Depois de anos-luz voltei com tudo e trouxe um seriado bacanérrimo pra compartilhar com vocês. Fazia um bom tempo desde Sense8 que eu não assistia algo que me prendia do começo ao fim. Já ouviram falar de Jessica Jones? Acho que todo mundo sim, não é? A internet parou quando soube da série e os comentários positivos eram muitos. Fui curiosa pra ver por causa da galera do twitter comentando, vi o piloto e hoje acabei a série já aguardando ansiosamente pela 2º temporada (vai demorar, mesmo?).

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Jessica Jones saiu dos quadrinhos de HQs e está no Netflix a série conta a história de uma mulher poderosa que desistiu da vida heroica e sofre com traumas do passado. Tudo começa quando um casal visita o escritório de Jessica (Krysten Ritter) e contrata para encontrar Hope (Erin Moriarty), uma jovem perdida em NY. No decorrer da investigação, Jessica percebe que este não é um caso qualquer e tudo está ligado ao seu passado. Apesar de ter super-poderes, Jessica prefere não usá-los e confia em suas habilidades como detetive para solucionar problemas e ganhar a vida em Hell’s Kitchen.

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Na trama temos também Trish Walker (Rachael Taylor), irmã adotiva de Jessica que tem um famoso programa de rádio de NY, Will Simpson (Will Traval), um policial misterioso, Malcolm (Eka Darville), um vizinho de Jessica usuário de drogas, Jeryn Hogarth (Carrie-Anne Moss), uma grande advogada, além de outros personagens que compõem o elenco principal e aos poucos se envolvem na história.

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E não podemos esquecer do vilão mais querido ou odiado por muitos telespectadores o famoso Kilgrave (David Tennant), ele é capaz de tudo, devido ao seu poder de influenciar ações de qualquer um à sua volta, ele faz com que todas as suas cenas sejam tensas e passem a sensação de insegurança, criando situações inesperadas. Todas as cenas de David e Krysten são excelentes, os dois conseguem transmitir todos os traços dos personagens e ambos tem carisma de sobra para futuras temporadas. 😀

Confira o trailer:

E aí, você já assistiu a série?

Para assistir: Sense8

Olá pessoal, como estão? Eu estou confusa com o clima dessa cidade, eu sei que já devia estar acostumada a isso, mas mesmo assim, todo ano a mesma coisa. Enfim, vamos ao que interessa. Para hoje eu trouxe a nova série do Netflix que estreou em forma de streaming no último dia 5 de junho. Sense8 é uma ficção científica dramática criada pelos irmãos Andy Wachowski e Lana Wachowski, os mesmos de Matrix, em conjunto com J. Michael Straczynski.

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Sense8 conta a história de oito indivíduos de oito lugares diferentes do mundo, que não se conhecem e não fazem ideia da existência uns dos outros, eles são: Will (Brian J. Smith), um policial de Chicago; Riley (Tuppence Middleton), uma DJ islandesa que mora em Londres; Capheus (Aml Ameen), motorista de ônibus de Nairóbi; Sun (Doona Bae), filha de um grande empresário de Seul; Lito (Miguel Ángel Silvestre) um ator de novelas mexicanas e homossexual não assumido; Kala (Tina Desai), cientista indiana com casamento arranjado com um homem que não ama; Wolfgang (Max Riemelt) um arrombador de cofres envolvido com o crime organizado de Berlim; e Nomi (Jamie Clayton) uma ativista transexual que mora em São Francisco.

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Em um certo dia, todos ao mesmo tempo têm uma visão do suicídio de uma mulher chamada Angelica (Daryl Hannah), e então eles começam a ter novas sensações e descobrem que estão mentalmente e emocionalmente ligados uns aos outros. Com o tempo eles percebem que são capazes de se comunicar, sentir e receber as habilidades alheias. Eles então passam a ser chamados de Sensates. Enquanto tentam descobrir mais sobre essas conexões, o misterioso Jonas (Naveen Andrews) tenta ajudar os oito a lidar com o novo dom, enquanto os chamados Whispers tentam caça-los, usando o “poder sensate” para ganhar acesso aos pensamentos e assim encontrar todos para poder dar fim a essa evolução biológica.

