Maratona Oscar: Trapaça

Fala, minha gente! Como vocês estão? Eu tô bem demais, feliz demais, mais do que alegre. Mas ninguém quer saber do meu humor, então eu tô aqui para falar de mais um filme indicado ao Oscar, e a escolha dessa semana foi o que eu menos gostei (para falar a verdade, odiei): Trapaça.

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Trapaça se passa no fim dos anos 70 onde um golpista conhece Sydney Prosser (Amy Adams) que aceita o seu estilo de vida e juntos começam a praticar golpes, além disso Irving Rosenfeld (Christian Bale) leva uma outra vida onde é casado e tem um filho, sua mulher Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) sabe que o marido trabalha em algo ilícito porém leva uma vida de madame então aceita essa condição. Após algum golpes e muito dinheiro, os vigaristas são pego pelo agente do FBI Richie Di Maso (Bradley Cooper) que faz uma proposta ao casal onde esses tem que ajudar a pegar outros bandidos e políticos para se livrar da cadeia. Eles logo aceitam e após isso vemos os 3 conseguindo dar golpes e prenderem  políticos e mafiosos porém Irvine prepara um último golpe para se livrar de Richie e fugir com a sua amada. Finalmente chegamos ao desfecho onde após perder seu emprego Richie fica sem nada, os  golpistas  resolvem seguir uma vida normal e a mulher(agora ex) Rosalyn  arranja um homem que a ama de verdade.

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O filme tinha tudo para agradar, e até conseguiu, tanto é que foi indicado ao Oscar. No entanto, apesar de eu achar que as atuações foram excelentes, o enredo não me convenceu. Eu fiquei confusa diversas vezes durante o filme, não me prendeu a atenção. Talvez seja só a minha opinião, mas realmente não gostei.

Confira o trailer:

Já assistiram ao filme? Descordam da minha opinião? Deixe nos comentários! Até mais, beijos!

Bom dia, gente! Hoje o post atrasou um pouco, mas finalmente chegou! O filme de hoje foi o primeiro que eu assisti e é um dos meus favoritos também. Trata-se de Capitão Phillips.

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A trama relata uma história verídica sobre um marinheiro mercante (Tom Hanks), comandante do navio cargueiro Alabama que acaba sendo invadido por quatro piratas da Somália no ano de 2009. Não há muito que se dizer sobre a história, porque basicamente o que eu disse é o enredo do filme. O que chama muito a atenção é o fato de realmente ter acontecido o primeiro assalto a um navio americano após dois séculos. As cenas foram conduzidas muito bem de forma que a atenção do telespectador permaneceu presa ao longa-metragem.

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Os atores responsáveis pelos papéis dos piratas fizeram um excelente trabalho, principalmente Barkhad Abdi, que interpretou o chefe do bando. Sua frase no filme “I’m the captain now” (Eu sou o capitão agora) ficou famosa e o ator relatou que muitos fãs vinham até ele dizendo seu bordão. Ele foi indicado ao Oscar e outras premiações como ator coadjuvante, sempre concorrendo com grandes nomes de Hollywood, mas Jared Leto que também concorria a essa categoria levou as estatuetas na maioria das vezes. No entanto, a indicação já foi uma grande conquista e o reconhecimento com certeza é merecido. Tom Hanks dispensa apresentações, sempre foi um ator excepcional, em minha opinião, e brilhou na pele do capitão que viveu muitas horas de tortura, ameaças e sofrimento nas mãos dos piratas. Bato palmas de pé para as últimas cenas do filme quando estão negociando a vida de Phillips, Tom foi de uma incrível técnica e emoção combinadas. Infelizmente, Hanks não foi indicado ao Oscar, o que é uma injustiça.

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Não é fácil adaptar para o cinema uma história em que sobram dados técnicos e que mexe com um tema que pouca gente se importa: a batalha entre grandes empresas comerciais, sediadas em países ricos, e os pobres coitados do litoral africano. Não sei como o livro que inspirou o filme foi desenvolvido, mas Ray conseguiu dividir bem os momentos de ação, que cercam grande parte da trama, com vários de tensão e um final arrebatador. Então se você ainda não assistiu, corre e depois conta pra gente o que achou. Quem já assistiu compartilha sua opinião nos comentários, certo?

Fiquem o trailer:

 

Ei, galera! Mais uma semana se passou e estou aqui novamente para compartilhar com vocês outro filme indicado ao Oscar! O escolhido para essa sexta-feira foi o meu preferido da lista: Clube de Compras em Dallas.

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O drama se passa na cidade de Dallas, em 1985, e conta a história de um vaqueiro que descobre por acaso que tem AIDS. Ron Woodroof (Matthew McConaughey) tenta fugir de seu destino quando o médico lhe conta que ele tinha apenas um mês de vida. A partir daí, Ron procura todas as formas de tratamento possíveis, mesmo aqueles que ainda não foram aprovados legalmente na época. Através de sua doença, Ron encontra um meio de se manter vivo com os remédios que conseguia de forma clandestina e enxerga nisso um modo de ganhar a vida. Ele burla o sistema de saúde para conseguir os remédios ilegalmente e passa a vender para outras pessoas que também são HIV positivas, formando assim o clube de compras em Dallas.

