo fortemente para quem gosta desse tipo de filme.

Confira o trailer:

Vocês já assistiram Anna Karenina? Gostam de filmes de época?

Sessão Pipoca: Noé

Bom dia, gente! Aqui é a Carol, eu tinha me afastado por um tempo porque minhas responsabilidades fora do blog estavam me impedindo de continuar a escrever aqui. Mas, felizmente, estou de volta para continuar a compartilhar com vocês minha opinião sobre filmes, séries, livro e música. E para a minha primeira semana de volta ao Dia de Brilho eu escolhi um filme que assisti no cinema há pouco tempo, trata-se de Noé.

Se você que é religioso, conhece a história de Noé como a palma de sua mão, espera que o filme seja fiel ao que está escrito na bíblia… Não veja. Ou veja, para notar as diferenças. Muita coisa foi inventada, com elementos sobrenaturais e temas abordados como sexo, fertilidade e religião. Antes de assistir, muitas pessoas vieram até mim criticando o filme por não seguir a história ao pé da letra. Então talvez por ter ido preparada para não gostar, eu me surpreendi. Os efeitos especiais são incríveis e ao decorrer do filme muitas cenas fortes aparecem, fazendo o telespectador refletir e questionar o que Deus realmente quer de nós (para quem acredita, claro). Será que a interpretação que fazemos de certas mensagens são corretas? Essa foi uma pergunta que levei comigo ao final do filme.

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Quanto às atuações, Russell Crowe como Noé foi excepcional. Ele foi absolutamente o ator que deveria ser para interpretar um personagem tão singular quanto Noé, por vezes até me fez odiá-lo durante o filme devido a algumas atitudes. Jennifer Connely foi ótima também, representou bem a esposa de Noé, liderou a maioria das cenas mais emocionantes. Emma Watson, como filha adotada de Noé, sustentou o suficiente o drama de sua personagem. Por último, eu me decepcionei com Logan Lerman, achei muito fraca a atuação, mas valeu a paisagem hehe. Anthony Hopkins como Matusalém foi uma ótima figura, mas não esperava menos de um grande ator como ele.

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A quem interessar, confira o trailer:

Vocês já assistiram o filme? Conta aí!

Beijos!

Bom dia, pessoas! Como foi o Carnaval de vocês? O meu foi super animado… Só que não, passei os cinco dias de folga na cama. Mas descansar também é válido, né? Ainda mais pra quem não gosta do evento, como eu. Vamos ao que interessa, essa semana eu trouxe um filme novo pra vocês. Depois da maratona Oscar que encerrou na semana passada (Por falar nisso, vocês assistiram? Foi a melhor edição! Ellen arrasou como apresentadora da premiação), hoje apresento a vocês a versão mais nova de Hércules que ainda se encontra nos cinemas de todo o Brasil.

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Nesta história de origem, que ainda acrescenta elementos da história de Cristo à trama, o príncipe Alcides (Kellan Lutz) é o segundo filho do cruel rei Anfitrião (Scott Adkins). Após ser traído pelo seu pai e pelo seu irmão Ificles (Liam Garrigan) e escravizado por conta de seu amor proibido pela bela Hebe (Gaia Weiss), Alcides acaba por abraçar sua verdadeira origem e nome, tornando-se Hércules, filho de Zeus, tendo de lutar para recuperar Hebe e seu reino.

Muito bem, vamos às críticas. A meu ver, Kellan Lutz, que interpretou Emmet na saga Crepúsculo, ainda não estava pronto para um papel principal desse nível. Ele tem todos os atributos físicos necessários para o personagem, mas infelizmente não o talento.  As cenas românticas não tinham química alguma, a atriz era outra que não sabia expressar as emoções em cenas que requeriam mais sentimento. Os atores não foram os únicos responsáveis pelo fracasso do longa-metragem, a direção de arte deixou muito a desejar e os efeitos (a cena do leão foi a gota d’água) são muito pobres. Eu fiquei extremamente decepcionada, esperava um ótimo trabalho devido ao alvoroço que a mídia fez ao redor do filme.

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Como se não bastasse um, outro filme do herói vem por aí.  Hércules também ganhará vida através do ator Dwayne Johnson. Conhecido por seus papéis em O Escorpião Rei e O Fada do Dente, ele já se mostrou bastante versátil ao longo da carreira. Sinceramente, eu aposto nessa versão como a melhor entre os dois. Sou fã do Johnson e acredito que além de ter o físico, também vai compartilhar seu talento dando a alma necessária para Hércules.

Eu sugiro que assistam a essa versão, porque opinião é algo pessoal. O que não é bom para mim, pode ser para vocês e vice-versa. Confiram o trailer abaixo:

Já foram ao cinema conferir? O que acharam dessa versão? Deixe sua opinião nos comentários!

Beijos!