Sense8 foi uma grande surpresa pra mim. Eu não esperava muito da série porque quando assisti ao trailer não curti muito, mas a Wanessa deu aquela insistida e eu resolvi dar uma chance e olha, já virou um vício. O primeiro episódio é um pouco confuso, já que há muito o que explicar, mas no segundo episódio você já se importa demais com o os 8 sensates e quer saber até onde vai a conexão deles. E é bem legal ver o tanto que eles compartilham. Em uma cena nós vemos que Sun está claramente naqueles dias graças ao seu compartilhamento com Lito, que sente todos os sintomas, como a sensação de inchaço e as crises emocionais advindas da TPM.

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E o que dizer da fotografia maravilhosa da série? Sense8 foi gravado em 9 países diferentes e cada um recebeu um tratamento para mostrar bem o clima do local. Os meus favoritos são Mumbai, na Índia e Berlim, Alemanha. E são favoritos por serem tão diferentes. Mumbai com todas as suas cores, dando o tom de Kala e Berlim sendo mais cinza e dando um ar mais sombrio para Wolfgang. E nem vou falar nas minhas conexões favoritas, senão vou acabar dando spoilers demais, mas Sun e Capheus arrasam, apenas isso. Mas tentando ser imparcial quanto a isso, todos os atores tem uma química ótima e você torce para que eles se conectem ao mesmo tempo por várias vezes e olha, tem algumas conexões que parecem improváveis, você chega a pensar que não tem nada a ver e que não faria o menor sentido, mas quando acontece, gente, é lindo demais de assistir.

Os irmãos Wachowskis estão de parabéns pelo roteiro incrível. Eu acho que eles souberam trabalhar todas as temáticas apresentadas e desenvolveram bem todas as histórias. Sense8 ainda não teve a segunda temporada confirmada, mas eu já estou aqui torcendo muito para isso acontecer. Eu já gosto demais dos Sensates, não vou saber lidar se não tiver uma continuação. Muitas perguntas ainda precisam ser respondidas.

Alguém já conferiu Sense8 na Netflix? Fez uma maratona saudável? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos.

Bom dia, gente! Como vocês estão nessa sexta-feira? Final de semestre e tudo mais, muita correria! Bom, hoje eu trouxe uma série que eu comecei a acompanhar há pouco tempo, trata-se de Penny Dreadful.

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Penny Dreadfuls são histórias impressas em papel barato que eram vendidas a um centavo na Inglaterra do século XIX, daí vem o nome da série de terror que possui toques sobrenaturais, a trama se passa na cidade de Londres na época vitoriana. A história compartilha personagens clássicos da literatura como Frankenstein, Conde Drácula e Dorian Gray, e seus contos de horror, origem e formação se misturam à narrativa dos protagonistas.

O elenco conta com os protagonistas Josh Hartnett e Eva Green, além de Sam Mendes como produtor executivo da atração. Penny Dreadful tem uma abordagem bastante psicossexual da trama de monstros, criaturas e demônios. O reconhecimento do público levou a uma segunda temporada que está sendo transmitida atualmente pela HBO aqui no Brasil.

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O mais interessante da série (além dos personagens históricos e complexos) é o mistério que paira no ar a cada episódio. Os acontecimentos se desenrolam devagar, os episódios seguem uma linha lenta e enigmática e o que vai acontecer no próximo ato nunca fica claro até o momento do acontecimento. Quem curte ver os personagens clássicos do terror sendo representados fielmente em suas histórias originais não vai se decepcionar. Aos fãs das histórias de terror que nunca assistiram a série: vocês estão perdendo! A atuação eu acho que nem preciso comentar. Eva Green no elenco é coisa boa na certa!

Confira o trailer:

E vocês, já assistiram? Conta nos comentários!

Beijos!