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No começo, eu simplesmente odiei o personagem do Matthew. Um homem preconceituoso e ignorante que acreditava que apenas homossexuais poderiam adquirir AIDS, “chupadores de p**” como ele mesmo diz no filme.  Além da opinião deprimente, vivia uma vida sem escrúpulos e totalmente promíscua. Então ele fica sabendo que tem a doença, sofre o preconceito que ele mesmo praticava e em uma das vezes em que esteve no hospital, conhece Rayon (Jared Leto), um travesti também portador de HIV. O que Ron aprende com Rayon – após humilhar, discutir e odiar durante boa parte da trama – é uma lição de vida que todos os espectadores assimilam também.

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Vamos às atuações. Matthew McConaughey foi brilhante desde a primeira cena do filme. Apesar de já ter conhecimento do bom ator que ele é há tempos, antes de assistir ao filme não pensava que fosse me tornar fã do cara. Ele emagreceu cerca de trinta quilos para interpretar Ron, e de fato foi como se ele próprio fosse o personagem. Espetacular, nada menos que isso. Jared Leto foi o que me levou a assistir “Clube de Compras em Dallas”. Eu sempre fui muito fã do artista como o grande músico que ele é, acompanho a 30 seconds to mars e a trajetória da banda. Eu sabia que Jared também era ator, mas dessa vez ele superou todas as expectativas. Jared interpretou com respeito e graça uma personagem real. Real, sim, pois existem mais Rayons do que podemos imaginar. Não é por acaso que ele foi indicado ao Oscar, além de ter ganhado mais de 30 prêmios pelo filme. Não só ele, Matthew e o filme em si também foram indicados.

Não preciso recomendar o filme, certo? Está mais do que claro que vocês precisam assistir a essa grande história e desfrutar de atuações incríveis! Se já viu, compartilhe sua opinião com a gente nos comentários!

Fique com o trailer abaixo:

Bom dia, pessoal! Como vai a sexta-feira de vocês?  O mês de janeiro foi recheado de premiações ao mundo do cinema, como o Golden Globe Awards, Critics Choice Awards e Screen Actors Guild Awards. No entanto, a premiação mais importante é o Oscar, que irá ao ar no dia dois de março. Não sei quanto a vocês, mas eu adoro acompanhar essas premiações, assistir ao desfile de vestidos maravilhosos e conferir meus artistas favoritos ganhando estatuetas pelo talento. E pensando nisso eu resolvi falar toda semana até o dia do Oscar 2014 os filmes que foram indicados a essa premiação para compartilhar um pouco da história com vocês. Vamos ao primeiro filme, então.

12 anos de escravidão (12 years a slave)

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O longa-metragem é baseado em fatos reais e conta a história de Solomon Northup, um negro livre que é sequestrado e feito de escravo por doze anos. A meu ver, demorou muito tempo para que a história de vida desse homem tão forte e incrível fosse contada. Mas como diz o ditado: melhor tarde do que nunca.

O filme foi baseado em um livro com tristes memórias sobre um período muito sombrio na história dos Estados Unidos. A trama, em um breve resumo, relata que Solomon Northup, nascido um homem livre em Nova York, foi atraído para Washington, D.C. em 1841 com a promessa de um emprego. E então drogado e espancado, ele é vendido como escravo. Solomon passou os doze anos seguintes de sua vida em cativeiro, trabalhando, na maior parte do tempo, em uma plantação de algodão em Louisiana. Após seu resgate, Northup escreveu o livro registrando cada momento de dor que passou naquela plantação até o dia em que reencontrou sua família.

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O elenco conta principalmente com Chiwetel Ejiofor como Solomon Northup, uma atuação nada menos que espetacular e verdadeira; Brad Pitt que interpreta o abolicionista canadense que ajudou Solomon a reconquistar sua liberdade, além de ser o produtor do filme; e Lupita Nyong’o dá vida à Patsey, uma negra que é abusada sexualmente por seu patrão. Lupita fez um trabalho excepcional para seu primeiro papel de importância no cinema, o telespectador pode notar que a atriz se coloca completamente no corpo de Patsey e a interpreta com muito sentimento. E ela ainda foi indicada ao Oscar, indicação muito merecida, por sinal.

Confira o trailer:

 

12 anos de escravidão é um filme que faz todos os outros sobre o mesmo tema parecerem uma mentira. Vale muito a pena assistir e se emocionar com essa história incrível. Vocês já assistiram?

Filme: Questão de Tempo

Bom dia, minha gente! Tudo certo? E esse calor maldito que não vai embora? Não sei quanto aos outros estados, mas o Distrito Federal vai virar um caldeirão qualquer dia desses! Anyway, não estou aqui para falar de temperatura, vamos ao que interessa. Essa semana eu trouxe um filme muito interessante que assisti há alguns dias, trata-se de “Questão de Tempo”.

