Para assistir: Os Suspeitos

Bom dia, gente! Voltei ao meu dia habitual de post. Hoje eu trouxe uma resenha de um filme que eu assisti com a Fernanda e a Wanessa ontem, o título em inglês é ‘The Prisioners’ e em português ‘Os Suspeitos’.  Sabe quando você assiste a um filme tão bom que quando acaba você fica refletindo por uns minutos? E você se pergunta: o que foi isso? É exatamente o que eu senti quando os créditos vieram de repente. Os Suspeitos é uma trama desafiadora, intrigante e muito, muito intensa. Não sou nenhuma crítica de cinema, mas eu posso dizer que meu julgamento para filmes é razoavelmente bom, e minhas companheiras de blog estão aí para não me deixar mentir: o filme é sensacional. Enfim, mas vamos as vias de fato.

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Os Suspeitos é um suspense da Warner Bros, protagonizado por Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal.  A história inicia-se no dia de ação de graças, dia em que as filhas de Keller Dover (Hugh Jackman) – um carpinteiro e dedicado pai de família – e Franklin (Terrence Howard), são sequestradas sem deixar qualquer sinal. O único suspeito Alex (Paul Dano) é um rapaz de 26 anos com idade mental de uma criança de 10 que mora num trailer no quintal da sua tia. O detetive Loki (Jake Gyllenhaal <3) responsável pelo caso, não consegue manter Alex preso por falta de provas, apesar do empenho dos investigadores, nada pode acusá-lo, não existem provas suficientes. Sem saída e desesperados, Keller Dover e Franklin, passam a agir com as próprias mãos.

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Poderia ser um filme qualquer sobre seqüestros, mas este roteiro te leva ao ápice do desespero mental, intrigando cada passo, instigando cada cena como se você pudesse descobrir o segredo dessa trama. (Fernanda que o diga, não é? Haha)

Você consegue ver nos olhos de um pai o desespero que o leva a fazer qualquer coisa para encontrar sua filha, passando do limites da razão de um ser humano. Então você se vê julgando as atitudes de Dover, mas quem garante que a mais digna das pessoas poderia agir diferente quando se trata de um filho? São discussões complicadas que o filme te faz refletir durante as cenas de tortura. Enquanto isso, o detetive se vê perdido em um labirinto de intrigas, seguindo seu código de ética sem encontrar nenhuma saída. Esse é definitivamente um filme que coloca os valores familiares, sociais e religiosos em jogo. A atuação de Hugh e Jake está impecável, eles interpretaram cenas muito emocionantes transmitindo bem aqueles sentimentos.  O final é inesperado, já aviso, mas vale a pena!

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Se você, assim como eu, gosta de filmes que lhe fazem pensar, sofrer de tanta agonia na cadeira tentando descobrir uma solução, assista!

Confira o trailer abaixo:

Espero que tenham gostado da dica :). Já assistiram?

A Entrevista Com O Vampiro

Em homenagem ao Halloween que se aproxima, o post de hoje eu dedico ao meu filme de vampiro preferido. Antes de vampiros virarem sonhos de consumo de adolescentes como acontece em Crepúsculo Os diários do vampiro, eles eram usados como personagens de terror. Anne Rice escreveu uma série de livros e escreveu o roteiro adaptando um deles para o cinema. Você já deve ter ouvido falar de A Entrevista Com O Vampiro, certo? Caso a resposta seja não, se você for uma fã de elementos sobrenaturais tanto quanto eu vai querer assistir depois desse post!

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A história é sobre um vampiro, Louis (Brad Pitt), que conta sua longa vida de vampiro para um repórter (Christian Slater). Um pouco óbvio… Na verdade, ele  não conta toda a sua vida, mas a partir do momento em que foi transformado. O início de tudo é em 1700, logo após a morte de sua mulher e filha. Louis se encontra em tamanho desespero que faz qualquer besteira que possa o levar à morte. Ao invés disso, ele encontra o vampiro Lestat (Tom Cruise).