Para assistir: Demolidor

Olá pessoal, como estão? Eu estou tão cansada que acho que nunca fiquei tão feliz com um 21 de Abril como eu estou nesse momento. Graças a Deus semana que vem tem feriado, porque olha, não tá fácil. Mas enfim, vamos ao que interessa. Hoje eu estou aqui para indicar a nova série da Netflix em parceria com a Marvel que foi e está sendo assunto há bastante tempo. Demolidor (Daredevil, 2015) estreou em forma de streaming* na sexta-feira passada e está todo mundo frenético (me inclua aqui! #NoShame) e fazendo maratonas para fugir de spoilers e conferir o mais rápido possível o resultado da parceria.

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Aos nove anos de idade o jovem Matt Murdock (Charlie Cox) ficou cego por conta de um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixo tóxico, fazendo com que seus sentidos se desenvolvesse de uma forma assustadora. Recém formado em Direito, Murdock volta o seu bairro na cidade, a perigosa Hell’s Kitchen. Ele junto com o seu amigo Foggy Nelson (Elden Henson), abrem um escritório de advocacia onde lutam por justiça. Quando percebe que a Cozinha do Inferno não é mais a mesma, Matt decide tentar mudar as coisas com as próprias mãos se transformando no vigilante mascarado do lugar. Porém a presença do novo justiceiro começa a atrapalhar os planos de Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), o chefe de uma grande máfia em Hell’s Kitchen.

Na minha opinião Demolidor já chegou chutando bundas e mostrando a que veio. E fez isso muito bem, aliás. Todo mundo conhece os filmes da Marvel e as séries da TV, mas Daredevil trás um clima diferente. A série é bem mais obscura e definitivamente mais violenta do que já foi lançado pela Casa de Ideias. As cenas de lutas são bem pesadas e muito bem feitas. Quando a cena do corredor no segundo episódio acabou eu estava cansada e destruída junto com Murdock. Eu quis pausar o episódio e aplaudir, porque Jesus, que cena!

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O personagem de Matt Murdock é construído aos poucos, mas sem se tornar algo chato e didático. O telespectador cresce junto com ele. Os flashbacks do garoto com o pai, as conversas com o padre na igreja, os conselhos que ele recebe de algumas pessoas que passam por sua vida. Tudo é importante para a trajetória do vigilante de Hell’s Kitchen. A série apresenta um herói humano, que não precisa de super poderes ou armaduras para se defender. Matt Murdock é um cara de que bate e apanha. E como apanha! Confesso que tinha momentos que eu só pensava “Meu filho, você tá todo costurado! Saí desse telhado!”. Charlie Cox mostrou para todos que não tá fácil mesmo vestir um uniforme comprado na internet e sair na rua querendo defender a cidade. Eu sentia a dor e o cansaço junto com ele.

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Como não só de heróis vive uma história, Daredevil também tem os seus personagens secundários que são importantes para o desenvolvimento da série. Os amigos de Matt servem como aviso de que durante o dia ele é apenas o advogado que tem uma vida dupla. Impossível não gostar deles. Agora sobre Wilson Fisk, o grande vilão e conhecido como O Rei do Crime nos quadrinhos, eu confesso que de início achava ele bem estúpido e até forçado em suas atitudes, mas quando continuei assistindo foi aí que eu vi como ele assusta. Eu geralmente gosto muito de vilões, tenho essa queda. Aqui não rolou, eu realmente odiei ele. Sério! O cara dá medo! Parabéns a ótima atuação de Vincent D’Onofrio.

Demolidor está disponível na Netflix e conta com 13 episódios de cerca de 50 minutos cada.

*streaming: todos os episódios foram disponibilizados de uma vez só.

Alguém já assistiu Demolidor? Fez maratona igual a doida que está escrevendo? Porque olha, foram 3 dias frenéticos. O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos

Para assistir: The 100

Olá pessoal, como estão? O espírito natalino já chegou aqui em casa e a árvore de natal foi montada e decorada. Já estou com o cd de Natal do Michael Bublé no repeat aqui! Enfim, deixando o Papai Noel de lado, hoje eu to aqui para indicar outra série para vocês. Não sei se vocês se lembram, mas no início do ano eu indiquei The 100 para vocês apenas apostando no potencial de uma série que ainda era desconhecida por mim.

