Mais um livro concluído! Dessa vez, resolvi ler crônicas e nada melhor que ser dela: Martha Medeiros. Vocês já perceberam meu amor incondicional pelas palavras dessa escritora tão verdadeira e fantástica, não é mesmo? Recomendo demais os livros dela, são profundos e te ajudam, seja nos momentos divertidos da vida, como nos tristes e felizes também. Martha nos leva a reflexão e inspiração para seguir a vida de um jeito leve!

“Conscientize-se de que sua inteligência é superior as suas medidas, que ser magrinha não atrai amor instantâneo, que sua personalidade é um cartão de visitas, que a felicidade é a melhor maquiagem, que ser leve é que emagrece.” Página 66

marthamed

No livro A Graça da Coisa, Martha mostra cara a cara que não estamos sozinhos nessa vida corrida diária de estudos, cobranças, preocupações diárias, afim de garantir um trabalho digno, realizar um sonho, conquistar uma meta e garantir o futuro certo para nós. Seus textos seguem o ritmo da leveza e sabedoria, através das palavras, Martha aborda sobre os temas que adoramos ler: amor, problemas nos relacionamentos, o cinema, sua paixão pela literatura, as relações familiares entre muitos outros temas que nos levam a pensar em cada momento de nossas vidas.

“Pessoas que não circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantem-se na estreiteza da sua existência.” Página 165

Vou relevar um segredinho pra vocês, este foi o livro dela que não me conquistou de cara, isso porque alguns textos são muito bons e outros bobos, fatos e histórias que não atraem o leitor, sabe? Foram poucas crônicas que me prenderam e fizeram eu salvar trechos no meu bloquinho de notas (sim, salvo para pregar no meu quadro de fotos :D, vocês fazem isso também?). Este foi o único ponto negativo do livro. Os trechos destacados no post foram dos textos que eu mais gostei, seguindo sequência lá de cima para baixo os nomes são: O Macaco Branco, Empatia, O Michelangelo de Cada Um.

“Amadurecer é passar por esse refinamento, deixando para trás o que for gordura, o que for pastoso, o que for desnecessário, tudo aquilo que pesa e aprisiona, a matéria inútil que impede a visão do essencial, que camufla a nossa verdade. O que o tempo garimpa em nós? O verdadeiro sentido da nossa vida.” Página 215

E vocês, já leram A Graça da Coisa? Gostam de ler crônicas?

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