Filmes com a Sandra Bullock

Oi gente linda, como estão? Que furada esse feriado no sábado, né? Ele bem que podia ter caído na quinta ou na sexta-feira, seria muito mais conveniente, mas já que não aconteceu só nos resta reclamar.

Essa semana que estava assistindo alguns trailers de filmes que vão ser lançados esse ano e um deles é com a maravilhosa da Sandra Bullock. Que jogue a primeira pedra quem não curte pelo menos um filme com ela. A eterna Miss Simpatia é uma das minhas atrizes favoritas e eu adoro praticamente todas as comédias românticas das quais ela fez parte. Semana passada em uma entrevista para a TV Reuters, Sandrinha (sou íntima!) disse que pretende fazer comédias até morrer. Por favor, como não amar essa mulher? Mas nem só de comédias românticas vive Sandra Bullock e seus filmes de drama também são ótimos. Enfim, eu escolhi dois filmes com ela que eu adoro e eu espero que vocês gostem.

1 – Um Sonho Possível (The Blind Side, 2009)

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Um Sonho Possível é baseado no livro The Blind Side: Evolution of a Game de Michael Lewis, que conta a história Michael Oher (Quinton Aaron), ou Big Mike, um jovem negro, filho de uma mãe viciada em drogas, que sobrevive sozinho vivendo como um sem-teto até o dia em que é avistado pela família de Leigh Anne Touhy (Sandra Bullock), quando estava indo em direção ao estádio da escola para poder dormir longe da chuva. Leigh Anne ao descobrir que o rapaz é da mesma turma que sua filha na escola, insiste para que passe uma noite em sua casa. O que de início era apenas um gesto de bondade, transformou a vida da família Touhy, pois Big Mike começa a fazer parte da mesma.  E à medida que a família começa a ajudar o rapaz a desenvolver o seu potencial, tanto no campo de futebol americano quanto nos estudos, a presença de Michael muda a visão de mundo dos Touhy. No futuro com a ajuda da família Michael Oher se torna um astro do futebol americano.

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O filme é baseado em fatos reais e com ele Sandra Bullock ganhou todos os prêmios a qual foi indicada, entre eles o Oscar de Melhor Atriz e o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama. Um Sonho Possível é emocionante. O que Leigh Anne faz por Big Mike é um ato corajoso, porque quem iria abrigar um desconhecido em casa? Exatamente. Foi um tiro no escuro que essa mulher deu. Eu bato palmas para a atitude dela, afinal ela mudou a vida dele e a da família para melhor. Como a história é real isso meio que ajuda a ter um pouco de esperança com a humanidade.

2 – A Proposta (The Proposal, 2009)

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A Proposta conta a história de Margaret Tate (Sandra Bullock) a editora-chefe de uma editora de livros, que pode até ser chamada também de TPM – tirana, malvada e perversa – “apelido” dado para Amy Jenkins, uma das personagens do livro “Garota Encontra Garoto”, da Meg Cabot. Margaret é uma cidadã canadense que recebe a notícia que está será deportada para o Canadá devido alguns problemas com o passaporte, para evitar que isso aconteça a executiva pensa rápido e inventa que está de casamento marcado com seu assistente, Andrew Paxton (Ryan Reyolds), que ela atormenta há anos. O rapaz resolve participar da farsa, porém ele impõe algumas condições para o casório aconteça e uma delas é que a família dele esteja ciente do relacionamento. Com isso o casal embarca para o Alasca para que a moça conheça a excêntrica família dele. Durante a viagem Margaret se vê em diferentes situações cômicas, como um casamento improvisado sendo organizado e a despedida de solteira em um bar da cidade.

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Esse filme rende boas gargalhadas. Sandra Bullock e Ryan Reynolds tem uma química ótima. E outra atriz que eu adoro também está no filme, que é a Betty White, que faz o papel da avó de Andrew e que finge está morrendo apenas para que os dois se resolvam. A Proposta é um filme bem bonitinho, é legal ver como a relação do casal evolui durante a viagem para o Alasca. Andrew tem que lidar com o pai que é contra a união e Margaret em que enfrentar alguns de seus medos. Os dois passam a ter um relacionamento de cumplicidade, além da premissa de que estão juntos só para evitar a deportação da executiva.

