Olá pessoal, como estão? Eu estou ótima e hoje estou aqui para falar de um filme que eu assisti recentemente e adorei. Austenland (2013) é uma comédia romântica baseada no romance homônimo de Shannon Hale, e dirigido por Jerusha Hess.

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O filme conta a história de Jane Hayes (Keri Russell), uma moça com os seus 32 anos de idade, mas ainda a espera do príncipe encantado. O único problema é que Jane é uma obcecada por todos os livros da Jane Austen, em especial o romance Orgulho e Preconceito e a sua ideia de homem ideal é claro o Mr. Darcy. Um dia, cansada da vida que leva, ela decide gastar todas as economias e ir para Austenland, uma propriedade no interior da Inglaterra onde atores contratados encenam situações e recriam a época em que as histórias de Jane Austen se passavam. Com direito a aulas de bordado, caça de faisões, bailes e romances “austenianos”.

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Como Jane não tinha muito dinheiro, ela acaba comprando o pacote mais barato e é mandada para os aposentos mais afastados da casa e ganha a história mais triste para representar. Ela logo se aproxima de Martin (Bret McKenzie), o responsável pelo estábulo e que aparentar desdenhar de tudo que acontece em Austenland. Com o tempo Jane também começa a chama a atenção de Mr. Henry Nobley (J.J. Field), o Mr. Darcy da mansão. Com um triângulo amoroso montado, Jane fica dividida entre seguir o script das férias perfeitas ou aceitar a dura realidade.

Confira o trailer!

Austenland é uma comédia romântica bem gostosinha de assistir. O cenário lembra bem o período regencial e até o figurino, mesmo um pouco exagerado, remete a época também. O filme aposta em diversos clichês, com direito a cena no aeroporto e nos vários momentos hilários em que o elenco fica imitando o jeito afetado dos britânicos durante o período das histórias de Jane Austen.

Eu já fiz um post aqui no blog sobre Orgulho e Preconceito – você pode ler ele aqui – e nele eu falo que a história é de longe uma das minhas favoritas, então vocês imaginam qual foi a minha reação com esse filme. Eu só não corri para o Google para saber se Austenland era um lugar real porque o bom senso falou mais alto. Mas confesso que se Austenland existisse mesmo eu estaria juntando todo dinheiro possível para ir, mesmo sabendo que é tudo encenação.

Alguém já conhecia o filme? O que acharam?

Semana que vem tem mais!

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Eu estou sofrendo de depressão pós show e olha, não ta legal! Mas o bom é saber que eu não estou sozinha nessa. Mas enfim, sem lamentações aqui. Hoje eu escolhi um filme que é de longe um dos meus favoritos. Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice, 2005) é uma paixão eterna aqui em casa. Eu e minha mãe paramos tudo o que estivermos fazendo para assistir.

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Orgulho e Preconceito é baseado em um dos romances clássicos da Jane Austen de mesmo nome. A história se passa na Inglaterra, em 1797 e conta a história da família Bennet, que é composta pelo Senhor e Senhora Bennet (Donald Sutherland e Brenda Blethyn respectivamente) e suas cinco filhas – Jane (Rosamund Pike), Elizabeth – Lizzy (Keira Knightley), Mary (Talulah Riley), Kitty (Carey Mulligan)e Lydia (Jena Malone). As cinco moças foram criadas por uma mãe fissurada em casá-las com homens relativamente ricos, para que garantissem um bom futuro, sem que passassem por necessidades. Porém Elizabeth, uma das filhas mais velhas, não concorda com as atitudes da mãe e está decidida a não se casar, a menos que seja por amor verdadeiro.

Quando o Senhor Bingley (Simon Woods), um jovem solteiro e rico se muda para Natherfield – para uma mansão vizinha – as coisas mudam. O jovem é apresentado para a sociedade junto com sua irmã Caroline (Kelly Reily) e seu amigo Senhor Darcy (Matthew Macfadyen). Bingley logo se encanta por Jane, a filha mais velha do Senhor Bennet, assim como ela por ele. Enquanto isso, Elizabeth começa a nutrir uma antipatia por Darcy, depois que ele recusa todas as tentativas de conversa da moça e ela ainda o escuta dizendo para Bingley que ela “não é bonita o suficiente”.

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Quando todos acham que Bingley iria pedir Jane em casamento, o jovem retorna inesperadamente para Londres e deixa à moça. Elizabeth então sugere que a irmã vá para a casa dos tios na cidade para que ela não perca o contato com ele, porém sem sucesso. Meses mais tarde, durante uma visita a sua amiga Charlotte Lucas (Claudie Blakley) em Rosings, Lizzy – assim como a amiga e o marido – são convidados para jantar na mansão de Lady Catherine (Judi Dench), onde encontram Darcy e o Coronel Fitzwilliam. Durante o jantar Darcy começa a demonstrar bastante interesse em Elizabeth. No dia seguinte, o coronel Fitzwillian conta para Lizzy como Darcy é um bom amigo e como ele salvou o Senhor Bingley de um casamento cuja família da moça não havia sido considerada apropriada, ela logo entende que ele está falando de sua irmã, Jane.

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Aflita com tudo que o coronel havia lhe contado Elizabeth se isola, mas Darcy logo a encontra e decide que aquele é o momento apropriado para declarar o seu amor pela moça, mesmo que a posição dela na sociedade seja inferior a dele, mas ela logo recusa e afirma que ele seria o último homem na terra com quem ela poderia se casar um dia. Após a discussão, Darcy escreve uma carta para Lizzy explicando todas as indagações que ela fez a ele. Após uma série de acontecimentos, ela descobre como Darcy largou seu preconceito de lado e fez o possível e o impossível para ajudar a ela e sua família, sem que ela ficasse sabendo. Ele inclusive leva o Senhor Bingley de volta a Natherfield para que ele finalmente peça Jane em casamento.

Confira aqui o trailer do filme!

Orgulho e Preconceito é um dos meus romances favoritos. O filme é tão excelente quanto o livro, que – pra mim – é uma das melhores adaptações que eu já assisti (Conheço pessoas que preferem a adaptação de 1995 da BBC com o Colin Firth como Senhor Darcy, mas eu não consigo aceitar ele nesse papel). Jane Austen tinha o dom para escrever os melhores dramas, é incrível isso. Desde o primeiro encontro entre Darcy e Elizabeth nós já sabemos quem é o orgulho e quem é o preconceito e no decorrer do filme nós vemos como eles vão deixando esses estereótipos de lado.

Para quem gosta de um filme de época, esse é uma boa pedida. Os cenários, as roupas, a fotografia e a trilha sonora definitivamente te levam para a Inglaterra do final do século 18. Confesso que um dos meus sonhos é participar de um baile parecido com os que são mostrados no filme. As danças sincronizadas, os vestidos longos, enfim, tudo me faz ter vontade.

Alguém já leu e já assistiu a esta adaptação de Orgulho e Preconceito? Espero que gostem! Semana que vem tem mais.

Beijos!