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A trama gira em torno de Tim (Domhnall Gleeson), que aos 21 anos descobre que os membros masculinos de sua família possuem a habilidade de viajar no tempo.  A confidência é feita por intermédio de seu pai, que lhe provocou a usar a habilidade de maneira inteligente e somente para lhe trazer felicidade. Tim, que não era muito habilidoso na arte de conquistar mulheres, decidiu então que iria se aproveitar de seu dom para tentar arrebatar o coração de alguma garota. Depois de uma tentativa frustrada com uma amiga de sua irmã, ele decide se mudar para Londres e tentar a sorte novamente. Lá ele conhece Mary (Rachel McAdams), por quem se apaixona. Mas por voltar várias vezes no passado, ele acaba alterando sua realidade e precisa fazer de tudo para conhecer Mary mais uma vez. Com o passar do tempo, Tim foi percebendo que algumas coisas não poderiam ser mudadas e que ele não seria poupado da ordem natural da vida.

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A história passa uma mensagem importante que é a das responsabilidades que vamos adquirindo com o passar da vida e quanto precisamos ser mais atenciosos com as atitudes que tomamos.  Os jovens são  naturalmente impulsivos e tendem a resolver seus problemas de maneira rápida e superficial. Essa etapa da vida de Tim permitia a ele uma liberdade absurda de voltar no tempo e corrigir o que quisesse, mas conforme o tempo foi passando e a sua família se constituindo o risco em voltar no tempo e estragar algo que ele já estabeleceu lhe impede de começar a alterar o rumo de algumas coisas que lhe incomodam. O que foi incrível, pois fez com que Tim se prendesse ao futuro e entendesse que precisava se adaptar como qualquer outra pessoa comum e aprender a enfrentar seus erros e acertos sem utilizar seu dom.

Confira o trailer de Questão do Tempo:

Eu recomendo que assistam ao filme, além das ótimas atuações, a história é linda. Até mais!

Beijos!

Oi, gente! Como vocês estão? Essa é a minha primeira postagem do ano e eu estou muito feliz por estar de volta! Vamos ao que interessa, então? Vocês se lembram do meu primeiro post aqui no dia de brilho? Provavelmente não, então vou relembrá-las. Eu compartilhei com vocês três livros muito especiais para mim, entre eles estava Game of Thrones (confira o post clicando aqui).  A saga denominada As Crônicas de Gelo e Fogo possui seis livros publicados até o momento e mais dois ainda sem previsão de publicação. Hoje eu vim contar para vocês sobre a série baseada nos livros de George R.R. Martin, cujo título levou o nome do primeiro livro, Game of Thrones.

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A trama se passa em Westeros, uma terra reminiscente da Europa Medieval, onde as estações duram por anos ou até mesmo décadas. A história gira basicamente em torno de várias batalhas entre os Sete Reinos, onde duas casas estão lutando pelo controle do Trono de Ferro, cuja posse possivelmente assegurará a sobrevivência durante o longo inverno previsto. Enquanto Ned Stark tenta manter a situação tranquila no reino, o príncipe exilado, Viserys Targaryen (Harry Lloyd) oferece sua irmã Daenerys (Emilia Clarke) ao Khal Drogo (Jason Momoa) como troca por um exército para recuperar o trono que um dia foi de seu pai. Daenerys se torna então Khaleesi (que significa rainha na língua dothraki), mesmo contra sua vontade, mas depois se acostuma com a situação e passa a admirar seu Khal e toda sua bravura, apaixonando-se por ele.

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Por outro lado, a rainha Cercei Lannister (Lena Headey) e seus irmãos, Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) e o anão Tyrion (Peter Dinklage), parecem ter outros planos para o reinado. Enquanto Catelyn Stark (Michelle Fairley) cuida de seu filho Bran (Isaac Hempstead-Wright), que sofreu uma queda após um descobrimento comprometedor, seu esposo Eddard vai com as filhas Arya (Maisie Williams) e Sansa (Sophie Turner) para a sede do reino. Arya é uma garota diferente das outras, que não está nem aí para sua postura feminina ou interesses reais. Já Sansa vive suspirando pelo príncipe Joffrey Baratheon (Jack Gleeson), que um dia poderá vir a ser rei. Ned Stark tem um filho bastardo, Jon Snow (Kit Harington), que é “convidado” a proteger a Muralha com os guardiões da Patrulha da Noite.

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E assim começa a primeira temporada da série que foi sucesso mundial, sendo confirmada uma próxima temporada apenas dois dias após sua estreia. Existem três temporadas até o momento e a quarta já foi filmada e tem previsão para o começo deste ano.

Entre as inúmeras páginas as personagens sofrem, vivem aventuras, romances e… Morrem. Quem leu os livros sabe do que estou falando, George é mestre em matar seus personagens preferidos e logo lhe apresentar outro que se tornará tão favorito quanto. Na maior parte do tempo a série é bem fiel ao livro. É certo, como acontece na maioria dos filmes e séries baseados em livros, que existem cortes, mas nada que vá deixar os fãs da saga insatisfeitos.  E é claro que estou falando por mim, que li os livros e acompanho a série.

Confira o trailer da primeira temporada:

É importante dizer que a série apresenta cenas de sexo e violência. E por hoje é isso, pessoal, até mais ver!

Beijos.