A ideia de fazer um post com filmes da Sandra Bullock surgiu após eu assistir ao trailer de Gravity, o próximo filme da atriz que estreia em outubro no Brasil. Gravity abriu o Festival de Veneza e vai narrar à história de dois engenheiros da NASA, Matt Kowalsky (George Clooney) e Ryan Stone (Sandra Bullock), que precisam sobreviver após a colisão da aeronave com um asteroide.

Espero que tenham gostado. Semana que vem tem mais.

Beijos.

Para cantar e dançar!

Oi gente linda, como estão? Essa semana eu vou indicar dois filmes pra vocês. Eu sou uma pessoa que desde pequena ama musicais. Eu fui criada assistindo Disney, então filme com várias músicas não é problema pra mim, é amor à primeira vista. Sei que muita gente não gosta, porque na maioria das vezes não encontra um motivo para os personagens estarem cantando tanto. Confesso que às vezes fico perdida também, mas aceito a proposta do filme e vou junto.

Eu como uma amante de musicais assistia a série Glee, porque amava a proposta da série ser toda nesse estilo. Como todos devem ter visto o Cory Monteith, o Finn Hudson, morreu há cerca de duas semanas e ele meio que foi a minha motivação pra escolher musicais pra essa semana. Na quarta-feira eu estava assistindo ao especial que a FOX preparou para ele e fiquei bastante emocionada aqui e ai surgiu à ideia. Mas enfim, sem tristeza aqui porque o show tem que continuar, não é mesmo? Agora arrasta os móveis da sala e vem assistir a esses dois filmes.

1 – RENT – Os Boêmios (RENT, 2006)

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RENT é um musical inspirado na ópera “La Bohème”, de Puccini.  O filme se passa no final dos anos 1980 e conta a história de um grupo de amigos que moram no East Village, em Nova York e de suas lutas contra a AIDS, o preconceito e o uso de drogas.

Não se enganem com a temática do filme e achem que ele é super depressivo. Muito pelo contrário. Claro que não é uma comédia pra você gargalhar, mas esses amigos tentam levar a vida, mesmo que cheia de problemas, sem preocupações. Cada em é consciente da sua condição, mas eles meio que evitam ficar a todo o momento falando do assunto, justamente para não desanimar o outro. Eles procuram sempre expor o melhor dos amigos.

Em RENT nós conhecemos o Mark Cohen (Anthony Rapp), que é um projeto de cineasta e que ama a professora Maurren Johnson (Idina Menzel), que é namorada de Joanne Jefferson (Tracie Thoms). Tem também o Roger Davis (Adam Pascal), companheiro de quarto de Mark, que é apaixonado por Mimi Marquez (Rosario Dawson), uma dançarina que mora com um gênio da computação Tom Collins (Jesse L. Martin), que por sua vez gosta da drag queen Angel (Wilson Jermaine Heredia). E por fim Benjamin Coffin (Taye Diggs), aquele trabalhou e deu certo na vida.

2 – Chicago (Chicago, 2003)

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Chicago conta a história de Velma Kelly (Catherine Zeta-Jones) uma dançarina que após matar o marido e a irmã, por encontrá-los juntos na cama, entra para uma lista das principais assassinas da cidade de Chicago, lista essa que é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que sempre se aproveita ao máximo do caso de suas clientes. Ao contrário do que todos achavam, a fama de Velma cresceu bem mais após o assassinato, tornando ela uma celebridade.

Enquanto isso uma aspirante a cantora, Roxie Hart (Renée Zellweger), sonha com um mundo de muito sucesso e glamour, até que após uma briga mata o seu namorado. Billy buscando um jeito de se aproveitar da situação adia o julgamento de Velma, como uma forma para poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Como ocorreu com Velma, Roxie logo fica famosa, e se inicia uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade.

Chicago estreou na Broadway em 1975 e teve um total de 936 apresentações. Em 1996 aconteceu o revival do show e bateu o recorde de mais longo revival de musical em cartaz e é o 7º show da Broadway há mais tempo em cartaz na história.

Já conheciam esses musicais? Quais são os favoritos de vocês?

Beijos.

Sessão pipoca

Oi gente linda, como estão? Essa semana eu fiz a revoltada e resolvi aparecer mais cedo na semana. Mentira, foi a Wanessa que perguntou se era viável eu mudar o meu dia essa semana e bom, estamos aqui!