Lestat lhe faz uma proposta simples: ou Louis aceita se transformar em um vampiro e lhe fazer companhia, ou Lestat dará a morte que ele tanto deseja. Claro que Louis se transforma em um vampiro e os dois ficam passeando e se alimentando pelas principais cidades da época.

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Existe uma coisa nesse filme que o diferencia dos demais. Não há glamour no fato de ser um vampiro. O personagem Louis é melancólico. Ele sempre se arrepende de ter se transformado no que se transformou. Duas pessoas no filme vão lhe pedir para virarem vampiros, e ele não tem a menor intenção de transformar nenhuma delas. Ao mesmo tempo, o filme desmistifica muito coisa sobre os vampiros. Os vampiros aqui não morrem com estacas no coração, não temem símbolos religiosos ou coisas do gênero. Fica um ar de realidade no ar. Algo do tipo: como seria se um vampiro realmente existisse? O que torna tudo muito interessante, em minha opinião.

Há uma sedução no ar, mesmo quando Lestat vai morder Louis. Não acho que chegue a ser homossexual, na verdade os vampiros não parecem ter apenas uma preferência sexual. Eles não estão matando apenas por sobrevivência, eles estão realizando uma caça, existe todo um ritual. Inclusive, por isso acontece a parte mais assustadora do filme: eles transformam uma criança de 12 anos em uma vampira. Ela tem um rosto angelical e uma veia assassina que se transformam numa mistura impressionante. Vale ressaltar que ela não é uma má pessoa, na maioria das vezes a garota sequer tem noção do que faz a princípio. É apenas uma criança que mata, e com passar dos anos sua aparência não muda. Nem nunca mudará.

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Tom Cruise foi criticado pela sua escolha, mas fez um ótimo trabalho. Há algo em sua maquiagem que tira a aura de astro de Hollywood misturado com uma atuação contida. O melhor do filme, sem dúvida. A única coisa que deixa um pouco a desejar é a ação, que praticamente não existe nesse filme. É como uma vida normal de alguém, uma vida longa demais que foi relatada a alguém.

Espero que vocês tenham gostado da dica de  hoje, que veio mais cedo caso vocês não tenham percebido. Bom dia!

Beijinhos!

A série que vou indicar essa semana é uma das vinte que assisto (quem lê acha que sou desocupada, mas é quase isso) e se tornou uma das minhas preferidas, provavelmente porque mistura romance, ação e até algumas cenas que mostram minha futura área profissional.  Confesso que comecei a assistir só por causa do título e o meu amor pelo conto da Disney. Não se engane, apesar do título ter um fundamento, a série e a história da Disney não tem muita coisa a ver. Apenas o fato de que existe uma mulher bonita e um cara que em certos aspectos parece uma besta, realmente.

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Beauty and The Beast é recontada pelas lentes de uma série policial, que acompanha o cotidiano da detetive Catherine Chandler ( Kristin Kreuk, de Smallville), uma mulher que viu sua mãe ser assassinada e teve sua vida salva por uma fera misteriosa.  Investigando seu antigo benfeitor, ela descobre que ele é um médico que todos pensam ter morrido, mas na verdade, está vivo e precisa lidar com um grande segredo: ele vira uma fera incontrolável quando está com raiva. Ela promete guardar seu segredo, enquanto ele a ajuda na investigação do assassinato de sua mãe — e a química entre os dois os aproxima cada vez mais de maneira irresistível e perigosa. Alguns anos após o crime, todos continuam suas vidas, inclusive Catherine, que se tornou detetive. Em uma série de novas investigações, um DNA mutante é encontrado, o que a leva a crer que o dono deste esteja cometendo o crime.

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No entanto, depois de conhecê-lo, descobre várias coisas, como por exemplo: ele na verdade a ajuda a desvendar os crimes. Ele é um ex-soldado/médico que foi usado para um experimento científico que deu errado, fazendo assim com que todas as cobaias fossem perseguidas e dizimadas por tornarem-se poderosas e perigosas demais. Seu nome é Vincent (Jay Ryan), o único que conseguira escapar e que agora vive escondido com seu amigo JT (Austin Basis). Vincent é a suposta fera que impediu que Catherine também fosse assassinada, ela estava com a mãe quando esta foi morta. Catherine e Vincent se tornam amigos, e até muito mais, e juntos desvendam muitos crimes em Nova York, além de fatos sobre o passado sombrio de Vincent, inclusive um fato muito importante sobre sua mãe, que não era apenas uma cientista.