Oi, gente! Eu estava um pouco sumida, mas voltei! Essa é a última semana em que falamos sobre os filmes indicados ao Oscar e semana que vem a premiação mais famosa do mundo vai ao ar, no dia 2 de março (domingo). Não perca! Então vamos ao que realmente interessa, as três últimas indicações que sobraram foram: O Lobo de Wall-Street, Nebraska e Gravidade.

O Lobo de Wall-Street

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O filme foi baseado nos livros “O Lobo de Wall Street” de 2007, e “Catching the Wolf of Wall Street”, de 2009. A história, de certa forma, dá glamour à vida do ex-corretor e agora palestrante Jordan Belfort, que foi condenado a quatro anos de prisão em 1998 por fraude e lavagem de dinheiro, chegando a cumprir menos de dois anos. Os que não conhecem a história se veem confusos tentando entender o verdadeiro caráter do protagonista: um aproveitador, um esperto, um visionário, um charlatão, ou apenas alguém querendo subir na vida? Repugnante ou fascinante?

Leonardo DiCaprio foi o responsável por dar veracidade a essa figura intrigante. Após alguns anos de carreira, tal filme pode finalmente dar a ele o Oscar de Melhor Ator. Num filme que parece recheado de excessos, sua atuação é brilhante, construindo o agora ex-corretor de forma minuciosa e precisa, em meio a drogas, surubas, adaptando uma expressão sobre a qual jamais se pensaria no final do século passado.

Além de cenas surreais, o filme tem sequências fortes de drogas e sexo: países como Índia, Malásia e Líbano censuraram sua exibição. Além de DiCaprio como protagonista, Jonah Hill também foi indicado ao Oscar como coadjuvante: no total foram cinco indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Roteiro Adaptado. Atenção também para duas excelentes pequenas participações: brilha no início do filme o principal concorrente de DiCaprio (e favorito) no Oscar, Matthew McConaughey; mais para o final, um dos vencedores da mesma categoria pouco tempo atrás, Jean Dujardin (de “O Artista”).

Apesar de não ser meu gênero preferido, o filme tem uma trama que vale a pena ser contada. Eu não acredito que o filme vá ganhar nessa categoria, mas pode ser que Leonardo Dicaprio leve a estatueta por sua atuação.

 

Nebraska

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Woody Grant () é um pai idoso, ex-alcoólatra, que recebe uma daquelas cartas de marketing dizendo que ganhou 1 Milhão de dólares e precisa ir até Lincoln, em Nebraska, para receber o prêmio. Como sua família não quer se deslocar de Montana para Nebraska (cerca de 2 dias de viagem de carro) por algo que sabe ser uma farsa, Woody cria o hábito de tentar fugir e tentar ir pra Lincoln à pé. Cansado de ter que procurar o pai quase toda noite, David Grant () resolve finalmente fazer a viagem com o pai, para assim provar que o dinheiro era só um esquema para assinaturas de revistas. Nessa viagem vemos várias cenas clássicas de rodovias, lotada de caminhões, motoqueiros em suas Harley-Davidsons, maquinários agrícolas, trens de cargas e essas coisas que costumávamos ver com frequência lá pela década de 60. Durante a viagem vamos descobrindo um pouco mais da relação de Woody com os filhos, que não era nada boa.

Não gostei muito do filme, mas também não é de todo ruim. Se você curte filme em preto e branco, clássicos do cinema, então provavelmente vai te agradar.

Gravidade

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 A história conta basicamente sobre o momento em que Ryan Stone (Sandra Bullock) está em sua primeira missão espacial ao lado do astronauta veterano Matt Kowalsky (George Clooney), que se despede da função neste último voo. Mas durante um passeio espacial aparentemente rotineiro, um acidente ameaça a vida dos passageiros, que têm sua nave destruída. Absolutamente sozinhos no espaço, Stone e Kowalsky são obrigados a lutar lado a lado para sobreviver em um ambiente de total escuridão. O filme é um estudo de personagem, onde a apresentação e construção emotiva e das ações da doutora Ryan Stone são fundamentadas e muito bem estruturadas. Nada nos diálogos é gratuito, nenhum comportamento é infundado. A Dra. Stone não é uma heroína. Ela é uma insegura novata, que lida com os efeitos no corpo da falta de gravidade e parece que mal sabe o que tá fazendo. E o filme também é um exercício de metáforas, onde as limitações da doutora, físicas ou emocionais, nos remetem às nossas próprias. Isso é o resultado de um personagem bem construído. Até mesmo os momentos em que o silêncio reinava eram angustiantes, mas nunca entediantes, tudo claramente pensado.

Além de excelentes atuações, achei a produção muito inteligente e os efeitos são incríveis!

Infelizmente, apenas um dos nove filmes pode levar o título de Melhor Filme. O meu preferido com certeza é Clube de Compras Dallas, e também gostaria que os atores do filme levassem os prêmios. E vocês? Estão torcendo para qual filme? Espero que tenham gostado da Maratona Oscar!

Até semana que vem, beijos!