Semana passada eu fui ao cinema com a Carol e com a Wanessa e gente como os shoppings estão LOTADOS. Confesso que fiquei meio assustada e até pedi para as férias das crianças acabarem logo para eu conseguir assistir meu Malvado Favorito 2 sem que todas elas fiquem gritando. No primeiro dia nós ficamos mais de uma hora na fila para conseguir comprar os ingressos e no segundo dia só foi mais rápido porque fomos parar em um shopping que só vende sofá, ou seja, não tem o muito que fazer por lá a não ser o cinema.

Agora pega a pipoca, o brigadeiro, o refrigerante, os doces e o milkshake e vem ler. Sim, só listei coisas não saudáveis porque eu não me imagino comendo uma barra de cereais dentro do cinema ou em casa assistindo filme. Pensamento de gordinha.

1 – Homem de Aço (Man of Steel – 2013)

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A sinopse do filme é a seguinte:

Nascido em Krypton, o pequeno Kal-El viveu pouco tempo em seu planeta natal. Percebendo que o planeta estava prestes a entrar em colapso, seu pai (Russell Crowe) o envia ainda bebê em uma nave espacial, rumo ao planeta Terra, e levando com ele importantes informações de seu povo. Contrariado com tal atitude, o General Zod (Michael Shannon) tenta impedir a iniciativa e acaba preso. Já em seu novo lar, a criança foi criada por Jonathan (Kevin Costner) e Martha Kent (Diane Lane), que passaram a chamá-lo de Clark. O tempo passa, seus poderes vão aparecendo e se tornando, de certa forma, um problema, porque isso evidencia que ele não é um ser humano. Já adulto, Clark (Henry Cavill) se vê obrigado a buscar um certo isolamento porque não consegue resistir aos salvamentos das pessoas e sempre precisa sumir do mapa para não criar problemas para seus pais. Mas o terrível Zod conseguiu se libertar e descobriu seu paradeiro. Agora, a humanidade corre perigo e talvez tenha chegado a hora das pessoas conhecerem aqueles que passarão a chama de o Super-Homem.

Já vou confessar que a minha primeira motivação para assistir ao Homem de Aço foi o Henry Cavill. E acredito que boa parte do público feminino do filme tenha tido a mesma motivação. Vamos combinar o moço é muito bem apessoado. Eu nunca fui muito fã do Super-Homem, não conseguia lidar com o fato do homem usar uma cueca por cima da roupa e todo mundo achar isso muito legal. Minha segunda motivação foi que nos últimos anos eu tenho assistido muitos filmes de super heróis, por exemplo, todos os filmes dos heróis da Marvel. E eu tomei gosto pela coisa. Então não poderia perder este.

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Como eu não sou uma fã de Super-Homem, não sei de quadrinhos e dos filmes anteriores eu me lembro bem vagamente, no quesito história eu gostei bastante. Porque pra mim mostrou como tudo começou. O que motivou Jor-El a mandar o filho para Terra e através de diversos flashbacks mostrou como Clark cresceu tendo de lidar com os poderes que tinha, mas sem que ninguém descobrisse. Outra coisa excelente é a atuação de todos. O momento em que Clark tem que deixar o pai morrer para que ninguém descubra os seus poderes é bem triste e Henry Cavill conseguiu mostrar bem isso. As cenas de luta entre o Super-Homem e o General Zod são ótimas também. Adoro ver eles destruindo a cidade inteira como se aquilo fosse normal. Quando eu assisto filmes com cenas desse tipo eu sempre me pergunto quanto o prefeito ou governador daquele lugar vai ter que desembolsar pra arrumar a bagunça toda.

2 – O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger – 2013)

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A sinopse é a seguinte:

Colby, Texas, 1869. John Reid (Armie Hammer) é um advogado que acaba de retornar à sua cidade-natal, onde vive seu irmão Dan (James Badge Dale), a cunhada Rebecca (Ruth Wilson) e o sobrinho Danny (Bryant Prince). John está disposto a cumprir a justiça ao pé da letra, levando os criminosos ao tribunal, apesar da resistência local. Ao acompanhar o irmão e outros Texas Rangers em uma patrulha pelo deserto, o grupo é atacado pelos capangas de Butch Cavendish (William Fichtner), um bandido que tem a fama de comer carne humana. Todos são assassinados, com exceção de John, que fica à beira da morte. O índio Tonto (Johnny Depp) o encontra e, ao perceber que um cavalo branco escolhe John, passa a ajudá-lo. Tonto acredita que John foi escolhido por um mensageiro espiritual e que, como voltou da morte, não pode mais ser morto. A partir de então John passa a usar uma máscara e, ao lado de Tonto, faz de tudo para reencontrar Cavendish.