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Muita gente desistiu da série por achar que ela nunca evoluía, o enredo era sempre o mesmo. Eu até concordo, os primeiros episódios não prendiam muito sua atenção a ponto de querer desesperadamente continuar assistindo. Apesar disso, posso afirmar que do décimo episódio em diante as coisas se tornaram muito mais interessantes e a série foi até renovada para a segunda temporada, que por acaso estreou essa semana! Então se você se interessou pela série, corre para poder acompanhar a segunda temporada!

Confira o trailer abaixo:

Beijinhos!

Para assistir: Switched at Birth

Oi, pessoinhas! Depois de uma semana longe, não vou enrolar hoje. Vamos direto ao que interessa: Switched at Birth.

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O assunto de hoje é uma das minhas séries favoritas pelo fato dela ser diferente de outras que abordam um cenário mais teen. Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que foram trocadas na maternidade. Bay Kennish cresceu em uma família rica, com seus pais e um irmão. Tudo começa quando, durante uma aula de biologia, Bay Kennish (Vanessa Marano) faz seu teste de tipologia sanguínea e “sem querer” descobre que seu sangue é totalmente incompatível com o de seus pais. Ao questioná-los sobre o ocorrido, John Kennish (D.W.Moffet) e Kathryn Kennish (Lea Thompson), pais de Bay, vão a um laboratório fazer o teste de DNA e descobrem que a filha foi trocada na maternidade.

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Enquanto isso, Daphne Vasquez (Katie Leclerc), a outra garota, cresceu filha de mãe solteira. Além disso, Daphne contraiu meningite quando criança e como seqüela perdeu a audição. A situação se torna dramática quando as famílias se encontram e precisam aprender a viver juntas, para o bem das garotas. Para complicar mais a situação, temos a diferença econômica entre as duas famílias. Com a surdez de Daphne e de mais alguns personagens ligados a ela, Switched at Birth mostra o preconceito que os surdos sofrem no “mundo dos ouvintes” e também revela a realidade deles de uma maneira tocante e verdadeira.

Há vários atores de renome no elenco, como Lea Thompson, de De Volta Para o Futuro, Lucas Grabeel, de High School Musical  e a atriz Marlee Matlin, que já ganhou vários prêmios. A atriz que dá vida a Daphne e mais alguns outros atores possuem problemas reais de audição, o que faz tudo ser mais realista.

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Essa série foi criada pela rede de TV americana ABC Family e nasceu em junho de 2011 com seis episódios. Sucesso garantido, a série tem trinta episódios na primeira temporada e há pouco finalizou a segunda, a terceira temporada já está confirmada para janeiro de 2014. Eu acompanho a série desde a primeira temporada e posso dizer que vale muito à pena. É impossível não se envolver com a história e seus personagens, tanto os principais quanto os secundários (destaque para Emmett, personagem interpretado pelo ator Sean). Esse é o tipo de série que retrata problemas e alegrias reais, então se você gosta de One Tree Hill ou Dawson’s Creek, acho que você gostará de Switched at Birth!

Abaixo vocês podem conferir o trailer!

É isso, pessoal, espero que tenham gostado!

Beijinhos!

Bom dia, gente bonita! Hoje eu vou falar sobre um homem que eu admiro muito, tanto na carreira musical como o ótimo ator que ele é: Justin Timberlake. Aproveitando que o Rock in Rio está chegando e o Justin vai nos honrar com a sua presença, decidi fazer uma breve resenha sobre o meu filme preferido dele e também atualizar as pessoas que não o conhecem tão bem sobre sua carreira na música.

