Para assistir: Sense8

Olá pessoal, como estão? Eu estou confusa com o clima dessa cidade, eu sei que já devia estar acostumada a isso, mas mesmo assim, todo ano a mesma coisa. Enfim, vamos ao que interessa. Para hoje eu trouxe a nova série do Netflix que estreou em forma de streaming no último dia 5 de junho. Sense8 é uma ficção científica dramática criada pelos irmãos Andy Wachowski e Lana Wachowski, os mesmos de Matrix, em conjunto com J. Michael Straczynski.

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Sense8 conta a história de oito indivíduos de oito lugares diferentes do mundo, que não se conhecem e não fazem ideia da existência uns dos outros, eles são: Will (Brian J. Smith), um policial de Chicago; Riley (Tuppence Middleton), uma DJ islandesa que mora em Londres; Capheus (Aml Ameen), motorista de ônibus de Nairóbi; Sun (Doona Bae), filha de um grande empresário de Seul; Lito (Miguel Ángel Silvestre) um ator de novelas mexicanas e homossexual não assumido; Kala (Tina Desai), cientista indiana com casamento arranjado com um homem que não ama; Wolfgang (Max Riemelt) um arrombador de cofres envolvido com o crime organizado de Berlim; e Nomi (Jamie Clayton) uma ativista transexual que mora em São Francisco.

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Em um certo dia, todos ao mesmo tempo têm uma visão do suicídio de uma mulher chamada Angelica (Daryl Hannah), e então eles começam a ter novas sensações e descobrem que estão mentalmente e emocionalmente ligados uns aos outros. Com o tempo eles percebem que são capazes de se comunicar, sentir e receber as habilidades alheias. Eles então passam a ser chamados de Sensates. Enquanto tentam descobrir mais sobre essas conexões, o misterioso Jonas (Naveen Andrews) tenta ajudar os oito a lidar com o novo dom, enquanto os chamados Whispers tentam caça-los, usando o “poder sensate” para ganhar acesso aos pensamentos e assim encontrar todos para poder dar fim a essa evolução biológica.

Sense8 foi uma grande surpresa pra mim. Eu não esperava muito da série porque quando assisti ao trailer não curti muito, mas a Wanessa deu aquela insistida e eu resolvi dar uma chance e olha, já virou um vício. O primeiro episódio é um pouco confuso, já que há muito o que explicar, mas no segundo episódio você já se importa demais com o os 8 sensates e quer saber até onde vai a conexão deles. E é bem legal ver o tanto que eles compartilham. Em uma cena nós vemos que Sun está claramente naqueles dias graças ao seu compartilhamento com Lito, que sente todos os sintomas, como a sensação de inchaço e as crises emocionais advindas da TPM.

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E o que dizer da fotografia maravilhosa da série? Sense8 foi gravado em 9 países diferentes e cada um recebeu um tratamento para mostrar bem o clima do local. Os meus favoritos são Mumbai, na Índia e Berlim, Alemanha. E são favoritos por serem tão diferentes. Mumbai com todas as suas cores, dando o tom de Kala e Berlim sendo mais cinza e dando um ar mais sombrio para Wolfgang. E nem vou falar nas minhas conexões favoritas, senão vou acabar dando spoilers demais, mas Sun e Capheus arrasam, apenas isso. Mas tentando ser imparcial quanto a isso, todos os atores tem uma química ótima e você torce para que eles se conectem ao mesmo tempo por várias vezes e olha, tem algumas conexões que parecem improváveis, você chega a pensar que não tem nada a ver e que não faria o menor sentido, mas quando acontece, gente, é lindo demais de assistir.

Os irmãos Wachowskis estão de parabéns pelo roteiro incrível. Eu acho que eles souberam trabalhar todas as temáticas apresentadas e desenvolveram bem todas as histórias. Sense8 ainda não teve a segunda temporada confirmada, mas eu já estou aqui torcendo muito para isso acontecer. Eu já gosto demais dos Sensates, não vou saber lidar se não tiver uma continuação. Muitas perguntas ainda precisam ser respondidas.

Alguém já conferiu Sense8 na Netflix? Fez uma maratona saudável? O que achou?

Semana que vem tem mais!

Beijos.

Olá pessoal, como estão? Vamos falar sobre esse frio? AMO/SOU esse clima maravilhoso, mas é tão difícil ter que sair da cama de manhã cedo. Sério, todo dia é uma vitória. E essa época gostosa de festas juninas? Aí senhor, será que a gente pode ficar em Junho/Julho para sempre? Enfim, vamos logo ao que interessa, ao filme da semana. Gente, já vou começar falando que eu estava mega ansiosa para a estreia de Divertida Mente (Inside Out, 2015), a mais nova animação dos estúdios Pixar. Desde o ano passado, quando saiu o primeiro trailer eu já tinha uma certeza quase absoluta que eu iria amar o filme e olha, amei mesmo. Saí do cinema apaixonada.

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Riley é uma garotinha de 11 anos que vive uma vida bem agradável em Minessota, nos Estados Unidos. Quando seus pais decidem se mudar para São Francisco, a menina começa passar por alguns problemas emocionais. Dentro da cabeça de Riley, vivem os cinco principais sentimentos que ajudam na formação de personalidade dela: a Alegria, a Tristeza, a Nojinho, a Raiva e o Medo. A líder da “sala de comando” é a Alegria, que tem como objetivo fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz, fazendo o possível para que a Tristeza não interfira nos seus planos ou que a Raiva extrapole os limites.

Quando as “memórias base” de Riley se perdem, Alegria e Tristeza acabam sendo sugadas e expelidas para o local onde ficam todas as memórias de longo prazo da menina. Elas então começam a percorrer as ilhas de personalidade de Riley para que consigam voltar a sala de comando, onde o Medo, a Nojinho e a Raiva tentam manter o controle, enquanto a vida da garotinha vai mudando radicalmente.

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Gente, Divertida Mente é com certeza a coisa mais fofa que vocês vão assistir por um bom tempo. É impossível não se apaixonar pelas cinco emoções e como não se identificar com Riley passando por mudanças tão drásticas no início da adolescência? E olha os estudantes de Psicologia vão pirar! O filme trás tantas possibilidades de análise! Vai desde a formação de sonhos até a depressão. Sem contar que mostra como momentos de tristeza são importante na nossa vida e que ás vezes tudo que a gente precisa fazer é chorar, porque faz sim muito bem, é bom colocar tudo pra fora.

Divertida Mente é um filme para todas as idades, mas os adultos podem curtir um pouco mais, já que a gente entende a sagacidade da história um pouco mais rápido. Porém isso não quer dizer que as crianças não vão gostar e amar igualmente. Com certeza é um filme que vale a pena assistir diversas vezes, porque é desses que a gente sempre vai descobrir algo novo a cada assistida.

Alguém já foi conferir Divertida Mente? O que achou?

Espero que gostem. Semana que vem tem mais!

Beijos