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Pois bem, meses se passaram uma temporada já foi finalizada e uma segunda já está chegando à metade e eu só tenho a agradecer a cada episódio lançando, porque a história de The 100 é muito boa e os personagens conseguem passar toda a ação e tensão necessária para nos deixar atentos em cada momento.

Mas vamos lá, para quem não conhece a série, ela se passa em um futuro distante quase 100 anos após uma guerra nuclear devastar toda a Terra. Os únicos humanos sobreviventes foram os 400 habitantes de algumas estações espaciais, que juntas formam a Arca, que já estava em órbita durante o apocalipse. Depois de muitos anos a população das aeronaves aumentou e os recursos que os mantinham estavam já acabando, então eles decidem enviar para a Terra 100 jovens prisioneiros – culpados de crimes leves – para ver a situação do planeta e descobrir se ele está habitável e se é possível o retorno para o local. A missão dos jovens na Terra, além de ver se o planeta está em boas condições, é procurar o Mount Weather, um antigo centro de emergência, onde poderiam encontrar comida e suprimentos para sobreviverem por algum tempo. Porém o que ninguém sabia e esperava é que eles não estão sozinhos na Terra, outros humanos sobreviveram e eles não são tão amigáveis.

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Então conhecemos os personagens que irão nos levar para as descobertas nessa nova Terra. Primeiro temos Clarke (Eliza Taylor) a filha da médica da Arca; Finn (Thomas McDonell) um rebelde fofo, que serve como um apaziguador. Quando rola alguma briga, ele sempre vai ta lá pra achar outra solução; Bellamy (Bobby Morley), um ex-segurança da estação espacial que cometeu um crime apenas para conseguir se infiltrar entre os jovens para não deixar que sua irmã mais nova fosse enviada sozinha para a Terra; Octavia (Marie Avgeropoulos), a irmã mais nova de Bellamy que foi condenada apenas por existir e que se envolve com um dos “Terra-Firmes” e tenta trazer paz entre os grupos; e no futuro Raven (Lindsey Morgen), uma engenheira que acaba sendo enviada para a Terra posteriormente para saber se os 100 jovens sobreviveram. E ainda tem os sobreviventes da Arca.

Durante todos os episódios nós acompanhamos o crescimento pessoal desses personagens. Como, por exemplo, o Bellamy, na primeira temporada nós vemos um líder nato, onde o único objetivo é sobreviver, já na segunda temporada nós podemos meio que perceber uma troca de papéis com Finn, ele agora não olha só para o próprio umbigo, ele começa a tomar decisões mais sensatas. Já o Finn, que tinha todo o meu apreço no início, entrou para a lista de personagens que eu sou indiferente. O amor que ele tem pela Clarke o fez surtar e se tornar uma pessoa tão estranha que até o personagem mais escroto da série parece ser gente boa do lado dele.

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The 100 é definitivamente uma série sobre sobrevivência. Desde o primeiro episódio nós vemos isso. Os jovens na Terra têm que aprender a ser organizar e a trabalhar em grupo para conseguirem viver e lutar contra todos os inimigos que os rondam. E o pessoal da Arca tem que tomar decisões importantes para todos, mesmo que elas sejam um pouco drásticas, como matar uma porcentagem da população para economizar no ar deles.

Se na primeira temporada os principais vilões eram a própria Terra e o mal que ela poderia trazer e fazer para os jovens e os Terra-Firmes, que também só pensavam na própria sobrevivência, na segunda temporada, além da guerra deles com os Terra-Firmes se intensificar, ainda tem o pessoal no Mount Weather, que finalmente são apresentados para todos como as melhores pessoas do mundo, mas não são definitivamente o que aparentam com os testes e pesquisas que eles fazem.