Vamos começar com o meu filme preferido do Justin…

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Amizade Colorida não é nada extraordinário e original, devo admitir. A diferença deste para a maioria dos filmes é que são dois amigos, aparentemente não atraídos um pelo outro, que estabelecem uma relação apenas de sexo, sem se apaixonarem um pelo outro. Será que isso é possível? Eu diria que sim, se o meu amigo não fosse Justin Timberlake.

Mila Kunis é Jamie, uma mulher contratada por empresas para conseguir novos executivos. Justin Timberlake é Dylan, um diretor de arte promissor que trabalha em um blog em Los Angeles que uma grande revista está interessada em contratar. Para quem trabalha em um blog, esse é um emprego dos sonhos, mas ainda assim fica receoso. Ele aceita o convite de ir para Nova York e ela decide que a melhor maneira de convencê-lo é vender a cidade, não o emprego. A estratégia funciona e ele aceita o emprego, e eles acabam ficando amigos.

Um dia, após assistirem um filme na casa de Jamie, surge o papo do quanto a abstinência sexual os afeta. Eles propõem então fazer um pacto de serem parceiros sexuais sem qualquer envolvimento emocional. No entanto, aos poucos, a intimidade faz com que eles se tornem cada vez mais próximos e interessados um no outro. O final vocês podem imaginar… Mas vale a pena conferir!

Eu achei super engraçado o filme. É super leve, daqueles que tem comédia, romance e até um pouquinho de drama. E de brinde Justin Timberlake para alegrar nosso dia! Não há nada do que reclamar, realmente. Mila é uma ótima atriz também, já assisti a outros filmes com ela. Uma das grandes sacadas do filme é brincar com os clichês do gênero enquanto os usa. A cena pós-crédito do filme é uma das melhores.

Curiosidade: Além do filme Amizade Colorida, Justin fez outros filmes também como: A Rede Social, O Preço do Amanhã, A Professora Sem Classe, Curvas da Vida entre outros.

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 JT – The 20/20 Experience

Depois de  um tempo afastado da música enquanto se consolidava como ator, Justin voltou com tudo em 2013! Seu novo disco “The 20/20 Experience” lançado em março deste ano é o terceiro do cantor e compositor após sete anos. 

As novas músicas agradaram aos críticos norte-americanos. O disco recebeu boas classificações da Rolling Stone, da Billboard, do NY Daily News, e da Entertainment Weekly.Na Rolling Stone, o CD recebeu quatro de cinco estrelas, o título de “maior evento pop de 2013” e classificação de neo-soul. A matéria destaca o paralelismo positivo das dez músicas com relação ao que toca nas rádios. Já a Billboard deu nota 88, de 100, e considerou “The 20/20 Experience” uma versão mais relaxada e menos sexual dos trabalhos anteriores do cantor.

A resenha apontou as diferenças entre “FutureSex/LoveSounds” e o novo álbum, dizendo que o atual é mais complicado, porém não menos acessível.O New York Daily News, que deu quatro estrelas, e a Entertainment Weekly, que classificou o álbum com um B, elogiaram a parceria com o produtor Timbaland. É um Justin Timberlake mais adulto e descontraído, certamente divertido. As minhas músicas preferidas do novo sucesso são Mirrors e Suit & Tie sem dúvidas!

Vocês podem conferir o show do Justin no Rock in Rio no dia 15 de setembro, domingo!

Até semana que vem!

Beijinhos!

Resenha: O melhor de mim

Ei, pessoal! Cá estou eu em mais uma quinta-feira, indício de que o fim de semana está chegando (graças a Deus)!

Bom, hoje eu escolhi falar um pouquinho sobre um livro mais recente do Nicholas Sparks. Essa é uma história muito bonita que dá ênfase a um amor de juventude que apesar dos anos nunca enfraqueceu. Eu não sei vocês, mas eu sou uma grande fã do amor verdadeiro (mais do que gostaria de admitir), daquelas que bem lá no fundo acredita em uma alma gêmea escondida por esse mundo afora. O título do livro é O Melhor De Mim, um romance que nos afirma que o primeiro amor deixa marcas para a vida inteira.