Primeira surpresa do filme, ele tem o Johnny Depp e a Helena Bonham Carter, mas não é do Tim Burton. Esse trio já é tão comum que chega até ser estranho ver só um ou dois trabalhando sem os outros. O diretor é o Gore Verbinski, o mesmo de três Piratas do Caribe, Rango (2011) e O Chamado (2002).

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Todas as críticas que eu li sobre esse filme falam praticamente a mesma coisa, que o filme é um dos piores já feitos pelo Johnny Depp e que não vale a pena sair de casa para assistir no cinema. Bom, eu não tenho propriedade nenhuma pra avaliar o filme nos mesmos conceitos que esses críticos devem ter usado, mas na minha humilde opinião o filme não é essa atrocidade que estão falando por ai. Não é o melhor do Johnny Depp, mas também não é o pior. Se você está querendo um filme para se divertir e rir, O Cavaleiro Solitário é uma boa escolha, tem ação e comédia na medida certa. O filme é bem engraçado e tem uns momentos que você pensa “de onde surgiu isso?”, mas logo eles dão um jeito de explicar. Aliás, um dos melhores momentos para esse pensamento é na cena da escada no trem. Quando você menos espera, Tonto aparece subindo uma escada em cima de um trem em movimento e ele faz aquilo como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Já assistiram a esses dois filmes? Espero que gostem.

Beijos.

Bom dia, leitoras! Para essa semana eu escolhi um dos meus atores favoritos, Jake Gyllenhaal. Suas interpretações, a maioria pelo menos, foram muito bem recebidas pelas críticas, resultando em declarações como a seguinte:

“Gyllenhaal alça o truque difícil de parecer tanto uma pessoa suavemente normal como uma profundamente perturbada, frequentemente dentro de uma mesma cena”

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Os seguintes filmes são os meus dois preferidos de sua longa lista de atuações: Donnie Darko e o Príncipe da Pérsia.

Donnie Darko (2001)

Dirigido por Richard Kelly e produzido por Drew Barrymore.

O que chama a atenção no filme é seu personagem e seus distúrbios mentais, que o fazem ver um coelho gigante chamado Frank que o manda cometer diversos atos de vandalismo. O interessante de tudo o que acontece em decorrência disso – como Donnie enlouquecendo aos poucos, os personagens secundários se interessando cada vez mais por ele e eventos misteriosos – faz parte de algo maior que vocês podem constatar ao assistir o filme!
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Donnie Darko é um jovem esquizofrênico que teme as mensagens do dia do Juízo Final, ditas por um coelho gigante. O que parece absurdo de início é na verdade uma misteriosa e encantadora viagem pela mente atormentada de Donnie, até o conceito dessa viagem no tempo transformar para sempre a sua percepção da vida e o destino das pessoas que o rodeiam.

Além de abordar viagens no tempo, emprega assuntos como teorias de física quântica somadas às críticas em relação à igreja, o relacionamento familiar, a falta de preparo das instituições de ensino e a professores déspotas que impõe uma ideia sem notar quão alienados e inerentes as regras da sociedade estão.

Donnie Darko (L - R) Jake Gyllenhaal & Jena Malone © Warner Brothers Int TV

O filme é definitivamente uma obra única e peculiar no melhor sentido possível. Não só dentro das experiências sensoriais e visuais além de todos os símbolos e códigos abordados que enriquecem o tema principal.  A cena onde Jake deixa bem claro o quão competente ele é com o seu trabalho é a em que ele está na sala da diretoria e sua diretora fala em voz alta o que ele disse para ela durante a aula. A expressão que Jake faz em seguida é simplesmente genial. Com toda a certeza esse foi o trabalho em que ele se destacou mais e um dos que mais exigiu de sua capacidade. Em minha opinião, uma excelente atuação pelos seus vinte e um anos na época.

Prince of Persia (2010)

O filme é dirigido por Mike Newell, produzido por Jerry Bruckheimer e com roteiro do criador do jogo eletrônico, Jordan Mechner.

