Sessão Pipoca: Inferno

No meu último final de semana, dei uma passadinha no cinema para assistir Inferno, adaptação do livro de Dan Brown. A história lembra bastante O Código da Vinci, no qual o personagem do Tom Hanks se envolve mais uma vez numa trama cheia de mistérios históricos e obras. Não cheguei a ler os livros, mas gosto bastante da proposta da história, é inteligente e interessante. 😉

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O longa se passa em Florença, na Itália novamente Robert Langdon (Tom Hanks) o professor de simbologia de Harvard desperta em um hospital, com um ferimento na cabeça provocado por um tiro de raspão. Robert acorda assustado e confuso e lá é tratado por Sienna Brooks (Felicity Jones), uma médica que o conheceu quando ainda era criança. Langdon não consegue se lembrar de nada do que aconteceu nas últimas 48 horas, nem mesmo o porque de estar em Florença. De repente, ele é atacado por uma mulher misteriosa e, com a ajuda de Sienna, escapa do local.

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Langdon percebe que em seu paletó está um frasco lacrado, que pode ser aberto apenas com sua impressão digital. Nele, há um artefato misterioso que dá início a uma busca incessante através do universo de Dante Alighieri, autor de “A Divina Comédia“, de forma a que possa entender não apenas o que aconteceu, e o porque de ser perseguido.

Como mencionei, o filme é interessante do começo ao fim e acaba nos arrastando para um mundo angustiante cheio de obras literárias e misteriosas da história. Tom Hanks como sempre dá vida ao personagem e contracena muito bem com Felicity Jones. A fotografia é simplesmente maravilhosa, assim como o cenário principal do filme Florença.

Confira o trailer:

E você, assistiu?

Olá pessoal, como estão? O que dizer desse feriado maravilhoso que mal chegou, mas eu já considero pacas? É pra glorificar de pé. Enfim, essa semana eu vim indicar uma série para vocês. Criminal Minds já está na 9ª temporada, mas não use isso como desculpa para não assistir, porque, pra mim, ela á atualmente uma das melhores séries policiais no ar.

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Criminal Minds é uma série de drama policial que mostra a rotina da equipe da Unidade de Análise Comportamental (ou BAU – Behavioral Analysis Unit) do FBI, com sede em Quântico, Virginia. Enquanto os detetives comuns procuram por evidências nos crimes, a BAU analisa o comportamento, o modus operandi, o ritual e a assinatura do assassino, assim eles traçam o perfil e chegam a uma lista de suspeitos. Eles analisam os crimes de dentro para fora, procuram entender qual foi o estopim que gerou a vontade do assassino de matar. A partir dessas informações eles conseguem dizer onde ele vive, onde trabalha, uma média de idade e até descobrem o que ele está pensando e conseguem antecipar os próximos movimentos antes dele agir novamente.

SHEMAR MOORE, A.J. COOK, JEANNE TRIPPLEHORN, JOE MANTEGNA, MATTHEW GRAY GUBLER

A equipe da BAU é composta – atualmente – por Aaron Hotchner (Thomas Gibson) o chefe da equipe; Derek Morgan (Shemar Moore) agente especial, especialista em crimes obsessivos e treinador tático do FBI; Dr. Spencer Reid (Matthew Gray Gubler) o mais novo da equipe com um QI de 187 que consegue ler 20 mil palavras por minuto; a agente Jennifer Jareau (A.J. Cook), JJ, que começa como uma especialista em como lidar com a mídia, mas que agora é considerada também uma agente especial; David Rossi (Joe Mantegna) agente especial sênior, que já trabalhou uma vez na BAU, porém se aposentou para escrever livros e dar palestras sobre análise criminal, mas que retorna para o emprego quando um dos agentes, Jason Gideon (Mandy Patinkin), resolve pedir demissão; Dr. Alex Blake (Jeanne Tripplehorn) especialista em linguística do FBI; e Penelope Garcia (Kirsten Vangsness) a técnica em análise de dados e informática da equipe, que foi contratada após ser presa por hackear o site do FBI.

Uma das coisas mais interessantes de Criminal Minds e que a difere das outras séries policiais é justamente o fato de não darem tanta atenção ao crime em si, mas ao assassino e suas motivações. Claro que eles mostram como o suspeito está agindo, isso é essencial para os espectadores acompanharem a linha de pensamento da equipe. A série tem o formato de apresentar toda semana um caso diferente – com algumas exceções – mas, além disso, nós também conhecemos um pouco da vida dos agentes fora do trabalho, como eles são com as suas famílias e o que fazem em suas folgas.

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Criminal Minds não é o tipo de série que recomendo para fazer uma maratona. Porque olha, mexe muito com o emocional. Isso pode ser uma frescura minha, mas tem alguns casos que de fato causam muita repulsa e agonia, e acredito que não seja muito bom ter isso por muitas horas, acho que ninguém gosta disso. Tirando isso, eu recomendo que assistam todas as temporadas, porque de fato a série é muito boa e vale a pena cada episódio, porque além deles serem excelentes, você acaba se conectando com a equipe do BAU.

Alguém assiste Criminal Minds? O que acha? Pessoal, feliz Páscoa para todos. Semana que vem tem mais.

Beijos.