O romance se passa em uma cidade pequena, Oriental, onde Amanda Collier e Dawson Cole moraram a vida inteira. Apesar de já terem se visto, foi aos 17 anos que começaram um convívio forte o suficiente para se transformar em uma beleza amizade, que mais tarde viria a se tornar amor.

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Amanda, parte de uma família rica e tradicional, via em Dawson um porto seguro calmo e tranquilo, ao qual podia recorrer sempre que precisava fugir da pressão de seus pais – que não escondiam ser contra o relacionamento deles. Dawson era quieto e solitário, fez de tudo para ser diferente da família de mafiosos e sem caráter na qual nasceu. A garota por quem se apaixonara era a pessoa para quem dava o melhor de si, sem esperar nada em troca. Pressionada pela família, Amanda sugere uma fuga para que os dois possam, enfim, viver em paz. No entanto, Dawson não quer estragar o futuro dela e, acreditando estar fazendo o que é certo, rompe o namoro e decide seguir sua vida sozinho.

 ” – (…)- Ele chutou o chão. – Quando você ama uma pessoa, você precisa libertá-la, não é? Pela primeira vez, um brilho surgiu nos olhos de Amanda. – E, se ela voltar, é porque o destino quis assim ? É isso que você acha que está acontecendo ? Que a nossa vida virou um clichê ? – Ela agarrou o braço de Dawson, fincanco os dedos em sua pele.- Nós não somos um clichê – (…) Vamos encontrar uma maneira.(…)”

Aproximadamente vinte anos depois eles voltam à cidade onde tudo começou. Isso porque o melhor amigo que os dois já tiveram, Tuck Hostetler (um grande destaque no livro), acaba de morrer. O velório do velho amigo os une novamente e desperta sentimentos adormecidos no casal. Diferentes dos adolescentes que costumavam ser, Dawson começa a trabalhar em uma plataforma de petróleo e Amanda se casa e tem três filhos. Ambos ficam surpresos e felizes com o reencontro. Trocam histórias, confidencias, lembranças… Mas nem tudo é felicidade nesse fim de semana. Os primos de Dawson ainda querem vingança, Dawson começou a ver a imagem de um homem que o segue, a mãe de Amanda ainda a controla, e a própria Amanda está infeliz com o grave problema que enfrenta em seu casamento e que irá piorar ainda mais quando o fim de semana chegar ao fim.

 “Dawson era uma dessas raras pessoas que só conseguem amar uma vez – e única coisa que a separação podia fazer com esse sentimento era torná-lo mais forte. (…) Afinal de contas, o amor sempre diz mais sobre quem o sente do que sobre a pessoa amada.”

Dawson é um personagem extremamente apaixonante, em todos os aspectos. A narração é revesada entre os personagens, fazendo com que a leitura flua ainda mais facilmente. Nicholas Sparks tem um dom divino de fazer obras únicas, tocantes, envolventes, e impactantes na medida certa; Obras que exploram até o mais profundo aspecto do amor, através de palavras que se tornam inesquecíveis em nossas mentes e em nossos corações.

Convenhamos, parece uma história clichê… E é de certa forma, o que torna interessante é o modo que Nicholas Sparks coloca a história, o envolvimento dos personagens, os diálogos. Além do romance, há uma pitada de drama, sobrenatural e ação por conta da família criminosa de Dawson. O final desperta um misto de sentimentos no leitor, até hoje não consegui me decidir se gostei ou não, mas posso dizer que não poderia ter sido de outra forma melhor a não ser a que Nicholas Sparks escreveu:

“Porque você não é só alguém que amei no passado. Você era minha melhor amiga, a melhor parte de quem eu sou, e não consigo me imaginar desistindo disso outra vez. – Ele hesitou, buscando as palavras certas. – Eu lhe dei o melhor de mim e, depois que você foi embora, nada jamais voltou a ser o mesmo” – Dawson.

Observação: Um filme baseado no romance está vindo por aí! Aguardando ansiosa 😀

Até a próxima, gente!

Beijinhos!