Dastan, quando menino, foi encontrado pelo rei no que chamavam de mercado da cidade e devido a bravura que o menino apresentou o Rei se encantou por ele e o adotou. Ainda assim Dastan possui um brilho próprio, é carismático, aventureiro e adora desafios, quase sempre sendo o centro das atenções. Quando um de seus irmãos decide invadir e conquistar um território vizinho, Dastan o apoia na batalha. Quando vencem a guerra Dastan tem em mão uma belíssima adaga, diferente de todas que ele já viu. Esta era guardada cuidadosamente pela princesa de Alamut, Tamina. Porém, Dastan nem imagina que a adaga que ele possui e exibe não é só um simples e belo artefato, ela tem poderes e nas mãos da pessoa errada pode causar sérios problemas.

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Dastan é encarregado de entregar ao seu Pai e Rei uma túnica belíssima, como um presente. A túnica foi envenenada levando o Rei a morte quase que de imediato na frente de todos, obviamente Dastan se torna culpado e acusado de traição o mesmo tem de fugir as pressas com a adaga e a princesa Tamina que insiste em acompanhá-lo para protegê-la.

Nessa jornada, Dastan descobre o verdadeiro poder da adaga e o motivo da princesa ter se empenhado tanto em mantê-la a salvo. Ele percebe então que sofreu um golpe e que estão tentando destruir o reino. Durante o filme, o príncipe procura por provar sua inocência e muitas cenas de ação surgem.

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Os viciados em jogos de vídeo-game ficaram decepcionados com o filme, assim como aconteceu com  Lara Croft: Tom Raider e outros filmes baseados em vídeo-game. Eu particularmente adorei e achei muito divertido, principalmente por ter uma boa dose de romance e homens da idade média com belos corpos seminus lutando e exibindo toda sua virilidade na ponta de suas espadas.

Pra quem já viu os filmes ou pelo menos um deles, compartilhem com a gente o que vocês acharam. E pra você que ainda não assistiu, boa sessão!

Beijinhos!

 

Sessão com Johnny Depp!

Johnny Depp é sempre um convite irresistível para assistir a um filme. Não só pelo charme, mas pelo histórico de excelentes atuações ao longo de sua carreira. E o post de hoje eu dedico a ele, relatando a história de dois de seus filmes que eu acredito não serem tão bem conhecidos quanto seus sucessos Edward, mãos de tesoura e Piratas do Caribe. Eu sou uma grande fã do Johnny e já vi a maioria de seus filmes, até hoje não conheci um que me decepcionasse. Minhas escolhas para hoje são: Chocolate e A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça.

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Chocolat (2000)

Johnny Deep e Chocolate? Em minha opinião é uma combinação perfeita!

O filme Chocolate é um ótimo filme que combina Johnny Depp, Chocolate e Interior da França. Juliette Binoche é a protagonista, cujo desempenho lhe rendeu uma indicação ao Oscar. O filme ainda levou outras quatro indicações ao prêmio da Academia. O que chamou a atenção foram as atuações, com destaque para Judi Dench e Lena Olin.

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Lansquenet-Sous-Tannes é uma cidadezinha no interior da França, igualzinha a qualquer outra cidadezinha do interior de qualquer outro país cristão. O padre é a engrenagem que mantém o hábito religioso de meia dúzia de carolas e de uma população conservadora, de ombros curvados, oprimidos pelas suas obrigações espirituais. Em contrapartida, existem os forasteiros, os ciganos e os excluídos.

Vianne Rocher não é uma mulher como as outras. Mãe solteira, ela chega com sua filha de seis anos a essa pequena cidade, Lansquenet-sous-Tannes, no interior da França durante o período da Quaresma. Ela choca os locais ao abrir uma chocolataria durante esse período religioso e se envolve em outras polêmicas, como se relacionar com o charmoso cigano Roux (Depp). A mulher acaba por conquistar a confiança da população local com suas delícias feitas de chocolate. Logo o ceticismo inicial transforma-se em uma calorosa recepção.

É um filme bem tranquilo, no estilo sessão da tarde, e eu recomendo que você assista com chocolate em mãos para não passar vontade! O filme inteiro é um desfile de bombons, bolos, panquecas… Uma variedade enorme com chocolate envolvido!

