Bom dia, gente! Como vocês estão nessa sexta-feira? Hoje eu trouxe pra vocês a crítica de um filme baseado em um dos livros de Nicholas Sparks, O melhor de mim. Pra quem é fã da literatura americana, no mínimo já ouviu falar desse autor e dos seus livros, que já renderam em seguida vários filmes, como “A última música” e “Um amor para recordar”. Eu, particularmente, acho os romances do Sparks bastante água com açúcar, e já deixei de ler os livros para esperar pelos filmes!

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Em O melhor de mim, o casal principal é formado por Dawson (James Marsden) e Amanda (Michelle Monaghan), que se conhecem durante a adolescência noS anos 90 e acabam se apaixonando. É uma história clichê de amor impossível – Amanda vem de uma família rica de uma pequena cidade da Louisiana e Dawson vive dificuldades ao lado de seu pai “vilão” e os dois irmãos são tão ruins quanto.

A trama se passa nos dias de hoje após anos de separação, quando Dawson e Amanda recebem uma ligação informando o falecimento de um amigo. Tendo seus nomes vinculados no testamento do falecido, os dois são obrigados a retornar à cidade natal e então acontece o reencontro. A partir daí, as cenas são revezadas por flashbacks e os dias de hoje, mostrando o real motivo da separação dos dois.

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Pra ser bem sincera, não é pior e nem melhor do que eu imaginei que seria. É bem filme de sessão da tarde e eu com certeza acho que a escolha dos personagens não foi boa, pois não houve química e nem identificação. E quanto ao desfecho do filme, me decepcionou mais ainda!

Fique com o trailer:


E você, o que achou do filme?