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Todo mundo que assiste a série costuma dizer que The 100 é a série certa no canal errado. Porque como todo mundo sabe a CW é uma máquina de série adolescente e o medo de todos era que ela apenas apostasse no romance do casal principal e se o que acontecesse por fora fosse apenas detalhe. Mas GRAZADEUS a CW ta investido mesmo é na história. A cota de romance é quase nula e a cota de novas histórias para explorar é quase infinita. Toda semana algo novo surpreende, um grupo novo de humanos aparece e mais testes bizarros feitos pelo Mount Weather dão resultados

Confesso que quando escrevo textos muito longos sobre séries que eu gosto muito, chega um ponto que não sei mais se estou fazendo algum sentido. Espero que sim! The 100 vale muito à pena dar uma conferida. A primeira temporada conta com 13 episódios e a segunda terá 16. Ou seja, dá para assistir bem rapidinho. E eu amo séries curtas! Além de ser rápido para assistir, tem pouco episódio filler, o que é ótimo para quem assiste e ótimo para a própria história.

Alguém assiste The 100? Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos

Olá pessoal, como estão? Eu finalmente tive uma semana mais tranqüila, então não estou tão destruída quanto semana passada. Sem mais delongas hoje eu to aqui para indicar uma série que eu comecei a assistir há pouco tempo e por um acaso. Franklin & Bash (2011 – ) é uma série de comédia dramática exibida todos os dias no Canal Sony.

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Jared Franklin (Breckin Meyer) e Peter Bash (Mark-Paul Gosselaar) são dois amigos de longa data e conhecidos por não serem nenhum pouco ortodoxos no tribunal na hora de defenderem seus clientes. Após derrotarem Damien Karp (Reed Diamond), que trabalha na Infeld & Daniels, o co-fundador e sócio da firma, Stanton Infeld (Malcolm McDowell), decide contratar a dupla, pois a audácia dos dois o lembra de sua juventude em seus primeiros anos como advogado junto com o amigo e sócio Daniels. Ao aceitarem trabalhar para uma grande firma, Franklin e Bash são assegurados de que ainda poderão continuar pegando o mesmo tipo de caso de antes, só que com o apoio de um grande escritório.

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Franklin e Bash não trabalham sozinhos e contam com a ajuda de Carmen (Dana Davis), uma ex-presidiária em liberdade condicional e Pindar (Kumail Nanjiani), um advogado agorafóbico e amigo deles. Os dois ajudam nas investigações pra encontrar provas e testemunhas que ajudem seus clientes. O jeito escrachado de Franklin e Bash é conhecido por diversos juízes e advogados, o que acaba causando um certo desprezo em alguns como, por exemplo, Damien Karp e a ex-namorada de Peter e promotora Janie Ross (Claire Coffee). Mas quem disse que eles ligam? As palhaçadas dos advogados no tribunal se mostram bem eficazes e sempre que eles ganham um caso ou sem motivo também, eles dão festa para comemorar.

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Confesso que Franklin & Bash não tem muita novidade, mas vale as gargalhadas. A série segue a linha procedural, todo episódio com um caso diferente e alguns deles acabam envolvendo os familiares da dupla. O que eu mais gosto é da química entre os personagens e o modo que eles se conectam aos clientes e fazem de tudo para ganhar no tribunal. Sem contar as diversas referências a filmes clássicos que eles fazem.

Para quem não conhece, a série passa todos os dias na Sony na hora do almoço (13h), mas para quem não tem tempo ou como assistir, Franklin & Bash conta com quatro temporadas com dez episódios cada, ou seja, a série é bem curtinha, dá para assistir bem rápido. E outra coisa boa, é que como a série segue a linha procedural, se você perder um episódio você não vai ficar totalmente perdido com o que está acontecendo. Eu como sou muito curiosa e não agüento essa de acompanhar série pela TV, ainda mais quando tem muito episódios, já baixei vários episódios e olha, vale à pena.

Alguém já conhece a série? O que acha?

Espero que gostem da indicação. Semana que vem tem mais!

Beijos