Chocolate é a prova que um bom romance não precisa de histórias megalomaníacas ou dramas arrebatadores. Contemplativa, intimista e mística, a britânica Joanne Harris tem na vivacidade da sua obra seu principal triunfo. Todos os doces são saborosos, todos os personagens são reais, todos os dramas e mistérios são ritmados na velocidade exata.

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Sleepy Hollow (1999)

Esse sem dúvidas é um dos meus filmes preferidos do Johnny, além de ser dirigido pelo Tim Burton. Uma das melhores parcerias, em minha opinião. A história é uma adaptação para o cinema vagamente baseado no conto de 1820 de Washington Irvin.

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A trama se passa em 1799 onde uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. O investigador Ichabod Crane então é enviado ao condado para desvendar os assassinatos misteriosos, onde todas as vítimas são encontradas decapitadas. Para desvendar o caso, Ichabod Crane, logo ao chegar ao local, depara-se com a suspeita de que o assassino seja, na verdade, o fantasma de um sanguinolento guerreiro morto há muitos anos, próximo à região. Ichabod não acredita na crença popular até testemunhar um dos assassinatos. Empenhado a solucionar o caso,  Ichabod passa a usar os seus métodos para descobrir se existe uma ligação entre o assassino e suas vítimas e acaba descobrindo uma trama que envolve a família mais influente da cidade, os Van Tassel, por cuja filha, Katrina, Ichabod acaba se apaixonando. Crane tem freqüentes pesadelos com a morte de sua mãe, torturada na Donzela de Ferro.

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Produzido por Tim Burton, o filme tem uma fotografia linda e bem sombria e ótimos efeitos especiais, comparado ao baixo orçamento da produção. As atuações são excelentes, Johnny Deep faz um protagonista perfeito em contraponto como o Cavaleiro Sem Cabeça, interpretado por Christopher Walken. Christina Ricci interpreta a doce Katrina.

Tentando homenagear antigos filmes ingleses de terror, Burton constrói um filme único à sua maneira ao combinar horror, investigação e aventura com doses de sobrenatural e romance. Cabe dizer ainda que o filme apresenta de forma clara uma crítica ao modo como os ricos e influentes conseguiam suas terras naquela época, roubando dos pobres e registrando tudo em nome de suas famílias, com a ajuda de autoridades corruptas. Outro ponto interessante é saber o que acontece com a mãe de Ichabod, o que ajuda a entender um pouco o seu lado cético.

Espero que vocês tenham gostado das minhas dicas dessa quinta-feira, pessoal. Até semana que vem 🙂

Beijinhos!

Dessa vez deixei os livros de lado, para contar um pouquinho pra vocês sobre filmes que eu gosto bastante. Vamos conferir?

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The Secret Garden (1993)

O filme é baseado na obra de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Agnieszka Holland.

Após um surto de cólera mortal, Mary acaba sozinha no mundo, esquecida na casa após a morte de seus pais e de todos os empregados da propriedade. Ela é levada para Yorkshire, no interior da Inglaterra, para uma mansão imensa, repleta de jardins, junto a uma enorme charneca¹. Inicialmente, Mary continua sendo uma menininha estranha e emburrada. Ao contrário da Índia, ela não tem muitas pessoas para cuidar dela na Inglaterra. Ao respirar o ar da Charneca e explorar as centenas de cômodos da propriedade, Mary começa a ficar um pouco mais saudável, chegando até a fazer amizade com um jardineiro e uma das criadas da mansão, mas de quem ela mais gostava era de um pássaro de peito vermelho. A curiosidade sobre os mistérios da mansão e um jardim onde ninguém entra, começam a despertar a curiosidade de Mary. Um dia, ao seguir o pássaro, Mary encontra a chave enterrada do jardim onde ninguém entra, e nos próximos dias encontra escondida sob trepadeiras, a porta do jardim.

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Um trecho do livro:

“O sol brilhou durante quase uma semana inteira no jardim secreto. Jardim Secreto era como Mary o chamava, quando pensava nele. Ela gostava do nome e gostava mais ainda da sensação de que, quando estava cercada daqueles velhos e lindos muros, ninguém sabia onde ela estava. Era quase como estar fora do mundo e numa espécie de lugar encantado”.

Mary é apresentada a Dickon, irmão da criada responsável pelo quarto dela. O jovem parece encantar os animais e tudo a sua volta com seus modos, inclusive Mary. A amizade entre os dois ocorre de imediato e Mary passa a gostar de mais alguém.

Em uma noite de tempestade, Mary volta a ouvir os uivos e choros que todos na mansão negam existir. Ao explorar uma das alas proibidas, ela descobre um garotinho enfermiço, a fonte do choro, e herdeiro da mansão. Colin Craven é um garotinho tão insuportável quanto Mary um dia fora. Ele fora abandonado pelo pai, que culpava o garoto pela morte da esposa durante o parto, e que também temia que o garoto fosse um inválido. Colin era constantemente mimado pelos criados da mansão para que não ficasse histérico.

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Mary também faz amizade com Colin, mas inicialmente teme revelar o segredo do Jardim Secreto para ele. A garota parece ser a única que consegue controlar as crises dele e começa a se sentir responsável para ajudá-lo em sua recuperação. Então, com a ajuda de Dickon, passam a levar o garoto às escondidas para o jardim secreto.

Eu imagino que o livro seja tão bom quanto o filme, apesar de que provavelmente possua mais detalhes. Esse foi sem dúvida um dos meus filmes preferidos na infância. Eu lembro que uma das minhas partes favoritas é quando Mary e Dickon levam Colin pela primeira vez ao Jardim e como ele apresenta visível melhora devido ao ar puro e a beleza do lugar. A forma como representaram o Jardim foi perfeita, ficou realmente incrível.

Atores principais:

  • Kate Marberly (Mary Lennox)
  • Heydon Prowse (Colin Craven)
  • Andrew Knott (Dickon)

Charneca¹ – Terreno inculto e árido onde há apenas vegetação rasteira.

The Little Princess (1995)

A Princesinha tem roteiro baseado no conto infantil de Frances Hodgson Burnett e dirigido por Alfonso Cuáron.

O filme conta a história de Sara Crewe, uma menina rica que perde tudo quando lhe acontece uma terrível tragédia. Obrigada a trabalhar como empregada, a passar frio e fome, ela continua a preservar sua nobreza, e assim consegue manter seu orgulho e sua generosidade.
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Sara Crewe foi trazida da Índia por seu pai, o Capitão Crewe, para estudar em uma escola de moças. O Capitão Crewe é muito rico e compra para Sara tudo o que ela deseja do bom e do melhor e tem uma relação de grande amizade e amor com a filha.
Sara com certeza deveria ser uma garota mimada e arrogante pela quantidade de mimos que recebia do pai e de empregados e por conta de sua riqueza. Muito pelo contrário, Sara é uma garota boa, generosa, imaginativa e muito inteligente. Na escola para moças em que o pai a matricula, a diretora, Miss Minchin, não gosta nenhum pouco de Sara logo que a vê, mas finge gostar por conta do dinheiro de seu pai.
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As meninas do colégio reverenciam Sara no início, mas ela acaba fazendo amizade com Ermengarde, uma garota feliz, gordinha, tímida e que não se dá muito bem nos estudos; com Lottie, a menininha que sempre fazia manha por tudo, é “adotada” por Sara e passa a se comportar divinamente e Beckie a escrava empregada da cozinha que é responsável por limpar os quartos de todas as meninas.
Até que uma tragédia se abate sobre Sara e tudo desmorona de uma vez em sua vida. As únicas coisas que a salvam de se entregar é sua imaginação, sempre capaz de criar mundos fantásticos e conquistar a todos, e suas amigas que não a abandonam apesar de tudo! Mas tudo está para mudar novamente quando um indiano muito doente chega à cidade procurando uma menina perdida.
A Princesinha, apesar de ser um filme infantil, passa valores importantes que até mesmo um adulto deveria dar atenção. E não sei se perceberam, mas ambas as histórias possuem elementos parecidos, um deles é o local de origem das garotas (Mary e Sara), a Índia.
Trecho do livro:
“Talvez eu não tenha bom gênio, mas como posso saber, se eu tenho tudo que eu quero e todos me tratam bem? Pode ser que eu seja um horror, insuportável, mas ninguém saiba, porque nunca passei por nada que me fizesse sofrer.” – Sara.
Atores principais:
  • Liesel Matthews …. Sara
  • Liam Cunningham …. Capitão Crewe

Vocês já assistiram algum desses filmes?